A forma como os pais se relacionam com o álcool influenciam na maneira como os filhos se relacionam
20
respostas
A forma como os pais se relacionam com o álcool influenciam na maneira como os filhos se relacionam com esses tipos de bebidas ?
Sim, sao comportamentos aprendidos, acontece que muitas vezes ao se reunirem para conversar o alcool esta presente o que traz memorias afetivas voltadas para este habito.
E necessario colocar limites quanto ao uso, orienta-los quaantos os beneficios e maleficios do alcool e nao tornar uma rotina este tipode comportamento
E necessario colocar limites quanto ao uso, orienta-los quaantos os beneficios e maleficios do alcool e nao tornar uma rotina este tipode comportamento
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Pode influenciar sim, visto que é um estímulo presente na vida familiar. Importante identificar qual a relação que vocês estabelecem com o álcool e pensar em estratégias funcionais para lidar com isso.
Fico a disposição.
Fico a disposição.
Te convidamos para uma consulta: Primeira consulta psicologia - R$ 230
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Olá, não necessariamente. Existe a possibilidade por ser algo aprendido pelos filhos, hábitos familiares, aspecto orgânico, uma vez que a dependência é singular, e vai depender também do olhar, de como você se relaciona com estes comportamentos e com a bebida. Acha prazerosa? Usa porquê aprendeu desta forma? É importante refletir a respeito para tomar um caminho diferente, lembrando que o uso contínuo, independente da quantidade, causa o alcoolismo, que é uma doença, que traz vários malefícios para a saúde e vida como um todo. Sou especialista em saúde mental e fico à disposição. Abraço
Olá, bem possivelmente sim, mas não necessariamente. Os estímulos quanto ao uso do álcool podem influenciar em seus filhos, mas também pode haver tantas outras variáveis no ambiente e na vida de cada para a utilização. Sabemos que ha um pouco de genética, fatores ambientais entre outros. Para melhor tratamento e cuidado sugiro buscar profissional da saúde mental.
Fico a disposição.
Fico a disposição.
Olá! Sim, a forma como os pais se relacionam com o álcool influencia na maneira como os filhos se relacionam com esse tipo de bebida. Mas isso não significa que os filhos vão se relacionar da mesma forma que os pais, e nem que os filhos vão se relacionar de forma oposta aos pais. Significa que os filhos vão conviver com alguns valores e conceitos sobre o álcool (via convivência familiar), e que eles vão, de forma única e singular, construir seu modo próprio de se relacionar com o álcool. Chamo atenção para o fato de que “se relacionar com o álcool” não significa apenas usar ou não, mas todos os hábitos, valores e vivências que estão junto. Espero ter ajudado!
Olá. Sim, há uma influência no modo como o filho vai se relacionar, mas nada garante que ele vá ter a mesma relação ou uma relação diferente. Há filhos que podem ter aquilo como certo e fazer igual, achando que é o certo, mas podem conhecer, fora de casa, outra relação e preferí-la.
Sim a genética tem forte influência, sendo um caso de paciente alcoolista acredito ser importante a participação nao só da terapia mas tb do AA.
Importante tb que se reconheça que o álcool está sendo um problema.
Importante tb que se reconheça que o álcool está sendo um problema.
Sim. Tanto o aspecto genético quanto o ambiental são influenciadores fortes no desenvolvimento de comportamentos, em geral.
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia - R$ 180
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Sim, a maneira como os pais se relacionam com o álcool pode ter um impacto significativo na maneira como os filhos se relacionam com essas bebidas. Os pais podem modelar comportamentos de uso de álcool, bem como transmitir atitudes e crenças sobre o uso do mesmo.
Olá! Pode sim... os pais servem de modelos aos filhos.
Olá! Certamente, a maneira como os pais lidam com a bebida alcoólica tem impacto na forma como os filhos se relacionam com esse tipo de substância. Isso, no entanto, não significa que os filhos vão se relacionar da mesma forma que os pais, ou que eles vão se relacionar de forma oposta aos pais. Significa que os filhos vão conviver com alguns valores e conceitos sobre a bebida alcoólica (através da convivência familiar), e que eles vão, de forma única e singular, construir seu próprio modo de lidar com a bebida alcoólica. É importante lembrar que "se relacionar com a bebida alcoólica" não se refere apenas ao uso ou não dela, mas também a todos os hábitos, valores e experiências relacionadas. Espero ter esclarecido!
Olá Sim, pode ter um impacto significativo nos filhos, é necessário muita consciência e responsabilidade por parte dos pais. Estudos demonstram que os modelos comportamentais, influenciam como os filhos percebem e lidam ou lidarão com o álcool. Além disso, ocorre o risco de causar danos emocionais e psicológicos nos filhos ,incluindo aumento de estresse, irritabilidade emocional, medo, e decorrente disso, diferentes transtornos. Busquem ajuda! Sempre à disposição.
Há estudos que indicam uma elevação nos riscos... precisamos compreender que a forma como a família lida com o consumo de bebidas, poderá facilitar o acesso aos mais jovens - e pensando que a média de idade dos jovens brasileiros para o primeiro acesso a este consumo está em 13 anos, torna-se essencial que haja um modelo parental e relação saudável e não abusivo neste consumo de álcool, uma vez que as nossas crianças e jovens estão em pleno desenvolvimento, com células neuronais em amadurecimento, principalmente em regiões responsáveis pela memória, atenção e pensamento crítico... sem falar na impulsividade das ações comportamentais.
A responsabilidade neste consumo precisa sempre ser esclarecida e compartilhada, alertando principalmente para os riscos do consumo precoce.
A responsabilidade neste consumo precisa sempre ser esclarecida e compartilhada, alertando principalmente para os riscos do consumo precoce.
Olá! Pode influenciar, mas não é uma causa determinante.
Sim, a forma como os pais se relacionam com o álcool pode influenciar significativamente na maneira como os filhos se relacionam com essas bebidas. A criação desempenha um papel crucial no desenvolvimento de padrões de comportamento e atitudes em relação ao consumo de álcool. As atitudes dos pais em relação ao álcool moldam as normas familiares. Por exemplo, se o consumo de álcool é visto como uma maneira aceitável de lidar com o estresse ou como uma parte central das interações sociais, os filhos podem adotar essas mesmas crenças e comportamentos. Mas não é o único fator isolado.
Te convidamos para uma consulta: Primeira consulta psicologia - R$ 120
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
Certamente. Na psicanálise, reconhecemos que os padrões de consumo de álcool dos pais podem influenciar os filhos significativamente. Os filhos tendem a internalizar esses comportamentos como modelos, impactando suas próprias atitudes no futuro. Além disso ainda tem as questões genéticas.
Obrigado pela sua pergunta! Sim, a forma como os pais se relacionam com o álcool pode influenciar diretamente o comportamento dos filhos em relação ao consumo de bebidas alcoólicas. A exposição a padrões disfuncionais de uso de álcool pode aumentar o risco de desenvolvimento de hábitos semelhantes. A Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) pode ajudar a identificar e modificar crenças aprendidas, além de melhorar a tomada de decisões. A Hipnoterapia Clínica também pode ser útil para acessar e transformar padrões de comportamento profundamente enraizados. Lembre-se de consultar sempre um médico antes de considerar qualquer uso de medicamentos. Estou à disposição para mais esclarecimentos ou acompanhamento terapêutico.
Olá! Sim, a maneira como os pais se relacionam com o álcool pode influenciar diretamente a forma como os filhos encaram essa substância. A psicanálise acredita que padrões familiares, modelos de comportamento e até a dinâmica emocional dos pais impactam profundamente o desenvolvimento psíquico dos filhos. Se o álcool é tratado de maneira problemática ou excessiva, isso pode gerar vínculos emocionais disfuncionais, que, mais tarde, podem se refletir no comportamento dos filhos em relação à bebida. Se isso for algo que está afetando sua vida, podemos conversar mais profundamente sobre isso e explorar como essas influências podem estar presentes. Um abraço, Vinícius.
Olá, tudo bem?
Essa é uma pergunta poderosa — e que carrega muito mais camadas do que parece à primeira vista. A forma como os pais se relacionam com o álcool pode sim ter impacto significativo sobre a forma como os filhos, mais tarde, constroem sua própria relação com esse tipo de substância. Isso não significa, claro, que tudo se repete de maneira automática, mas muitos aprendizados acontecem de forma implícita, mesmo sem intenção.
Quando uma criança cresce em um ambiente onde o álcool é usado com frequência, seja como válvula de escape, como forma de celebração constante ou até como algo cercado de conflitos, ela vai internalizando significados associados àquela substância. O álcool passa a ser mais do que uma bebida — ele vira uma espécie de símbolo emocional. Você já se perguntou que tipo de sensação o álcool representava para os adultos da sua família? E qual papel ele cumpria nas situações de tensão, tristeza ou alegria?
A neurociência nos mostra que o cérebro em desenvolvimento é profundamente sensível ao ambiente — especialmente às dinâmicas emocionais e comportamentais que ocorrem de forma repetida. O sistema límbico, responsável por regular emoções e impulsos, vai sendo moldado pelas experiências vividas, principalmente durante a infância e adolescência. Por isso, padrões de enfrentamento, como o uso do álcool, podem ser absorvidos como modelos de resposta ao estresse ou à vulnerabilidade emocional.
Uma boa reflexão pode ser: quando você pensa na relação que tem ou gostaria de ter com o álcool, o que vem à tona? Quais sentimentos aparecem? Existe alguma diferença entre a forma como você lida com isso e como seus pais lidavam? E, acima de tudo, qual seria a relação mais saudável que você deseja construir com esse aspecto da sua vida?
Caso sinta que essas questões estão te tocando de maneira mais profunda, a terapia pode ser um espaço importante para reorganizar essas vivências. Caso precise, estou à disposição.
Essa é uma pergunta poderosa — e que carrega muito mais camadas do que parece à primeira vista. A forma como os pais se relacionam com o álcool pode sim ter impacto significativo sobre a forma como os filhos, mais tarde, constroem sua própria relação com esse tipo de substância. Isso não significa, claro, que tudo se repete de maneira automática, mas muitos aprendizados acontecem de forma implícita, mesmo sem intenção.
Quando uma criança cresce em um ambiente onde o álcool é usado com frequência, seja como válvula de escape, como forma de celebração constante ou até como algo cercado de conflitos, ela vai internalizando significados associados àquela substância. O álcool passa a ser mais do que uma bebida — ele vira uma espécie de símbolo emocional. Você já se perguntou que tipo de sensação o álcool representava para os adultos da sua família? E qual papel ele cumpria nas situações de tensão, tristeza ou alegria?
A neurociência nos mostra que o cérebro em desenvolvimento é profundamente sensível ao ambiente — especialmente às dinâmicas emocionais e comportamentais que ocorrem de forma repetida. O sistema límbico, responsável por regular emoções e impulsos, vai sendo moldado pelas experiências vividas, principalmente durante a infância e adolescência. Por isso, padrões de enfrentamento, como o uso do álcool, podem ser absorvidos como modelos de resposta ao estresse ou à vulnerabilidade emocional.
Uma boa reflexão pode ser: quando você pensa na relação que tem ou gostaria de ter com o álcool, o que vem à tona? Quais sentimentos aparecem? Existe alguma diferença entre a forma como você lida com isso e como seus pais lidavam? E, acima de tudo, qual seria a relação mais saudável que você deseja construir com esse aspecto da sua vida?
Caso sinta que essas questões estão te tocando de maneira mais profunda, a terapia pode ser um espaço importante para reorganizar essas vivências. Caso precise, estou à disposição.
Sim, a forma como os pais se relacionam com o álcool influencia diretamente a maneira como os filhos também irão se relacionar com esse tipo de bebida.
Isso ocorre por fatores biológicos (como predisposição genética), psicológicos (modelagem de comportamento e regulação emocional) e sociais (normas e permissividade familiar).
Na visão da Logoterapia, mesmo diante dessas influências, o indivíduo tem a liberdade de escolher sua própria atitude — ou seja, não está condenado a repetir padrões familiares, podendo buscar um sentido maior e mais consciente em suas escolhas.
Busque ajuda e seja feliz.
Com carinho,
Leila Marques
Isso ocorre por fatores biológicos (como predisposição genética), psicológicos (modelagem de comportamento e regulação emocional) e sociais (normas e permissividade familiar).
Na visão da Logoterapia, mesmo diante dessas influências, o indivíduo tem a liberdade de escolher sua própria atitude — ou seja, não está condenado a repetir padrões familiares, podendo buscar um sentido maior e mais consciente em suas escolhas.
Busque ajuda e seja feliz.
Com carinho,
Leila Marques
Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.