Perguntas do paciente (839)

  • Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??

    Formigamento na cabeça ou no meio da cabeça pode ser sintoma de ansiedade??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, o formigamento na cabeça pode ser um sintoma relacionado à ansiedade. A ansiedade pode causar uma série de reações físicas no corpo, como tensão muscular e alterações na circulação sanguínea, o que pode resultar em sensações como formigamento, principalmente na cabeça ou no rosto. Embora esse tipo de sintoma seja comum em pessoas com ansiedade, é importante observar se outros sinais estão presentes, como a persistência dos sintomas ou a frequência com que ocorrem. Recomendo procurar um profissional, como um psicólogo, para explorar mais profundamente essas sensações e entender o que pode estar acontecendo em seu caso. Estou disponível para uma conversa, caso queira. Um abraço, Vinícius.


  • É normal a transferência amorosa/afetiva? Me sinto muito agustiada e insegura de falar para a minha

    É normal a transferência amorosa/afetiva? Me sinto muito agustiada e insegura de falar para a minha psicóloga e ela decidir romper o meu tratamento... Devo falar para ela?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! A transferência amorosa ou afetiva é um fenômeno bastante comum no processo terapêutico, especialmente em tratamentos de longo prazo. Ela ocorre quando o paciente começa a projetar sentimentos ou expectativas em relação ao terapeuta, muitas vezes como uma forma de reviver experiências emocionais passadas. Isso não significa que esses sentimentos sejam reais ou adequados à relação terapêutica, mas sim que eles refletem dinâmicas internas que podem ser exploradas durante a terapia.

    No seu caso, a angústia e insegurança de expressar esses sentimentos para a psicóloga são compreensíveis, mas falar sobre isso pode ser extremamente útil para o seu processo de autoconhecimento e crescimento. A relação terapêutica é um espaço seguro e livre de julgamentos, onde as emoções podem ser expressas e analisadas. Ao trazer esses sentimentos à tona, você pode trabalhar suas inseguranças e compreender melhor a dinâmica da transferência.

    Eu te aconselho a falar com sua psicóloga sobre isso. Ela pode te ajudar a entender esses sentimentos e orientá-la de forma acolhedora. Lembre-se de que o terapeuta está ali para apoiar o seu processo de cura, e não para "romper" o tratamento por algo que surge nesse contexto.

    Se precisar de mais apoio ou quiser falar mais sobre isso, estou à disposição como psicólogo.

    Um abraço, Vinícius.


  • Passo por situações estranhas a algum tempo, uma espécie de transe que te faz se sentir vazio e com

    Passo por situações estranhas a algum tempo, uma espécie de transe que te faz se sentir vazio e com uma percepção do que está acontecendo no momento diferente, é como se do nada o mundo parasse e ficasse mais quieto, você também. Se está em situação social parece que as pessoas ficam em segundo plano e vc passa a ter vontade de observar e tocar nas coisas. Não sei até onde isso deveria ser normal.
    Se assemelha a percepção de uma
    música chamada "fetish" da Selana Gomes, o ponto não é contexto mas sim a ambientação e as ações.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! O que você está descrevendo parece se alinhar a experiências dissociativas, que são episódios nos quais a pessoa sente uma desconexão de si mesma ou do ambiente ao redor. Essa sensação de "vazio", como se o mundo estivesse parando ou ficando mais quieto, é característica de estados dissociativos, que podem surgir em momentos de estresse, ansiedade ou até mesmo como uma resposta do corpo a traumas emocionais.

    Essa percepção alterada das pessoas e do ambiente, onde tudo ao redor parece distante ou em segundo plano, também pode ser uma manifestação de dissociação, que muitas vezes é uma forma do corpo e da mente se protegerem em situações de sobrecarga emocional.

    É importante ressaltar que essas experiências podem ser um indicativo de algo que precisa ser trabalhado com um terapeuta. Se esses episódios estão impactando a sua qualidade de vida ou gerando desconforto, seria útil explorar esses sentimentos em um ambiente terapêutico. A psicanálise pode ser uma forma de investigar as causas subjacentes dessa dissociação e compreender melhor o que está por trás dessas sensações.

    Se quiser falar mais sobre isso ou entender melhor os motivos por trás dessas experiências, estou disponível para conversarmos mais a fundo.

    Um abraço, Vinícius.


  • Minha filha tem depressao ha 7 anos e ela disse que nao consegue mais se imaginar sem depressao e qu

    Minha filha tem depressao ha 7 anos e ela disse que nao consegue mais se imaginar sem depressao e que nao quer melhorar pois agora gosta disso.. Isso é algum quadro da depressao? o que fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! O que sua filha está expressando parece estar relacionado a um fenômeno que pode ocorrer em casos de depressão crônica, quando a pessoa se acostuma com o estado de sofrimento e pode ter dificuldade de imaginar a vida sem ele. Essa sensação de "não querer melhorar" pode ser um reflexo da própria resistência ao tratamento ou até mesmo da sensação de identidade construída em torno da depressão. É importante lembrar que a depressão não deve ser vista como uma característica permanente ou uma parte "natural" da pessoa.

    Essa resistência ao tratamento pode estar ligada a vários fatores, incluindo medo da mudança, desconforto com a ideia de lidar com os sentimentos sem a proteção que a depressão oferece, ou até uma forma de autopunição que pode surgir devido ao sofrimento prolongado. É essencial que ela continue o tratamento, possivelmente ajustando abordagens terapêuticas, e que tenha apoio de um profissional qualificado, como psicólogos ou psicanalistas, para ajudá-la a entender esses sentimentos e a trabalhar de forma saudável os traumas e questões emocionais.

    Se você desejar, posso orientá-la de forma mais personalizada como terapeuta. Fique à vontade para procurar minha ajuda.

    Um abraço, Vinícius.


  • Tem algum especialista por ai que seja especializado no tratamento da fobia social? Digo especializa

    Tem algum especialista por ai que seja especializado no tratamento da fobia social? Digo especializado mesmo, que trabalha muito com isso e viu resultados positivos em seus pacientes.
    Estou disposto.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A fobia social pode ser um desafio significativo e, para lidar com ela de maneira eficaz, é importante buscar um profissional com experiência nesse tipo de condição. A psicanálise pode ajudar a explorar as causas mais profundas dessa fobia, identificando padrões emocionais e inconscientes que podem estar influenciando suas reações e sentimentos em situações sociais. Entender esses aspectos pode proporcionar alívio e uma abordagem mais duradoura. Eu estou disponível para uma conversa mais aprofundada sobre isso, caso queira marcar uma sessão para conversarmos melhor.

    Um abraço, Vinícius.


  • Pessoas que sofreram ou tiveram traumas podem se tornar mau caráter?

    Pessoas que sofreram ou tiveram traumas podem se tornar mau caráter?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O trauma pode ter um impacto profundo na vida emocional e comportamental de uma pessoa, mas não é correto afirmar que o trauma necessariamente transforma alguém em "mau caráter". O caráter de uma pessoa é uma construção complexa, influenciada por muitos fatores, incluindo educação, valores, experiências de vida e, sim, como ela lida com os traumas. Algumas pessoas podem reagir ao sofrimento de formas mais adaptativas, buscando apoio e enfrentando suas dificuldades, enquanto outras podem, em certos contextos, adotar comportamentos defensivos ou até prejudiciais a si mesmas e aos outros. O importante é compreender que o tratamento e a psicanálise podem ajudar essas pessoas a entender e processar o trauma de forma mais saudável, possibilitando mudanças no seu comportamento e nas suas relações. Se esse for o seu caso ou de alguém próximo, estou disponível para conversarmos melhor e ajudá-los nesse processo.

    Um abraço, Vinícius.


  • Parafilia pode evoluir para transtorno parafilico?

    Parafilia pode evoluir para transtorno parafilico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca


    Olá! A parafilia se refere a interesses sexuais atípicos que, em muitos casos, são considerados inofensivos e podem ser parte da diversidade da sexualidade humana. No entanto, quando esses interesses se tornam prejudiciais à pessoa ou aos outros, a parafilia pode evoluir para um transtorno parafílico. Para que uma parafilia seja diagnosticada como transtorno parafílico, ela precisa causar sofrimento significativo à pessoa ou levar a comportamentos ilegais ou prejudiciais, como abuso ou exploração. Esse transtorno, assim como outros quadros, pode ser tratado com psicoterapia, e, no caso de questões mais específicas e delicadas, a psicanálise pode ser útil para entender as origens e os processos subjacentes. Se precisar conversar mais sobre isso e buscar orientações, estou à disposição.

    Um abraço, Vinícius.


  • Se a pessoa sente nojo, medo e ansiedade das ações do passado e medo de que terem se tornando reais

    Se a pessoa sente nojo, medo e ansiedade das ações do passado e medo de que terem se tornando reais ou muito medo de ser essa pessoa ruim seria um toc sexual ? Mesmo tendo indícios na lembrança que vc fez algo errado ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve parece mais relacionado a uma angústia significativa e confusão interna, o que pode ser um reflexo de um quadro de TOC (Transtorno Obsessivo-Compulsivo) de natureza sexual. No TOC, as pessoas muitas vezes têm pensamentos intrusivos sobre ações que consideram erradas ou imorais, acompanhados de um grande medo de que essas ações possam se tornar realidade ou de que estejam de alguma forma definindo quem são. Esses pensamentos, embora angustiante, não são ações reais e sim fantasias ou medos que a mente tenta processar de forma distorcida. A sensação de nojo, medo e ansiedade em relação ao passado, e o receio de se tornar uma pessoa "ruim", são comuns nesse tipo de quadro. A psicanálise pode ajudar a explorar essas questões mais profundas, entendendo a origem desses pensamentos e trabalhando para aliviar a angústia associada. Se você sentir que isso está afetando sua qualidade de vida, pode ser interessante buscar ajuda terapêutica.

    Um abraço, Vinícius.


  • A parafilia evolui para o transtorno parafilico alguma hora ?

    A parafilia evolui para o transtorno parafilico alguma hora ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A parafilia se refere a interesses sexuais atípicos que, em muitos casos, são considerados inofensivos e podem ser parte da diversidade da sexualidade humana. No entanto, quando esses interesses se tornam prejudiciais à pessoa ou aos outros, a parafilia pode evoluir para um transtorno parafílico. Para que uma parafilia seja diagnosticada como transtorno parafílico, ela precisa causar sofrimento significativo à pessoa ou levar a comportamentos ilegais ou prejudiciais, como abuso ou exploração. Esse transtorno, assim como outros quadros, pode ser tratado com psicoterapia, e, no caso de questões mais específicas e delicadas, a psicanálise pode ser útil para entender as origens e os processos subjacentes. Se precisar conversar mais sobre isso e buscar orientações, estou à disposição.


  • Uma pessoa pode ter toc sexual e transtorno parafilico juntos?

    Uma pessoa pode ter toc sexual e transtorno parafilico juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, é possível que uma pessoa tenha tanto TOC sexual quanto um transtorno parafílico ao mesmo tempo, embora esses dois quadros sejam distintos. O TOC sexual geralmente envolve obsessões e compulsões relacionadas a pensamentos indesejados ou preocupações com comportamento sexual, sem uma intenção real de agir de maneira parafílica. Já os transtornos parafílicos envolvem padrões persistentes de interesse sexual por objetos, atividades ou situações atípicas, que causam desconforto ou afetam negativamente a vida do indivíduo. A interação entre esses dois quadros pode gerar confusão e sofrimento emocional, e uma análise mais profunda pode ser necessária para compreender as origens e os impactos desses comportamentos. Se desejar, podemos conversar mais sobre isso em uma sessão, onde podemos explorar suas preocupações de maneira mais detalhada.

    Um abraço, Vinícius.


  • É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?

    É possível se curar da parafilia desenvolvendo o toc sexual ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A questão sobre a relação entre parafilia e o transtorno obsessivo-compulsivo sexual (TOC sexual) é complexa. No campo da psicanálise, compreendemos que a sexualidade humana é multifacetada, e os sintomas ou comportamentos de uma pessoa podem estar ligados a processos inconscientes mais profundos, como traumas ou fixações. A mudança de um comportamento para outro, como no caso da tentativa de "curar" a parafilia com o TOC sexual, pode não ser uma solução terapêutica ideal, pois é necessário compreender as origens e os significados dessas manifestações. Para um entendimento mais aprofundado e um processo terapêutico eficaz, seria importante explorarmos esses aspectos em um espaço seguro e acolhedor. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • O que é uma crise de ansiedade? O que acontece? Quem dá o diagnóstico de ansiedade?

    O que é uma crise de ansiedade? O que acontece?
    Quem dá o diagnóstico de ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A crise de ansiedade é uma resposta emocional intensa, geralmente acompanhada de sintomas físicos como falta de ar, palpitações, suor excessivo, tremores e sensação de que algo ruim vai acontecer. Ela pode ser desencadeada por situações estressantes ou até mesmo ocorrer sem um motivo claro, o que gera um ciclo de apreensão e desconforto. Psicologicamente, ela pode estar ligada a sentimentos de medo, insegurança ou um excesso de preocupação com o futuro. No contexto psicanalítico, as crises de ansiedade podem estar relacionadas a conflitos internos não resolvidos, que afloram em momentos de pressão ou tensão. O diagnóstico de ansiedade é geralmente feito por um psicólogo ou psiquiatra, que avalia os sintomas, o contexto da pessoa e a duração desses episódios. Caso você esteja enfrentando essas dificuldades, podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e explorar os possíveis fatores inconscientes envolvidos. Um abraço, Vinícius.


  • Olá! Gostaria de saber se é verdade que existe enjôo psicólogico e se sim, existe uma possibilidade

    Olá! Gostaria de saber se é verdade que existe enjôo psicólogico e se sim, existe uma possibilidade de tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Sim, o "enjôo psicológico" pode acontecer e é frequentemente associado a respostas emocionais ou psicológicas a situações de estresse, ansiedade ou traumas. Embora não seja um diagnóstico médico formal, o enjôo pode ser um sintoma físico de algo mais profundo, como um conflito emocional ou psicológico não resolvido. Na psicanálise, entendemos que a mente e o corpo estão profundamente conectados, e o mal-estar físico, como o enjôo, pode ser uma manifestação de angústia ou repressão emocional. O tratamento pode envolver a exploração desses sentimentos subjacentes, permitindo que a pessoa compreenda as causas emocionais do desconforto e trabalhe para resolvê-las. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e investigar as raízes do seu mal-estar. Um abraço, Vinícius.


  • Sou casada a 1 ano, meu marido tem filhos de outros cônjuge. Durante nosso namoro eu sempre incentiv

    Sou casada a 1 ano, meu marido tem filhos de outros cônjuge. Durante nosso namoro eu sempre incentivei ele a ter contato com as crianças, pq ele tinha pouco. Quando casamos ele decidiu ter esse contato com as crianças com bases judiciais, pegar toda semana e etc… Apesar se sempre dizer a ele pra ter esse contato, quando as crianças começaram a frequentar nossa casa, não aceitei bem, ficava indiferente, sempre achei muito responsabilidade, logo pra mim que nunca quis filhos. E se essa criança se machucar junto comigo tenho medo de achar que fiz algum mal. Enfim… apesar de não aceitar bem essa ideia de convívio comigo, eu tento fazer dar certo, pq afinal, conheci o pai delas sabendo que tinha filhos, então sei que devo aceitar. E eu aceito, estou no processo de pegar afinidade com as crianças, pra eles verem em mim alguém em quem possam confiar, mas meu marido não me deixa ter essa aproximação com eles. Quando as crianças vem, ele sai com eles e programa coisas sem mim, eu me sinto totalmente excluída. Já conversei com ele diversas vezes sobre isso. Mas não acho certo ter que ficar cobrando ele pra que eu tenha intimidade com os filhos dele, ele deveria achar bom, e não evitar que eu tenha contato. Sou esposa dele, acho esse contato importante enquanto as crianças ainda estão pequenas, pra crescer ambos com respeito a mim e ver em mim uma amiga, se deixar eles crescerem pra conseguir esse contato, creio que será mais difícil. Não sei qual é a do me marido. Seria ciúmes? Medo de eu fazer algo ruim com as crianças? Vamos acabar findando nosso relacionamento por ele não aceitar a minha inclusão na vida dos filhos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Entendo que essa situação deve estar gerando muitos sentimentos confusos e conflitantes em você. Na psicanálise, é importante considerar que os comportamentos e reações de seu marido podem estar sendo influenciados por questões inconscientes, como um possível medo de que a relação dele com as crianças seja afetada pela sua presença. O fato dele evitar sua aproximação com as crianças pode estar relacionado a um medo de perder o vínculo com elas ou, talvez, a um complexo de lealdade, onde ele se sente dividido entre os dois papéis: o de pai e o de marido. Sua preocupação em se sentir excluída e a insegurança quanto a esse contexto também são compreensíveis. Você está se colocando em um lugar delicado, tentando conciliar seu papel de esposa e de figura potencialmente materna, sem querer pressionar, mas ao mesmo tempo buscando um espaço de convivência saudável. Para entender melhor esse padrão e as dinâmicas entre vocês, seria muito válido refletirmos sobre esses sentimentos em um espaço terapêutico, onde podemos explorar as origens desse mal-estar. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Não sei como contar para minha terapeuta que me identifico como trans. Há meses tendo falar para ela

    Não sei como contar para minha terapeuta que me identifico como trans. Há meses tendo falar para ela, pois acredito que levar isso para terapia possa me ajudar a futuramente me assumir para minha família e iniciar a transição, porém nunca encontro coragem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Entendo que essa é uma situação desafiadora, e é completamente compreensível que você sinta receio em compartilhar algo tão pessoal e significativo. Na psicanálise, a revelação de aspectos tão profundos da nossa identidade é um processo de grande importância, e a relação com a terapeuta deve ser um espaço seguro para isso. O medo de ser vulnerável é natural, mas, ao mesmo tempo, contar à sua terapeuta sobre a sua identidade pode ser um passo importante para você, não só para a sua transição, mas também para o autoconhecimento e para o apoio emocional que você merece nesse processo. Você pode começar abordando a questão com ela de forma gradual, como por exemplo, mencionando a dificuldade que está encontrando para compartilhar isso, o que pode abrir um espaço mais acolhedor e menos pressionado para essa conversa. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Tenho alguns problemas psicológicos que gostaria de estar avaliando para saber se é normal, tenho pr

    Tenho alguns problemas psicológicos que gostaria de estar avaliando para saber se é normal, tenho problemas com foco, procrastinação, administração de tempo e sempre esqueço de coisas pequenas do dia dia; passei uma infância solitária então gostava de imaginar e criava varias cenas e histórias na minha cabeça sobre desenhos ou livros hoje isso me perturba pois agora é sobre minha vida imagino das piores as melhores coisas; não tenho ânimo e muito menos motivação para nada me sinto cansado sem ter me esforçado, um vazio e vitórias minhas que não me deram satisfação; graças a má influência (penso eu) sinto ciúmes ou inveja exagerada eu nao consigo ver alguém ou um amigo que esteja em um cargo superior ou adquirindo coisas melhores, mantenho a postura mas é angustiante; tenho alguns problemas de comunicação desde que comecei a caçar o meu lugar na sociedade não consigo fazer amizades fico tremulo ou erro o português ao falar com pessoas novas ou com profissionais (da atendente da sorveteria a entrevistadora do processo seletivo). Gostaria de saber oque eu tenho ou qual profissional eu devo buscar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve parece envolver uma série de dificuldades emocionais e comportamentais que podem estar relacionadas a questões profundas e complexas, como sentimentos de insegurança, baixa autoestima, ansiedade e até traumas relacionados à sua infância. A sensação de vazio, a falta de motivação e os problemas de foco e procrastinação podem estar conectados a uma experiência interna de angústia, muitas vezes originada de vivências passadas. O ciúmes e a inveja exacerbados, bem como os problemas de comunicação e dificuldade de estabelecer vínculos sociais, podem ser manifestações de um conflito interno entre o desejo de ser aceito e o medo de não ser bom o suficiente. A psicanálise pode ser uma abordagem útil para explorar esses sentimentos e entender melhor as causas inconscientes que podem estar alimentando esses comportamentos. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre tudo isso e investigar suas experiências de forma mais profunda. Um abraço, Vinícius.


  • Languishing pode ser considerado um transtorno mental? E como se trata?

    Languishing pode ser considerado um transtorno mental? E como se trata?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! Languishing, embora não seja classificado como um transtorno mental formalmente, é um termo que descreve um estado de apatia, falta de motivação e sensação de estagnação emocional. É como um "meio-termo" entre o bem-estar e a depressão, onde a pessoa se sente desconectada de suas emoções e da vida em geral, mas não chega a ter os sintomas mais intensos de um transtorno mental. No campo psicanalítico, esse estado pode ser visto como uma consequência de um bloqueio emocional ou um afastamento das próprias necessidades e desejos, que muitas vezes estão relacionados a questões inconscientes não resolvidas. O tratamento passa por um processo de autoconhecimento e reflexão, buscando entender as causas profundas desse mal-estar e resgatar o vínculo da pessoa com suas emoções, valores e objetivos. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso e explorar as possíveis raízes desse estado. Um abraço, Vinícius.


  • Pais sem filhos, estranha separação. Na ótica dos Pais. Tudo acontece muito rápido e dolorido,

    Pais sem filhos, estranha separação.

    Na ótica dos Pais.

    Tudo acontece muito rápido e dolorido, o tempo passa numa velocidade tão feroz que, os anos vão distanciando ainda mais o que antes era cotidiano e intenso. Veio a separação de forma inesperada para os filhos e ao mesmo tempo um grande choque se fez na mente deles, ainda mais quando a tendência da separação vem se arrastando com dores por muitos anos e estas dores são compartilhadas e acabam interferindo nos filhos que as absorve na mesma proporção que se encaminha a dissolução de fato.

    Quando o distanciamento se faz, é muito complicado ter de volta uma aproximação esperada com os filhos, parece que se quebra algo e que este algo, não tem como "consertar" e, a opção por vezes é mútua pelo afastamento, afinal existem fatores influenciadores deste distanciar que partem dos pais que agora buscam refazer suas vidas e em outras dos filhos que se sentem numa gangorra de escolhas duras e complicadas e que, acabam tendenciando para aquele que se encontra no mesmo teto ou por algum outro motivo muito particular que só na cabeça deste filho(a) se sabe.

    A ótica da dor pode ser muito maior e as questões psicológicas podem refletir imediatamente tanto nos pais, agora sem os filhos e nos filhos, agora com um pedaço de sua família distante e ausente, a ausência não se dá pelo querer de estar ausente, mas por conta de tantas variáveis, de tentativas de aproximações e pelo momento delicado, por vezes, observa-se que poderia ser mais dolorida a aproximação, do que o afastar propriamente e, nesta visão ainda conturbada achar que, o mais propício a ser feito é realmente se distanciar nisto, o tempo se mostra cruel, pois no despertar de um dia, percebe-se os anos que já se fizeram e, por mais que se tenha feito, o passar do tempo, não define as vidas e, parece que nada mudou ou que algo mudará.

    Chega uma hora crítica em que a busca pela reaproximação é latente e, ocorre na mesma proporçao, as diversas tentativas frustradas, que irão com isto, acumular mais dores de ambos os lados, algumas destas dores proximas de serem esquecidas e outras novas que irão surgir neste meio tempo e tornará de forma inconsequente e quase fatídica, um novo distanciar que se apressa em tomar suas formas, pois as ausências enfraqueceram as vontades, tanto dos filhos, quanto dos pais, pois não se vislumbra um sinal de que as coisas irão tomar caminhos de reaproximação, porque o tempo da mesma forma que é rápido, em outras, nas horas de dor que temos pelos caminhos individuais, tanto para os filhos como para os pais é algo tão duradouro que nos remete à ter ainda mais vontade de tornar o afastamento algo definitivo e, isto se transborda em sentimentos de angustia, impotência e falta de soluçao, a reaproximação precipitada pode ser o desfecho de uma perda de contato ainda maior entre pais e filhos e que, deverão aguardar mais alguns anos para se recompor ou se perder em absoluto.

    É uma linha bastante tênue e que, o dia a dia tanto dos pais quanto dos filhos deixa transcorrer por anos e por vezes insolúveis.

    Como lidar não com este fato, mas sim com as expectativas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve é um processo muito doloroso e complexo de separação e distanciamento familiar, onde as emoções, as perdas e as expectativas se entrelaçam e afetam tanto pais quanto filhos. Na psicanálise, compreendemos que os vínculos familiares são fundamentais para a formação do sujeito, e quando esses vínculos se quebram ou se enfraquecem, há uma dor profunda que não se resolve facilmente. As expectativas, tanto dos pais quanto dos filhos, podem ser difíceis de lidar porque muitas vezes se baseiam em idealizações de como a relação deveria ser, ou no desejo de reparação, que nem sempre é possível de forma imediata. O tempo e as experiências acumuladas dificultam o processo de reaproximação, e, muitas vezes, o afastamento se torna uma forma de proteção contra a dor contínua. É importante compreender que as expectativas precisam ser ajustadas à realidade da situação, e que, embora a dor seja grande, há uma oportunidade de reconstruir os vínculos de forma gradual, respeitando os limites e o tempo de cada um. Podemos explorar esses sentimentos e expectativas mais a fundo em um espaço terapêutico, onde é possível lidar com a angústia de forma mais saudável e acolhedora. Podemos marcar uma sessão para conversar melhor sobre isso. Um abraço, Vinícius.


  • Eu e meu namorado somos bem diferentes, eu sou mais boba, acho graça de quase tudo, e ele é uma pess

    Eu e meu namorado somos bem diferentes, eu sou mais boba, acho graça de quase tudo, e ele é uma pessoa mais séria, quase não ri. Temos assuntos diferentes, ele gosta de falar de economia e política, gosta tanto que fala até esgotar. Eu sou da área da saúde, estudo farmácia. Ele é praticamente contra medicamentos, já falou várias vezes que quem toma medicamento são pessoas fracas, que não suportam sentir a dor, ele adora academia. E trabalha durante o dia e também trabalha na madrugada, eu trabalho até as 22h e faço faculdade de manhã então a gente só consegue se encontrar no sábado de manhã Ou domingo de manha, a gente consegue ficar o dia todo quando o sábado ou domingo cai na minha folga. E durante a semana quase não temos contato, nenhum bom dia, boa noite, chegou bem.. A semana inteira ficamos sem interação nenhuma, já falei várias vezes pra ele que eu sinto que nao estou num relacionamento, ele fala que eu só cobro ele. Eu tô quase convicta de que não damos certo, mas é tão ruim querer ficar num relacionamento que a gente sente que não vai pra frente

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! O que você descreve parece ser uma situação de desconexão emocional, onde as diferenças de personalidade, interesses e até a falta de tempo juntos acabam criando um distanciamento que gera frustração e sofrimento. Na psicanálise, compreendemos que as relações funcionam como espaços de troca emocional, e quando há uma falta dessa troca, como o que você mencionou, pode surgir uma sensação de vazio e solidão. O fato de seu namorado não corresponder às suas necessidades de carinho e proximidade, mesmo depois de você expressar seus sentimentos, pode indicar uma falta de atenção ao seu mundo emocional, o que, com o tempo, pode ser desgastante. As diferenças de valores e visão de vida também são desafios significativos. É importante, nesse caso, refletir sobre o que você realmente deseja para si mesma e o que é possível dentro dessa relação. Caso queira conversar mais sobre seus sentimentos e como isso impacta sua vida, podemos marcar uma sessão para explorar tudo isso com mais profundidade. Um abraço, Vinícius.


  • Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Vinícius Eduardo Martino Fonseca

    Olá! A diferença entre o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) e as "tendências narcisistas" está na intensidade e na constância dos comportamentos. O Transtorno de Personalidade Narcisista é um diagnóstico clínico que envolve um padrão duradouro de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia, frequentemente afetando significativamente a vida da pessoa e seus relacionamentos. Esse transtorno está relacionado a um funcionamento psíquico mais rígido e disfuncional, onde a pessoa tem uma percepção distorcida de si mesma e dos outros. Já as "tendências narcisistas" referem-se a comportamentos ou traços que podem ser presentes em qualquer pessoa, mas sem a gravidade e o impacto na vida social ou emocional que caracterizam o transtorno. Essas tendências podem ser observadas em momentos específicos ou em situações de estresse, sem que haja uma definição patológica. O tratamento do TPN exige uma abordagem terapêutica mais profunda, enquanto as tendências podem ser trabalhadas de forma mais pontual, dependendo do contexto. Podemos explorar esses conceitos e seus impactos em uma sessão, se desejar. Um abraço, Vinícius.


Perguntas frequentes

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