Perguntas do paciente (41)

  • Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?

    Qual a diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    A diferença entre relacionamento aberto e relacionamento não-monogâmico está na forma como as pessoas dentro dessas relações lidam com acordos e interações. No relacionamento aberto, os parceiros mantêm o vínculo principal entre si, mas permitem envolvimentos com outras pessoas, geralmente com regras definidas. Já a não-monogamia abrange um espectro mais amplo de possibilidades, como poliamor, onde há a possibilidade de estabelecer múltiplos vínculos afetivos e/ou sexuais. É essencial que essas dinâmicas sejam baseadas no consentimento, na comunicação clara e no respeito mútuo.


  • Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2

    Perdi minha mae a 2 meses nos era muito grudada. Choro todo dia. Minha vontade é de ir junto tenho 2 filhos. N consigo viver sem minha mãe.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Sinto muito pela sua perda. É normal sentir uma dor intensa após perder alguém tão próximo, mas seus filhos precisam de você. Considere buscar apoio emocional, seja conversando com pessoas de confiança ou iniciando terapia. Um profissional pode ajudar a lidar com esse luto e encontrar formas de seguir em frente sem carregar esse sofrimento sozinha. Não hesite em pedir ajuda. Você não precisa enfrentar isso sozinha.


  • Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade

    Minha esposa não tem desejo sexual, já conversamos sobre o assunto e ela disse que não sente vontade. Mas normalmente a nossa média está em duas vezes por semana.

    Existem técnicas que posso aplicar para aumentar o desejo sexual da minha esposa?

    Em algumas vezes eu vejo que ela nua na minha frente e fica olhando para ver se estou olhando ela. Porém se tenho a iniciativa ela corta e diz que não quer fazer.

    Já conversamos algumas vezes sobre este tema e sinto que vai ser assim sempre. Então penso que possa ter algo que eu tenha que fazer, agir diferente… alguma dica sobre?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Você pode tentar criar momentos de conexão emocional fora da relação sexual, como gestos de carinho, conversas íntimas ou atividades juntos que fortaleçam o vínculo. Evite pressioná-la ou interpretar gestos como obrigação, pois isso pode gerar ainda mais resistência. Busque entender se há fatores emocionais, hormonais ou de rotina que possam estar influenciando o desejo dela e considere, junto com ela, a possibilidade de um acompanhamento psicológico ou médico, caso necessário.
    Seja paciente e atencioso, mostrando interesse em compreender os sentimentos dela sem julgamentos.


  • Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou n

    Boa tarde. Minha irma tem 43 anos e desde de sempre foi bastante pavio curto. Ela sempre aparentou na minha opiniao uma nao vontade de enfrentar a vida adulta. Mora com meus pais ainda, mas nao por falta de oportunidades mas sim por questoes de ela achar isso normal e nem se quer congita em sair. Gasta boa parte do dinheiro com coisas futeis e esta sempre dependendo dos meus pais financeiramente. Nao consegue focar e desenvolver uma carreira nos trabalhos que passou e por isso acaba sendo mandada embora ou pede as contas sem nem mesmo ter outro trabalho.
    Quando tentamos conversar ou tentar ajudar, seja com uma conversa de irmao ou alguma critica, ela sempre usa uma auto-defesa que estamos somente a criticar e nunca ajudamos. Muito pelo contrario, sempre ajudamos quando podemos tanto ela quanto o filho. Somos em 3 irmaos e ela sempre se queixou da minha mae nunca dar atencao sufuciente para ela. O que nao seria verdade. Acredito que isso afete bastante esse comportamento que ela tem. Por mais que ela tente demonstrar uma casca dura, ela é uma pessoa bastante emocional. Meu pais ja quase desistiram porque acaba ficando muito desgastante para eles. Ja teve 2 episodios de auto-mutilamento. O primeiro foi na Adolescencia (entre 15/16 anos) o feedback que minha mae teve foi que minha irma nao tinha atencao dela. Ja com 42 anos, apos uma discussao com meus pais e minha outra irma, ela acabou se auto-multilano e com isso marquei 4 sessoes de terapia para ela. Ela nao se importava muito com as sessoes, ate nao indo na ultima. Esta ficando cada vez mais dificil ter uma conversa com ela. Nao podemos falar quase nada que ela acha que estamos apontando o dedo mesmo ela nao ajudanto quase nada em casa. Nao sabemos o que fazer. Apesar de sempre falar que ela é uma pessoa independente, ela nao consegue dar um passo sem a ajuda de alguem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Olá! Obrigada por compartilhar essa situação tão delicada. Entendo que lidar com esses desafios em família pode ser extremamente difícil e desgastante emocionalmente. A dinâmica que você descreve reflete um contexto que merece atenção cuidadosa, tanto para sua irmã quanto para todos os envolvidos.

    Pelos comportamentos que você mencionou, como a dependência, as dificuldades em lidar com críticas e os episódios de automutilação, parece que sua irmã pode estar lidando com questões emocionais profundas que talvez tenham raízes em experiências passadas e na forma como interpreta as relações familiares. Esses comportamentos frequentemente são formas de expressar ou lidar com sentimentos difíceis, mesmo que não sejam saudáveis.

    Aqui estão algumas sugestões que podem ajudar:

    Buscar Ajuda Profissional Regular: Incentivar sua irmã a retomar a terapia pode ser um passo importante. No entanto, o processo terapêutico depende muito do desejo dela de se envolver. Uma abordagem acolhedora e sem julgamentos ao falar sobre isso pode aumentar a abertura dela.

    Fortalecer os Limites e Incentivar a Autonomia: É compreensível que seus pais queiram ajudar, mas essa ajuda, quando excessiva, pode contribuir para a manutenção da dependência. Estabelecer limites claros e incentivar pequenos passos em direção à independência pode ser positivo.

    Evitar Confrontos Diretos: Como ela parece sentir que críticas são ataques, tentar abordagens mais empáticas pode ser útil. Substituir o “você deveria” por perguntas como “o que você gostaria de mudar na sua vida?” pode abrir espaço para reflexões sem parecer uma imposição.

    Cuidado Familiar: Lembre-se de que o bem-estar de todos é importante. Incentivo vocês, como família, a buscarem orientação profissional, como a de um terapeuta familiar, para entenderem melhor como lidar com essas questões e protegerem sua própria saúde emocional.

    Se precisar de mais orientações ou quiser agendar uma consulta para explorar melhor o caso, estarei à disposição para ajudar.

    Desejo força e serenidade para enfrentar esse momento.

    Atenciosamente,
    Stephanye


  • Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da ab

    Eu tenho 19 anos, nunca beijei e nem tive nenhuma experiência sexual.sinto um bloqueio na hora da abordagem e simplesmente isso não acontece e fico me questionando se tem algo em mim que não deixa ter essa experiência ou de fato não é o momento certo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    É totalmente normal sentir essa ansiedade sobre o primeiro beijo ou experiência íntima, especialmente com toda a pressão que se pode sentir da sociedade e dos amigos. Esse bloqueio pode ter a ver com expectativas altas ou autocríticas que você talvez esteja fazendo sobre si mesmo. Em vez de se questionar, tente lembrar que cada pessoa tem seu tempo e que esses momentos acontecem naturalmente quando você se sente confortável. Não há nada de errado com você; respeitar seu próprio ritmo e entender que não existe uma "idade certa" pode ajudar a diminuir essa pressão.


  • Olá bom dia, minha filha tem 6 anos e desde ano passado vem apresentado um descontrole emocional mui

    Olá bom dia, minha filha tem 6 anos e desde ano passado vem apresentado um descontrole emocional muito desconfortável tanto em casa como na escola, que é é quere a atenção só pra ela exageradamente, tudo o que ver quer, exemplo: na escola a tia não pode elogiar um colega que ela quer também, se outra criança quer ir ao banheiro mesmo sem vontade ela quer também, enfim muitas situações e ela quer também seja ela coisa boa ou ruim ela quer e chora esperneia se não for atendida é um estresse constante em sala, em casa é do mesmo jeito eu não posso ficar com o pai dela que quer só pra ela, se o pai me dar carinho ela chora esperneia que quer também gente isso é normal? ta sendo um estresse constante esse comportamento dela e exagerado, devo procurar algum profissional? qual? vejo que apesar dela fazer isso é um sofrimento pra ela e pra quem convive com ela

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Comportamentos como o da sua filha são comuns em algumas crianças, especialmente quando elas estão em fases de desenvolvimento em que o desejo por atenção é mais intenso. Esse desejo pode estar ligado à busca por validação ou por segurança emocional, e quando é exacerbado, como você descreveu, ele pode ser sinal de que ela precisa de ajuda para lidar com sentimentos como ciúmes, insegurança ou ansiedade.

    Procurar um profissional pode realmente ser uma boa ideia, pois ele pode ajudar a sua filha a desenvolver estratégias para gerenciar essas emoções de forma mais saudável. Um(a) psicólogo(a) infantil é indicado para avaliar o comportamento e, se necessário, iniciar um trabalho terapêutico que aborde essas questões. Com o apoio adequado, ela pode aprender a expressar suas necessidades emocionais de maneira mais equilibrada, e isso aliviará tanto o sofrimento dela quanto o de quem convive com ela.


  • Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    Qual é a diferença entre espectro bipolar e transtorno bipolar afetivo (TAB)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Olá! Agradeço por sua pergunta.

    O transtorno bipolar, também conhecido como Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), refere-se a uma condição mental marcada por oscilações de humor entre episódios de mania (ou hipomania) e depressão. Esse transtorno pode se manifestar de diferentes maneiras e variar em intensidade, duração e frequência dos episódios, sendo classificado em subtipos como bipolar tipo I, tipo II, e ciclotimia.

    O termo 'espectro bipolar' é mais amplo e engloba várias condições que apresentam sintomas bipolares, mas que podem não preencher todos os critérios para um diagnóstico formal de TAB. Esse conceito permite incluir quadros mais leves, como a ciclotimia, ou aqueles que apresentam algumas características bipolares sem os critérios formais de um episódio completo.

    Em resumo, enquanto o TAB se refere a um diagnóstico específico com critérios bem definidos, o espectro bipolar abrange uma gama de condições e variações, incluindo formas mais leves e diferentes expressões dos sintomas bipolares. Essa distinção ajuda a entender melhor a diversidade dos quadros e a adaptar o tratamento às necessidades individuais de cada pessoa.


  • É verdade que uma pessoa para ser diagnosticada com o Transtorno Afetivo (TAB), ela tem que passar p

    É verdade que uma pessoa para ser diagnosticada com o Transtorno Afetivo (TAB), ela tem que passar por um período de mania ou hipomania?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Olá! Essa é uma ótima pergunta, e agradeço pela oportunidade de esclarecer.

    Sim, para o diagnóstico do Transtorno Afetivo Bipolar (TAB), é necessário que a pessoa tenha passado por pelo menos um episódio de mania ou hipomania em algum momento. A mania se caracteriza por um período de humor anormalmente elevado, expansivo ou irritável, que dura pelo menos uma semana e inclui sintomas como aumento de energia, redução da necessidade de sono, aceleração do pensamento, impulsividade e comportamentos de risco.

    A hipomania é semelhante, mas com intensidade um pouco menor e duração de pelo menos quatro dias, sem causar prejuízos graves no funcionamento da pessoa. Nos casos de TAB tipo I, a presença de pelo menos um episódio de mania é o suficiente para o diagnóstico. Já no TAB tipo II, os episódios são de hipomania, intercalados com períodos de depressão.

    É essa presença de mania ou hipomania que distingue o TAB de outros transtornos de humor, como a depressão maior. Isso ajuda a direcionar o tratamento para as necessidades específicas de quem convive com o TAB.


  • Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    Quais são as diferenças do Transtorno Afetivo Bipolar do tipo I e II?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) é uma condição marcada por alterações de humor que vão de períodos de depressão a episódios de euforia (mania ou hipomania). As diferenças entre os tipos I e II estão na intensidade desses episódios.
    Em resumo, a principal diferença é a intensidade dos episódios de euforia: no tipo I, temos episódios de mania intensa; no tipo II, temos hipomania, que é menos grave, mas acompanhada de depressão.


  • Como ajudar a criança ou o adolescente com transtorno bipolar?

    Como ajudar a criança ou o adolescente com transtorno bipolar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    O transtorno bipolar em crianças e adolescentes exige acompanhamento médico e psicológico. O tratamento geralmente envolve o uso de medicamentos, orientado por um psiquiatra, e psicoterapia para ajudar a pessoa a entender e gerenciar os episódios de mania e depressão. Além disso, criar uma rotina estruturada e previsível é importante para dar estabilidade e segurança. O apoio da família e da escola é essencial, pois ambas podem ajudar a oferecer um ambiente acolhedor e adaptado às necessidades do jovem. Também é fundamental que a criança ou adolescente aprenda sobre o transtorno e desenvolva estratégias para lidar com o estresse, já que ele pode agravar os episódios. Estar atento aos sinais de alerta e intervir de maneira precoce pode evitar a intensificação dos sintomas. O tratamento deve ser individualizado, levando em conta a personalidade e o desenvolvimento da criança ou adolescente.


  • Boa noite o fato de eu destruir todos os relacionamentos pessoais(amorosos) que me envolvo por ciúme

    Boa noite o fato de eu destruir todos os relacionamentos pessoais(amorosos) que me envolvo por ciúmes obsessivos e desconfianças, pode ser sinal de um transtorno de personalidade??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Boa noite! O ciúme obsessivo e a desconfiança excessiva podem, sim, estar relacionados a características presentes em alguns transtornos de personalidade, como o Transtorno de Personalidade Borderline ou o Transtorno de Personalidade Paranoide. No entanto, esses comportamentos também podem ser uma resposta a inseguranças, traumas ou experiências passadas, e não necessariamente indicam um transtorno.

    Explorar a origem desses sentimentos e como eles afetam suas relações pode ser muito produtivo. Com apoio terapêutico, você pode desenvolver formas mais saudáveis de lidar com o ciúme e a desconfiança, fortalecendo seus relacionamentos e sua autoconfiança.


  • Me sinto uma fraude na frente das pessoas, pois elas me veem com alguém incrível ou inteligente, amb

    Me sinto uma fraude na frente das pessoas, pois elas me veem com alguém incrível ou inteligente, ambicioso ou dedicado, disciplinado e educado.
    Mas que não sinto que sou isso, quando não há ninguém me vendo, sinto uma exaustão física e mental, como se eu pudesse ser eu mesmo. Como se eu tivesse criado um alter-ego e criado máscaras e mudá-lo de acordo com a situação.... ou como tivesse em alertar máximo até quando eu fecha a porta do quarto ( meu refúgio, "tenho 17anos, não sei como os adolescentes veem o próprio quarto, acredito que seja o Mundo de cada um) e posso ser eu mesmo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Esse sentimento de "fraude" que você descreve é mais comum do que parece, especialmente na adolescência, um período em que estamos construindo nossa identidade. Muitas vezes, o que os outros veem em nós — qualidades como inteligência, ambição e disciplina — pode não parecer real internamente, o que causa essa sensação de estar "atuando" ou usando máscaras.

    Essa exaustão que você sente pode ser um reflexo do esforço em manter essas "máscaras" e viver conforme as expectativas externas. No seu quarto, que você descreve como seu refúgio, é natural que se sinta mais livre para ser você mesmo. Esse espaço de segurança é importante e pode ajudar a reconectar-se consigo, sem tanta pressão. Explorar essas questões com um psicólogo pode ajudá-lo a entender melhor essas diferenças entre o que sente internamente e o que demonstra para o mundo, ajudando-o a integrar essas partes e a construir uma autoconfiança mais sólida e genuína.


  • Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulhe

    Sou mulher e sempre gostei de homens. De um tempo pra cá comecei a me sentir atraída por outra mulher, nunca tinha sentido isso. Estou confusa, porque sinto atraída por ela , e estou apaixonada por um homem. O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    É completamente normal sentir-se confusa quando surgem novas experiências e sentimentos, especialmente quando eles desafiam as expectativas que você tinha sobre si mesma. A atração por uma mulher, mesmo que você tenha se identificado como heterossexual no passado, pode ser uma expressão da sua sexualidade que está em evolução. A sexualidade é fluida para muitas pessoas, e o fato de sentir atração por alguém do mesmo sexo não diminui ou invalida o amor que você sente por um homem.

    O mais importante agora é dar a si mesma tempo e espaço para refletir sobre seus sentimentos. Tente não se pressionar a rotular ou definir sua sexualidade imediatamente, especialmente se isso está causando mais confusão. Às vezes, o que você sente por essa mulher pode ser uma forte amizade, admiração ou algo mais romântico e sexual — apenas você poderá explorar e entender isso com o tempo.

    Ao mesmo tempo, se você está apaixonada por um homem, isso também é válido. Esses sentimentos não precisam competir ou se anular. O que importa é ser honesta consigo mesma e com os outros sobre o que está vivenciando, respeitando seus sentimentos e os dos envolvidos.

    Se sentir necessidade de ajuda para lidar com essa confusão, buscar um apoio terapêutico pode ser muito útil para explorar esses sentimentos e compreendê-los de forma mais clara.


  • Olá , meu filho tem 7a tem TDAH (com laudo), ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira n

    Olá , meu filho tem 7a tem TDAH (com laudo), ele gosta de criar regras durante jogo ou brincadeira não só com amiguinhos na escola, com os primos, em casa tbm. Ele faz terapia ABA(3 meses) 3 vezes na semana e tbm psicomotricidade e faz uso de ritalina. Comecei a pesquisar sobre rigidez cognitiva que tbm é presente no TDAH, mas já estou na dúvida se poderia ser TOD. A psicóloga disse que já trabalha em cima desse comportamento, mas não vejo nem um pouquinho de melhora, sei que não é de imediato. Gostaria de sugestões para eu ajudá-lo em casa.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    É compreensível a sua preocupação e desejo de ajudar o seu filho com estratégias adicionais em casa! O comportamento de criar regras e insistir nelas pode realmente estar relacionado à rigidez cognitiva, que é comum em crianças com TDAH, mas também pode ocorrer em crianças com traços de Transtorno Opositivo-Desafiador (TOD). Abaixo, listei algumas sugestões que podem ajudar:

    Modele Flexibilidade: Mostre como adaptar regras e seja um exemplo de flexibilidade.
    Use Histórias e Brinquedos: Mostre personagens que sabem adaptar e negociar.
    Jogos de Turnos: Em brincadeiras, deixe cada pessoa criar uma regra por rodada.
    Combine Regras Antes: Estabeleça que todos podem sugerir ideias antes de brincar.
    Reforço Positivo: Elogie sempre que ele aceitar ideias de outros ou adaptar uma regra.
    Cartões Visuais: Use cartões para lembrar comportamentos flexíveis durante o jogo.
    Rotina Estruturada: Um calendário visual pode reduzir a ansiedade e o desejo de controle


  • Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava e

    Antes eu tinha mania de trocar olhares com outras pessoas, quando eu percebia que alguém me olhava eu acabava retribuindo, não na intenção de me aproximar, mas só por gostar daquilo, talvez por ego ou validação. Há algumas semanas li que troca de olhares era de fato flerte e isso era traição, e agora me sinto angustiado. Desde então estou atormentado com a possibilidade de ter traído minha namorada, pois nunca nem me passou pela minha cabeça o desejo de trair, achava que aquilo não era nada demais. Não eram olhares encarando ou com sorrisinho nem nada, eram só olhares rápidos e eventuais, mas repetitivos em alguns casos, mesmo que não houvesse intenção de dar em cima acabava alimentado aqueles olhares idiotas.

    Não paro de pensar nisso, durmo e acordo pensando nisso. É meu primeiro relacionamento, temos 20 anos, já estamos a 2 anos juntos e amo muito ela. Não quero acreditar que eu a traí, não suportaria perder-la por pura imaturidade minha e por uma atitude tão idiota. Sei que foi errado e desrespeitoso, mas venho tentando me convencer que não chegou a ser traição, mas esse questionamento não sai da minha cabeça, e quando acho que superei algum gatilho desperta a culpa novamente. O que pode ser? Meu toc? Já estou tão perturbado com isso que nem sei se eu devo ou não contar, pois se de fato não houve traição seria criar insegurança desnecessária nela. Me ajudem!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Sua angústia é compreensível, especialmente porque você se preocupa em respeitar sua namorada e tem um senso forte de compromisso. O que você descreve pode estar relacionado a um tipo de pensamento obsessivo, que é comum em quem sente muita culpa e preocupação com lealdade, e pode estar associado ao TOC, mas só um profissional poderia confirmar.

    Lembre-se: trocar olhares eventuais, especialmente sem intenção de flertar, não costuma ser considerado traição. Pensar nisso constantemente e sentir-se culpado pode ser um sinal de que você está sendo muito duro consigo mesmo. Talvez seja mais saudável focar em seu relacionamento, reforçando seus sentimentos pela sua namorada, e avaliar, se o incômodo continuar, se vale a pena conversar com um terapeuta sobre essas preocupações.


  • Gostaria de saber se é normal sentir nojo e raiva pelas pessoas, animais e tudo que a meu redor.

    Gostaria de saber se é normal sentir nojo e raiva pelas pessoas, animais e tudo que a meu redor.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Olá, obrigado por compartilhar sua dúvida. Sentimentos como nojo e raiva podem surgir em diferentes momentos da vida e podem ter muitas causas, como questões emocionais, estresse acumulado ou até mudanças na forma como você se relaciona consigo mesmo e com o mundo.

    O que você descreve pode ser um reflexo de algo mais profundo que está acontecendo internamente. Esses sentimentos podem estar relacionados a fatores como ansiedade, frustrações, ou até dificuldades em lidar com certas situações ou relacionamentos.

    Seria importante explorar o que pode estar por trás dessas emoções. Elas são normais até certo ponto, mas se estão se tornando frequentes ou intensas a ponto de afetar sua qualidade de vida ou suas relações, pode ser um sinal de que algo merece atenção.

    A psicoterapia é um espaço seguro para compreender melhor essas sensações, identificar suas origens e encontrar formas de lidar com elas de maneira saudável. Se você estiver disposto, será um prazer ajudá-lo a entender e trabalhar essas emoções.

    Sinta-se à vontade para agendar uma consulta ou tirar outras dúvidas. Estou aqui para ajudar!

    Atenciosamente,
    Stephanye


  • Meu gênero é feminino, e desde que nasci atuo como uma mulher. Porém, não consigo me imaginar relaci

    Meu gênero é feminino, e desde que nasci atuo como uma mulher. Porém, não consigo me imaginar relacionando amorosamente/sexualmente com alguém tendo esse corpo, pois não gosto dele, tenho certas inseguranças. Mas com um corpo masculino me sinto segura pensando nisso. Isso pode indicar que eu seja uma pessoa trans?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Esses sentimentos podem, sim, ser um indicativo de que você está questionando sua identidade de gênero. Sentir-se mais confortável com a ideia de ter um corpo masculino ao imaginar relacionamentos amorosos e sexuais pode ser um sinal de que sua identidade de gênero talvez não esteja completamente alinhada com o gênero feminino. No entanto, explorar esses sentimentos leva tempo e é algo profundamente pessoal.

    A psicanálise e a psicologia podem ajudar muito nesse processo, permitindo que você explore suas emoções e autopercepção sem pressa ou pressão para se definir rapidamente. Busque esse apoio para entender melhor suas inseguranças, seu corpo e o que realmente faz você se sentir segura e autêntica


  • Sentir-se incomodada com algo mas não saber dizer o que é, é normal? sinto-me perdida, em um sentime

    Sentir-se incomodada com algo mas não saber dizer o que é, é normal? sinto-me perdida, em um sentimento que eu não consigo explicar, muita das vezes vem acompanhado de um vazio e nessas horas eu não sei o que fazer. Às vezes sinto que não importa a situação, nunca consigo preencher esse sentimento com nada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Sim, é comum sentir esse tipo de desconforto ou vazio sem conseguir identificar exatamente o motivo. Esse sentimento de "falta" ou de vazio interno pode surgir por várias razões, como insatisfações pessoais, dificuldades em se conectar consigo mesma ou mesmo reflexos de questões emocionais não resolvidas.

    Esse vazio que você descreve, que não parece se preencher com nada, pode ser um convite para explorar o que está faltando ou o que está gerando essa sensação. A terapia psicanalítica pode ser uma ótima ferramenta para entender as camadas desse sentimento, ajudando a encontrar um sentido mais profundo para ele e a descobrir o que você realmente busca.


  • É verdade que a Hipocondria é um problema crônico?

    É verdade que a Hipocondria é um problema crônico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    A hipocondria, ou transtorno de ansiedade de doença, pode ser crônica para algumas pessoas, mas não é uma condição que necessariamente perdura ao longo da vida. Muitas vezes, os sintomas podem variar em intensidade e frequência.

    Pontos chave:
    Natureza crônica: Para alguns indivíduos, a preocupação excessiva com a saúde e a interpretação errada de sintomas corporais podem ser persistentes.
    Tratamento: Com terapia e, em alguns casos, medicação, muitos conseguem melhorar e gerenciar os sintomas.
    Variabilidade: Algumas pessoas podem ter episódios agudos que diminuem com o tempo, enquanto outras podem enfrentar dificuldades a longo prazo.
    Portanto, a hipocondria pode ser crônica, mas o tratamento adequado pode ajudar a reduzir ou até mesmo eliminar os sintomas.


  • Meu filho tem 3 anos e já desfraldou desde os 2 anos. Ele voltou a fazer xixi na roupa, as vezes sen

    Meu filho tem 3 anos e já desfraldou desde os 2 anos. Ele voltou a fazer xixi na roupa, as vezes sentado no meu colo ou no sofá. Até mesmo em frente ao vaso. Normalmente quando ele faz xixi no chão, vai me avisar que fez no chão. Mas ele compreende e sabe exatamente onde fazer. Quando ele chora muito e fica irritado, na hora faz xixi. Na creche, as professoras dizem que ele pede para ir ao banheiro. Em casa asa ele não pede, porque sabe ir sozinho. Será que devo me preocupar com algum evento estressante ou traumático ou somente é fase já que ele só tem 3 anos? O comportmanrto dele também mudou um pouco. Ele está mais desobediente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Stephanye Lopes

    Olá! Obrigada por compartilhar sua preocupação. O comportamento que você descreve pode estar relacionado a vários fatores e, na maioria das vezes, não é incomum para crianças de 3 anos apresentarem regressões temporárias no controle do xixi, especialmente se algo está causando estresse ou mudanças no ambiente delas.

    Aqui estão algumas possibilidades e orientações:

    Mudanças Emocionais ou Estresse: A relação entre o xixi feito em momentos de choro ou irritação pode indicar que ele está lidando com emoções difíceis ou uma fase de maior sensibilidade. Isso não necessariamente significa que houve um evento traumático, mas vale observar se houve mudanças na rotina, no ambiente ou nas relações que poderiam estar afetando-o.

    Fase de Desenvolvimento: Aos 3 anos, a independência ainda está em construção, e é natural que ocorram momentos de desafio ou retrocesso em habilidades já adquiridas. Isso faz parte do processo de desenvolvimento.

    Comportamento Diferenciado em Casa e na Creche: O fato de ele pedir para ir ao banheiro na creche, mas não em casa, pode ser um sinal de que ele percebe o ambiente doméstico como mais seguro para experimentar ou expressar suas emoções e comportamentos.

    Mudança na Obediência: Essa mudança comportamental, com mais desobediência, também é típica dessa faixa etária, pois crianças começam a testar limites e explorar sua autonomia.

    O que você pode fazer:
    Abordagem Tranquila: Evite repreender ou demonstrar frustração quando ele fizer xixi na roupa. Reforce positivamente quando ele usar o banheiro corretamente.
    Observação Atenta: Preste atenção se há outros sinais de desconforto, como alterações no sono, apetite ou comportamento na creche. Se notar algo mais significativo, considere conversar com um profissional.
    Diálogo e Rotina: Converse com ele de maneira simples e acolhedora, explicando que o banheiro é o lugar certo para o xixi. Incentive rotinas consistentes e o envolvimento dele em cuidar das “baguncinhas”, como ajudar a secar ou trocar a roupa.
    Validação Emocional: Ajude-o a nomear e lidar com emoções intensas, já que ele pode estar manifestando sentimentos por meio desses comportamentos.
    Se os episódios persistirem por muito tempo ou você continuar preocupada, buscar a orientação de um psicólogo infantil pode ajudar a explorar melhor as causas e encontrar estratégias adequadas.

    Espero que essas informações possam ajudá-la! Estou à disposição caso queira conversar mais sobre o assunto.

    Atenciosamente,
    Stephanye


Perguntas frequentes

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