Perguntas do paciente (3)
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Olá É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?
Olá
É normal um psicólogo durante a consulta interromper o paciente pra falar da vida pessoal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Pode acontecer, mas depende muito de como isso acontece durante a sessão.
Às vezes, o psicólogo pode compartilhar algo sobre si, inclusive uma experiência pessoal, quando isso ajuda o paciente a refletir sobre aquilo que está vivendo. Mas a sessão continua sendo sobre o paciente, e não sobre a vida do psicólogo.
Se você percebe que é interrompido com frequência para ouvir histórias pessoais do profissional, pode perguntar tranquilamente: “Como isso que você está me contando se relaciona com o que estamos trabalhando?” Essa conversa também pode ser importante dentro da própria terapia.
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É verdade que as 3 da manhã o cérebro desacelera a onda Cerebral gera ondas Alfa e relaxamento autom
É verdade que as 3 da manhã o cérebro desacelera a onda Cerebral gera ondas Alfa e relaxamento automaticamente naturalmente? mesmo em pessoas que tem dificuldades em relaxar pra dormir e que tem insônia intensa?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Seu organismo possui mecanismos naturais para induzir o sono, mas eles não funcionam como um relógio que às 3h da manhã automaticamente coloca o cérebro em relaxamento. Na insônia, podemos ter uma combinação de pressão de sono, ritmo circadiano e estado de alerta que mantém a pessoa acordada mesmo quando ela está cansada.
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Como a TCC pode ajudar um jogador de futebol a perder e lidar com o medo de errar, pressão da torcid
Como a TCC pode ajudar um jogador de futebol a perder e lidar com o medo de errar, pressão da torcida, medo de ser criticado, medo de ser julgado, necessidade de agradar a todos, e o medo de jogar contra times e campeonatos grandes? Quando o atleta aprende a perder e lidar com esses medos, o desempenho e a performance sobe muito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na TCC, o objetivo não é fazer o jogador deixar de sentir medo, mas ajudá-lo a não ser comandado por ele. Trabalhamos pensamentos como “não posso errar”, “vão me criticar” ou “preciso provar meu valor”, além da necessidade de agradar e do medo de enfrentar adversários ou campeonatos importantes. O atleta aprende a identificar esses padrões, lidar melhor com a ansiedade, tolerar erros e frustrações e voltar a atenção para aquilo que está sob seu controle: a próxima jogada, a decisão e a execução. Quando o medo deixa de determinar seu comportamento, o atleta pode conseguir acessar melhor as habilidades que já possui, o que pode favorecer seu desempenho e sua performance.
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Perguntas frequentes
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Olá bom dia! Não há interferência direta conhecida entre a vacina anti-rábica…