Perguntas do paciente (64)
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Qual abordagem terapêutica costuma ser mais indicada em casos de quebra de confiança, dificuldade de
Qual abordagem terapêutica costuma ser mais indicada em casos de quebra de confiança, dificuldade de comunicação e sofrimento emocional dos dois lados, quando uma pessoa ainda acredita em reconciliação e a outra aparenta já ter decidido seguir em frente? O ideal seria começar com sessões individuais antes da sessão conjunta? E como identificar um profissional preparado para conduzir esse tipo de processo de forma acolhedora, imparcial e sem transformar a sessão em disputa de culpa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em situações de quebra de confiança e sofrimento dos dois lados, a terapia não precisa ter como único objetivo a reconciliação, mas ajudar o casal a compreender a relação e tomar decisões mais conscientes. Em alguns casos, sessões individuais no início podem ser úteis para organizar emoções e expectativas antes dos encontros conjuntos, embora isso dependa da avaliação do profissional.
Para escolher um terapeuta preparado, vale observar se ele acolhe ambos de forma imparcial, evita buscar culpados, organiza a comunicação e cria um espaço seguro para o diálogo. A terapia de casal funciona melhor quando deixa de ser uma disputa sobre quem está certo e passa a ser um espaço de compreensão da dinâmica entre os dois.
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“Como a avaliação neuropsicológica contemporânea examina o funcionamento socioemocional e os padrões
“Como a avaliação neuropsicológica contemporânea examina o funcionamento socioemocional e os padrões de socialização em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com ênfase nos domínios de cognição social, regulação afetiva e funções executivas?”
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No contexto do TPB, o profissional de saúde mental busca entender como a pessoa se relaciona consigo mesma e com os outros no dia a dia. Mais do que analisar apenas sintomas, a avaliação observa como ela percebe emoções, reage a situações de estresse e constrói vínculos.
Também são considerados aspectos como impulsividade, dificuldade para lidar com emoções intensas, medo de abandono, interpretação das atitudes das outras pessoas e estratégias usadas para enfrentar conflitos. Além disso, o profissional pode avaliar habilidades como atenção, tomada de decisões e controle emocional.
Cada pessoa vive essas experiências de uma forma única. Por isso, o objetivo da avaliação não é rotular comportamentos, mas compreender a história, os padrões de funcionamento e identificar caminhos que possam favorecer relações mais saudáveis e maior qualidade de vida.
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Como a instabilidade da identidade em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline(TPB) infl
Como a instabilidade da identidade em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline(TPB) influencia a expressão de autenticidade no ambiente de trabalho, considerando a regulação emocional, o funcionamento interpessoal e a construção do self em contextos ocupacionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em pessoas com TPB, a instabilidade da identidade pode influenciar a forma como elas se percebem e se expressam no trabalho. Em alguns momentos, pode surgir dificuldade em manter uma sensação mais estável de “quem sou eu”, o que pode gerar dúvidas sobre opiniões, competências, objetivos ou até sobre a forma de se relacionar com colegas e lideranças.
Além disso, emoções intensas e maior sensibilidade a críticas, rejeições ou conflitos podem impactar o funcionamento interpessoal. Isso não significa falta de autenticidade; muitas vezes a pessoa está tentando se adaptar, se proteger ou buscar pertencimento em ambientes que podem ser percebidos como emocionalmente desafiadores.
Com apoio adequado, é possível fortalecer a percepção de si, desenvolver recursos de regulação emocional e construir relações profissionais mais seguras e consistentes.
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Qual é a postura clínica mais indicada na condução do atendimento psicológico de pacientes com Trans
Qual é a postura clínica mais indicada na condução do atendimento psicológico de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), considerando aspectos como aliança terapêutica, manejo da regulação emocional, validação afetiva e promoção de insight psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No atendimento a pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a postura clínica costuma priorizar a construção de uma aliança terapêutica segura, consistente e acolhedora. O profissional busca oferecer um espaço de escuta que valide o sofrimento emocional sem reforçar padrões que possam gerar prejuízos.
Também é importante auxiliar no reconhecimento e manejo das emoções intensas, favorecer maior compreensão sobre pensamentos, sentimentos e relações, além de estimular o desenvolvimento gradual de recursos emocionais e de insight sobre os próprios padrões de funcionamento.
Cada pessoa possui uma história e necessidades singulares. Por isso, mais do que focar apenas no diagnóstico, o cuidado terapêutico procura compreender a experiência subjetiva do paciente, fortalecendo autonomia, estabilidade emocional e qualidade das relações.
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Como o mecanismo de defesa da cisão (pensamento dicotômico de tudo-ou-nada), no contexto do Transtor
Como o mecanismo de defesa da cisão (pensamento dicotômico de tudo-ou-nada), no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), afeta a formação, a consistência e a expressão das opiniões, e como isso se relaciona com a integração do self e a organização da experiência subjetiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com TPB podem, em alguns momentos, perceber a si mesmas, os outros e as situações de forma mais extrema, em um movimento de “tudo ou nada”. Isso pode fazer com que opiniões, sentimentos e percepções mudem de maneira intensa, principalmente em situações que despertam emoções fortes ou medo de rejeição.
Mas isso não significa que a pessoa seja “inconstante” ou não tenha personalidade própria. Muitas vezes, existe uma dificuldade maior em conciliar aspectos positivos e negativos ao mesmo tempo — por exemplo, gostar de alguém e também reconhecer suas falhas sem que isso mude totalmente a forma como a relação é sentida.
Na terapia, o objetivo costuma ser ajudar a desenvolver uma percepção mais integrada de si, dos outros e das experiências, favorecendo relações mais estáveis e uma compreensão maior sobre os próprios sentimentos e padrões emocionais.
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Por que o pensamento abstrato é importante para a vida diária?
Por que o pensamento abstrato é importante para a vida diária?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O pensamento abstrato é importante porque permite ir além do concreto e imediato, ajudando a compreender significados, relações e possibilidades.
No dia a dia, ele é essencial para:
Tomar decisões considerando consequências futuras
Resolver problemas sem depender apenas da experiência direta
Compreender emoções próprias e dos outros
Planejar, imaginar cenários e criar estratégias
Lidar com símbolos, como linguagem, regras sociais e valores
Sem pensamento abstrato, a vida fica restrita ao aqui-e-agora. Com ele, ganhamos flexibilidade, reflexão e maior autonomia nas escolhas.
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É comum estar afim de alguém e mesmo assim continuar em negação? dizer que não está?que não quer?
É comum estar afim de alguém e mesmo assim continuar em negação? dizer que não está?que não quer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é bastante comum.
Muitas pessoas sentem interesse por alguém e, ainda assim, negam esse sentimento — dizendo para si mesmas (ou para o outro) que não querem, não sentem ou não estão prontas.
Essa negação geralmente não é “falta de sinceridade”, mas um **mecanismo de proteção emocional**: medo de se envolver, de sofrer, de perder o controle, de repetir experiências passadas ou de entrar em conflito com desejos internos.
Na psicoterapia, esses movimentos ganham sentido. O espaço clínico ajuda a compreender o que está sendo evitado, o que esse desejo desperta e por que ele é tão difícil de ser reconhecido. Quando isso é elaborado, a pessoa passa a se posicionar com mais clareza, menos culpa e menos angústia.
Se esse tipo de conflito se repete na sua vida ou gera sofrimento, o acompanhamento psicoterápico pode ser um caminho importante para se escutar com mais profundidade.
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Sempre fui uma pessoa tímida e reservada, ao entrar para o mundo corporativo me deparei com situaçõe
Sempre fui uma pessoa tímida e reservada, ao entrar para o mundo corporativo me deparei com situações desconfortáveis. Um simples almoço em grupo me deixava nervosa e tensa, eu sentia meu rosto queimar, mal conseguia pegar na colher sem tremer, muitas das minhas interações sociais me dão nervoso, não consigo ficar em um ambiente com muita gente me causa desconforto, quando o assunto não sou eu eu fico tranquila, mas quando se direcionam a mim eu fico nervosa, sem graça e envergonhada e estranhamente sinto vontade de chorar e sair correndo, queria saber se isso seria um possível quadro de ansiedade social e porque quando estou interagindo com alguém e eles brincam comigo e eu fico sem graça e sinto vontade de chorar? Fico mal com isso por que não entendo o porquê....
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve pode, sim, estar relacionado à ansiedade social, especialmente quando situações de exposição ou foco em você despertam reações físicas intensas e vontade de se afastar.
Essas respostas costumam ter ligação com medo de julgamento, vergonha ou experiências emocionais antigas que ficam reativadas no contato social. A psicoterapia ajuda a compreender a origem dessas reações e a lidar com elas de forma mais segura e menos sofrida.
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Cometi um erro leve no trabalho, corrigi e deu tudo "certo" porém minha mente ficou pensando muito n
Cometi um erro leve no trabalho, corrigi e deu tudo "certo" porém minha mente ficou pensando muito no erro que cometi e como eu iria me explicar mais tarde, tentei me acalmar mentalmente porem sem sucesso. Nesse momento fiquei muito tensa, senti primeiro uma vontade de chorar, depois veio a tremedeira, fui ao banheiro e meu coração estava acelerado.
Isso seria ansiedade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pelo que você descreve, sua reação faz muito sentido. Mesmo quando o erro é resolvido, a mente pode continuar em alerta, antecipando julgamentos e consequências — e o corpo responde a esse estado de tensão.
Esses sinais podem, sim, estar ligados à ansiedade. Não significa fraqueza, nem que haja algo “errado” com você, mas que seu organismo entrou em um modo de proteção. A psicoterapia ajuda a compreender por que essas situações ganham tanta intensidade e a encontrar formas mais gentis de lidar com elas.
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Sou uma mulher sentimental (no sentido de ser sensível, romântica, etc). Estou num relacionamento há
Sou uma mulher sentimental (no sentido de ser sensível, romântica, etc). Estou num relacionamento há 19 anos, e meu companheiro é frio e distante. Fizemos 15 anos de casados e ele simplesmente esqueceu, sendo que nos outros anos também nunca houve comemoração, cuidado, consideração, enfim. Só que dessa vez eu fiquei arrasada, 15 anos é um marco, e eu me senti rejeitada e desvalorizada. É exagero de minha parte me sentir assim? Sinto uma grande solidão no casamento e sensação de que sirvo apenas pra ser útil.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é exagero.
Quando existe uma diferença grande entre as necessidades afetivas do casal, a dor costuma aparecer como solidão, rejeição e sensação de desvalor — exatamente como você descreve.
Esses sentimentos merecem escuta e cuidado. Na psicoterapia, é possível compreender o impacto dessa dinâmica ao longo dos anos e pensar caminhos para se posicionar com mais clareza e respeito às suas necessidades emocionais.
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Olá, tenho 21 anos estou na faculdade, não trabalho, e me lembro desde o primeiro ano do ensino médi
Olá, tenho 21 anos estou na faculdade, não trabalho, e me lembro desde o primeiro ano do ensino médio uma preguiça forte de só querer ficar deitada, sempre me atraso para as coisas, falta de organização, toda tarefa de esforço eu não termino, até meus estudos da faculdade eu começo estudar e paro, e sou acumuladora não consigo jogar as coisas fora, guardo até papel de comprovante ,sempre uma indisposição pra levantar, pra escovar os dentes, pra lavar os pratos, muita preguiça para me arrumar pra dormir, pra me arrumar pra sair, sou muito irresponsável, sempre tive facilidade pra chorar tmb, as vezes choro pq n consigo mudar esses hábitos, tem coisas fáceis q falam comigo eu fico sem entender minha mãe acha absurdo, pq é algo q qualquer pessoa entenda e sinto essa dificuldade as vezes, minha concentração e ruim tmb, e alguns meses meu hábito de cutucar o canto das unhas piorou, e na preguiça tmb piorei, eu a muitos anos tenho costume de dormir tarde e acordar tarde, teve vezes de acordar cedo mas a maioria acordando tarde. Gostaria de saber se isso é uma preguiça normal ou se poderia ser alguma outra coisa. E qual especialista eu devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, obrigada por confiar e compartilhar tudo isso. Dá para sentir o quanto essa situação tem sido pesada para você, e é importante dizer, com cuidado e respeito: o que você descreve não parece “preguiça” no sentido comum da palavra. Há muito sofrimento envolvido, frustração por querer mudar e não conseguir, e isso merece atenção, não culpa.
Quando existe dificuldade constante para iniciar tarefas, manter a organização, concluir atividades, cuidar de si, junto com cansaço intenso, choro fácil, problemas de concentração, alterações no sono e comportamentos repetitivos que aumentam em momentos de tensão, geralmente estamos falando de algo emocional e psicológico, não de falta de vontade ou irresponsabilidade. Muitas pessoas passam anos se cobrando, achando que “não se esforçam o suficiente”, quando na verdade estão lidando com um funcionamento psíquico que precisa de cuidado.
O primeiro passo mais indicado é procurar um psicólogo, para uma avaliação clínica cuidadosa, onde você possa falar sobre sua história, seus hábitos, suas dificuldades e o que sente no dia a dia. A partir dessa escuta, pode ser avaliada também a necessidade de um psiquiatra, caso seja indicado algum acompanhamento médico. Esses profissionais podem ajudar a entender se há ansiedade, depressão, dificuldades atencionais ou outros fatores envolvidos — e, principalmente, pensar em formas de aliviar esse sofrimento.
Você não está falhando como pessoa. Você está tentando lidar com algo que sozinha tem sido difícil demais. Buscar ajuda é um ato de cuidado e coragem, e pode ser o início de uma mudança mais gentil e possível para você.
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Estou em um relacionamento com uma mulher bissexual e tenho sentido muito ciúme, insegurança e frust
Estou em um relacionamento com uma mulher bissexual e tenho sentido muito ciúme, insegurança e frustração. Em alguns momentos, minha parceira comenta sentir falta de aspectos da intimidade masculina, o que me faz sentir insuficiente e magoada.
Também me incomodo quando um amigo gay dela envia vídeos de homens considerados atraentes, o que ativa em mim sensação de ameaça. A partir disso, comecei a generalizar, pensando que mulheres bissexuais preferem homens e que talvez eu não consiga me relacionar novamente com uma mulher bi.
Gostaria de entender se esses sentimentos estão mais ligados à minha insegurança, como estabelecer limites saudáveis sem controle, e como lidar com o ciúme sem invalidar a orientação sexual da minha parceira nem me machucar emocionalmente.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve envolve sentimentos compreensíveis de ciúme, insegurança e frustração, que muitas vezes surgem quando algo na relação toca no medo de não ser suficiente ou de perder o vínculo. Esses sentimentos não significam preconceito nem controle, mas indicam que algo em você precisa de cuidado e compreensão.
É importante diferenciar a orientação sexual da sua parceira do impacto emocional que certas situações têm em você, além de aprender a estabelecer limites de forma saudável, sem se machucar ou invalidar o outro. Em um processo terapêutico, é possível entender melhor de onde vêm essas reações, trabalhar o ciúme com mais segurança e construir relações mais leves e conscientes.
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O que é comportamento socialmente inadequado de uma pessoa com Transtorno misto ansioso e depressivo
O que é comportamento socialmente inadequado de uma pessoa com Transtorno misto ansioso e depressivo (TMAD) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento socialmente inadequado em uma pessoa com **Transtorno Misto Ansioso e Depressivo (TMAD)** não acontece por falta de educação ou intenção de desrespeitar os outros. Geralmente está ligado ao sofrimento emocional intenso que a pessoa vive. A ansiedade pode gerar impulsividade, irritação, evasão ou reações desproporcionais, enquanto a depressão pode causar isolamento, apatia, dificuldade de comunicação ou falta de iniciativa social.
Esses comportamentos costumam refletir **dificuldade de lidar com emoções**, medo de julgamento, cansaço psíquico e redução da capacidade de se adaptar às demandas sociais. Com acompanhamento psicológico e, quando indicado, psiquiátrico, é possível compreender essas reações, desenvolver maior regulação emocional e melhorar gradualmente as relações e a convivência social.
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Quais os objetivo da aplicação dos testes projetivos no psicodiagnóstico?
Quais os objetivo da aplicação dos testes projetivos no psicodiagnóstico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
No psicodiagnóstico, os testes projetivos têm como objetivo aprofundar a compreensão da personalidade, permitindo acessar aspectos emocionais e inconscientes que nem sempre aparecem na entrevista clínica. Eles ajudam a compreender a dinâmica psíquica, os conflitos, os mecanismos de defesa, os recursos do ego e a forma como o sujeito se relaciona consigo mesmo, com o outro e com a realidade, contribuindo para um diagnóstico mais integrado e cuidadoso.
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Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se culpar por não conseguirem esquece
Pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) podem se culpar por não conseguirem esquecer as lembranças negativas do passado?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com TPB frequentemente se culpam por não conseguirem “deixar o passado para trás”. As lembranças negativas costumam vir com muita intensidade emocional, como se estivessem acontecendo de novo — e isso não é falta de força ou vontade, é parte de como o transtorno afeta a regulação emocional. Com cuidado, acolhimento e tratamento adequado, é possível aprender a lidar melhor com essas memórias e com a culpa que vem junto. Você não está falhando por sentir assim.
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Quais são as dificuldades que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) enfrenta dev
Quais são as dificuldades que a pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) enfrenta devido à invalidação passada?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Pessoas com TPB costumam carregar marcas profundas de invalidação emocional no passado.
Isso pode gerar dificuldades como não confiar nos próprios sentimentos, medo intenso de rejeição, necessidade constante de validação, culpa por sentir demais e relações instáveis. Muitas vezes, a pessoa aprende a duvidar de si e a se esforçar excessivamente para ser aceita. Nada disso é fraqueza — são tentativas de sobreviver emocionalmente. Com apoio adequado, essas feridas podem ser cuidadas e ressignificadas.
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Quais são os tipos de transtornos de comportamento disruptivo na infância?
Quais são os tipos de transtornos de comportamento disruptivo na infância?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os transtornos de comportamento disruptivo na infância referem-se a padrões persistentes de comportamentos que desafiam regras, limites e figuras de autoridade, causando prejuízos nas relações familiares, escolares e sociais.
Entre os principais, destacam-se:
Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD): caracterizado por irritabilidade frequente, discussões constantes com adultos, desafio às regras e tendência a culpar outras pessoas pelos próprios erros.
Transtorno de Conduta: envolve comportamentos mais graves, como agressividade física ou verbal, destruição de objetos, mentiras frequentes e violação de normas sociais.
Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): embora seja classificado como um transtorno do neurodesenvolvimento, muitas vezes está associado a impulsividade, dificuldade de controle comportamental e conflitos com regras.
Sob uma perspectiva clínica e psicanalítica, é importante compreender que o comportamento da criança pode funcionar como uma forma de expressão de conflitos emocionais que ainda não conseguem ser simbolizados em palavras. Como aponta Donald Winnicott, o comportamento da criança muitas vezes é uma maneira de comunicar algo sobre seu mundo interno e sobre a qualidade do ambiente emocional em que está inserida.
Por isso, além da identificação dos sintomas, é fundamental considerar o contexto emocional e relacional da criança, favorecendo intervenções que auxiliem tanto no desenvolvimento emocional quanto no fortalecimento do ambiente familiar.
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Qual é o principal tipo de neuroplasticidade que envolve o fortalecimento ou enfraquecimento das con
Qual é o principal tipo de neuroplasticidade que envolve o fortalecimento ou enfraquecimento das conexões sinápticas em resposta à atividade neural?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O principal tipo de neuroplasticidade envolvido no fortalecimento ou enfraquecimento das conexões sinápticas em resposta à atividade neural é a plasticidade sináptica.
Esse processo ocorre quando a eficiência da comunicação entre neurônios se modifica de acordo com o padrão de atividade neural. Os dois mecanismos mais conhecidos são:
Potenciação de Longo Prazo (Long-Term Potentiation – LTP): aumenta a força da conexão sináptica quando dois neurônios são ativados repetidamente em conjunto.
Depressão de Longo Prazo (Long-Term Depression – LTD): reduz a força da conexão sináptica quando a atividade entre os neurônios diminui ou ocorre de forma menos sincronizada.
Esses mecanismos são fundamentais para aprendizagem, memória e adaptação do cérebro às experiências. Um princípio clássico associado a esse processo foi proposto pelo neuropsicólogo Donald Hebb, conhecido como regra de Hebb, frequentemente resumida pela ideia de que “neurônios que disparam juntos tendem a se conectar mais fortemente”.
Assim, a plasticidade sináptica é considerada um dos principais fundamentos biológicos da capacidade do cérebro de se modificar ao longo da vida.
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Quais problemas a Neurociência me ajuda a resolver?
Quais problemas a Neurociência me ajuda a resolver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A Neurociência ajuda a entender por que pensamos, sentimos e agimos de determinadas formas. Ela contribui para o cuidado da saúde mental ao explicar como o cérebro funciona diante do estresse, da ansiedade, da tristeza, das dificuldades de concentração e dos problemas emocionais do dia a dia. Com esse conhecimento, é possível escolher intervenções mais eficazes, promover maior regulação emocional, melhorar a tomada de decisões e favorecer mudanças reais e duradouras no bem-estar e na qualidade de vida.
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De que forma a neurociência pode ajudar a superar dificuldades na tomada de decisões profissionais?
De que forma a neurociência pode ajudar a superar dificuldades na tomada de decisões profissionais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A neurociência pode ajudar a entender que a tomada de decisões profissionais não depende apenas de “lógica” ou “certeza absoluta”. Fatores como emoções, experiências anteriores, estresse, autoconceito, medo de errar e excesso de opções podem influenciar esse processo.
Compreender isso permite identificar padrões que podem estar dificultando a decisão, como procrastinação, impulsividade, autocrítica excessiva ou medo de mudanças. Além disso, estratégias como melhorar a regulação emocional, organizar prioridades, reduzir a sobrecarga mental e ampliar o autoconhecimento podem tornar as escolhas mais claras e alinhadas aos próprios objetivos e valores.
Nem toda dificuldade para decidir significa falta de capacidade; às vezes, ela pode estar relacionada à forma como o cérebro processa emoções, expectativas e experiências.
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Perguntas frequentes
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Tomava o Lenzetto para reposição hormonal (2 pumps) pela manhã junto com o Gympro 200 pela noite.
Obrigada por trazer sua dúvida com tantos detalhes, isso ajuda bastante a…