Perguntas do paciente (41)
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Sou mãe de um filho de 22 anos. Agora estou em um relacionamento com um homem ,ele tem uma filha de
Sou mãe de um filho de 22 anos.
Agora estou em um relacionamento com um homem ,ele tem uma filha de 6 anos, como madrasta, como eu devo agir com essa criança quando desobediente, pirraça, eu devo agir? Ou o pai ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Como madrasta, é importante encontrar um equilíbrio entre apoiar o pai da criança e estabelecer uma relação positiva com ela. Aqui estão algumas dicas sobre como agir:
Colabore com o pai: É ideal que o pai da criança seja quem define as regras e consequências. Você pode apoiar as decisões dele e agir como uma aliada.
Seja consistente: Se o pai optar por dar orientações ou disciplinar, mantenha-se na mesma página. Consistência entre os dois é fundamental.
Evite confrontos diretos: Em situações de pirraça ou desobediência, evite intervir de forma punitiva. Em vez disso, incentive o diálogo e a compreensão.
Crie um ambiente acolhedor: Mostre carinho e interesse pela criança. Construir uma relação positiva pode ajudar a diminuir comportamentos desafiadores.
Comunique-se: Converse com o pai sobre como lidar com situações específicas e defina juntos uma abordagem que funcione para ambos.
Modelagem de comportamento: Demonstre comportamentos positivos e resolução de conflitos. As crianças aprendem observando os adultos.
Lembre-se de que o processo leva tempo e é normal haver ajustes na dinâmica familiar.
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Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pess
Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pessoa que diz que gosta de mim quer ficar com outras pessoas, principalmente na fase inicial do “namoro”!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É compreensível que esse pedido esteja causando dúvidas e sentimentos conflitantes, especialmente em um momento inicial do relacionamento. A terapia pode ajudá-lo a compreender melhor suas expectativas, limites e como se sente em relação a isso. Também pode ser um espaço para refletir sobre como lidar com as diferenças de valores e necessidades dentro da relação. Se precisar de apoio para entender melhor essa situação, estarei à disposição para ajudar.
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Porque eu sinto uma sensação de que ninguém gosta de mim? eu sinto que toda coisa que eu faço tá err
Porque eu sinto uma sensação de que ninguém gosta de mim? eu sinto que toda coisa que eu faço tá errado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar o que tem sentido. A sensação de que ninguém gosta de você e de que tudo o que faz está errado pode estar relacionada a uma baixa autoestima ou a padrões de pensamento negativos que acabam distorcendo a maneira como você percebe a si mesmo e as situações ao seu redor. Muitas vezes, esses sentimentos podem ser reflexos de experiências passadas, inseguranças ou até mesmo de expectativas elevadas que temos em relação a nós mesmos.
É importante lembrar que todos nós passamos por momentos de dúvida e que esses sentimentos não definem quem você é. A terapia pode ajudar a identificar a origem dessas crenças e trabalhar para ressignificá-las, ajudando a fortalecer sua autoconfiança e melhorar a percepção de si mesmo. Em alguns casos, também pode ser útil explorar se há padrões de pensamento automáticos que precisam ser ajustados para ajudar a lidar melhor com essas emoções.
Se você sentir necessidade, estou aqui para ajudá-lo a entender melhor esses sentimentos e encontrar maneiras de lidar com eles de forma mais saudável.
Atenciosamente,
Stephanye
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Estou com crise de choro, perdi a vontade de fazer coisas que amava fazer, e estou muito dependente
Estou com crise de choro, perdi a vontade de fazer coisas que amava fazer, e estou muito dependente emocionalmente, tomo venlafaxina e clonazepam há 7 dias para fobia social, obtive piora dos sintomas e ainda muita fraqueza, tremor... é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está sentindo é válido e pode ser desafiador. Medicamentos como a venlafaxina podem causar piora temporária dos sintomas nas primeiras semanas, mas é fundamental informar seu médico sobre esses efeitos, especialmente a fraqueza e o tremor, para avaliar ajustes. A terapia pode ser uma aliada importante para lidar com a dependência emocional e os sentimentos que você está enfrentando. Estou à disposição para te ajudar nesse processo de autoconhecimento e superação!
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A ansiedade causa sensação de tontura ...?eu fiquei sentindo isso depois de sentir varias coisas ...
A ansiedade causa sensação de tontura ...?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, a ansiedade pode causar sensação de tontura. Essa sensação ocorre devido a respostas fisiológicas como a hiperventilação (respirar rápido demais), tensão muscular e alterações no fluxo sanguíneo. Esses fatores podem interferir no equilíbrio e levar à sensação de instabilidade. É importante observar se a tontura é acompanhada de outros sintomas de ansiedade, como palpitações, tremores ou sudorese. Caso os sintomas persistam ou prejudiquem suas atividades, é recomendável buscar ajuda de um profissional para avaliação e tratamento adequados.
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Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração to
Tenho pensamentos como se eu fosse parar de respirar...então fico prestando atenção na respiração toda hora achando que vou parar ...fico puxando o ar de vez em quando e isso me dá pânico...devo fazer terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve pode estar relacionado à ansiedade, especialmente pelo impacto que esses pensamentos têm no seu bem-estar. A terapia, especialmente com uma abordagem psicanalítica, pode ajudar a explorar as possíveis causas emocionais e inconscientes desses sentimentos, trazendo mais compreensão e alívio. Recomendo, sim, iniciar o acompanhamento terapêutico. Se precisar de apoio, estou aqui para ajudar nessa jornada.
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Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito
Olá,eu sempre achava que sou louca por me sentir assim,tenho duas filhas,uma de 23 e uma de dezoito nunca consegui sentir esse arrebatamento de mãe,sou bem fria com elas,inclusive elas reclamam que não abraço ou beijo constantemente.Não consigo sentir falta delas quando viajam,e mais velha quando casou,todos ficaram esperando que eu fosse chorar,ou algo assim.Mas não senti nada.Tenho muita culpa por isso e sempre pesquiso pra saber se mais pessoas tem esse problema.Devo fazer psicanálise pra descobrir o motivo desse desapego?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você sente é algo que merece ser explorado com cuidado, sem julgamentos. A psicanálise pode ser muito útil para entender as raízes desse desapego emocional e a culpa associada, ajudando a identificar possíveis padrões de sua história de vida que influenciam esses sentimentos. É um espaço seguro para você se compreender melhor e, possivelmente, transformar a relação consigo mesma e com suas filhas. Estarei à disposição para ajudá-la nesse processo, caso decida iniciar a terapia.
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Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e
Faço psicanálise há quase 3 anos, e sou apaixonada pela minha psicóloga. Já li sobre transferência e etc mas o que me incomoda é que essa transferência é pesada e começou já na terceira ou quarta sessão, e até hoje não cessou. Já conversei com ela sobre isso, mas o sentimento não muda. Não queria deixar a terapia pois além de tudo minha psicóloga é uma excelente profissional. Tem algo que eu possa fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve é um aspecto natural do processo psicanalítico, chamado transferência. Esses sentimentos podem ser intensos, mas são uma parte importante para explorar na terapia. Você já deu um grande passo ao trazer isso para a análise. Minha sugestão é continuar falando abertamente sobre o que sente e, junto com sua psicóloga, compreender o que isso pode revelar sobre suas experiências e relações passadas. Isso pode ser transformador para seu processo. Mantenha-se aberta ao caminho terapêutico!
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Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
Não sou gay mas tenho dificuldade em falar com mulheres, que tipo de ajuda vocês indicam?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigado por compartilhar sua dúvida. É muito comum sentir alguma dificuldade para se comunicar com pessoas do gênero pelo qual temos interesse, especialmente se houver inseguranças ou expectativas altas envolvidas.
Se isso está afetando sua confiança ou gerando frustração, saiba que existem formas de desenvolver essas habilidades e superar essa barreira. Aqui estão algumas sugestões:
Autoconhecimento: Reflita sobre o que pode estar gerando essa dificuldade. Medo de rejeição? Ansiedade social? Uma experiência passada que te deixou inseguro? Compreender a origem desses sentimentos é um passo importante.
Desenvolver Habilidades de Comunicação: Comece com interações simples e despretensiosas, sem a preocupação de impressionar. Um bom início é praticar a conversa com pessoas que você já conhece, sem focar no interesse romântico, apenas para se sentir mais à vontade.
Exposição Gradual: Enfrente essa dificuldade aos poucos, começando por situações que pareçam mais seguras e controladas. Por exemplo, participe de grupos sociais ou eventos em que o objetivo seja conversar em grupo, e não necessariamente um a um.
Trabalhar a Autoconfiança: A autoestima desempenha um papel importante na forma como nos relacionamos. Encontre atividades que te façam sentir bem consigo mesmo e que possam fortalecer sua confiança.
Psicoterapia: A terapia pode ser um espaço para explorar as causas dessa dificuldade, aprender a lidar com a ansiedade ou insegurança, e desenvolver habilidades sociais de forma mais personalizada.
Lembre-se de que ninguém é perfeito em se comunicar o tempo todo, e a prática e a paciência consigo mesmo fazem toda a diferença. Se precisar de apoio para explorar essa questão mais a fundo, estarei à disposição para ajudá-lo.
Atenciosamente,
Stephanye
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Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades
Tenho 64 anos e moro sozinha numa cidade na qual eu acredito não gostar, não consigo fazer amizades , não me identifico aqui, mas preciso continuar porque sou concursada e largar tudo, ir embora para tentar outro emprego, na minha idade , é muito difícil.
Vivo infeliz, deprimida e muito ansiosa.
Percebi que amo outra cidade, a qual vou a cada quinze dias, penso não gostar desta cidade mas admito que se um de meus filhos aqui morasse eu ficara bem aqui.
Estou confusa, as vezes penso que o que quero é estar perto dos filhos de novo e fico inventando histórias...como lidar com isso?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está vivenciando parece muito desafiador, e é compreensível que se sinta confusa diante dessas emoções e escolhas. A psicanálise pode ser uma ótima aliada para explorar esses sentimentos e entender o que está por trás dessa insatisfação, seja com a cidade, o afastamento dos filhos ou outras questões. Esse processo pode ajudá-la a encontrar caminhos para lidar com a ansiedade e a tristeza de forma mais leve e construtiva. Estou à disposição para acompanhá-la nessa jornada!
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Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
Dúvidas, insegurança, medos na terceira idade a quem recorrer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar sua dúvida. Na terceira idade, é comum surgir dúvidas, inseguranças e medos relacionados a mudanças na vida, saúde ou no ambiente social. É importante saber que há diversas formas de buscar apoio.
Um psicólogo pode ser um ótimo ponto de partida para ajudar a entender e lidar com esses sentimentos, promovendo um espaço seguro para reflexão e fortalecimento emocional. Além disso, médicos geriatras podem avaliar questões de saúde física e como elas podem influenciar o bem-estar emocional. Grupos de convivência para idosos também são excelentes para criar conexões e sentir-se apoiado em um ambiente acolhedor.
Se precisar de ajuda ou orientação, estarei à disposição para conversar mais sobre isso.
Atenciosamente,
Stephanye
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Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algu
Tenho apresentado uma irritablidade, impaciência, falta de vontade de trabalhar e até sair para algumas ocasiões festivas com amigos. Estou no período da menopausa e por vezes sinto vontade de me isolar. A leitura me distrai e muitas vezes exagero no tempo dedicado a ela.
Isso é um problema neurológico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar como você está se sentindo. Os sintomas que você descreve, como irritabilidade, falta de vontade de socializar e trabalhar, podem estar relacionados às mudanças hormonais da menopausa, que afetam o humor e a energia. Isso não significa, necessariamente, um problema neurológico, mas pode ser importante avaliar com um médico, já que as alterações hormonais têm impacto no sistema nervoso.
A leitura é uma ótima forma de distração, mas equilibrar esse hábito com outras atividades, como exercícios físicos ou momentos de interação social, pode ajudar no bem-estar geral. Se os sintomas persistirem ou causarem muito desconforto, buscar acompanhamento psicológico e médico pode fazer uma grande diferença para lidar com essa fase de forma mais leve. Estou à disposição caso queira conversar mais sobre isso.
Atenciosamente,
Stephanye
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Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?
Seria proveitoso para uma pessoa de 75 anos de idade iniciar psicoterapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pode ser muito proveitoso! A psicoterapia é uma ferramenta para autoconhecimento e para lidar com emoções e questões que podem surgir em qualquer fase da vida. Além disso, ela pode ajudar a trazer novas perspectivas e melhorar a qualidade de vida. A terapia pode ser um espaço valioso para refletir sobre experiências, revisar memórias e fortalecer habilidades emocionais, independente da idade.
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Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
Um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, um psicólogo pode atender duas pessoas da mesma família, mas é essencial avaliar cuidadosamente as implicações éticas e clínicas dessa prática. De acordo com o Código de Ética do Psicólogo, é necessário garantir a confidencialidade de cada paciente e evitar conflitos de interesse. O profissional deve analisar se consegue manter uma postura imparcial e se o atendimento a ambos não compromete a eficácia do processo terapêutico.
Se houver conflitos entre os familiares que interfiram no tratamento, pode ser mais indicado encaminhar um deles para outro profissional.
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É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por trazer essa questão tão importante. A resposta é sim, é totalmente possível desenvolver e fortalecer a autoestima em qualquer fase da vida, inclusive após os 40 anos.
A autoestima é uma construção contínua, e embora nossas experiências de vida influenciem a forma como nos vemos, sempre podemos trabalhar para ressignificar essas vivências e desenvolver uma visão mais positiva e compassiva sobre nós mesmos.
Aqui estão algumas reflexões e passos que podem ajudar:
Autoconhecimento: Explorar o que influencia sua autoestima atualmente. Isso pode incluir crenças que você tem sobre si mesmo, padrões de comparação, ou até experiências passadas que impactaram sua autopercepção.
Mudança de Perspectiva: Aprender a identificar e questionar pensamentos autocríticos é um passo essencial. Em vez de se concentrar nas falhas, tente reconhecer suas qualidades, conquistas e valores.
Práticas de Autocuidado: Investir em hábitos que promovam seu bem-estar físico, emocional e mental é uma forma poderosa de demonstrar amor próprio.
Estabelecer Novos Objetivos: A busca por novos aprendizados ou projetos pode ajudar a fortalecer a confiança em suas habilidades e abrir caminhos para novas realizações.
Psicoterapia: Esse processo oferece um espaço seguro para trabalhar as questões que podem estar impactando sua autoestima. Juntos, podemos explorar maneiras de construir uma relação mais saudável e fortalecida com você mesmo.
O fato de você estar buscando respostas e soluções já é um grande passo em direção a esse desenvolvimento. Se quiser conversar mais sobre isso ou agendar uma consulta, estarei à disposição para ajudá-lo(a) nesse processo.
Atenciosamente,
Stephanye
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Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que conti
Como tratar um casal (70 anos e 68 ) que possui três filhos adultos (mais de 40 anos), mas que continuam a tratá-los como crianças ? Com total controle sobre a vida deles, chegando a sofrer quando um arruma uma companheira e tentando sabotar cada relacionamento; tentando convencer o outro mais velho (48) a voltar para casa e outro de 46 que é complexado e nunca chegou a trabalhar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você descreve é uma dinâmica familiar complexa, e é natural que sinta a necessidade de entender melhor essas relações. A psicanálise pode ser um espaço valioso para explorar as raízes desse comportamento e os significados emocionais por trás dessas atitudes. O processo pode ajudá-los a redefinir os papéis dentro da família e construir relações mais saudáveis. Caso decida começar, estarei à disposição para acompanhá-la nessa jornada.
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Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t
Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela dor que você está passando. O luto, especialmente quando é não reconhecido e vivido de forma isolada, pode ser uma experiência extremamente difícil. Quando a terapia não foi útil, pode ser necessário buscar abordagens diferentes, como grupos de apoio para luto, ou até uma psicoterapia especializada em traumas e luto. Além disso, considerar um acompanhamento psiquiátrico contínuo, com ajustes no tratamento medicamentoso, pode ser necessário para melhorar sua qualidade de vida. O mais importante é não se culpar e buscar a ajuda certa para lidar com esse processo.
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Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
Gostaria de saber o que é transtorno de ansiedade? E o que afeta na pessoa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O transtorno de ansiedade é uma condição psicológica em que a pessoa experimenta preocupação, medo ou tensão excessivos, muitas vezes sem um motivo claro ou desproporcional à situação. Esses sentimentos vão além da ansiedade comum que todos sentimos em momentos de estresse, podendo interferir significativamente na qualidade de vida.
A ansiedade pode afetar tanto o corpo quanto a mente. Entre os sintomas mais comuns estão: coração acelerado, sudorese, dificuldade para respirar, tensão muscular, insônia, dificuldade de concentração, irritabilidade e sensação constante de inquietação.
Essa condição pode se manifestar de várias formas, como ansiedade generalizada, ataques de pânico, fobias ou transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Embora seja desafiador, é importante saber que existem tratamentos eficazes, como psicoterapia, técnicas de relaxamento e, em alguns casos, medicação.
Se estiver enfrentando esses sintomas, buscar apoio psicológico é um grande passo para entender e lidar com o transtorno. Estou à disposição para ajudá-lo(a) nesse processo, caso precise.
Atenciosamente,
Stephanye
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Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo
Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É importante que você e seu marido tenham um diálogo aberto sobre como se sentem nas situações em que ele se isola e como isso afeta o relacionamento. Pode ser útil sugerir que ele procure compreender melhor os próprios sentimentos e comportamentos, possivelmente com o apoio de uma terapia individual ou de casal. Além disso, buscar uma redistribuição das responsabilidades dentro de casa de maneira equilibrada pode aliviar a carga sobre você e melhorar a dinâmica entre vocês. A comunicação assertiva e o entendimento mútuo são chave para o processo.
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Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
Como posso melhorar da depressão, existe cura? sou bipolar há 20 anos.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Obrigada por compartilhar sua dúvida. Conviver com o transtorno bipolar e a depressão pode ser desafiador, mas é importante saber que há formas de melhorar a qualidade de vida e alcançar uma estabilidade emocional significativa.
Embora não se fale em "cura" no sentido tradicional para o transtorno bipolar, é absolutamente possível aprender a manejar os sintomas, reduzir os episódios depressivos e ter uma vida plena e satisfatória. Aqui estão algumas recomendações:
Acompanhamento Psiquiátrico Regular: Manter consultas regulares com um psiquiatra é fundamental para ajustar o tratamento medicamentoso conforme necessário. Os estabilizadores de humor e outros medicamentos ajudam a controlar tanto os episódios de depressão quanto de euforia.
Psicoterapia: A terapia é um espaço seguro para entender seus sentimentos, trabalhar a aceitação do diagnóstico e desenvolver estratégias para lidar com desafios diários. A psicanálise, por exemplo, pode ajudar a explorar as raízes emocionais que influenciam seu estado mental.
Estilo de Vida Saudável: Pequenas mudanças na rotina podem fazer uma grande diferença:
Sono Regular: Garantir uma boa rotina de sono é essencial para estabilizar o humor.
Atividade Física: Exercícios ajudam a liberar endorfina, que melhora o bem-estar e reduz os sintomas depressivos.
Alimentação Balanceada: Evitar substâncias como álcool e cafeína também pode ajudar a evitar oscilações.
Reconhecer os Sinais: Identificar os gatilhos que podem desencadear episódios depressivos ou maníacos é essencial para agir preventivamente.
Rede de Apoio: Ter pessoas com quem contar, sejam amigos, familiares ou grupos de apoio, é importante para se sentir acolhido e compreendido.
Paciência e Autocompaixão: Lembre-se de que o processo de melhorar é gradual. Reconheça seus esforços e celebre pequenas conquistas.
Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Com o suporte adequado e o comprometimento com o tratamento, é possível encontrar equilíbrio e viver com mais serenidade. Se precisar de apoio ou quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição para ajudá-lo(a).
Atenciosamente,
Stephanye
Perguntas frequentes
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roacutan pode ser tomado juntamente com o litio, usado para tratamento da bipolaridade?
A associação entre isotretinoína (Roacutan) e lítio não deve ser feita sem…