Perguntas do paciente (50)

  • Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por M

    Ver outras pessoas estudando, produzindo ou até mesmo fazendo coisas aparentemente divertidas (por Midas sociais ou pessoalmente) me deixam nervosa e me fazem querer me isolar. Sinto que não consigo estudar, me divertir, ter uma vida legal, ou amigos. O que será isso?
    Às vezes, coisas me remetem ao meu passado e a impressão que tenho sobre ele é que ele foi triste, mas eu sei que tiveram coisas boas mas até as coisas boas parecem tristes. Me sinto sozinha muito frequentemente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Parece que você está passando por um momento desafiador em que se sente desconfortável ao ver outras pessoas se divertindo ou sendo produtivas, e isso te faz querer se isolar. Esses sentimentos podem estar ligados a uma série de questões, incluindo experiências passadas que estão ressurgindo em sua mente.
    Um psicanalista pode ajudá-lo a explorar esses sentimentos e entender melhor suas origens. Eles podem ajudá-lo a examinar seu passado e como ele pode estar influenciando suas percepções e comportamentos atuais. Além disso, um psicanalista pode ajudá-lo a ressignificar suas experiências passadas, permitindo que você veja não apenas as partes tristes, mas também as positivas, de uma maneira mais equilibrada.
    Ao trabalhar com um psicanalista, você terá a oportunidade de explorar seus sentimentos de solidão e dificuldades em se relacionar com os outros. Eles podem ajudá-lo a desenvolver estratégias para lidar com esses sentimentos e construir relacionamentos mais satisfatórios. Não hesite em buscar ajuda profissional, pois isso pode ser um passo importante em direção ao entendimento e à cura.


  • Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos i

    Olá gostaria de dicas para estimulação para meu filho autista que está apresentando comportamentos inadequados na rua,sai correndo,não quer obedecer....

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Entendo que lidar com comportamentos inadequados na rua pode ser desafiador, especialmente quando se trata de um filho autista. Aqui estão algumas dicas gerais que podem ajudar a lidar com essa situação, embora não temos maiores informações especificas, mas vamos lá:
    Comunicação Visual e Preparação Antecipada: Utilize imagens ou um calendário visual, ( trabalhar de forma concreta) para preparar seu filho para sair de casa. Isso pode ajudá-lo a entender o que esperar e reduzir a ansiedade.
    Antes de sair, explique brevemente o que vocês irão fazer e o comportamento que espera dele. Use linguagem clara e simples, adaptada à idade e ao nível de compreensão dele.
    Reforço Positivo e Elogios: Reforce comportamentos positivos, como segurar sua mão enquanto caminham, esperar pacientemente em uma fila, etc. Elogie-o quando ele se comportar bem na rua. Reconhecer seu esforço pode incentivá-lo a continuar agindo de maneira apropriada.
    Rotina e Padrões Previsíveis: Mantenha uma rotina consistente sempre que possível. Crianças autistas muitas vezes se sentem mais seguras quando sabem o que esperar.
    Se houver uma razão para uma mudança na rotina (por exemplo, uma visita inesperada a um lugar novo), tente explicar isso com antecedência da maneira mais simples possível.
    Estratégias de Redução de Estresse: Identifique os gatilhos que podem causar comportamentos inadequados e tente minimizá-los. Isso pode incluir barulhos altos, multidões, luzes brilhantes, etc. Ofereça estratégias de regulação sensorial, como uso de fones de ouvido para reduzir o ruído ou óculos de sol para diminuir a luz intensa, se necessário.
    Tempo de Descompressão: Esteja preparado para dar ao seu filho tempo para se acalmar, se ele estiver ficando sobrecarregado. Isso pode incluir encontrar um lugar tranquilo para ele descansar por alguns minutos antes de continuar.
    Utilize Recompensas e Sistemas de Incentivo: Considere a implementação de um sistema de recompensas ou um quadro de incentivos para motivá-lo a se comportar adequadamente na rua. Ofereça uma recompensa significativa quando ele cumprir com sucesso uma tarefa ou se comportar bem.
    Treinamento Social: Pratique habilidades sociais simples, como cumprimentar as pessoas, esperar a vez, etc., durante o tempo de brincadeira em casa. Isso pode ajudá-lo a se sentir mais confortável em situações sociais na rua.
    Lembre-se de que cada criança é única e pode responder de maneira diferente a essas estratégias. Experimente diferentes abordagens e observe o que funciona melhor para o seu filho. Além disso, se faz muito necessário a orientação de um profissional especializado, que além de auxilia ló, fara orientações periódicas com você.


  • O meu filho foi diagnosticado com síndrome de asperger aos 8 anos. Neste momento tem 14 anos e está

    O meu filho foi diagnosticado com síndrome de asperger aos 8 anos. Neste momento tem 14 anos e está a ser difícil lidar com a situação da escola, em que ele não tem responsabilidades em fazer as tarefas, não se esforça, embora demonstre capacidade para as matérias. Mas o que mais nos preocupa é que ele para obter certos bens materiais, rouba, mente até ser desmascarado e quando assume não aparenta qualquer tipo de culpa. Temos medo que se torne um adulto marginal. Haviam muitos mais situações a detalhar, mas o que queria realmente saber é se é normal um asperger ter este tipo de comportamento? Uma vez que são descritos como muito corretos e determinados nas suas opiniões.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Sinto muito por saber que você e sua família estão passando por essa situação. É compreensível que você tenha preocupações sobre o comportamento do seu filho.

    A Síndrome de Asperger, que faz parte do espectro do autismo, pode apresentar uma grande diversidade de comportamentos e desafios. Embora muitas pessoas com Asperger sejam descritas como corretas e determinadas, cada indivíduo é único e pode apresentar características diferentes.

    O comportamento que você descreveu, como roubar e mentir sem demonstrar culpa, não é típico ou exclusivo de pessoas com Asperger. No entanto, é importante considerar que indivíduos com Asperger podem ter dificuldades em entender as normas sociais e em interpretar as consequências de suas ações. Isso pode levar a comportamentos que parecem inadequados ou impulsivos.

    É fundamental buscar apoio profissional, como terapia e apoio educacional, para ajudar seu filho aprender a desenvolver habilidades sociais e emocionais. Um terapeuta especializado em pode trabalhar com ele para melhorar sua compreensão das normas sociais e encontrar maneiras mais apropriadas de lidar com suas necessidades e desejos.

    Você já procurou algum tipo de apoio ou terapia para ele? Ou para você aprender a lidar e melhor auxilia-lo?


  • A superdotação sempre fica evidente? Eu aprendi a ler com 6 anos, idade normal para aprender, mas em

    A superdotação sempre fica evidente? Eu aprendi a ler com 6 anos, idade normal para aprender, mas em relação aos meus colegas de classe sabia ler bem melhor, eu me lembro também que nem estudava direito para as matérias e quase sempre tirava notas boas, principalmente matemática, apesar de ter demorado um pouco para aprender a calcular(embora o meu primo também não estudasse e tirasse nota boa), mas hoje em dia, no ensino médio, não acho tão fácil assim, acho que eu era bom só com os números. Eu também não gostava muito de trabalho em grupo (e não gosto até hoje). E também gostava de discutir sobre religião, apesar de não ter bons argumentos, também me lembro que durante as aulas na minha primeira escola eu ficava pensando em filmes, não prestava muita atenção na aula, eu também era curioso, queria saber o que tava acontecendo com uma pessoa em tempo real (tipo: minha mãe tá falando, o que tá acontecendo no corpo dela enquanto ela tá falando?) Mas não sabia direito onde achar respostas. E eu também fiz um teste de qi e minha inteligência deu 117 (acima da média), e hoje em dia eu pesquiso sobre várias coisas e tenho conhecimento de variados assuntos, principalmente filosofia e religião. Isso são sinais de superdotação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Olá, há quanto tempo foi feito este teste? As pessoas são muito mais do que resultados de um teste. Precisamos considerar muitas coisas para um diagnostico assim. Minha pergunta é como você convive com essas sensações, seus relacionamentos, suas expectativas.... Isso sim é importante! Cuidado para arrumar um rotulo em vez de um diagnostico.
    Caso querira podemos marcar um bate papo para tentarmos entender essa sua questão.


  • Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades

    Minha filha foi diagnosticada com dislexia com 7 anos. Hoje com 18 ela ainda tem muitas dificuldades como por exemplo: na escrita ( troca letras ), dispersa, dificuldade para ler o que escreve, não decora matérias,Estuda e depois não lembra etc.

    Ela ainda tem dislexia??
    Qual profissional devo procurar??
    Pois ela quer trabalhar mas não consegue sair do ensino médio normal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    É importante entender que a dislexia não é algo que ela vai superar completamente, mas com o suporte adequado, ela pode aprender estratégias para lidar com seus desafios e alcançar seu potencial máximo. Isso pode incluir sessões de terapia especializada em dislexia, que podem ser conduzidas por profissionais, com experiência no assunto.
    Além disso, é fundamental que sua filha receba um acompanhamento contínuo ao longo do tempo para monitorar seu progresso e ajustar as estratégias de intervenção, se necessário. Profissionais especializados em educação inclusiva podem fornecer orientação e apoio tanto na escola quanto fora dela, ajudando-a a desenvolver habilidades compensatórias e a superar os obstáculos acadêmicos.
    Quanto ao planejamento futuro de sua filha, é importante que ela receba orientação profissional para explorar opções educacionais e de carreira que sejam adequadas às suas habilidades e interesses. Existem leis que a amparam e fornecem condições especializadas para condução acadêmica. Profissionais serão capazes de lhe orientar quanto a isso.
    Lembre-se de que o apoio da família é crucial para o sucesso de indivíduos com dislexia. Ofereça a sua filha incentivo, compreensão e apoio emocional enquanto ela enfrenta os desafios associados à dislexia e busca alcançar seus objetivos educacionais e profissionais.
    Com o suporte adequado, ela pode alcançar um futuro brilhante, mesmo com a dislexia, assim como outras pessoas famosas obtiveram êxito. Não há veredito ou condenação para essa dificuldade.


  • Qual o papel que a terapia psicanalista pode exercer em um bipolar (tipo 1)?

    Qual o papel que a terapia psicanalista pode exercer em um bipolar (tipo 1)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Na Psicanálise, o trabalho com alguém diagnosticado com Transtorno Bipolar Tipo 1 não se orienta pela “cura” direta das oscilações de humor — já que os episódios de mania e depressão têm forte base biológica e costumam exigir acompanhamento psiquiátrico e uso de medicação —, mas sim pela compreensão da experiência subjetiva que atravessa esses estados. Ou seja, a psicanálise busca escutar como o sujeito vive suas crises, que sentidos atribui a elas e como sua história, seus vínculos e seus conflitos psíquicos se articulam com essas manifestações.

    Nesse contexto, a terapia pode ajudar a pessoa a reconhecer sinais precoces de desorganização emocional, a dar nome e significado às próprias vivências internas e a construir certa continuidade psíquica entre os episódios, que muitas vezes são sentidos como rupturas ou “quebras” de si. Durante ou após fases de mania, por exemplo, pode haver dificuldade de elaboração do que foi vivido, enquanto nas fases depressivas surgem sentimentos intensos de culpa, vazio ou desvalorização; a escuta analítica permite que esses conteúdos sejam trabalhados em vez de apenas silenciados.

    Além disso, a relação terapêutica oferece um espaço estável que pode funcionar como referência diante das oscilações, ajudando o sujeito a desenvolver maior capacidade de simbolização e de regulação emocional. A psicanálise também pode contribuir para a adesão ao tratamento medicamentoso, ao explorar resistências, ambivalências ou fantasias ligadas ao uso de remédios e ao próprio diagnóstico.

    É importante destacar que, em casos de bipolar tipo 1, a psicanálise costuma ser mais eficaz quando integrada a um cuidado multidisciplinar, especialmente com psiquiatria, pois há momentos — como episódios maníacos intensos — em que a capacidade de reflexão e associação fica bastante comprometida. Ainda assim, ao longo do tempo, o trabalho analítico pode favorecer um maior conhecimento de si, uma relação menos caótica com os afetos e uma vida psíquica mais integrada, mesmo diante da condição.


  • Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impa

    Adotamos nossa filha a 1 ano e 3 meses ela ficou abrigada 1 ano e meio e hoje tem 10 anos. Qual impacto da adoção no processo de aprendizagem pois ela não consegue interpretar textos de português e problemas de matemática

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Sem duvida, a adoção é um processo muito rico, mas também traz impactos emocionais e cognitivos que podem refletir diretamente na aprendizagem. Sua filha passou um período significativo em abrigo, o que significa que, durante uma fase crucial do desenvolvimento, ela pode ter tido menos estímulos individualizados, menos vínculos afetivos estáveis e menos oportunidades de experiências educativas consistentes. Esses fatores influenciam tanto a capacidade de concentração quanto o desenvolvimento da linguagem e da lógica matemática.
    Quando uma criança é adotada, especialmente após anos em acolhimento institucional, é comum que precise de tempo para se adaptar à nova realidade, construir confiança nos vínculos e sentir segurança emocional.
    Essa adaptação pode se refletir em dificuldades escolares, como interpretar textos ou resolver problemas matemáticos. Muitas vezes, não se trata apenas de uma questão pedagógica, mas de um processo emocional: a criança precisa sentir-se acolhida e segura para conseguir se abrir ao aprendizado.
    Além disso, o impacto da adoção pode se somar a lacunas anteriores na escolarização. Se ela não teve acompanhamento individualizado ou estímulos adequados durante o período no abrigo, pode ter acumulado defasagens que agora aparecem como dificuldade de interpretação e cálculo. Isso não significa incapacidade, mas sim que ela precisa de apoio direcionado.
    O caminho mais indicado é buscar uma avaliação com profissionais especializados, como um psicopedagogo, que pode identificar quais são as dificuldades específicas de aprendizagem e propor estratégias personalizadas, e também um psicólogo infantil, que pode ajudar a trabalhar os aspectos emocionais ligados à adoção e ao histórico de institucionalização. Em alguns casos, o acompanhamento de um fonoaudiólogo também é útil, especialmente se houver questões relacionadas à linguagem e compreensão textual.
    Em resumo, o impacto da adoção no processo de aprendizagem está muito ligado ao histórico da criança e às experiências anteriores de vínculo e escolarização. Com apoio adequado, tanto emocional quanto pedagógico, ela pode avançar e superar essas dificuldades.


  • É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    É possível desenvolver autoestima após adulto (+40 anos)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Sim, é definitivamente possível desenvolver e melhorar a autoestima mesmo após os 40 anos. Embora a autoestima possa ser influenciada por experiências passadas e condicionamentos ao longo da vida, ela não é fixa e pode ser trabalhada e melhorada em qualquer idade. Aqui estão algumas maneiras de desenvolver a autoestima:
    Tire um tempo para refletir sobre quem você é, seus valores, suas habilidades e suas qualidades. Quanto mais você se conhece, mais capaz será de reconhecer e valorizar suas próprias qualidades. A terapia seria crucial para você!
    Aprenda a aceitar a si mesmo, incluindo suas falhas e imperfeições. Reconheça que ninguém é perfeito e que é normal ter áreas em que você deseja melhorar
    Estabeleça metas realistas para si mesmo e trabalhe para alcançá-las. Ao atingir essas metas, você ganhará confiança em suas habilidades e capacidades.
    Trate-se com gentileza e compaixão, da mesma forma que você trataria um amigo querido em tempos de dificuldade. Seja menos rigorosa com você mesma!
    Pare de se comparar com os outros. Cada pessoa é única, com suas próprias experiências e circunstâncias. Concentre-se em seu próprio crescimento e progresso, em vez de se preocupar com o que os outros estão fazendo.
    Identifique e desafie padrões de pensamento negativos que possam estar minando sua autoestima. Substitua esses pensamentos por afirmações mais positivas e realistas.
    Cuide de sua saúde física e mental, praticando exercícios físicos regulares, alimentação saudável, sono adequado e buscando apoio quando necessário.
    Busque apoio - busque o apoio de um terapeuta que irá ajudá-la a trabalhar em questões subjacentes que afetam sua autoestima.
    Lembre-se de que desenvolver a autoestima é um processo contínuo que requer tempo, esforço e prática, mas é algo alcançável e valioso em qualquer idade. ;)


  • Tenho transtorno bipolar e não consigo ficar em nenhum emprego o que devo fazer?

    Tenho transtorno bipolar e não consigo ficar em nenhum emprego o que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini


    É importante reconhecer que o transtorno bipolar pode impactar diversas áreas da vida, incluindo a capacidade de manter um emprego. Se você está enfrentando dificuldades para se manter em um emprego devido ao transtorno bipolar, minha sugestão é buscar ajuda profissional. Aqui estão algumas etapas que você pode considerar:
    Avaliação Psiquiátrica: Consulte um psiquiatra para avaliar o seu quadro de transtorno bipolar. Eles podem ajustar sua medicação ou recomendar novas estratégias de tratamento para ajudar a estabilizar seu humor.
    Acompanhamento Terapêutico: Procure um psicólogo ou terapeuta especializado em transtorno bipolar. A terapia pode ajudá-lo a desenvolver habilidades para lidar com os sintomas, gerenciar o estresse e manter relacionamentos saudáveis.
    Suporte Social: Busque apoio de amigos e familiares. Eles podem oferecer suporte emocional e prático durante momentos difíceis.
    Explore Opções de Emprego Flexíveis: Considere trabalhar em ambientes que ofereçam flexibilidade, como trabalhar de casa, horários flexíveis ou empregos autônomos. Isso pode ajudar a reduzir o estresse associado a um ambiente de trabalho tradicional.
    Conheça seus Limites: Reconheça e respeite seus próprios limites. Isso pode envolver comunicar suas necessidades aos empregadores, fazer pausas quando necessário e buscar um equilíbrio saudável entre trabalho e autocuidado.
    Autoeducação: Aprenda mais sobre o transtorno bipolar e como ele afeta você pessoalmente. Quanto mais você entender sobre sua condição, melhor será capaz de gerenciá-la.
    Networking Profissional: Mantenha contato com profissionais da área e explore oportunidades de emprego que possam se adequar melhor às suas necessidades e habilidades.
    Persistência: Não desista. Encontrar o emprego certo pode levar tempo e tentativa e erro. Esteja aberto a experimentar diferentes opções até encontrar o que funciona melhor para você.
    Lembre-se de que encontrar um emprego que funcione para você pode ser um processo desafiador, mas com o suporte adequado e a gestão eficaz do transtorno bipolar, é possível encontrar estabilidade profissional. Nunca hesite em buscar ajuda profissional quando necessário.


  • O que seria disgrafia?

    O que seria disgrafia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Viviane Heredia Vivaldini

    Disgrafia é um transtorno de aprendizagem que afeta a habilidade de uma pessoa escrever de forma clara e legível. Pessoas com disgrafia podem ter dificuldade em formar letras, escrever em linha reta, espaçar corretamente as palavras e/ou manter uma caligrafia consistente. Este transtorno pode afetar tanto a escrita à mão quanto a escrita digitada. Esta incluída na área dos transtornos de aprendizagem.
    As causas da disgrafia podem variar e podem incluir: problemas motores, dificuldades de processamento sensorial e problemas de desenvolvimento neurológico. Muitas vezes, a disgrafia é associada a outras condições, como dislexia e TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade).
    É possível melhorar a disgrafia com intervenções apropriadas e apoio. Abaixo estão algumas estratégias que podem ajudar a melhorar a disgrafia:
    Um terapeuta ocupacional pode fornecer técnicas e exercícios para melhorar a coordenação motora fina e a habilidade de escrever à mão.
    O uso de dispositivos eletrônicos, como computadores ou tablets, pode ajudar pessoas com disgrafia a expressar seus pensamentos por meio da escrita digital, evitando as dificuldades associadas à caligrafia.
    Praticar regularmente a escrita à mão pode ajudar a melhorar a habilidade de escrever de forma legível e consistente.
    Fornecer papel com linhas extras ou com espaçamento aumentado pode ajudar a pessoa a manter a escrita em linha reta e a espaçar as palavras corretamente.
    Incorporar diferentes modalidades sensoriais, como ver, ouvir e tocar, pode facilitar a aprendizagem da escrita.
    É importante que as pessoas com disgrafia recebam um diagnóstico adequado e um plano de intervenção personalizado, pois cada caso pode ser único e exigir abordagens específicas. Além disso, o apoio emocional e a compreensão por parte dos familiares, educadores e profissionais de saúde são fundamentais para o sucesso no manejo da disgrafia.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.