Perguntas do paciente (839)

  • quando fico muito estressada tipo em um pico de estresse, sinto o meu sangue ferver, tonteira, coraç

    quando fico muito estressada tipo em um pico de estresse, sinto o meu sangue ferver, tonteira, coração acelerado e falta de ar. isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Esses sintomas podem estar relacionados ao estresse intenso e à ativação do sistema nervoso, como em uma resposta de "luta ou fuga". A sensação de "sangue ferver", tonteira, aceleração do coração e falta de ar são comuns em momentos de estresse elevado. No entanto, se isso estiver acontecendo frequentemente e afetando sua qualidade de vida, é importante buscar acompanhamento para entender melhor a origem desses sintomas. Se precisar, posso ajudar a explorar mais a fundo isso e trabalhar na gestão do estresse. Um abraço, Vinícius.


  • Ontem estava chorando muito e angustiada e me sentindo culpada por coisas que estavam acontecendo, s

    Ontem estava chorando muito e angustiada e me sentindo culpada por coisas que estavam acontecendo, sempre que eu lembrava eu chorava mais, de repente parece que eu fui tomada por outra personalidade que queria ignorar tudo aquilo comecei a sorrir e é como se eu tivesse perdido o controle. Isso pode ter sido algo como despersonalização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve pode estar relacionado a um fenômeno emocional intenso, mas é importante esclarecer que não podemos diagnosticar algo com base apenas em uma descrição. O que você experimentou — sentir-se tomada por uma outra "personalidade" que queria ignorar os sentimentos — pode ser uma reação de defesa emocional para lidar com a angústia intensa. Isso pode ocorrer em situações de estresse elevado ou de sobrecarga emocional, onde a mente tenta se proteger de emoções difíceis, resultando em uma sensação de desconexão.

    Esse tipo de reação não é incomum e pode ser um sintoma de despersonalização, que é uma sensação de distanciamento de si mesmo. No entanto, é essencial investigar isso mais a fundo em um ambiente terapêutico para compreender a origem desses sentimentos e encontrar formas saudáveis de lidar com eles.

    Se você sentir que isso está interferindo na sua vida ou causando mais angústia, sugiro que procure um psicoterapeuta para explorar essas questões com mais profundidade. Como terapeuta, posso te ajudar a entender e a trabalhar essas questões. Um abraço, Vinícius.


  • Meu namorado fala que eu não sei Dialogar/conversar em discussão. Sempre digo "hum, sei" quando fico

    Meu namorado fala que eu não sei Dialogar/conversar em discussão. Sempre digo "hum, sei" quando fico brava reamente deixo o orgulho e emoção tomar conta de mim, como eu melhoro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Parece que essa dificuldade em dialogar durante discussões está ligada à maneira como as emoções influenciam a forma de se comunicar, especialmente quando há frustração ou raiva envolvidas. Muitas vezes, isso pode ser um reflexo de não conseguir expressar o que sente no momento, ou de tentar evitar mais conflito ao não se engajar completamente.

    A boa notícia é que é possível melhorar essa habilidade. Uma abordagem terapêutica, especialmente em relacionamentos, pode ajudar a desenvolver uma comunicação mais eficaz, que inclui não só a expressão do que você sente, mas também a escuta ativa e o controle das reações emocionais.

    Como especialista em relacionamentos românticos, posso ajudá-la a entender as dinâmicas dessa comunicação e a criar estratégias para melhorar isso de forma saudável. Se desejar, podemos começar esse trabalho em uma terapia, onde você poderá aprender novas maneiras de lidar com essas situações. Um abraço, Vinícius.


  • Acredito que por conta de acontecimentos e eventos traumatizantes que eu vivenciei da minha infância

    Acredito que por conta de acontecimentos e eventos traumatizantes que eu vivenciei da minha infância até agora, estou tendo muitos problemas relacionados a nervosismo, stress, dificuldade para respirar, tontura, palpitações, dificuldade de concentração, intolerância muito grande a barulhos e ainda mais extrema a determinados tipos de barulhos que acabo associando a pessoas/eventos traumatizantes. Digo que desde 2020 eu não sei o que é ter um dia de paz em que eu não me lembre de tantas coisas ruins que eu vi, ouvi, e vivenciei, ao longo de minha vida. A parte mais difícil pra mim é saber que apesar de eu ter visto, ouvido, e vivenciado, acontecimentos muito negativos, ainda assim, até o ano de 2020, por exemplo, eu ainda conseguia sentir muita alegria e otimismo com várias coisas; pode-se dizer que a minha qualidade de vida era outra, muito melhor que a de agora, por exemplo; eu não tinha crises muito ruins de ansiedade, a ponto de me deixar com dificuldade para respirar, com palpitações, com stress, com determinadas sensações de choque, pequenos incômodos, acredito que oriundos do estresse, em diferentes partes de todo o corpo, às vezes meio que paralisado e com dificuldade de sair dessa situação. Digo que foi mesmo em 2020, depois de acontecimentos que me impactaram negativamente de uma forma muito profunda, é que comecei a ter esses sintomas mais extremos e que estão acabando comigo todos os dias...

    Peço humildemente todas as orientações possíveis.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo sugere que os eventos traumáticos que você vivenciou ao longo da sua vida, especialmente em 2020, estão afetando profundamente seu bem-estar emocional e físico. O estresse, a ansiedade, as dificuldades respiratórias, as palpitações e os sentimentos de paralisia podem ser manifestações de um trauma não resolvido, que está se tornando mais evidente à medida que o tempo passa.

    Na psicanálise, entendemos que os traumas podem ter um impacto duradouro na psique, muitas vezes se manifestando por meio de sintomas físicos (como os que você descreve) ou emocionais, como a ansiedade e a sensação de não conseguir encontrar paz. Quando uma pessoa vive eventos negativos que deixam marcas profundas, essas experiências podem ficar "presas" no inconsciente e emergir mais tarde, causando o que chamamos de "ressurgimento do trauma". Esses episódios de desconforto físico e mental, como a falta de ar, a tontura e a dificuldade para se concentrar, podem ser respostas emocionais a esses eventos passados.

    A psicanálise busca entender esses sintomas a partir da relação entre o que você viveu e o que isso está gerando no presente. O processo terapêutico pode ajudar a acessar essas experiências e reestruturar as maneiras pelas quais você as percebe e as processa emocionalmente. Com o tempo, você pode começar a integrar essas experiências, reduzindo o impacto que elas têm sobre sua vida cotidiana.

    É fundamental que você procure um terapeuta especializado, pois, ao fazer isso, podemos juntos trabalhar no significado desses sintomas e no processo de cura, que é único para cada pessoa. Você não está sozinho nessa jornada, e o fato de buscar ajuda é um passo importante para restaurar o equilíbrio e a qualidade de vida que você sente que perdeu.

    Se você quiser, posso ser o profissional que o acompanhe nesse processo e ajudá-lo a encontrar formas de lidar com esses desafios de maneira mais eficaz e saudável. Um abraço, Vinícius.


  • Sofro de depressão. A memória pode estar ligada? Eu esqueço com muita facilidade.

    Sofro de depressão.
    A memória pode estar ligada?
    Eu esqueço com muita facilidade.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, a depressão pode afetar a memória de várias maneiras. Isso ocorre porque a depressão pode interferir no funcionamento do cérebro, especialmente em áreas relacionadas à memória, atenção e processamento de informações. Isso pode resultar em dificuldades para lembrar de detalhes, realizar tarefas cotidianas ou até mesmo se concentrar em atividades simples.

    Além disso, o estresse e a ansiedade, que frequentemente acompanham a depressão, também podem piorar esses sintomas. Se você está enfrentando dificuldades de memória devido à depressão, é importante tratar a causa subjacente da condição.

    Se desejar, podemos explorar isso em detalhes na terapia, para ajudá-la a lidar tanto com os sintomas depressivos quanto com as dificuldades cognitivas que surgem a partir deles. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, eu sofro com transtorno obsessivo. Mas eu sonho com o mesmo tema quase toda semana, me sinto a

    Olá, eu sofro com transtorno obsessivo.
    Mas eu sonho com o mesmo tema quase toda semana, me sinto aflita. É um conteúdo sexual. Porém obssesao.
    É normal?? Isso me aflige demais.
    Pq é toda semana

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá!
    Os sonhos podem ser uma manifestação de nossos conflitos internos e ansiedades, e quando há um transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), as obsessões podem invadir também o mundo dos sonhos, refletindo as preocupações e medos que a pessoa tem durante o dia. Esses sonhos com um tema repetitivo, especialmente relacionado a obsessões sexuais, podem ser uma extensão do padrão de pensamentos que você enfrenta enquanto está acordada.

    No caso do TOC, esses pensamentos intrusivos são persistentes e indesejados, o que pode gerar uma grande aflição. O fato de esses conteúdos aparecerem com frequência nos sonhos pode ser um reflexo dessa dinâmica de repetição.

    É importante lembrar que o conteúdo dos sonhos não reflete necessariamente os desejos ou a identidade da pessoa, mas sim o funcionamento mental diante da ansiedade e das obsessões. A terapia pode ser útil para lidar com esse tipo de pensamento repetitivo e encontrar formas de diminuir a aflição associada.

    Se você estiver se sentindo sobrecarregada com isso, é fundamental que um profissional acompanhe essas questões de perto para buscar formas de aliviar esses sintomas. Estou à disposição para acompanhá-la nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Tenho uma dificuldade gigantesca em conversar com pessoas que não tenho intimidade. No trabalho, atr

    Tenho uma dificuldade gigantesca em conversar com pessoas que não tenho intimidade. No trabalho, atraso ou deixo de fazer algo que precise que eu pergunte algo pra alguem de outro setor. Sempre tento imaginar a conversa ou oq falar antes, tenho medo excessivo de ter uma resposta diferente, ou não saber o que falar. Relacionamentos então, 10x pior. Poderia ser fobia social, ou algo do tipo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Pelo que você descreve, sim, pode ser um quadro relacionado à fobia social, caracterizada pelo medo intenso de ser julgado ou de interagir com pessoas, especialmente em situações em que há o risco de não saber o que falar. Esse tipo de ansiedade social pode dificultar tanto interações profissionais quanto pessoais.

    É importante compreender que isso tem origem nas suas experiências emocionais e psicológicas, e a ajuda terapêutica pode ser essencial para lidar com essa dificuldade. Eu recomendo que nos aprofundemos nisso em uma terapia, onde podemos explorar as causas desse medo e trabalhar para reduzir a ansiedade, promovendo mais confiança nas interações sociais. Se você achar que eu posso ser o profissional para isso, podemos conversar mais. Um abraço, Vinícius.


  • Uma pessoa que foi criada num lar de brigas, discussões, onde tudo era motivo de reclamação, castigo

    Uma pessoa que foi criada num lar de brigas, discussões, onde tudo era motivo de reclamação, castigos, violência. E um ambiente mto conservador, cm pais tóxicos!
    Isso repercute no relacionamento amoroso? A pessoa fica insegura? C medo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! Sim, o ambiente familiar pode ter um grande impacto nos relacionamentos amorosos. Crescer em um lar de conflitos e com pais tóxicos pode gerar inseguranças e medos que se refletem na forma como a pessoa se relaciona com os outros. A falta de um modelo saudável de afeto e comunicação pode resultar em dificuldades em confiar, estabelecer limites e lidar com conflitos no relacionamento. Essas experiências muitas vezes permanecem no inconsciente e influenciam diretamente as relações afetivas adultas. Como psicanalista, posso ajudá-la a explorar e compreender esses efeitos, promovendo um caminho de cura e crescimento. Se quiser, podemos conversar mais a fundo sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Eu sou uma jovem de 20 anos. E não consigo ler. Eu desconcentro fácil, esqueço rápido. Eu esqueço at

    Eu sou uma jovem de 20 anos. E não consigo ler. Eu desconcentro fácil, esqueço rápido. Eu esqueço até coisas que já fiz e ia dizer. Sou hiperativa e não consigo manter atenção por exemplo em filmes/aulas, eu foco pensando em outras coisas.
    Há tratamento para ajustar essa condição?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! Pela sua descrição, parece haver questões psíquicas ligadas à concentração e à memória que podem estar relacionadas com aspectos internos não resolvidos, frequentemente ligadas a tensões emocionais. A dificuldade de focar pode ter raízes em processos inconscientes ou em sentimentos de ansiedade e frustração. Como psicanalista, posso ajudá-la a entender melhor essas questões e a trabalhar essas dificuldades de forma mais profunda. Se desejar, podemos conversar mais a fundo sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • No toc, eu posso ter um pensamento/obssesao por anos e acreditar realmente que aquilo é verdade? (Ma

    No toc, eu posso ter um pensamento/obssesao por anos e acreditar realmente que aquilo é verdade? (Mas no não passa da coisa da minha cabeça)

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! persistentes que podem ser tão intensos que a pessoa começa a acreditar neles, mesmo sabendo, no fundo, que são irracionais. Esses pensamentos podem parecer muito reais e causar grande angústia. O TOC é caracterizado justamente por essa luta entre saber que os pensamentos são irracionais, mas sentir uma necessidade de dar-lhes atenção, o que pode levar a comportamentos compulsivos.
    É fundamental buscar ajuda terapêutica especializada para entender melhor o que está por trás dessas obsessões e encontrar formas de lidar com elas. Posso te ajudar a entender mais sobre isso, caso queira. Um abraço, Vinícius.


  • Olá tenho 19 anos e sou bastante estressada e acabo descontando isso até em estranhos,me sinto muito

    Olá tenho 19 anos e sou bastante estressada e acabo descontando isso até em estranhos,me sinto muito mal e queria acabar com isso,já procurei dormir cedo e acordar cedo,mesmo assim não melhorou,procuro ter paciência,mas como vou procurar algo que nunca tive? Cuido da minha sobrinha desde que ela nasceu,6 dias por semanas e cuido da casa,terminei o ensino médio faz 1 ano e tenho a mesma rotina desde então e isso me deixa bastante estressada,faço as mesmas coisas todos os dias e nos mesmos horários,como se fosse um robô programado pra isso. Quero acabar com esse estresse logo,choro facilmente quando não tenho tempo pra cuidar de mim mesma e fazer coisas que eu gosto,porque cuidar de casa e criança não era meus planos,ainda mais sem ganhar NADA em troca,somente estresse,ansiedade e preocupação todos os dias. Tenho medo de entrar em depressão

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! O estresse que você sente pode estar relacionado à sobrecarga de responsabilidades e à falta de tempo para si mesma. Cuidar de sua sobrinha e da casa pode gerar sentimentos de frustração, especialmente quando você não encontra espaço para o autocuidado e suas próprias necessidades. Isso pode gerar uma sensação de impotência, tornando-se um ciclo difícil de quebrar. O medo de desenvolver depressão é compreensível, mas é importante reconhecer esses sinais de sobrecarga emocional e buscar apoio. Como psicanalista, posso ajudar a entender como esses sentimentos estão ligados à sua história e suas necessidades inconscientes, e juntos podemos trabalhar para aliviar esse estresse, promovendo mais equilíbrio e autoconhecimento. Se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição para acompanhá-la nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Minha filha de 6 anos tem uma amiga que vivem brigando e fazendo as pazes. Ela começou a sofrer com

    Minha filha de 6 anos tem uma amiga que vivem brigando e fazendo as pazes. Ela começou a sofrer com isso e até chora. Há umas semanas começou a falar com frequência que se fosse menino ia namorar com ela. Mas não tem coragem de falar pra ninguém. É comum essa confusão de sentimentos nessa idade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde! Sim, é absolutamente comum que crianças nessa idade vivam intensamente suas relações de amizade e, muitas vezes, tenham dificuldades para lidar com os conflitos que surgem. A fase dos 6 anos é marcada por descobertas emocionais e sociais, e é natural que os sentimentos sejam mais intensos e confusos.
    Quanto à fala sobre "namorar" a amiga, isso também é algo típico dessa fase, pois as crianças começam a explorar conceitos como amizade, carinho e relações de uma forma mais ampla, mas ainda dentro do universo infantil. Esse tipo de pensamento reflete a maneira como sua filha está tentando expressar o vínculo especial que sente por essa amiga, mesmo que ainda não compreenda exatamente o que isso significa.
    O mais importante é acolher os sentimentos dela sem julgamentos, mostrando que é normal ter emoções fortes e conflitos nas relações. Se quiser, podemos conversar mais detalhadamente sobre como lidar com essas questões e ajudar sua filha a entender e manejar melhor esses sentimentos. Estou à disposição para apoiá-la nesse processo! Um abraço, Vinícius.


  • É normal se sentir uma pessoa que não ama? Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei

    É normal se sentir uma pessoa que não ama?
    Atualmente tenho 22 anos e até hoje nunca me interessei romanticamente por alguém, mas sempre fingia que sim para me encaixar.
    Moro longe da minha família e amigos de infância e às vezes me julgo por não sentir saudades ou não me importar em manter contato.
    Não me importo em estar sozinha, em não fazer amizades em ocasiões novas ou interagir; mas me considero uma pessoa bem afetuosa com pessoas que possuem consideração por mim. Contudo, sinto outras emoções com mais facilidade (percebo que principalmente as negativas), tais como tristeza, frustração, culpa, raiva. Isso pode estar associado à depressão e ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa noite! É normal sentir-se desconectado de certos aspectos da vida, como o amor romântico ou o desejo de socializar, especialmente quando há uma sensação de não se encaixar nas expectativas externas. Sua dificuldade em sentir saudade ou se importar com o contato social, combinada com a facilidade de acessar emoções negativas, pode, de fato, estar associada a um processo emocional mais profundo, como a depressão ou a ansiedade. O que pode estar por trás disso é uma questão mais ampla relacionada à maneira como você se relaciona com o mundo, com seus próprios sentimentos e com a sua história.
    Isso também pode refletir um processo de defesa contra emoções mais intensas ou o medo de se conectar com outras pessoas de forma mais íntima. Como psicanalista, posso te ajudar a explorar esses sentimentos, a entender suas raízes e trabalhar juntos para encontrar formas mais saudáveis de lidar com suas emoções e relacionamentos. Se quiser aprofundar isso, estou à disposição para acompanhá-la nesse processo. Um abraço, Vinícius.


  • Eu posso ficar deprimida até o fim da minha vida? Ultimamente me sinto muito culpada por imaginar i

    Eu posso ficar deprimida até o fim da minha vida?
    Ultimamente me sinto muito culpada por imaginar isso, pois julgo que não estou me esforçando o suficiente.
    Com as medicações não tenho crises de choro o tempo todo ou pensamentos sobre a morte, mas também não sinto como se estivesse melhor. Me sinto apática sobre mim, as pessoas ao meu redor e não imagino nenhum futuro para mim.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde! O que você descreve é profundamente doloroso, e é compreensível que essas sensações de apatia e culpa estejam deixando tudo ainda mais difícil. Sentir-se presa a um estado emocional como a depressão pode parecer sufocante, mas é importante saber que isso não significa que será assim para sempre.

    Na psicanálise, trabalhamos para compreender as raízes mais profundas dessas sensações, explorando como sua história de vida e suas experiências influenciam a forma como você se sente hoje. Esse processo pode ajudar a desbloquear caminhos que parecem inacessíveis no momento.

    Você não precisa enfrentar isso sozinha. É um passo muito importante buscar ajuda para entender melhor suas emoções e encontrar novas possibilidades para sua vida. Se quiser, posso acompanhá-la nesse processo para que possamos explorar juntas o que está acontecendo e pensar em um futuro que seja mais seu. Estou à disposição para acolher você e trabalhar essas questões com cuidado e respeito. Um abraço, Vinícius.


  • Olá, eu fui vítima de um abuso sexual quando tinha 8 anos de idade, isso perpetuo até a minha adoles

    Olá, eu fui vítima de um abuso sexual quando tinha 8 anos de idade, isso perpetuo até a minha adolescência.
    Ele era o meu padrasto.
    Porém não sinto nojo ou raiva, isso é normal?
    Fui realmente abusada? Por que isso ocorre?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde!
    Sinto muito que você tenha passado por algo tão difícil. O abuso sexual é uma violação muito séria, independentemente de como você se sente sobre isso agora. Não sentir raiva ou nojo em relação ao que aconteceu não diminui a gravidade do que você viveu. Cada pessoa reage de maneira diferente a traumas, e é comum que sentimentos como confusão, apatia ou até mesmo neutralidade apareçam, especialmente quando o abuso acontece durante a infância e se estende por tanto tempo.

    Essas reações podem ser uma forma de proteção psíquica, um mecanismo do inconsciente para lidar com algo extremamente doloroso. É importante lembrar que o impacto do abuso pode se manifestar de maneiras diferentes ao longo da vida, mesmo que agora você não perceba sentimentos intensos em relação ao ocorrido.

    Seria muito importante explorar esses sentimentos com um psicanalista, em um espaço seguro e acolhedor, onde você possa compreender melhor sua história e os reflexos disso em sua vida. Estou à disposição para te acompanhar nesse processo e ajudá-la a encontrar um caminho para elaborar essa vivência com cuidado e respeito. Um abraço, Vinícius.


  • Sentir uma presença atrás de vc ou do seu lado é um sintoma da ansiedade?

    Sentir uma presença atrás de vc ou do seu lado é um sintoma da ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde!
    Sentir uma presença pode estar relacionado a estados de ansiedade, especialmente se há uma intensa ativação emocional. No entanto, é importante explorar isso mais profundamente, pois pode envolver outros aspectos psíquicos ou emocionais. Recomendo procurar um psicanalista para entender melhor o que esse sentimento pode estar revelando sobre você. Caso queira, podemos conversar sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Olá. No Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC) as obsessões podem ser pessoas?

    Olá. No Transtorno Obsessivo-compulsivo (TOC) as obsessões podem ser pessoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde! Sim, no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), as obsessões podem, sim, envolver pessoas. Isso ocorre quando o indivíduo desenvolve pensamentos repetitivos e intrusivos sobre uma pessoa específica, que podem gerar ansiedade e desconforto. Essas obsessões podem ser sobre diversas questões, como preocupações com a segurança dessa pessoa, medo de ter feito algo errado em relação a ela, ou até mesmo pensamentos de repulsa ou desejo de controle sobre a pessoa. Na psicanálise, esses pensamentos muitas vezes refletem conflitos internos ou relações passadas não resolvidas que se projetam sobre outras pessoas. Se você quiser conversar mais sobre isso, posso ajudá-lo a compreender melhor o que esses pensamentos podem significar em seu contexto. Um abraço, Vinícius.


  • Sonhos são excessos de pensamentos? Ter sonhos que causam ansiedade no indivíduo. O que são?

    Sonhos são excessos de pensamentos?

    Ter sonhos que causam ansiedade no indivíduo. O que são?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Boa tarde! Na psicanálise, os sonhos não são simplesmente excessos de pensamentos, mas sim manifestações do inconsciente. Sigmund Freud via os sonhos como uma via de acesso aos desejos reprimidos, conflitos internos e emoções não expressas. Quando um sonho causa ansiedade, pode estar revelando algo que o sujeito tem dificuldades em enfrentar ou entender em sua vida desperta. A ansiedade nos sonhos muitas vezes reflete medos, traumas ou inseguranças que precisam ser trabalhados de maneira mais profunda. Caso você queira, podemos explorar isso juntos para entender melhor o que seus sonhos estão tentando comunicar. Um abraço, Vinícius.


  • Eu tenho muita dificuldade em demonstrar minhas fraquezas. Não quero nunca ser visto como alguém com

    Eu tenho muita dificuldade em demonstrar minhas fraquezas. Não quero nunca ser visto como alguém com problemas. Então guardo tudo pra mim. Guardo tudo comigo. Não desabafo com ninguém a não ser com o espelho. As vezes sinto uma necessidade enorme de ter alguém em quem confiar meus medos e pensamentos. Mas é como se não confiasse em ninguém. Tenho pra mim que essa pessoa irá julgar meus pensamentos e fraquezás. Isso me trava. Não tenho muitos amigos justamente por não conseguir criar esse elo mais forte, essa intimidade. O que posso fazer para melhorar essa questão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! É difícil carregar tudo sozinho, e sua percepção de não querer mostrar fraquezas revela muito sobre a forma como você lida com a vulnerabilidade. Essa resistência em confiar nos outros pode estar ligada a experiências passadas ou a crenças internas sobre como você acha que será recebido pelos outros. Esse processo de "guardar tudo" pode criar um peso emocional que, com o tempo, se torna difícil de sustentar.
    É importante lembrar que todos nós temos medos e fragilidades, e permitir que eles sejam vistos por quem confiamos pode ser libertador. Criar esse elo com alguém exige tempo e, sobretudo, um espaço seguro para que você se sinta acolhido, sem julgamento.
    Na psicanálise, trabalhamos exatamente com isso: oferecer um espaço onde você pode se abrir no seu ritmo, explorar o que trava a sua confiança nos outros e entender melhor os mecanismos que fazem com que você guarde tudo para si. Aos poucos, você pode descobrir caminhos para fortalecer essa confiança e criar conexões mais profundas.
    Se você se sentir confortável, podemos conversar sobre isso juntos. Estou aqui para ouvir e ajudar nesse processo de forma acolhedora e sem julgamentos. Um abraço, Vinícius.


  • Antigamente eu queria estar sempre no medico, fazia tudo quanto era exame pq sempre acreditei que ti

    Antigamente eu queria estar sempre no medico, fazia tudo quanto era exame pq sempre acreditei que tivesse algo de errado comigo. Quando o médico me dizia que estava tudo bem, eu não acreditava, e procurava outro. Isso me atormentou por alguns anos.. Porém hoje, esse meu medo de ter algo, cresceu , mas mudou um pouco. Hoje estou com pavor de médicos! Justamente por achar q irei descobrir coisa ruim. Isso está me prejudicando tanto quanto antes que vivia em hospitais, pois hoje fujo de exames de rotina até! Tenho medos e angústias que me causam crises de ansiedade.. Se o médico me diz que tenho que usar um colírio, um remédio, ou qualquer outro tratamento de prevenção, já imagino que isso seja um indicativo que está acontecendo o que mais temo.
    Não sei que ajuda procurar. Justamente por que hoje sinto esse pavor.
    Estou com 26 anos, sou mãe, e isso me prejudica muito pois as vezes sofro por coisas que nem aconteceram ainda (mas podem acontecer). Isso está acabando com minha saúde. As pessoas ao meu redor só me julgam, dizem que procuro doença, etc, e por isso eu parei de conversar sobre qualquer coisa e hoje guardo só para mim (e jogo no Google).
    Por favor, gostaria de saber se é uma fobia e se existe tratamento para essas ações?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você está descrevendo é algo que pode causar muito sofrimento, especialmente porque parece que você está presa em um ciclo de medo e evitação. Esse comportamento de evitar médicos e exames, mesmo reconhecendo que isso está prejudicando sua saúde, aponta para um conflito interno que merece atenção. Guardar tudo para si e tentar buscar respostas por conta própria pode aumentar ainda mais a ansiedade, criando um isolamento emocional.

    Na psicanálise, trabalhamos para entender a origem desses medos e ansiedades, buscando as raízes emocionais que sustentam essa angústia em relação à saúde e ao contato com médicos. É possível que haja experiências anteriores, conscientes ou não, que alimentem esse pavor e a necessidade de controle que você sente sobre seu corpo e sua saúde.

    Essa busca incessante por respostas e, ao mesmo tempo, o medo de encontrá-las podem ser compreendidos e trabalhados em um ambiente terapêutico seguro. Há tratamento para essas angústias, e você não precisa lidar com tudo sozinha. Eu sugiro que você procure um psicanalista para explorar esses medos de forma mais profunda. Se desejar, podemos conversar juntos sobre isso. Estou à disposição para ajudar você nesse processo. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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