Perguntas do paciente (3333)
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com os padrões de autoimagem flutuante?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A autoimagem flutuante no TPB pode gerar muita confusão e sofrimento, e o trabalho terapêutico ajuda o paciente a construir uma percepção de si mais estável e integrada. Isso acontece aos poucos, a partir do autoconhecimento e da compreensão das próprias emoções e experiências.
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. Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhora
. Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhorar a capacidade de lidar com a ambivalência nas relações interpessoais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A ambivalência nas relações pode ser trabalhada ajudando o paciente a sustentar sentimentos mistos, sem precisar ir para extremos como idealizar ou desvalorizar o outro. Com o tempo, ele aprende que é possível gostar de alguém e, ainda assim, lidar com frustrações dentro da relação.
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Como os psicólogos podem ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar
Como os psicólogos podem ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com as flutuações intensas de humor?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
As flutuações intensas de humor podem ser trabalhadas com o desenvolvimento da regulação emocional, ajudando o paciente a identificar mudanças internas, compreender seus gatilhos e responder de forma mais estável ao longo do tempo.
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Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lida
Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com padrões de pensamento dicotômico (tudo ou nada)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pensamento dicotômico, do tipo “tudo ou nada”, vai sendo flexibilizado quando o paciente passa a questionar essas interpretações automáticas e a considerar nuances. Isso amplia a forma de enxergar as situações e reduz reações intensas.
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Como os psicólogos podem ajudar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvo
Como os psicólogos podem ajudar pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolverem uma maior tolerância à frustração?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tolerância à frustração é desenvolvida com o fortalecimento da capacidade de suportar desconfortos sem agir impulsivamente. Pequenas exposições a situações frustrantes, com apoio terapêutico, ajudam nesse processo.
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com o sentimento de perda de controle?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O sentimento de perda de controle pode ser acolhido e compreendido como parte de emoções muito intensas. Na terapia, o paciente vai desenvolvendo recursos para se acalmar, se organizar internamente e recuperar a sensação de maior domínio sobre suas reações.
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Como os psicólogos podem ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenv
Como os psicólogos podem ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver uma comunicação mais assertiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A comunicação assertiva é construída aos poucos, ajudando o paciente a expressar o que sente e precisa de forma mais clara e respeitosa, sem recorrer a extremos ou impulsividade. Isso melhora a qualidade das relações.
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Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a dese
Como os psicólogos podem ajudar os pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver uma maior tolerância ao desconforto emocional?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tolerância ao desconforto emocional envolve aprender a permanecer com emoções difíceis sem agir imediatamente para aliviá-las. Com apoio terapêutico, o paciente desenvolve estratégias para atravessar esses momentos com mais segurança.
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Como o psicólogo pode apoiar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolv
Como o psicólogo pode apoiar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a desenvolver habilidades de autocontrole e a evitar reações impulsivas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O autocontrole não significa reprimir emoções, mas conseguir criar um espaço entre sentir e agir. Esse espaço permite escolhas mais conscientes e reduz comportamentos impulsivos, contribuindo para uma vida emocional mais equilibrada.
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com conflitos interpessoais sem recorrer à agressividade ou ao afastamento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O trabalho com conflitos interpessoais envolve ajudar o paciente a reconhecer suas emoções no momento da tensão e encontrar formas mais equilibradas de se expressar, sem recorrer à agressividade ou ao afastamento. A comunicação mais clara e o desenvolvimento de limites saudáveis fazem parte desse processo.
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhorar
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhorar o controle de impulsos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O controle de impulsos é construído ao longo do tempo, com o aprendizado de identificar gatilhos, pausar antes de agir e escolher respostas mais conscientes. Pequenas mudanças já ajudam a reduzir comportamentos impulsivos.
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhorar
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a melhorar a habilidade de tolerância à frustração?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A tolerância à frustração é fortalecida quando o paciente aprende a lidar com o desconforto sem precisar evitá-lo ou reagir de forma imediata. Isso amplia a capacidade de enfrentar situações difíceis com mais estabilidade emocional.
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Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com
Como o psicólogo pode ajudar o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) a lidar com o sentimento de vazio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O sentimento de vazio pode ser acolhido como uma experiência real e dolorosa. Na terapia, o paciente vai construindo maior conexão consigo mesmo, com suas emoções e interesses, o que ajuda a dar mais sentido às experiências.
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Como trabalhar identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Como trabalhar identidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O trabalho com a identidade busca ajudar o paciente a desenvolver uma percepção mais consistente de si, integrando diferentes aspectos da sua história, valores e sentimentos. Esse processo contribui para mais estabilidade interna e relações mais seguras.
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Escrever afirmações positivas coisas sobre lei da atração escrever antes de dormir perto do adormeci
Escrever afirmações positivas coisas sobre lei da atração escrever antes de dormir perto do adormecimento é verdade que se não repetir o que escreví mentalmente até apagar o efeito não funciona pra mim ganhar a crença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não existe comprovação de que repetir frases antes de dormir atraia acontecimentos ou faça o cérebro “manifestar” aquilo que foi escrito. Afirmações realistas podem ajudar algumas pessoas a organizar objetivos e fortalecer a motivação, mas funcionam melhor quando acompanhadas de atitudes concretas. Se você não repetir ou não acreditar totalmente, isso não significa que bloqueou algum resultado ou que falhou.
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A Meditação com vela Trataka ela faz o corpo entrar em um relaxamento do mesmo relaxamento do sono??
A Meditação com vela Trataka ela faz o corpo entrar em um relaxamento do mesmo relaxamento do sono??? e também semelhante a hipnose? Essa técnica olhando na vela faz induzir Ondas Alfa e Theta??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A meditação Trataka pode sim levar a um estado de relaxamento profundo, com mais foco e desaceleração mental, mas isso não é exatamente igual ao sono nem à hipnose. Embora algumas pessoas relatem sensações parecidas, são estados diferentes. Sobre ondas alfa e theta, existem hipóteses e relatos de que práticas meditativas favoreçam esse tipo de atividade cerebral, mas isso não acontece de forma automática nem igual para todo mundo. O mais importante é perceber como seu corpo e sua mente respondem à prática, sempre com cuidado e respeitando seus limites.
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Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal,
Olá dr picólogo, gostaria de fazer uma pergunta, eu tenho sentido atração por homens, isso é normal, pois sempre namorei mulheres, não sei o que está acontecendo, eu nasci assim, eu já era assim? Devido a minha religião e a família, me sinto um pouco sem saber o que fazer, meio perdido. Sou maior de idade, tive alguma experiêcias que fez com que isso me despertasse, mas tenho medo ou receio de alguém descubra por ser da Igreja e família mais tradicional.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, sentir atração por homens é uma experiência humana legítima e não significa que exista algo errado com você. Você pode ser gay, bissexual ou ainda estar compreendendo melhor sua sexualidade; não precisa assumir um rótulo imediatamente. Algumas experiências podem tornar desejos já existentes mais perceptíveis, mas não há necessidade de descobrir exatamente “quando começou”. Como o medo da reação religiosa e familiar está causando sofrimento, uma psicoterapia afirmativa pode ajudá-lo a se compreender com segurança, sem tentar modificar sua orientação.
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Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu q
Doutor(a), o meu maior problema hoje é que eu me sinto preso em um ciclo de dúvida paralisante. Eu queria trabalhar com você estes pontos específicos:
Sinto que meu raciocínio está lento e minha mente parece 'nebulosa' (brain fog). Por causa disso, eu não consigo confiar no que eu sinto. Se sinto alívio agora, daqui a cinco minutos a agonia volta e eu começo a questionar tudo de novo. É um ruído que não para.
Eu já tomei uma decisão racional (fazer BICT, seguir para Engenharia Mecânica e focar no setor de Petróleo e Gás, que eu já conheço e gosto). O problema é que, mesmo com o plano traçado, meu cérebro continua 'caçando' motivos para duvidar. É como se eu não conseguisse me sentir satisfeito com a minha escolha.
Quando vejo outras pessoas passando em outros cursos (como Medicina, Direito ou o CFO), eu imediatamente me pergunto: 'Será que aquele não é o curso ideal para mim?'. Eu sinto que estou perdendo algo, mesmo sabendo que o meu caminho é bom. Essa comparação me gera uma angústia horrível.
Como eu posso aprender a viver com a dúvida sem deixar que ela paralise meus estudos? Eu preciso entender se essa indecisão constante é um traço da minha personalidade ou se é apenas um sintoma da minha ansiedade que está 'em pico' agora."RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é possível diferenciar apenas pelo relato se essa indecisão é um traço pessoal ou um momento de ansiedade, mas o ciclo de comparação, alívio passageiro e retorno da dúvida sugere que você está buscando uma certeza que talvez nunca pareça suficiente. Isso pode acontecer na ansiedade, no perfeccionismo e em padrões obsessivos. Em vez de reavaliar o curso sempre que a angústia surgir, procure manter a decisão por um período combinado e observar seus resultados concretos. Um psicólogo pode ajudá-lo a tolerar melhor a incerteza e interromper as verificações mentais; se a lentidão e a “névoa” forem persistentes, também é importante uma avaliação médica ou psiquiátrica.
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Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de id
Minha casa caio em uma tempestade muito forte...não aconteceu nada comigo mas eu tinha 10 anos de idade
Minha mãe teve as pernas quebrada por esse motivo tenho medo de tempestade quando estou sozinha pior ainda quando o céu começa escurecer fico já com muito medo e começa dar vontade de ir ao banheiro fazer o número 2 e faço. Tem alguma explicação? Devo buscar um profissional? Qual?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Essa reação pode estar ligada ao trauma vivido na infância. O céu escurecendo, os sons e a própria tempestade podem funcionar como lembretes do acontecimento e ativar no corpo uma resposta de perigo, mesmo quando você está atualmente protegida. A vontade urgente de evacuar também pode aparecer quando o organismo entra em estado intenso de ansiedade. Procure uma psicóloga ou psicólogo com experiência em trauma e transtornos de ansiedade; uma avaliação poderá diferenciar uma fobia específica de uma resposta pós-traumática e indicar o tratamento mais adequado.
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Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem,
Olá, tenho um filho de 2 anos e 8 meses, ele começou a estudar em agosto de 2025 e até foi tudo bem, em novembro começou a morder alguns coleguinhas. Esse ano ele continua na mesma sala só que com outros amigos pq ele continuou por conta da idade e os amigos avançaram. E aí ele apresentou a questão de morder novamente, fiz uma rotina de dia a dia e ele parou de morder, mais agr está batendo coisa que não fazia antes, beliscando, chorando por qualquer coisa e não quer dividir com os amigos. Os novos amigos são menores que ele. O que eu devo fazer ? Devo me preocupar com algum transtorno ou é somente questão da idade e da mudança ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nessa idade, morder, bater e ter dificuldade para dividir ainda podem aparecer porque a criança está aprendendo a expressar frustração e controlar impulsos. A mudança de colegas e da rotina também pode ter aumentado sua insegurança. Procure manter limites firmes e calmos, nomear o que ele sente, elogiar comportamentos gentis e combinar a mesma conduta com a escola. Como houve piora e isso está se repetindo, converse com o pediatra; se persistir ou vier acompanhado de alterações no sono, linguagem, desenvolvimento ou interação, uma avaliação com psicólogo infantil pode ajudar. Isso, isoladamente, não confirma um transtorno.
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Perguntas frequentes
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Faço uso de haldol decanoato duas ampolas de mês em mês e me sinto bem nos primeiros 15 dias, logo d
É possível usar o decanoato a cada 15 dias sim, mas seu médico tem que verificar…