Perguntas do paciente (839)
-
Eu gosto de ver mulheres se pegando sera que eu gosto de mulheres?
Eu gosto de ver mulheres se pegando sera que eu gosto de mulheres?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Gostar de ver mulheres se beijando não necessariamente significa que você tem atração por mulheres de forma romântica ou sexual. Isso pode estar relacionado a uma curiosidade, um fascínio pela situação ou até uma atração pela cena em si, sem que isso indique uma orientação sexual específica. Cada pessoa tem suas preferências e interesses, e isso pode variar ao longo do tempo.
O importante é você se sentir confortável e seguro em explorar seus sentimentos e entender suas emoções. Caso sinta a necessidade de refletir sobre isso, um espaço terapêutico pode ser muito útil para ajudar a entender melhor sua identidade e o que você sente em relação a isso.
Fique à vontade para buscar ajuda se sentir que precisa de um apoio para explorar essas questões de forma mais profunda. Um abraço, Vinícius.
-
Boa tarde, uma pessoal com formação de enfermeira, com pós graduação em Medicina Comportamental pode
Boa tarde, uma pessoal com formação de enfermeira, com pós graduação em Medicina Comportamental pode exercer atividade de Terapia de Casais?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Acredito que um profissional com formação em enfermagem e pós-graduação em Medicina Comportamental não seria a escolha mais indicada para exercer terapia de casais. A terapia de casais é uma abordagem que exige uma formação específica em psicologia ou psicanálise, onde o profissional possui as ferramentas e a formação adequadas para lidar com os complexos aspectos emocionais e relacionais que surgem nesse tipo de terapia.
Se eu estivesse atendendo um paciente que busca ajuda nesse contexto, recomendaria que ele procurasse um psicólogo ou psicanalista especializado em terapia de casais, que tem o conhecimento específico para lidar com questões emocionais, dinâmicas de relacionamento e conflitos. Caso precise de orientação, estou à disposição para ajudar! Um abraço, Vinícius.
-
Como posso superar meu pânico e medo de falar em público na universidade? Já acumulei várias DP's de
Como posso superar meu pânico e medo de falar em público na universidade? Já acumulei várias DP's devido à minha timidez extrema, e isso está destruindo meu sonho de me formar. Fico tão ansioso que chego a chorar e não consigo enfrentar essas situações. Existe um laudo para isso? Eu prefiro desistir do que apresentar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiro, sinto muito por você estar passando por isso. O pânico e a ansiedade ao falar em público são mais comuns do que se imagina, e têm o poder de minar nossa confiança, especialmente quando a pressão é grande, como nas apresentações na universidade.
Existem várias maneiras de lidar com esse medo. O mais importante é começar a perceber que essa ansiedade não define quem você é ou o seu potencial. Muitas pessoas lidam com isso de formas diferentes, algumas podem se beneficiar de técnicas de respiração, como a respiração diafragmática, que pode acalmar o corpo quando a ansiedade atinge seu pico. Outros recorrem à prática, mesmo que de forma gradual, começando com apresentações em pequenos grupos até se sentirem mais confortáveis.
Se a situação for mais intensa, como você descreve, seria interessante buscar um psicólogo para trabalhar essas questões em mais profundidade. Isso pode incluir entender as raízes do seu medo, trabalhar a autoconfiança e aprender estratégias de enfrentamento para que você se sinta mais preparado e menos sobrecarregado nessas situações.
Quanto ao laudo, sim, existe a possibilidade de obter um diagnóstico de transtorno de ansiedade social, que pode ser solicitado por um psicólogo ou psiquiatra. Esse laudo pode ser útil, especialmente em casos mais graves, para buscar adaptações ou justificar dificuldades em algumas situações acadêmicas.
Entendo que você queira evitar essa situação, mas lembre-se: isso não define seu futuro. Com o suporte certo, é totalmente possível superar esse desafio. Estou à disposição para ajudar nesse processo, se você precisar de alguém para conversar ou explorar essas questões! Um abraço, Vinícius.
-
Olá, gostaria de uma opinião, trabalhava em um local onde os colegas são tóxicos e as tarefas pesada
Olá, gostaria de uma opinião, trabalhava em um local onde os colegas são tóxicos e as tarefas pesadas, eu tinha muito medo de errar e isso afetava muito meu rendimento, até que entrei em depressão, hoje, após 9 meses sonho diariamente que estou no meu trabalho e erro algo ou não consigo completar, ou estou perdida ou sou algo de piadas, e isso afeta muito o meu humor no dia a dia, por um tempo me sinto depressiva outro me sinto auto suficiente, gostaria de saber se isso poderia ser um trauma ou algo assim?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é possível que esses sonhos repetitivos e os sentimentos que você está experimentando estejam relacionados a um trauma, especialmente considerando o ambiente tóxico de trabalho e a pressão que você vivenciou. Quando estamos expostos a situações estressantes e desafiadoras, especialmente em um ambiente que pode afetar nossa saúde mental, esses momentos podem se refletir em nossos sonhos e emoções.
O fato de você se sentir dividida entre momentos de depressão e de autossuficiência também pode indicar um conflito interno não resolvido, relacionado a como você lida com o que aconteceu no trabalho. Esses sonhos podem ser uma forma do seu inconsciente processar o impacto emocional que o ambiente e a experiência tiveram sobre você.
É importante reconhecer que o que você está sentindo é válido e que, ao lidar com esse tipo de experiência, é fundamental buscar apoio para processar essas emoções e promover a recuperação emocional. Como psicólogo, posso ajudar a entender melhor esses sentimentos e trabalhar para que você consiga encontrar um equilíbrio mais saudável e lidar com esses traumas de maneira construtiva.
Se desejar, podemos conversar mais sobre isso para explorar formas de enfrentamento e recuperação. Um abraço, Vinícius.
-
Meu grande problema é a mudança de ideia, por exemplo agora quero cursar administração, daqui uma ho
Meu grande problema é a mudança de ideia, por exemplo agora quero cursar administração, daqui uma hora já não quero mais, nos dias seguintes esses sentimentos se repetem. Ou por exemplo agora tenho "certeza" que quero casar com meu namorado, daqui umas horas já planejo terminar e ir viajar, quase todos os dias esses pensamentos surgem. Isso caracteriza algum problema mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É completamente compreensível sentir-se inseguro em relação a decisões importantes, como a escolha de um curso ou até mesmo sobre relacionamentos. O que você descreve pode ser um sinal de insegurança, indecisão ou até de um processo de autoconhecimento em que você está tentando entender suas vontades e desejos mais profundos. Porém, se esses pensamentos e mudanças de ideias geram grande angústia ou interferem em sua vida de maneira significativa, pode ser útil explorar isso mais a fundo com um psicólogo.
A indecisão constante pode estar relacionada à ansiedade ou ao medo de cometer erros. Se você sentir que está sendo consumido por essas mudanças de pensamento ou que está difícil tomar decisões com confiança, procurar ajuda pode ser um bom passo. Podemos trabalhar esses sentimentos juntos para encontrar um equilíbrio. Um abraço, Vinícius.
-
Me sinto ansioso e nervoso ao ir trabalhar, atualmente trabalho como prestador de serviço autônomo (
Me sinto ansioso e nervoso ao ir trabalhar, atualmente trabalho como prestador de serviço autônomo (eletrica e climatização) e como operador técnico em uma empresa mesmo conhecendo bem dessas áreas e vários clientes sempre elogiando meus serviços ainda sinto essa falta de confiança, estresse e ansiedade antes dos trabalhos, na maioria das vezes durante o trabalho acabo ficando normal, algumas poucas vezes fico ansioso durante o trabalho, mas meu maior problema é antes do trabalho, esse problema me já fez cursar vários cursos diferentes em várias áreas mas sempre na hora de começar a trabalhar tenho esse "problema", geralmente sou bom em trabalhos manuais e aprendo muito rápido as coisas, nos cursos costumo estar entre os melhores da turma e durante o cursos costumo ser mais confiante mas na hora de começar a trabalhar acabo travando e muitas vezes desisto de seguir na área e acabo começando outro curso, não sei se é falta de confiança, se pode ser depressão, se sou perfeccionista ou outra coisa, esse problema já me fez desistir de alguns trabalhos realmente bons e que teriam feito bastante diferença para mim, já faz muito tempo que tenho esse problema mas ultimamente realmente tem me atrapalhado bastante, meu humor tem variado bastante, fico com muitos pensamentos aleatórios antes de dormir e isso tem prejudicado até meu sono, já fui no médico e a única alteração nos exames foi vitamina D que estava um pouco baixa e o médico só deu um suplemento de reposição dessa vitamina, me falou que o resto estava normal, sou homem, tenho 35 anos mas desde de sempre tive esse problema, mas ultimamente tem me prejudicado bastante, alguém conseguiria me dar uma direção ou conselho do que fazer ou que caminho seguir? Obrigado pela atenção
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Parece que o que você está descrevendo pode estar relacionado a uma combinação de fatores, incluindo ansiedade, falta de confiança e possivelmente padrões perfeccionistas. É comum, em situações como a sua, que a ansiedade anteceda a tarefa ou o trabalho, gerando um bloqueio emocional que interfere na sua confiança. Esse tipo de ansiedade muitas vezes está relacionado ao medo de falhar, o que leva à procrastinação ou até ao abandono de oportunidades boas.
Como você mencionou que a maior parte do seu trabalho flui bem durante a execução, isso pode indicar que o problema está mais relacionado à antecipação do trabalho do que à própria execução. Esses sentimentos podem ser desencadeados por expectativas muito altas que você coloca sobre si mesmo, que podem ser características do perfeccionismo.
Além disso, o seu humor variando e a dificuldade para dormir também podem ser indicativos de uma carga emocional mais profunda, como estresse ou ansiedade. É muito importante que você busque um acompanhamento psicoterapêutico para explorar melhor essas questões, já que elas têm afetado tanto sua rotina e sua saúde mental.
Em relação à vitamina D, embora ela seja importante para o bem-estar geral, os sintomas que você está enfrentando parecem ir além de uma simples deficiência, por isso a psicoterapia pode ajudar a trabalhar as questões emocionais e comportamentais.
Eu sugiro procurar um psicólogo ou psicanalista para discutir essas questões, aprender a lidar com a ansiedade e explorar formas de aumentar sua confiança e resiliência diante dos desafios. Eu também estou à disposição, caso queira continuar essa conversa em um ambiente terapêutico. Um abraço, Vinícius.
-
É normal ao passar dos anos uma pessoa ficar inibida ? Tipo uma pessoa que antes na adolescência era
É normal ao passar dos anos uma pessoa ficar inibida ? Tipo uma pessoa que antes na adolescência era super extrovertida com amigos agora com 23 ser inibida/ introvertida ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde! Sim, é totalmente normal que as pessoas mudem ao longo dos anos, inclusive em relação à forma como se relacionam socialmente. A adolescência é uma fase de descobertas e de muitas mudanças, onde muitas vezes nos sentimos mais seguros e extrovertidos. À medida que envelhecemos, o contexto e as experiências de vida influenciam nossas reações e comportamentos. Algumas pessoas podem se tornar mais introvertidas ou mais seletivas com o tipo de interação social que buscam, isso pode ser um reflexo de amadurecimento ou até mesmo de novas prioridades na vida, como trabalho, relacionamentos ou até mesmo a busca por maior equilíbrio interno.
Mudanças de comportamento, como se tornar mais introspectivo, não são sinais de algo errado, mas podem indicar um ajuste natural do indivíduo em resposta a novos desafios e perspectivas. Se isso estiver gerando desconforto ou se você sentir que essa inibição está afetando seu bem-estar ou suas relações, seria bom refletir sobre o que está por trás dessas mudanças e, se necessário, buscar apoio emocional. Como psicólogo, posso ajudar a explorar isso mais a fundo e ajudar a entender essas transformações de uma maneira mais gentil e acolhedora. Um abraço, Vinícius.
-
Meu filho de 2 anos não consegue ficar parado pra comer na cadeira, sempre sai correndo e tenho que
Meu filho de 2 anos não consegue ficar parado pra comer na cadeira, sempre sai correndo e tenho que ir buscá-lo pra fazer as refeições a cada colherada
E também quando saímos ele sai correndo sem rumo e não quer dar a mão, sempre tenho que andar com ele no colo pq não me segue pq se não atravessa a rua com carros mesmo assim.
Com 2 anos ainda é normal fazer essas coisas?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Com 2 anos, é totalmente normal que seu filho tenha muita energia e queira explorar o mundo, correndo para lá e para cá. As crianças dessa idade estão desenvolvendo habilidades motoras e a independência, por isso é comum que eles tenham dificuldades em ficar parados, especialmente durante as refeições. A questão da mão ao sair também é típica da idade, já que eles estão começando a explorar mais e têm um senso de curiosidade bem aguçado. Isso pode ser desafiador, mas também é uma fase importante do desenvolvimento!
Se você quiser, podemos conversar mais sobre estratégias para ajudar a guiar ele nessas situações, de forma divertida e segura, claro! Um abraço, Vinícius.
-
olho para qualquer parte do meu corpo e começo a ter ataques de panico e um medo extremo quando come
olho para qualquer parte do meu corpo e começo a ter ataques de panico e um medo extremo quando começo a imaginar que dentro de mim tem carne, eu sei que isso faz parte da anatomia humana e é super normal, mais depois que vi vídeos quando era criança de pessoas sendo mortas brutalmente por outras pessoas comecei a ter esse tipo de pensamento, no vídeo tinha sangue e corpos cortados brutalmente e aquilo me gerou um trauma muito forte, oque deve ser?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É possível que o que você está vivenciando seja uma reação de pânico e ansiedade relacionada a um trauma, em decorrência dos vídeos que você viu na infância. A exposição a imagens violentas pode gerar uma resposta emocional intensa, especialmente se você era muito jovem na época. O medo extremo ao pensar em partes do corpo e a sensação de pânico podem ser um reflexo disso. Esses pensamentos podem ser desencadeados por associações automáticas entre o que você viu e o que você sente agora.
O trauma pode ficar armazenado no inconsciente e se manifestar de maneiras como ataques de pânico ou reações físicas quando você se depara com certos estímulos, como olhar para o próprio corpo. Buscar ajuda psicológica pode ser uma forma eficaz de processar esse trauma e reduzir os sintomas de ansiedade relacionados. Se precisar de apoio, estarei à disposição para conversar mais sobre isso também. Um abraço, Vinícius.
-
Quais são as consequências emocionais de não ter aproveitado a vida da maneira correta? Sou um homem
Quais são as consequências emocionais de não ter aproveitado a vida da maneira correta? Sou um homem prestes a completar 30 anos e cheguei a constatação de que vivi uma vida estática, imutável e cheia de privações impostas por mim mesmo. Agora tenho que lidar com um terrível sentimento de ressentimento, enquanto os demônios da raiva e de uma vida não vivida se aglomeram ao redor de mim. Como lidar com isso sabendo que agora já tenho 30 anos e que terei que tentar viver algumas experiencias como se ainda tivesse 15 anos de idade? A angustia, o desespero e ansiedade tomam conta de mim de uma maneira avassaladora, sem contar que me sinto um lixo e inferior a maioria das outras pessoas da minha idade que já viveram muitas experiências, já amadureceram e construíram suas vidas. Não vivi enquanto tinha saúde e agora tenho uma enfermidade sem cura em meu olho esquerdo que roubou de mim o resto de esperança que me restava. Nunca me relacionei com uma mulher e isso é péssimo para um homem dessa faixa etária. Me sinto um completamente estranho. É como se eu tivesse matado a mim mesmo em gotas, aos poucos. Já fracassei na primeira graduação e, agora, na segunda, estou caminhando para fracassar de novo. Enfim, minha vida entrou em parafuso.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Primeiramente, quero reconhecer a profundidade da dor e do sofrimento que você está experienciando. Sentir-se preso a um passado que não parece ter sido aproveitado da forma que você imaginava pode gerar um enorme peso emocional. O ressentimento, a raiva e a sensação de não ter vivido plenamente podem ser difíceis de carregar e causam uma angústia que interfere na forma como você vê seu presente e seu futuro.
É possível que, ao se olhar dessa maneira, você esteja preso em um ciclo de autocrítica e comparação com os outros, o que só piora o estado emocional. Porém, a verdade é que nunca é tarde para recomeçar. Cada fase da vida tem seus desafios, mas também tem suas oportunidades únicas de crescimento. A maturidade que vem com a experiência de vida, mesmo que essa experiência seja diferente da dos outros, tem grande valor. A questão da enfermidade no olho, embora seja uma dificuldade difícil de lidar, não precisa ser o fim da sua esperança.
Em relação ao seu sentimento de fracasso acadêmico e nas relações pessoais, é importante lembrar que todos enfrentam momentos de dificuldades e que essas falhas não definem quem você é de maneira absoluta. Podemos olhar para esses episódios com mais leveza e compaixão por nós mesmos. Um profissional pode ajudar a ressignificar esses sentimentos, e eu como psicólogo posso te apoiar nesse processo. Trabalhando a ansiedade, a raiva, e o ressentimento, será possível olhar para sua vida de uma forma mais saudável e construtiva. E, ao mesmo tempo, fazer planos para experimentar coisas novas, de maneira realista, respeitando os próprios limites e progressos.
Se quiser conversar mais sobre isso, estou à disposição para ajudar. Um abraço, Vinícius.
-
Estava em uma fase na minha vida em que estava feliz e focado em melhorar, porém nesse meio tempo em
Estava em uma fase na minha vida em que estava feliz e focado em melhorar, porém nesse meio tempo em um certo dia me ocorreu um desânimo, comecei a ficar triste e não queria fazer nada, e até eu voltar ao meu 100% demoraria muito tempo, isso ja ocorreu umas três vezes na minha, estou com falta de apetite, tudo que eu faço parece que fica um lixo, perdido nos meus pensamentos, só queria saber o que é isso, e o que eu poderia fazer para me ajudar, eu quero trabalhar, fazer exercício, dar o meu melhor, mas por que tentar se sempre eu vou acabar falhando por conta disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Parece que você está enfrentando altos e baixos em relação ao seu humor e motivação, o que é algo bem comum em períodos de estresse ou até em momentos em que estamos lidando com desafios internos. A falta de apetite, a sensação de que tudo fica sem sentido e esse "desânimo" que aparece de repente podem ser sinais de que sua mente está pedindo uma pausa, mesmo que você não tenha consciência disso.
Esses momentos de desânimo podem ser uma forma de a sua mente processar algo mais profundo, algo relacionado a expectativas ou até medo de falhar, como você mencionou. Tentar manter o foco em sempre dar o seu melhor é uma ótima intenção, mas é importante também aprender a ser gentil consigo mesmo nos momentos em que as coisas não saem como planejado.
Você pode tentar pequenas ações para ajudar a retomar o foco: estabelecer metas menores, buscar momentos de descanso, e lembrar que tudo bem não estar 100% o tempo todo. Se precisar de um espaço para refletir mais profundamente sobre isso e encontrar formas de lidar com esses períodos, sinta-se à vontade para procurar ajuda! Como psicólogo, posso te ajudar a explorar essas questões com mais profundidade. Um abraço, Vinícius.
-
Fui diagnosticada com transtorno bipolar esse ano, o que me deixou muito impactada. quero saber qual
Fui diagnosticada com transtorno bipolar esse ano, o que me deixou muito impactada. quero saber qual é o impacto do transtorno bipolar na vida cotidiana e nas relações interpessoais? alguém consegue me ajudar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O transtorno bipolar pode impactar a vida cotidiana de várias maneiras, especialmente no que diz respeito ao controle de emoções e à estabilidade de humor. Durante os episódios maníacos, você pode sentir-se extremamente energizada, com ideias aceleradas, e até agir de maneira impulsiva. Já nas fases depressivas, o cansaço, a tristeza e a falta de interesse por atividades cotidianas podem tornar tarefas simples mais difíceis. Isso pode afetar tanto a sua produtividade quanto seu bem-estar emocional.
Nas relações interpessoais, os altos e baixos podem gerar dificuldades em manter a estabilidade nas interações, pois as pessoas ao seu redor podem não entender o que está acontecendo, especialmente quando você está em extremos emocionais. É fundamental ter apoio tanto de profissionais quanto de amigos e familiares. Eu sou psicólogo e posso te ajudar a entender melhor o transtorno e a encontrar estratégias para lidar com ele de maneira mais equilibrada e saudável no seu dia a dia. Um abraço, Vinícius.
-
Há 2 anos atrás desenvolvi ansiedade generalizada e síndrome do pânico. Fiz terapia e isso se deu um
Há 2 anos atrás desenvolvi ansiedade generalizada e síndrome do pânico. Fiz terapia e isso se deu um fim. 2 semanas atrás os sintomas voltaram. Durante as crises o que mais me afetava era a paranoia com doenças. No momento tenho muito medo de ter esquizofrenia e isso tem me afetado de uma forma muito grande. O medo de eu ter, significa que eu possa de fato ter essa doença mental?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É completamente normal ter medos e preocupações intensas quando se enfrenta um transtorno de ansiedade generalizada e síndrome do pânico, como você está descrevendo. O medo de desenvolver doenças mentais, como a esquizofrenia, é uma preocupação bastante comum em pessoas que já passaram por experiências de ansiedade e pânico. A ansiedade pode amplificar esses medos e fazer você se concentrar em possibilidades que, na verdade, não são tão prováveis ou reais.
O fato de você ter medo de ter esquizofrenia não significa que você realmente tenha essa doença. Muitas vezes, os sintomas de ansiedade, como os pensamentos obsessivos e o medo de algo ruim acontecer, podem criar uma sensação de que algo sério está acontecendo, mesmo quando não há uma base real para isso. No entanto, esses pensamentos e sensações são completamente válidos e podem ser tratados de maneira eficaz.
Eu sugeriria que você voltasse a procurar apoio terapêutico, já que pode ajudar a trabalhar esses medos e criar estratégias para lidar com as crises e os pensamentos obsessivos. Eu também estou à disposição caso queira conversar mais sobre isso ou explorar formas de aliviar a ansiedade nesse momento. Um abraço, Vinícius.
-
Recentemente eu decobri um problema com barulhos, qualquer som alto me assusta, um tampa caindo , mu
Recentemente eu decobri um problema com barulhos, qualquer som alto me assusta, um tampa caindo , muitas vozes ao mesmo tempo ou gritos me incomodam tanto que automaticamente tapo os ouvidos e abaixo a cabeça , meu olho treme , é algo psicológico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está descrevendo pode estar relacionado a uma sensibilidade aumentada a estímulos sonoros, que pode ter causas psicológicas ou até físicas. Quando você se sente incomodado ou assustado com sons altos, isso pode estar ligado a uma resposta emocional intensa, como ansiedade ou estresse, onde o corpo reage automaticamente ao barulho. O tremor nos olhos e o ato de tapar os ouvidos podem ser reflexos de uma sobrecarga sensorial, algo comum em pessoas com uma maior sensibilidade ao ambiente.
Essa hipersensibilidade pode ser relacionada a fatores como estresse, ansiedade ou até mesmo um transtorno como a misofonia (uma condição onde sons específicos causam desconforto intenso). Essa resposta pode ser emocional ou até uma maneira do corpo tentar lidar com algo que está causando tensão.
Se isso estiver impactando sua qualidade de vida ou se você sentir que está afetando suas interações sociais ou profissionais, eu sugiro que busque um acompanhamento psicológico. Juntos, podemos explorar o que pode estar por trás dessa reação e desenvolver estratégias para lidar com ela de forma mais tranquila. Um abraço, Vinícius.
-
Olá! Sinto muito medo de passar mal e vomitar, qualquer enjoo que sinto já me desestabiliza e ataca
Olá! Sinto muito medo de passar mal e vomitar, qualquer enjoo que sinto já me desestabiliza e ataca a ansiedade. O que posso fazer para me livrar desse medo? Já faço terapia.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É ótimo saber que você já está fazendo terapia, pois isso é um passo importante para lidar com esses medos. O medo de passar mal ou vomitar pode estar relacionado a uma ansiedade antecipatória, onde o pensamento sobre o mal-estar gera mais ansiedade e desconforto. Trabalhar essas questões em terapia, com foco em técnicas de enfrentamento e reestruturação de pensamentos, pode ser muito eficaz. Continue o acompanhamento, pois a terapia pode ajudar a desenvolver ferramentas para lidar com essas situações de forma mais tranquila. Se achar necessário, converse com seu psicólogo sobre formas de trabalhar especificamente com esse medo. Um abraço, Vinícius.
-
Porque tem mulheres que não gostam de ser tocadas no seio nem nas preliminares e nem durante a relaç
Porque tem mulheres que não gostam de ser tocadas no seio nem nas preliminares e nem durante a relação sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Isso pode ter várias razões, como questões pessoais, culturais, desconforto físico, experiências passadas ou simplesmente preferências individuais. Algumas mulheres podem sentir que toques nessa área não são agradáveis ou desejáveis, ou podem ter associações negativas com esse tipo de contato. A comunicação aberta e respeitosa com o parceiro é essencial para entender e respeitar os limites e preferências de cada pessoa. Se isso for algo que cause desconforto, pode ser útil explorar esses sentimentos com um terapeuta para compreender melhor suas emoções e reações. Um abraço, Vinícius.
-
Atualmente tenho 24 anos e quando era mais jovem, por volta dos 12 anos, eu costumava a utilizar tod
Atualmente tenho 24 anos e quando era mais jovem, por volta dos 12 anos, eu costumava a utilizar todos os dias o MSN e depois passei a utilizar o Whatsapp. Adorava passar horas do dia conversando. Hoje em dia, eu olho as mensagens na barra de notificação e não abro porque não me sinto bem para responder naquele momento. E deixo as mensagens lá até eu achar que estou bem pra responder, o que pode levar minutos, horas ou dias. E isso acontece com todos os tipos de mensagem, a não ser que eu olhe pela barra de notificação e entenda que é algo realmente urgente e importante. Talvez as que eu sinto que é uma cobrança (mesmo que a pessoa não esteja cobrando) sejam as que eu mais demore pra responder. Eu tenho notado em mim que tenho evitado socialização como se fosse algo que me demandasse muito esforço e to me perguntando se é algo preocupante, e se sim, quanto?
Obs: Eu sofro com os sintomas de TAG e me pergunto se posso estar desenvolvendo uma ansiedade social.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O comportamento que você descreve pode estar relacionado à sua ansiedade generalizada (TAG) e à dificuldade em lidar com cobranças ou expectativas externas. Evitar interações sociais, especialmente por meio de mensagens, pode ser uma forma de proteger-se do desconforto causado pela pressão de responder ou pela ansiedade em manter relações sociais. Isso pode ser um sinal de que sua ansiedade está afetando sua socialização, mas não necessariamente indica um transtorno separado como a ansiedade social. Se você perceber que isso está interferindo no seu bem-estar ou nas suas relações, pode ser útil conversar com seu psicólogo para explorar essas questões mais a fundo e encontrar maneiras de lidar com essa sensação de sobrecarga. Um abraço, Vinícius.
-
Olá, desde criança sou considerada uma pessoa impulsiva, fazia as coisas sem pensar, parecia não esc
Olá, desde criança sou considerada uma pessoa impulsiva, fazia as coisas sem pensar, parecia não escutar o que a minha mãe me falava, até aí ok, às vezes só era rebelde. Mas na minha adolescência eu continuava com esse mesmo problema, agindo por impulso em muitas situações, falta de atenção com meus colegas da escola, como certa vez que eu me distrai por alguns minutos e me esqueci que meu colega já tinha chegado e pegado o trabalho comigo, tinha sido muito rápido todos chegaram e pegaram o seu, mas foi algo constrangedor pra mim - um colega meu até brincou me perguntando se eu tinha amnésia. Resumindo outras ocasiões... agora recentemente fui dispensada do meu estágio por "falta de atenção", ela até me perguntou se eu tenho algum problema ou se estou passando por problemas pessoais em casa. Me sinto bem desanimada com tudo, porque me esforcei, do meu ponto de vista entreguei o que tinha que ser feito, tirando alguns erros bobos, mas estou no segundo semestre da faculdade de Contábeis, precisava do suporte dela pra aprender e executar as tarefas com êxito.
Vou marcar uma consulta com um psicólogo, só queria saber a opinião de um profissional especialista na área primeiro... O ideal é um psicólogo? Ou um neurologista?
Obrigada pela atenção!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
Entendo a frustração que você está sentindo com essa falta de atenção que tem prejudicado tanto sua vida pessoal quanto acadêmica, mas fico feliz que você esteja buscando ajuda. A impulsividade e a dificuldade de concentração, especialmente se isso já acontece desde a infância, podem ser características associadas a diversos fatores, como dificuldades de atenção ou até mesmo algum tipo de transtorno, como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, é importante não fazer um diagnóstico sem uma avaliação detalhada.
O ideal é procurar um psicólogo primeiro, pois ele pode ajudar a explorar os fatores emocionais, comportamentais e psicológicos que estão influenciando sua atenção e impulsividade. O psicólogo também pode te encaminhar, caso perceba a necessidade de uma avaliação neurológica, caso haja alguma suspeita de questões mais específicas.
Em terapia, podemos trabalhar questões relacionadas ao controle da impulsividade, formas de lidar com a ansiedade e até estratégias de organização e concentração. Eu também estou à disposição para te ajudar com isso, caso queira discutir mais sobre suas dificuldades. Um abraço, Vinícius.
-
Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um
Pq as mães preferem os filhos do que as filhas? Tenho 20 anos e Sou a mais nova. tenho 2 irmãos, um de 22 e outro de 24. Minha mãe trata eles diferentes dms… enquanto cmg é tão fria, ela não é narcisista, eu tenho quase certeza que não
Minha psicóloga diz que é pq ela apenas não tem esse amor para me dar então ela não consegue… mas pq ela tem pros meus irmãos e pra mim não?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É doloroso sentir que o amor ou atenção da mãe não é distribuído de forma igualitária, e entendo como isso pode gerar confusão e sofrimento. Quando isso acontece, existem várias possibilidades para tentar compreender o que pode estar acontecendo.
O que sua psicóloga disse pode refletir uma percepção de que sua mãe, por alguma razão, não tem a mesma energia ou afeto disponível para você. Isso pode ser influenciado por uma série de fatores, como a dinâmica familiar, dificuldades emocionais não resolvidas de sua mãe, ou até mesmo as diferentes formas de vínculo que se criam com cada filho, que podem ser influenciadas pela idade, personalidade e situações de vida de cada um.
O fato de você ser a mais nova pode influenciar isso também. Muitas vezes, a relação com o filho mais novo pode ser diferente, por um misto de expectativas e experiências anteriores. Em algumas famílias, a mãe pode ter um vínculo mais forte com os filhos mais velhos, com quem ela já passou por mais etapas da maternidade, e pode acabar tratando os mais novos de forma diferente, sem uma explicação clara.
É importante lembrar que a forma como você se sente é válida, e essas questões podem ser trabalhadas em terapia. Se essa relação estiver afetando profundamente sua autoestima e seu bem-estar, o processo terapêutico pode ajudar a explorar essas dinâmicas familiares e ajudá-la a lidar com esses sentimentos de maneira mais saudável. Se você achar que é útil, também posso ajudá-la a pensar sobre como se posicionar em relação a esses sentimentos em um ambiente mais seguro e acolhedor, caso queira compartilhar mais sobre isso. Um abraço, Vinícius.
-
Tenho oscilação emocionais varias vezes durante, tenho picos rápidos de euforia e em questão de segu
Tenho oscilação emocionais varias vezes durante, tenho picos rápidos de euforia e em questão de segundos fico deprimido de novo. Isso acontece diversas vezes durante o dia. Ja foi descartado o diagnóstico de bipolaridade pelo psiquiatra (o que eu já esperava). Geralmente quais são as possíveis causas disso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! É bom que você já tenha conversado com um psiquiatra e descartado a bipolaridade. Oscilações emocionais rápidas podem estar relacionadas a uma série de fatores, como estresse, ansiedade, dificuldades com regulação emocional ou até mesmo alterações hormonais. Além disso, o ambiente em que você está inserido, suas relações e até a qualidade do sono podem influenciar esses picos de euforia seguidos de tristeza.
Essas flutuações também podem ser resultado de padrões de pensamento que você possa ter, como o perfeccionismo ou uma tendência a se autocrítica. A terapia, especialmente com foco na regulação emocional, pode ser uma boa forma de ajudar a identificar e lidar com essas flutuações. Se você já está em terapia, é algo importante a ser trabalhado com seu psicólogo. Um abraço, Vinícius.
Autor
Perguntas frequentes
-
comecei a sentir algumas fisgadas na cicatriz do implanon. Ele está intacto. Faz 10 meses que tenho
Fisgadas ou sensibilidade na região da cicatriz do Implanon podem ocorrer…