Perguntas do paciente (1112)

  • Fui diagnosticada con transtorno de ansiedade,fiz hemograma completo e deu tudo ok.mas alguns sintom

    Fui diagnosticada con transtorno de ansiedade,fiz hemograma completo e deu tudo ok.mas alguns sintomas fisicos continuam.fadiga,palidez,nauseas pode ser relamente sintomas ligados a ansiedade

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, mesmo com um hemograma completo normal, os sintomas físicos que você relata, como fadiga, palidez e náuseas, podem estar relacionados à ansiedade. A ansiedade pode causar uma variedade de sintomas físicos, mesmo que os exames de sangue não mostrem nenhuma anormalidade.

    Outros sintomas físicos comuns de ansiedade incluem:

    Fadiga: A ansiedade é muito desgastante, tanto para a mente quanto para o corpo, o que pode levar ao esgotamento.

    Náuseas: A ansiedade pode afetar o sistema digestivo, causando náuseas, vômitos e desconforto abdominal.

    Palidez: Embora não seja um sintoma tão comum quanto outros, a ansiedade pode causar alterações no fluxo sanguíneo, o que pode levar à palidez.

    Tontura

    Boca seca

    Tensão muscular

    Palpitações

    Suor excessivo

    É importante ressaltar que, embora esses sintomas possam ser causados pela ansiedade, é fundamental discutir suas preocupações com seu médico para descartar outras possíveis causas e garantir que você esteja recebendo o tratamento adequado. O tratamento para ansiedade geralmente envolve terapia, medicamentos ou uma combinação de ambos.

    Se você está enfrentando esses desafios, disponibilizo-me para uma consulta, onde poderemos aprofundar suas preocupações e delinear um plano de tratamento individualizado.


  • Boa tarde, Sinto muito medo, pânico de tempestade, principalmente do vento.. E onde eu moro tem oco

    Boa tarde,
    Sinto muito medo, pânico de tempestade, principalmente do vento.. E onde eu moro tem ocorrido tempestades com frequência.
    Acompanho a previsão do tempo, e sempre que anuncia mal tempo e normalmente é a noite tomo remédio para dormir, pois não quero ver, mas nem sempre dá certo, me acordo e está acontecendo, meu coração acelera, fico agoniada, sei que não consigo mudar isso, pois são fenômenos da natureza, e sempre vão ocorrer, preciso aprender a lidar com isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Boa tarde! Sentir medo intenso ou pânico em relação a tempestades, especialmente ao vento, é uma experiência que muitas pessoas enfrentam, e é compreensível que isso cause grande desconforto. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudá-la a lidar com esse medo:
    1. Compreensão e Aceitação do Medo
    Reconhecer que o medo é uma resposta natural a situações que percebemos como ameaçadoras é um primeiro passo importante. Aceitar que esse sentimento existe pode ajudar a reduzir a luta interna contra ele.
    2. Técnicas de Relaxamento
    Praticar técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação ou ioga, pode ser muito útil para acalmar o corpo e a mente antes e durante tempestades. Quando você sentir o medo se aproximando, tente se concentrar na respiração: inspire profundamente pelo nariz, segure por alguns segundos e expire lentamente pela boca.
    3. Preparação e Planejamento
    Ter um plano para quando as tempestades ocorrerem pode ajudar a aumentar sua sensação de controle. Isso pode incluir preparar um espaço seguro em casa onde você se sinta confortável, ter uma lista de atividades para fazer durante a tempestade (como ler ou ouvir música) e garantir que você tenha tudo o que precisa à mão.
    4. Exposição Gradual
    Se você se sentir confortável, considere uma abordagem gradual para enfrentar seu medo. Isso pode incluir assistir a vídeos sobre tempestades em um ambiente seguro ou ouvir sons de tempestade enquanto está em um local tranquilo. O objetivo é dessensibilizar-se ao fenômeno de maneira controlada.
    5. Informações Confiáveis
    Acompanhar previsões do tempo pode ser útil, mas evite obsessões com isso. Tente limitar o tempo que passa verificando as condições climáticas para não aumentar sua ansiedade.
    6. Apoio Profissional
    Se o medo se tornar muito debilitante, considerar buscar ajuda profissional pode ser uma boa opção. Um psicólogo pode trabalhar com você para entender melhor as raízes desse medo e desenvolver estratégias específicas para enfrentá-lo.
    7. Diálogo Interno Positivo
    Trabalhe em sua conversa interna. Em vez de se concentrar no que pode dar errado durante uma tempestade, tente lembrar-se de que você já passou por isso antes e que tem recursos para lidar com a situação.
    Lidar com o medo de fenômenos naturais pode ser desafiador, mas com as estratégias certas e possivelmente apoio profissional, você pode aprender a gerenciar melhor essa ansiedade. Se precisar de ajuda adicional ou quiser explorar essas questões mais profundamente, estou à disposição para agendar uma consulta e trabalhar juntos nesse processo.


  • A exposição gradual e mais eficaz que a visualização em situação de medo extremo?

    A exposição gradual e mais eficaz que a visualização em situação de medo extremo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A exposição gradual é frequentemente considerada mais eficaz do que a visualização quando se trata de lidar com situações de medo extremo, especialmente em contextos de tratamento de transtornos de ansiedade. Aqui estão os principais pontos sobre essa abordagem:
    1. Definição de Exposição Gradual
    A exposição gradual envolve a abordagem sistemática e controlada da situação ou estímulo temido. Isso permite que a pessoa se acostume progressivamente com o que a assusta, reduzindo a resposta emocional ao longo do tempo.
    2. Eficácia em Comparação com Visualização
    Exposição In Vivo: A exposição real (in vivo) é geralmente mais eficaz porque permite que a pessoa enfrente diretamente o estímulo temido, aprendendo que a resposta de ansiedade diminui com o tempo. A visualização pode ser útil como uma preparação, mas não substitui completamente a experiência real de enfrentar o medo.
    Habituação: O processo de habituação ocorre quando uma pessoa é repetidamente exposta ao estímulo temido, resultando em uma diminuição da resposta emocional intensa associada. Isso é mais facilmente alcançado através da exposição gradual.
    3. Estratégia Terapêutica
    Hierarquia de Exposição: A terapia muitas vezes envolve criar uma hierarquia de situações que causam medo, começando com aquelas que provocam menos ansiedade e progredindo para as mais desafiadoras.
    Repetição e Prática: A repetição da exposição permite que o cérebro se acostume com o estímulo temido, ajudando a reestruturar as respostas emocionais automáticas e promovendo novas associações mentais.
    4. Benefícios da Exposição Gradual
    Redução da Ansiedade: Enfrentar os medos de forma gradual pode reduzir significativamente a ansiedade associada a eles.
    Aumento da Autoconfiança: Cada pequena vitória durante o processo de exposição ajuda a construir confiança e mostra que é possível enfrentar desafios.
    Melhoria na Qualidade de Vida: Superar medos e ansiedades pode abrir novas oportunidades e melhorar a qualidade de vida do indivíduo.
    5. Combinação de Técnicas
    Embora a exposição gradual seja uma técnica poderosa, ela pode ser combinada com visualização como parte do tratamento. A visualização pode ajudar na preparação para a exposição real, tornando o processo mais gerenciável.
    Conclusão
    A exposição gradual é uma abordagem eficaz para lidar com medos extremos, superando limitações impostas por transtornos de ansiedade. Para um tratamento adequado e personalizado, é sempre recomendável consultar um profissional de saúde mental que possa adaptar as técnicas às necessidades individuais do paciente.


  • Minha avaliação neuropsicológica deu QIT 95. Estou abaixo da média? Tenho QI baixo? Com essa pontuaç

    Minha avaliação neuropsicológica deu QIT 95. Estou abaixo da média? Tenho QI baixo? Com essa pontuação uma pessoa pode exercer quais profissões? Tenho 36 anos

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Um QIT (Quociente de Inteligência Total) de 95 é considerado dentro da faixa média da população. Aqui estão algumas informações relevantes sobre essa pontuação e suas implicações:
    1. Classificação do QI
    Faixa Média: O QI é geralmente classificado em uma escala onde a média é de 100, com a maioria das pessoas (cerca de 68%) pontuando entre 85 e 115. Portanto, um QI de 95 está bem dentro dessa faixa média, o que significa que você não está abaixo da média nem tem um QI baixo.
    2. Implicações Profissionais
    Possibilidades de Carreira: Com um QIT de 95, você possui habilidades intelectuais adequadas para uma ampla gama de profissões. O sucesso em uma carreira depende não apenas do QI, mas também de outros fatores como habilidades práticas, experiência, motivação e interesses pessoais.
    Diversidade de Profissões: Muitas pessoas com QIs na faixa média têm carreiras bem-sucedidas em diversas áreas, incluindo administração, vendas, serviços, educação e muitas outras. O mais importante é identificar suas paixões e habilidades e buscar oportunidades que se alinhem a elas.
    3. Desenvolvimento Pessoal
    Aprendizado Contínuo: Um QI na média não limita sua capacidade de aprender e se desenvolver. Investir em educação contínua, treinamento e desenvolvimento pessoal pode aumentar suas habilidades e abrir novas oportunidades profissionais.
    Inteligências Múltiplas: É importante lembrar que o QI mede apenas alguns aspectos da inteligência. Existem diferentes tipos de inteligência, como emocional, social e prática, que também são cruciais para o sucesso na vida e no trabalho.
    Conclusão
    Com um QIT de 95, você está dentro da faixa média e possui a capacidade intelectual necessária para exercer uma variedade de profissões. O sucesso profissional dependerá mais da sua dedicação, habilidades práticas e motivação do que da pontuação do QI. Se você tiver mais perguntas ou precisar de orientações sobre desenvolvimento profissional ou pessoal, estou à disposição.


  • Uma criança com 11 anos de idade começou apresentar pensamentos repetitivos de aspecto sexual, dizen

    Uma criança com 11 anos de idade começou apresentar pensamentos repetitivos de aspecto sexual, dizendo pensa tendo relações sexuais com pessoas estranhas, com imagens... ao sair na rua e ver uma pessoa logo vem à mente tais pensamentos.
    Há duas semanas, vem sempre me relatando esses episódios.
    Qual a melhor saída?
    Como posso buscar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A situação que você descreve, em que uma criança de 11 anos apresenta pensamentos repetitivos de natureza sexual, pode ser preocupante e requer atenção. Aqui estão algumas orientações sobre como lidar com isso e buscar ajuda:
    1. Entendimento do Comportamento
    É importante reconhecer que crianças e adolescentes podem ter curiosidade sobre sexualidade, especialmente à medida que se desenvolvem. No entanto, pensamentos obsessivos e intrusivos de natureza sexual, especialmente se causam angústia, podem ser indicativos de um transtorno, como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) relacionado a temas sexuais.
    2. Busca por Ajuda Profissional
    Psicólogo ou Psicanalista: A primeira ação recomendada é procurar um psicólogo ou psicanalista especializado em crianças e adolescentes. Um profissional pode ajudar a avaliar a situação e determinar se os pensamentos são parte de um padrão mais amplo de comportamento obsessivo.
    Psiquiatra: Em alguns casos, pode ser necessário consultar um psiquiatra para avaliar a necessidade de tratamento medicamentoso, especialmente se os sintomas forem severos e interferirem na vida diária da criança.
    3. Tratamento
    Psicanálise: A psicanálise pode ser uma abordagem eficaz para entender os pensamentos intrusivos da criança. Essa terapia permite explorar as emoções e os conflitos internos que podem estar contribuindo para esses pensamentos. O objetivo é proporcionar um espaço seguro onde a criança possa expressar seus sentimentos e preocupações.
    Apoio Familiar: Envolver a família no processo terapêutico pode ser benéfico. A terapia familiar pode ajudar a melhorar a comunicação e criar um ambiente de apoio.
    4. Educação Sexual
    Conversas Abertas: É essencial ter conversas abertas sobre sexualidade, abordando o tema de forma natural e sem tabus. Isso pode ajudar a criança a entender suas curiosidades e medos.
    Recursos Educativos: Utilizar livros ou materiais educativos adequados à idade pode facilitar o diálogo sobre sexualidade e ajudar a criança a processar suas emoções e pensamentos.
    5. Monitoramento
    Observação: Fique atento ao comportamento da criança e como ela lida com esses pensamentos ao longo do tempo. Se os sintomas persistirem ou piorarem, é crucial continuar buscando ajuda profissional.
    Conclusão
    A situação descrita merece atenção cuidadosa e apoio profissional adequado. Buscar ajuda de um psicólogo ou psicanalista é fundamental para abordar os pensamentos intrusivos e garantir que a criança receba o suporte necessário para lidar com suas experiências emocionais de maneira saudável. Se precisar de mais informações ou orientações adicionais, estou à disposição para ajudar!


  • a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo?

    a ansiedade faz a gente sentir os sintomas no dia a dia? como sei diagnósticar se é ansiedade mesmo? todos os médicos falam que é, mais eu fico insegura, e com medo de tomar o remédio para ansiedade e não ser ansiedade, ser outra coisa, o que fazer? me ajudem.
    Sinto muita tontura no dia a dia, umas dores no peito, garganta meio que da um sensação de está fechando, me ajudem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A ansiedade pode, de fato, causar uma variedade de sintomas físicos e emocionais que afetam o dia a dia. Muitas pessoas experimentam sintomas como tontura, dores no peito e sensação de aperto na garganta, que são reações comuns à ansiedade. Esses sintomas podem ser bastante desconfortáveis e, em alguns casos, podem levar a preocupações sobre a saúde física.
    Para diagnosticar se você realmente está lidando com ansiedade, é importante observar a frequência e a intensidade dos sintomas. Se eles ocorrem regularmente e impactam sua vida diária, pode ser um sinal de um transtorno de ansiedade. Os sintomas físicos da ansiedade incluem:
    Dor ou aperto no peito
    Tontura
    Falta de ar ou respiração ofegante
    Sensação de garganta fechada
    Aumento da frequência cardíaca
    Tensão muscular
    Se você já consultou médicos e eles indicaram que é ansiedade, isso pode ser um bom indicativo. No entanto, é compreensível sentir insegurança em relação ao diagnóstico e ao tratamento. Caso você tenha receio de iniciar medicação para ansiedade sem ter certeza do diagnóstico, considere as seguintes opções:
    Busque uma segunda opinião: Consultar outro profissional de saúde mental pode oferecer uma nova perspectiva sobre seus sintomas.
    Terapia: A terapia psicanalítica pode ajudar a explorar suas emoções e pensamentos subjacentes, além de desenvolver estratégias para lidar com a ansiedade.
    Avaliação completa: Um psicólogo ou psiquiatra pode realizar uma avaliação detalhada para entender melhor seus sintomas e determinar se há outras condições envolvidas.
    É importante lembrar que o tratamento da ansiedade pode incluir tanto terapia quanto medicação, dependendo do que for mais adequado para você. Se os sintomas persistirem e estiverem afetando sua qualidade de vida, buscar ajuda profissional é um passo essencial. Se precisar de apoio adicional ou quiser explorar essas questões mais profundamente, estou à disposição para agendar uma consulta e trabalhar juntos nesse processo.


  • Quando eu estou feliz, logo penso em coisas tristes, é como se eu não pudesse ter momentos de felici

    Quando eu estou feliz, logo penso em coisas tristes, é como se eu não pudesse ter momentos de felicidade, minha cabeça logo puxa pra pensar coisas ruins. Não consigo controlar isso.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sentir que, ao estar feliz, sua mente rapidamente se volta para pensamentos tristes ou negativos é uma experiência comum, mas desafiadora. Essa tendência pode estar relacionada a um padrão de pensamento conhecido como viés de negatividade, onde as emoções negativas parecem ter um peso maior do que as positivas. Isso pode fazer com que você se sinta incapaz de desfrutar plenamente de momentos felizes.
    Causas Possíveis
    Esse comportamento pode ser influenciado por diversos fatores, incluindo:
    Experiências Passadas: Se você já passou por traumas ou situações estressantes, sua mente pode estar programada para antecipar o negativo como uma forma de proteção.
    Ansiedade: A ansiedade pode amplificar a percepção de ameaças, fazendo com que você se concentre em possíveis problemas mesmo quando está em um estado emocional positivo.
    Padrões de Pensamento: Muitas vezes, pensamentos negativos são automáticos e podem ser difíceis de controlar. Esses padrões podem ser reforçados ao longo do tempo, tornando-se habituais.
    O Que Fazer
    Reconhecer os Pensamentos: Tente identificar quando esses pensamentos negativos surgem. Reconhecer que eles são apenas isso — pensamentos — e não necessariamente reflexos da realidade pode ser um primeiro passo importante.
    Desafiar os Pensamentos Negativos: Quando perceber que está pensando em algo negativo, questione a veracidade desse pensamento. Pergunte-se se há evidências concretas que sustentem essa ideia ou se é apenas uma suposição.
    Praticar a Gratidão: Tente focar em aspectos positivos da sua vida e pratique a gratidão diariamente. Isso pode ajudar a contrabalançar os pensamentos negativos e promover uma perspectiva mais otimista.
    Técnicas de Relaxamento: Incorporar práticas como meditação, mindfulness ou exercícios de respiração profunda pode ajudar a acalmar a mente e reduzir a ansiedade.
    Buscar Apoio Profissional: Se esses sentimentos persistirem e afetarem sua qualidade de vida, considerar a ajuda de um psicólogo pode ser muito benéfico. A terapia pode oferecer ferramentas para lidar com esses padrões de pensamento e ajudá-lo a desenvolver uma abordagem mais equilibrada em relação às suas emoções.
    Lidar com essa dinâmica entre felicidade e pensamentos negativos pode levar tempo, mas com prática e apoio adequado, é possível encontrar um maior equilíbrio emocional. Se precisar de mais informações ou quiser discutir suas preocupações em mais detalhes, estou aqui para ajudar!


  • Oi tenho 13 anos e vim desabafar aqui e descobri que tenho tdah e eu me culpo muito por isso as veze

    Oi tenho 13 anos e vim desabafar aqui e descobri que tenho tdah e eu me culpo muito por isso as vezes penso até em me matar eu queria ter nascido normal queria ser um menino normal mas infelizmente tenho dificuldade de fazer amizades e coisas do cotidiano não uso drogas mais sou viciado em pornografia (fico constantemente criando imagens na cabeça envolvendo sexo) as vezes tenho nojo de mim por causa disso, eu sei que isso não faz bem mais mesmo assim eu faço isso tô muito abalado talvez se eu fosse um menino normal queria nascer de novo se eu morrer seria melhor pra mim, poderiam ajudar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Oi! Primeiro, quero que você saiba que é muito corajoso da sua parte compartilhar o que está sentindo. É completamente normal ter momentos difíceis, especialmente quando se está lidando com o TDAH e outras questões emocionais. Você não está sozinho nessa, e é importante lembrar que há pessoas que se preocupam com você e querem ajudar.
    Sentir-se culpado ou ter pensamentos negativos sobre si mesmo pode ser muito doloroso. É compreensível que você deseje ser diferente ou tenha dificuldades em fazer amizades e lidar com o cotidiano. A adolescência é uma fase cheia de mudanças e desafios, e isso pode ser ainda mais complicado quando se tem TDAH.
    Sobre a questão da pornografia, é importante entender que muitos jovens passam por isso, mas se isso está causando desconforto ou nojo em você, pode ser um sinal de que você gostaria de explorar outras formas de se conectar com suas emoções e desejos. Lembre-se de que é possível mudar esses hábitos e encontrar maneiras mais saudáveis de lidar com seus sentimentos.
    Se você está tendo pensamentos de querer não estar mais aqui, isso é muito sério. É fundamental que você converse com alguém que possa ajudar, como um psicólogo, um conselheiro ou um adulto de confiança, como um professor ou um membro da família. Eles podem oferecer apoio e orientação para ajudá-lo a lidar com essas emoções.
    Você merece sentir-se bem consigo mesmo e encontrar maneiras de enfrentar esses desafios. Há esperança e ajuda disponível. Se precisar, considere buscar apoio profissional; isso pode fazer uma grande diferença na sua vida. Você não está sozinho nessa jornada, e há pessoas dispostas a caminhar ao seu lado.


  • Ansiedade faz o rosto doer? É possível o corpo ficar formigando?

    Ansiedade faz o rosto doer? É possível o corpo ficar formigando?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, a ansiedade pode causar dor no rosto e sensações de formigamento no corpo. Esses sintomas são comuns em pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade. A tensão emocional e o estresse podem levar a uma série de reações físicas, incluindo dor facial, que pode estar relacionada à disfunção temporomandibular (DTM) e ao bruxismo, onde a pessoa pode ranger os dentes ou contrair os músculos da face involuntariamente.
    Além disso, a ansiedade intensa pode provocar formigamento em várias partes do corpo, como mãos, braços e até mesmo na face. Essa sensação é frequentemente acompanhada por outros sintomas, como taquicardia, falta de ar e sudorese, o que pode aumentar ainda mais a ansiedade e levar a um ciclo de preocupação sobre a saúde.
    Se você está enfrentando esses sintomas, é importante considerar buscar ajuda profissional. Um médico e um psicólogo podem trabalhar juntos para tratar tanto os sintomas físicos quanto os emocionais da ansiedade. O tratamento pode incluir terapia, técnicas de relaxamento e, em alguns casos, medicação para ajudar a controlar os sintomas.
    Se precisar de mais informações ou quiser discutir suas preocupações em mais detalhes, estou aqui para ajudar!


  • Geralmente algumas pessoas dizem que ando esquisito,parecendo um robô,e até pulando.O que pode ser e

    Geralmente algumas pessoas dizem que ando esquisito,parecendo um robô,e até pulando.O que pode ser e o que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A descrição de que você está se comportando de maneira "esquisita", parecendo um robô ou pulando, pode indicar uma série de questões que merecem atenção. Aqui estão algumas considerações sobre o que pode estar acontecendo e o que você pode fazer a respeito:
    1. Possíveis Causas
    Transtornos de Ansiedade: Comportamentos repetitivos e movimentos estranhos podem ser uma manifestação de ansiedade. Algumas pessoas desenvolvem tics ou comportamentos compulsivos em resposta ao estresse.
    Transtornos do Movimento: Condições como o Transtorno de Tourette ou outros transtornos do movimento podem causar movimentos involuntários ou comportamentos que podem parecer "robóticos".
    Estresse ou Trauma: Experiências estressantes ou traumáticas podem levar a mudanças no comportamento, incluindo a forma como uma pessoa se move ou interage.
    2. Repercussões Emocionais
    Impacto Social: A percepção de que você está se comportando de maneira estranha pode afetar sua autoestima e suas interações sociais. Isso pode levar ao isolamento ou à evitação de situações sociais.
    Aumento da Ansiedade: A preocupação com o que os outros pensam pode aumentar a ansiedade, criando um ciclo vicioso onde os comportamentos se intensificam.
    3. O Que Fazer
    Buscar Ajuda Profissional: É fundamental consultar um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação completa. Um profissional pode ajudar a identificar a causa subjacente dos seus comportamentos e desenvolver um plano de tratamento adequado.
    Terapia Psicanalítica: A psicanálise pode ser uma abordagem útil para explorar as emoções e os conflitos internos que podem estar contribuindo para esses comportamentos. Essa terapia oferece um espaço seguro para discutir suas experiências e sentimentos.
    Práticas de Autocuidado: Técnicas de relaxamento, como meditação, exercícios físicos regulares e práticas de mindfulness, podem ajudar a reduzir a ansiedade e melhorar seu bem-estar geral.
    Conclusão
    Os comportamentos que você está experimentando merecem atenção e compreensão. Buscar ajuda profissional é um passo importante para entender melhor o que está acontecendo e encontrar formas eficazes de lidar com isso. Se você estiver interessado em agendar uma consulta para explorar essas questões em um ambiente terapêutico seguro, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento.


  • Sentimento de dependência emocional, não aceitar um término e ter o sentimento de que sem o outro nã

    Sentimento de dependência emocional, não aceitar um término e ter o sentimento de que sem o outro não será feliz, forte crise de ansiedade. Existe tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, existe tratamento para a dependência emocional, que pode incluir sentimentos intensos de ansiedade, medo da solidão e dificuldade em aceitar um término. Aqui estão algumas abordagens eficazes:
    A psicoterapia é uma das formas mais eficazes de tratar a dependência emocional. Durante as sessões, um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psicanalista, pode ajudar a identificar padrões de comportamento que causam sofrimento e a desenvolver estratégias para lidar com as emoções. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) é uma abordagem comum, mas outras vertentes, como a terapia focada nas emoções, também podem ser benéficas.
    Participar de grupos de apoio pode ser uma maneira eficaz de lidar com a dependência emocional. Esses grupos permitem que pessoas com experiências semelhantes compartilhem suas histórias e se apoiem mutuamente.
    Práticas de mindfulness e técnicas de relaxamento, como meditação e yoga, podem ajudar a reduzir a ansiedade e promover um maior senso de autocontrole. A atividade física regular também é recomendada para equilibrar as emoções.
    Em alguns casos, medicamentos podem ser prescritos para tratar sintomas de ansiedade ou depressão que acompanham a dependência emocional. É importante discutir qualquer uso de medicação com um médico ou psiquiatra.
    Se você está enfrentando esses sentimentos e gostaria de explorar opções de tratamento mais detalhadamente, estou à disposição para agendar uma consulta. Juntos, podemos trabalhar para desenvolver estratégias que ajudem você a superar a dependência emocional e encontrar um caminho mais saudável para o bem-estar emocional.


  • Boa noite. Preciso de ajuda. Eu quero muito começar o meu tratamento hormonal masculino mas preciso

    Boa noite. Preciso de ajuda. Eu quero muito começar o meu tratamento hormonal masculino mas preciso de um laudo de um psicólogo, estou percebendo uma certa resistência por parte de minha mae também. Estou precisando de um psicólogo, ja havia passado por uma ha um tempo atras e em que ela havia confirmado a questao que eu nao identificava com o meu genero. Mas tentei voltei pra esta mesma psicóloga, porem ela esta com o atendimento voltado apenas para o público infantil.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para iniciar seu tratamento hormonal masculino, é essencial obter um laudo psicológico que confirme sua identidade de gênero. Aqui estão algumas orientações sobre como proceder:
    1. Busca por Psicólogo
    Encontrar um Profissional: Como você já teve uma experiência anterior com uma psicóloga que confirmou sua identidade de gênero, considere procurar outro profissional que trabalhe com questões de gênero e que possa fornecer o laudo necessário. Você pode buscar referências em grupos de apoio ou comunidades LGBTQIA+.
    Psicanálise: A psicanálise pode ser uma abordagem útil, pois permite explorar suas emoções e conflitos internos relacionados à sua identidade de gênero. Um psicanalista pode ajudá-lo a entender melhor sua vivência e fornecer o suporte necessário para o laudo.
    2. Lidar com a Resistência Familiar
    Conversas Abertas: Tente ter uma conversa aberta e honesta com sua mãe sobre seus sentimentos e a importância do tratamento hormonal para você. Explique como isso está relacionado à sua identidade e bem-estar.
    Educação sobre Identidade de Gênero: Fornecer informações sobre questões de gênero e os benefícios do tratamento hormonal pode ajudar a reduzir a resistência dela.
    3. Importância do Acompanhamento Multidisciplinar
    O tratamento hormonal geralmente requer acompanhamento psicológico, psiquiátrico e endocrinológico. O apoio de profissionais qualificados é fundamental para garantir que você receba o tratamento adequado e seguro.
    4. Agendamento de Consulta
    Se você precisar de ajuda para encontrar um psicólogo ou psicanalista que possa atendê-lo, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento. É importante que você tenha o suporte necessário para avançar em seu tratamento.
    Conclusão
    Iniciar o tratamento hormonal é um passo significativo na afirmação da sua identidade de gênero. Buscar um profissional qualificado para obter o laudo psicológico é essencial, assim como ter conversas abertas com sua família sobre suas necessidades e sentimentos. Se precisar de mais informações ou apoio na busca por um profissional, estou aqui para ajudar!


  • eu preciso de encaminhamento medico pra passar no psicólogo?

    eu preciso de encaminhamento medico pra passar no psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Não é necessário um encaminhamento médico para consultar um psicólogo, exceto em alguns casos específicos, como quando você deseja utilizar um plano de saúde que exige essa recomendação. Muitas pessoas podem procurar um psicólogo diretamente e agendar uma consulta sem a necessidade de um encaminhamento.
    No entanto, um encaminhamento pode ser útil em certas situações. Quando um médico identifica problemas de saúde que têm uma dimensão emocional ou psíquica significativa, ele pode recomendar que você consulte um psicólogo. Isso ajuda a garantir que você receba uma avaliação e tratamento adequados, além de fornecer ao psicólogo informações relevantes sobre sua condição.
    Se você está considerando a terapia e não possui um plano de saúde que exija encaminhamento, você pode entrar em contato diretamente com psicólogos ou clínicas de psicologia para agendar uma consulta. Se houver preocupações sobre sintomas físicos ou emocionais, também é aconselhável consultar um médico para uma avaliação completa.
    Se precisar de mais informações ou apoio para encontrar um profissional adequado, estou à disposição para ajudar!


  • É normal uma pessoa ter vontade de consumir conteúdo no relacionamento? A pessoa querer ver pornô po

    É normal uma pessoa ter vontade de consumir conteúdo no relacionamento? A pessoa querer ver pornô por ser algo "rápido" (justificativa dele) ao invés de pedir para a parceira satisfazer ele? Ele tem suspeita de ninfomaníaco e eu ja sou ao contrario, quase nao tenho estimulo com sexo por conta de traumas, sinto pouca vontade e quando tento fazer algo acabo parando do nada e sinto muita frustação, vergonha e sensação de culpa, que não deveria ter me tocado. Acho que isso esta acabando com a nossa relação. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A situação que você está enfrentando envolve questões complexas relacionadas à sexualidade, traumas e dinâmicas de relacionamento. Aqui estão algumas considerações sobre os temas que você mencionou:
    1. Consumo de Conteúdo Sexual no Relacionamento
    É comum que algumas pessoas busquem pornografia ou conteúdo sexual como uma forma rápida de satisfação, especialmente se houver dificuldades em se conectar intimamente com o parceiro. No entanto, essa escolha pode impactar a dinâmica do relacionamento, especialmente se um dos parceiros não se sente confortável com isso ou se há expectativas não atendidas.
    2. Diferenças de Desejo Sexual
    Você mencionou que tem pouca vontade de sexo devido a traumas passados. Isso é compreensível e pode ser uma resposta a experiências dolorosas. A falta de estímulo sexual pode gerar sentimentos de frustração, vergonha e culpa, especialmente se você sente que não está correspondendo às expectativas do seu parceiro.
    3. Impacto dos Traumas
    Traumas sexuais podem ter um impacto significativo na vida sexual e emocional de uma pessoa. É comum que vítimas de trauma experimentem:
    Aversão ao Sexo: Sensação de desconforto ou aversão em relação à atividade sexual.
    Dificuldades de Conexão: Problemas para estabelecer intimidade emocional e física com o parceiro.
    Pensamentos Intrusivos: Imagens ou pensamentos indesejados que podem surgir durante tentativas de intimidade.
    4. O Que Fazer
    Buscar Terapia: Considerar a busca por um psicólogo ou psicanalista pode ser um passo importante. A terapia pode ajudar a explorar e processar os traumas, além de desenvolver estratégias para lidar com a sexualidade e os relacionamentos.
    Comunicação Aberta: Conversar com seu parceiro sobre suas dificuldades e sentimentos é crucial. Isso pode ajudar a criar um espaço seguro para ambos expressarem suas necessidades e preocupações.
    Educação Sexual: Informar-se sobre sexualidade e relacionamentos saudáveis pode ajudar a desmistificar alguns medos e preconceitos.
    5. Considerações Finais
    É fundamental abordar essas questões com empatia e compreensão, tanto para si mesmo quanto para o seu parceiro. Buscar ajuda profissional é uma maneira eficaz de lidar com os desafios que você está enfrentando, ajudando a melhorar sua qualidade de vida e suas relações.
    Se você estiver interessado em agendar uma consulta para explorar essas questões em um ambiente terapêutico seguro, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento. Não hesite em buscar o apoio necessário!


  • Oi tenho 13 anos e estou em dúvida se tenho tdah ou toc ou ansiedade , toda vez que tento me concent

    Oi tenho 13 anos e estou em dúvida se tenho tdah ou toc ou ansiedade , toda vez que tento me concentrar em algo minha mente começa a se rodear de pensamentos sexuais,violentos e aleatórios como se minha mente não quisesse que eu tenha foco naquilo e muito bizarro mas quando é ao contrário isso não acontece?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    É compreensível que você esteja se sentindo confuso e preocupado com os pensamentos intrusivos que está experimentando. Aqui estão algumas informações sobre o que pode estar acontecendo e como você pode proceder:
    1. Possíveis Transtornos
    Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC): O TOC pode se manifestar com pensamentos intrusivos, que são ideias, imagens ou impulsos indesejados que causam ansiedade. No caso do TOC sexual, esses pensamentos podem ser de natureza sexual e causar grande desconforto.
    Transtornos de Ansiedade: A ansiedade pode levar a uma dificuldade em se concentrar, resultando em pensamentos aleatórios e perturbadores, especialmente quando você está tentando focar em algo específico.
    Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): O TDAH pode ser caracterizado por dificuldades de concentração, mas geralmente não está associado a pensamentos intrusivos da mesma forma que o TOC.
    2. Impacto dos Pensamentos Intrusivos
    Esses pensamentos podem ser muito angustiantes e podem afetar sua qualidade de vida. É comum sentir-se confuso ou frustrado ao tentar se concentrar em tarefas, apenas para ser interrompido por esses pensamentos.
    3. O Que Fazer
    Buscar Ajuda Profissional: É fundamental consultar um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação adequada. Eles podem ajudá-lo a entender melhor o que está acontecendo e a desenvolver estratégias para lidar com esses pensamentos.
    Psicanálise: A psicanálise pode ser uma abordagem útil para explorar os conflitos internos e as emoções subjacentes que podem estar contribuindo para os seus pensamentos intrusivos. Essa terapia oferece um espaço seguro para discutir suas experiências e sentimentos.
    4. Educação sobre os Sintomas
    Entender que os pensamentos intrusivos são sintomas de um transtorno e não refletem seus verdadeiros desejos ou intenções é crucial. Muitas pessoas experimentam esse tipo de pensamento, e buscar apoio é um passo importante.
    Conclusão
    É importante abordar esses sintomas com a ajuda de um profissional qualificado. Se você estiver interessado em agendar uma consulta para explorar essas questões em um ambiente terapêutico seguro, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento. Não hesite em buscar o apoio necessário para melhorar sua qualidade de vida!


  • A consciência é uma faculdade mental mais importante que o pensamento?

    A consciência é uma faculdade mental mais importante que o pensamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    A consciência e o pensamento são faculdades mentais distintas, mas interdependentes, que desempenham papéis cruciais na experiência humana. A consciência refere-se à capacidade de estar ciente de si mesmo e do ambiente ao seu redor, permitindo a percepção sensorial e a experiência subjetiva da realidade. É fundamental para processar informações, emoções e interagir com o mundo.
    Por outro lado, o pensamento envolve a manipulação de informações, raciocínio, resolução de problemas e tomada de decisões. Ele ocorre dentro da consciência e é uma ferramenta essencial que utilizamos para interpretar e agir sobre nossas experiências.
    Não é correto afirmar que uma é mais importante que a outra; ambas são fundamentais para o funcionamento mental. A consciência fornece o contexto necessário para o pensamento, enquanto o pensamento nos permite processar e compreender o que percebemos. Em resumo, a consciência pode ser vista como o "cenário" onde o pensamento ocorre, e ambas as faculdades são essenciais para nossa cognição e interação com o mundo.
    Se você tiver mais perguntas ou quiser discutir esse tema em maior profundidade, estou à disposição para consultas.


  • Estou fazendo tratamento com nortriptilina 75mg a 1 ano e 6 meses pra ansiedade, e estava correndo t

    Estou fazendo tratamento com nortriptilina 75mg a 1 ano e 6 meses pra ansiedade, e estava correndo td bem eu estava tranquila no tratamento mais feliz e mais de boa, mais a três dias venho sentindo novamente alguns dos sintomas de ansiedade como pensamentos acelerados, medos e atraque cárdia é uma queimação leve no peito, isso é uma recaída ou o medicamento não está fazendo mais efeito?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Com base nas informações que você forneceu e nos dados disponíveis, aqui estão algumas considerações sobre a sua situação:
    1. Possibilidade de Recaída
    Os sintomas que você está experimentando, como pensamentos acelerados, medos, taquicardia e queimação leve no peito, podem indicar uma recaída na sua ansiedade. Mesmo com o tratamento contínuo com nortriptilina, é possível que os sintomas retornem devido a fatores como estresse, mudanças na vida ou até mesmo a adaptação do corpo ao medicamento ao longo do tempo. Isso é comum em transtornos de ansiedade e pode ocorrer mesmo quando o tratamento está sendo seguido corretamente 12.
    2. Efeito do Medicamento
    A nortriptilina é um antidepressivo tricíclico que também é utilizado para tratar transtornos de ansiedade. Com o tempo, algumas pessoas podem notar uma diminuição na eficácia do medicamento, o que pode exigir ajustes na dosagem ou uma revisão do tratamento pelo médico 1. É importante discutir qualquer mudança nos sintomas com seu psiquiatra, pois ele pode avaliar se o medicamento ainda é adequado ou se uma alteração é necessária.
    3. Sintomas Físicos
    Os sintomas físicos que você descreve, como a queimação no peito e a taquicardia, são comuns em episódios de ansiedade. No entanto, é crucial garantir que esses sintomas não estejam relacionados a problemas físicos mais sérios. Se você estiver preocupado com esses sintomas, consultar um médico para uma avaliação completa pode ser uma boa ideia.
    4. Ações Recomendadas
    Consulta Médica: Entre em contato com seu psiquiatra para discutir os novos sintomas e avaliar se é necessário ajustar o tratamento.
    Monitoramento dos Sintomas: Mantenha um registro dos seus sintomas e quando eles ocorrem. Isso pode ajudar seu médico a entender melhor sua situação.
    Estratégias de Enfrentamento: Considere técnicas de relaxamento, como meditação ou exercícios de respiração, para ajudar a gerenciar a ansiedade no dia a dia.
    Conclusão
    É importante abordar essas mudanças nos sintomas com seu médico para garantir que você receba o suporte adequado. Se precisar de ajuda para agendar uma consulta ou se tiver mais perguntas sobre o tratamento, estou à disposição para ajudar!


  • E possível ter um toc após o transtorno parafilico ou vice versa?

    E possível ter um toc após o transtorno parafilico ou vice versa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Sim, é possível que uma pessoa experimente tanto o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) quanto um transtorno parafílico, ou que um possa ocorrer após o outro. Aqui estão algumas considerações sobre a relação entre esses transtornos:
    1. Definições Básicas
    TOC: O Transtorno Obsessivo-Compulsivo é caracterizado por pensamentos obsessivos intrusivos e comportamentos compulsivos que a pessoa sente necessidade de realizar para aliviar a ansiedade causada por esses pensamentos. O TOC pode incluir obsessões de natureza sexual, levando a um quadro conhecido como TOC sexual.
    Transtornos Parafílicos: Esses transtornos envolvem padrões de comportamento sexual que são considerados atípicos ou desviantes, como fetichismo, voyeurismo ou pedofilia. Eles podem causar angústia significativa ou prejudicar o funcionamento social e ocupacional da pessoa.
    2. Inter-relação Entre os Transtornos
    Comorbidade: É comum que pessoas com um transtorno de ansiedade, como o TOC, desenvolvam outros transtornos ao longo do tempo, incluindo transtornos parafílicos. A ansiedade e os pensamentos intrusivos podem levar a comportamentos que se manifestam em formas parafílicas como uma tentativa de lidar com o desconforto emocional.
    Efeito dos Pensamentos Intrusivos: No caso do TOC sexual, as obsessões podem envolver conteúdos parafílicos, gerando angústia e levando a compulsões. Isso pode criar um ciclo em que os pensamentos intrusivos se tornam mais frequentes e intensos.
    3. Repercussões Psicológicas
    Culpa e Vergonha: A presença de pensamentos ou comportamentos parafílicos pode gerar sentimentos de culpa e vergonha, especialmente se a pessoa não se identifica com esses desejos ou se eles vão contra suas normas morais.
    Aumento da Ansiedade: A luta interna entre os desejos e a moralidade pode intensificar a ansiedade, exacerbando os sintomas do TOC.
    4. Tratamento
    Psicoterapia: A terapia, especialmente a psicanálise, pode ser eficaz para explorar as emoções subjacentes e os conflitos relacionados aos dois transtornos. Um profissional pode ajudar a entender melhor as causas dos comportamentos e pensamentos.
    Apoio Profissional: Buscar ajuda de um psicólogo ou psiquiatra especializado em TOC e sexualidade é fundamental para desenvolver estratégias de enfrentamento adequadas.
    Conclusão
    A interação entre o TOC e os transtornos parafílicos pode ser complexa e desafiadora. Se você ou alguém que você conhece está lidando com esses sintomas, é essencial buscar ajuda profissional para um diagnóstico adequado e um plano de tratamento eficaz. Se precisar de mais informações ou apoio na busca por um profissional qualificado, estou à disposição para ajudar!


  • Como um TDAH faz pra criar o hábito de comer focado apenas no alimento, ao invés de dividir a atençã

    Como um TDAH faz pra criar o hábito de comer focado apenas no alimento, ao invés de dividir a atenção entre ele e a tela do computador (vídeos ou textos interessantes), sendo que, quando tenta isso em casa, sua mente começa a se encher de pensamentos e preocupações durante a refeição?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    Para uma pessoa com TDAH, focar em uma única tarefa, como comer sem distrações, pode ser desafiador. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar a criar o hábito de comer focado apenas no alimento, evitando a divisão da atenção entre a refeição e as telas:
    1. Criação de um Ambiente Propício
    Reduzir Distrações: Desligue a televisão e coloque o celular em modo silencioso ou longe da mesa durante as refeições. Escolha um local tranquilo para comer, onde você não seja facilmente distraído por estímulos externos.
    2. Estabelecimento de um Ritual de Refeição
    Ritual Pré-Refeição: Crie um ritual antes das refeições, como lavar as mãos, arrumar a mesa e servir os alimentos. Isso ajuda a sinalizar para o cérebro que é hora de se concentrar na comida.
    3. Prática de Mindfulness
    Foco nas Sensações: Durante a refeição, concentre-se nas sensações envolvidas, como o sabor, a textura e o aroma dos alimentos. Isso pode ajudar a manter sua mente presente e evitar que você se perca em pensamentos ou preocupações.
    4. Comer Devagar
    Mastigação Consciente: Tente comer mais devagar e mastigar cada bocado cuidadosamente. Isso não apenas permite que você saboreie mais a comida, mas também ajuda a direcionar sua atenção para a tarefa em questão.
    5. Planejamento das Refeições
    Preparação Antecipada: Planeje suas refeições com antecedência para que você não precise se preocupar com o que comer durante a refeição. Isso pode reduzir a ansiedade e permitir que você se concentre mais na comida.
    6. Horários Regulares para Refeições
    Rotina Alimentar: Manter horários regulares para as refeições pode ajudar a treinar seu corpo e mente para se concentrarem nas refeições nos momentos apropriados.
    7. Terapia e Apoio Profissional
    Psicanálise: Considerar a possibilidade de procurar um psicanalista pode ser benéfico. Essa abordagem pode ajudar a explorar as emoções e os conflitos internos que podem estar contribuindo para as dificuldades de concentração.
    Neurofeedback: O neurofeedback é outra técnica que pode ser útil para melhorar o foco e a atenção ao longo do tempo.
    Conclusão
    Criar o hábito de comer focado apenas no alimento pode ser desafiador para pessoas com TDAH, mas com algumas estratégias práticas e apoio profissional, é possível melhorar essa habilidade. Se você estiver interessado em explorar essas abordagens ou se precisar de assistência na busca por um profissional qualificado, estou à disposição para ajudar no processo de agendamento.


  • Teste AC em entrevista de emprego, interpretei que teria que marcar as setas em sequência juntas, nã

    Teste AC em entrevista de emprego, interpretei que teria que marcar as setas em sequência juntas, não marquei nenhuma. Já estou fora ou pode ser uma maneira de interpretar aceita também?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Valter Rodrigues

    No contexto de um teste de atenção concentrada (teste AC) durante uma entrevista de emprego, a interpretação das instruções e a execução do teste são fundamentais. Aqui estão algumas considerações sobre sua situação:
    1. Interpretação do Teste
    O teste AC é projetado para avaliar a capacidade de concentração e atenção do candidato em uma tarefa específica. Se você interpretou que deveria marcar as setas em sequência juntas e não marcou nenhuma, isso pode ser visto como uma falha em seguir as instruções. No entanto, a forma como os avaliadores interpretam essa falha pode variar.
    2. Possibilidade de Interpretação Aceita
    Embora a execução correta do teste seja importante, muitos profissionais de recursos humanos entendem que a interpretação das instruções pode ser subjetiva. Se você puder explicar sua lógica e como chegou à sua interpretação, isso pode ser considerado durante a avaliação.
    3. Importância da Comunicação
    Se você tiver a oportunidade, considere discutir sua interpretação com o avaliador ou durante uma entrevista de acompanhamento. Explicar seu raciocínio pode ajudar a esclarecer sua posição e demonstrar suas habilidades de comunicação e pensamento crítico.
    4. Avaliação Geral
    Os testes de atenção concentrada são apenas uma parte do processo seletivo. Os recrutadores geralmente consideram múltiplas facetas do candidato, incluindo entrevistas, experiências anteriores e outros testes. Portanto, mesmo que você não tenha se saído bem no teste AC, isso não significa necessariamente que você está fora do processo.
    Conclusão
    É importante refletir sobre o que aconteceu durante o teste e considerar como você pode abordar a situação se surgir a oportunidade. Se precisar de mais informações ou orientações sobre como lidar com esse tipo de situação em entrevistas futuras, estou à disposição para ajudar!


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.