A remissão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerada um estado final ou dinâmico
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A remissão no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) é considerada um estado final ou dinâmico?
A remissão no TPB é melhor entendida como um estado dinâmico de estabilidade psíquica e funcional, e não como um estado final absoluto.
Há três camadas possíveis:
Remissão sintomática → redução dos critérios diagnósticos.
Remissão estrutural parcial → menor uso de defesas primitivas e maior integração emocional.
Recuperação ampliada → vínculos mais estáveis, identidade menos fragmentada, capacidade reflexiva e regulação afetiva sustentada.
Em termos clínicos sofisticados, talvez a pergunta não seja:
“O borderline deixou de ser borderline?”
Mas:
“Quanto daquela organização psíquica ainda precisa ser acionada para o sujeito sobreviver emocionalmente?”
Essa é uma diferença importante entre um olhar apenas psiquiátrico e um olhar psicodinâmico do TPB.
Há três camadas possíveis:
Remissão sintomática → redução dos critérios diagnósticos.
Remissão estrutural parcial → menor uso de defesas primitivas e maior integração emocional.
Recuperação ampliada → vínculos mais estáveis, identidade menos fragmentada, capacidade reflexiva e regulação afetiva sustentada.
Em termos clínicos sofisticados, talvez a pergunta não seja:
“O borderline deixou de ser borderline?”
Mas:
“Quanto daquela organização psíquica ainda precisa ser acionada para o sujeito sobreviver emocionalmente?”
Essa é uma diferença importante entre um olhar apenas psiquiátrico e um olhar psicodinâmico do TPB.
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A remissão no TPB é considerada um estado dinâmico, não final. Isso significa que, embora o paciente possa alcançar estabilidade emocional, relacional e funcional por longos períodos, essa estabilidade não é fixa ou imutável. O TPB envolve vulnerabilidades emocionais profundas, que podem ser reativadas em situações específicas, como perdas, conflitos, rejeições ou estresse intenso.
Na remissão, o paciente mantém regulação emocional consistente, reduz impulsividade, estabiliza relações e apresenta maior coesão identitária. No entanto, pequenas flutuações emocionais podem ocorrer, sem que isso represente recaída. A remissão é um equilíbrio ativo, sustentado por habilidades, maturação emocional e ambientes reguladores.
Portanto, a remissão não é um “ponto final”, mas um processo contínuo de manutenção e adaptação.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento on-line em todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
A remissão no TPB é considerada um estado dinâmico, não final. Isso significa que, embora o paciente possa alcançar estabilidade emocional, relacional e funcional por longos períodos, essa estabilidade não é fixa ou imutável. O TPB envolve vulnerabilidades emocionais profundas, que podem ser reativadas em situações específicas, como perdas, conflitos, rejeições ou estresse intenso.
Na remissão, o paciente mantém regulação emocional consistente, reduz impulsividade, estabiliza relações e apresenta maior coesão identitária. No entanto, pequenas flutuações emocionais podem ocorrer, sem que isso represente recaída. A remissão é um equilíbrio ativo, sustentado por habilidades, maturação emocional e ambientes reguladores.
Portanto, a remissão não é um “ponto final”, mas um processo contínuo de manutenção e adaptação.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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