A pessoa com ilha de habilidade precisa de psicoterapia?
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respostas
A pessoa com ilha de habilidade precisa de psicoterapia?
Não necessariamente.
Ter uma “ilha de habilidade” não significa, por si só, que a pessoa precise de psicoterapia. Uma habilidade específica acima da média é uma característica do perfil cognitivo, não um problema clínico.
A indicação de psicoterapia depende de outros fatores, como:
sofrimento emocional
dificuldades de adaptação social ou escolar
rigidez excessiva associada ao interesse
prejuízo funcional no dia a dia
dificuldades de regulação emocional
Por exemplo, em pessoas com Transtorno do Espectro Autista, a psicoterapia pode ser indicada não por causa da ilha de habilidade em si, mas para trabalhar habilidades sociais, flexibilidade cognitiva e manejo emocional.
Se a habilidade específica está integrada de forma saudável à rotina e não há sofrimento ou prejuízo, não há obrigatoriedade de intervenção psicológica.
Cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando o funcionamento global da pessoa e seu contexto.
Ter uma “ilha de habilidade” não significa, por si só, que a pessoa precise de psicoterapia. Uma habilidade específica acima da média é uma característica do perfil cognitivo, não um problema clínico.
A indicação de psicoterapia depende de outros fatores, como:
sofrimento emocional
dificuldades de adaptação social ou escolar
rigidez excessiva associada ao interesse
prejuízo funcional no dia a dia
dificuldades de regulação emocional
Por exemplo, em pessoas com Transtorno do Espectro Autista, a psicoterapia pode ser indicada não por causa da ilha de habilidade em si, mas para trabalhar habilidades sociais, flexibilidade cognitiva e manejo emocional.
Se a habilidade específica está integrada de forma saudável à rotina e não há sofrimento ou prejuízo, não há obrigatoriedade de intervenção psicológica.
Cada caso deve ser avaliado individualmente, considerando o funcionamento global da pessoa e seu contexto.
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Não necessariamente. A psicoterapia é indicada quando um perfil de funcionamento cognitivo gera sofrimento emocional, causa prejuízo escolar, profissional, social, apresenta sintomas de ansiedade, isolamento ou frustração. A indicação do tratamento não é para corrigir a habilidade, mas sim pra ajudar a integrar a potência da habilidade a vida psíquica e relacional do paciente,
Olá! O indivíduo com uma habilidade muito desenvolvida pode, sim, precisar de psicoterapia. Em geral, estas altas habilidades têm relação com a Síndrome de Savant, que manifesta-se quando a pessoa apresenta uma alta habilidade em área específica, como: música - cálculo - desenho, memória...), mesmo que apresente dificuldades em outras áreas cognitivas ou sociais.
Quando esta realidade provoca ansiedade, baixa autoestima e/ou frustração, dificuldades de interação com a outras pessoas, como receios, timidez, medo de ser julgado (a), de ser rejeitado e não aceite no grupo, entre outras situações e dificuldades.
Apresentar, por exemplo, uma condição associada, como o Transtorno do Espectro Autista, nível de inteligência abaixo da média, e/ou quando há problemas de adaptação escolar, profissional ou familiar.
Como a psicoterapia pode ajudar nestes casos e em outros?
Disponibilizar técnicas e exercícios para a melhora das Habilidades Sociais de relacionamento e interação com o outro, manter um equilíbrio emocional, com autoconhecimento e exercícios como meditação e respiração, exercitar-se a flexibilidade do pensamento, para não ficarmos reféns de pensamentos fixos e recorrentes, que se apresentam à tela mental com frequência, e, estar-se de posse de liberdade e autonomia no dia-a-dia.
Quando é que a pessoa com "Ilha de Habilidade" não precisa de psicoterapia?
Quando está bem adaptada ao meio ambiente, à família, à escola, nas relações sociais, quando não apresenta sofrimento psicológico e, quando funciona bem no dia-a-dia, em todos os âmbitos: Social - Escolar - Familiar - Na Igreja - No grupo de esporte em que atua...
Lembrar que a "Ilha de Habilidade" é um ponto positivo, não um problema, e que a psicoterapia tem o objetivo maior, não de "corrigir", mas de ajudar a pessoa como um todo, principalmente nas áreas em que se manifestam dificuldades.
Quando esta realidade provoca ansiedade, baixa autoestima e/ou frustração, dificuldades de interação com a outras pessoas, como receios, timidez, medo de ser julgado (a), de ser rejeitado e não aceite no grupo, entre outras situações e dificuldades.
Apresentar, por exemplo, uma condição associada, como o Transtorno do Espectro Autista, nível de inteligência abaixo da média, e/ou quando há problemas de adaptação escolar, profissional ou familiar.
Como a psicoterapia pode ajudar nestes casos e em outros?
Disponibilizar técnicas e exercícios para a melhora das Habilidades Sociais de relacionamento e interação com o outro, manter um equilíbrio emocional, com autoconhecimento e exercícios como meditação e respiração, exercitar-se a flexibilidade do pensamento, para não ficarmos reféns de pensamentos fixos e recorrentes, que se apresentam à tela mental com frequência, e, estar-se de posse de liberdade e autonomia no dia-a-dia.
Quando é que a pessoa com "Ilha de Habilidade" não precisa de psicoterapia?
Quando está bem adaptada ao meio ambiente, à família, à escola, nas relações sociais, quando não apresenta sofrimento psicológico e, quando funciona bem no dia-a-dia, em todos os âmbitos: Social - Escolar - Familiar - Na Igreja - No grupo de esporte em que atua...
Lembrar que a "Ilha de Habilidade" é um ponto positivo, não um problema, e que a psicoterapia tem o objetivo maior, não de "corrigir", mas de ajudar a pessoa como um todo, principalmente nas áreas em que se manifestam dificuldades.
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