Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2
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Boa noite meu filho tem 2 anos e 7 messes ele começa a dormias 21:00 da noite mais quando chega as 2:00 horas da madrugada ele grita dormindo acha o pai ou a mae domirndo e a vezes chora tenho que levantar varis vezes para ver o que esta acontecendo mas ele esta dormindo sempre quando faz esse tipo de situação e acanão não deixando agente dormi direito por te quelevantar varias vez para ver o que esta acintecendo.
Boa tarde! O momento do sono é algo muito importante para o desenvolvimento da criança. É durante o sono que ele vai assimilar tudo que aprendeu durante o dia, por isso é muito importante ficar atento ao que ele vem consumindo ao longo dia e fazer o possível definir um horário certo para dormir, conversar com ele para que caso ele acorde se sinta seguro para ficar na cama e voltar a dormir e além disso deixar o ambiente o mais tranquilo possível para que ele possa dormir com tranquilidade. Se persistir o comportamento vale a pena investigar mais profundamente com a ajuda de um profissional.
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Olá, como tem passado?
Me parece que ele expressa algo que ele ainda não consegue colocar em palavras. Acordar gritando durante a madrugada e buscar a presença dos pais pode estar ligado a angústias inconscientes, a ansiedades da separação e até a experiências do dia que ficaram sem elaboração. O sono da criança, bem como do adolescente, do adulto e do idoso é o momento em que o inconsciente se manifesta de forma mais livre, e esse grito pode simbolizar algo que ele está tentando comunicar, ainda que de maneira simbólica.
Na psicanálise, entendemos que os sintomas do corpo – como o choro durante o sono – são uma linguagem que precisa ser escutada com atenção.
Talvez, criar rituais tranquilos antes de dormir e oferecer um ambiente seguro e previsível pode ajudar a amenizar essas manifestações. E se o comportamento persistir ou aumentar, buscar orientação com um psicólogo infantil ou psicanalista, presencial ou online, pode ser essencial para compreender mais profundamente essa linguagem e apoiar o desenvolvimento emocional do seu filho.
Espero ter ajudado e até mais.
Me parece que ele expressa algo que ele ainda não consegue colocar em palavras. Acordar gritando durante a madrugada e buscar a presença dos pais pode estar ligado a angústias inconscientes, a ansiedades da separação e até a experiências do dia que ficaram sem elaboração. O sono da criança, bem como do adolescente, do adulto e do idoso é o momento em que o inconsciente se manifesta de forma mais livre, e esse grito pode simbolizar algo que ele está tentando comunicar, ainda que de maneira simbólica.
Na psicanálise, entendemos que os sintomas do corpo – como o choro durante o sono – são uma linguagem que precisa ser escutada com atenção.
Talvez, criar rituais tranquilos antes de dormir e oferecer um ambiente seguro e previsível pode ajudar a amenizar essas manifestações. E se o comportamento persistir ou aumentar, buscar orientação com um psicólogo infantil ou psicanalista, presencial ou online, pode ser essencial para compreender mais profundamente essa linguagem e apoiar o desenvolvimento emocional do seu filho.
Espero ter ajudado e até mais.
Possivelmente seja um caso de Terror Noturno, no caso de uma criança de 2 anos e 7 meses, é importante compreender que o cérebro ainda está em desenvolvimento e que fatores como imaturidade neurológica, estresse, mudanças na rotina ou privação de sono podem contribuir para esses episódios.
Algumas orientações que podem ajudar:
1. Mantenha uma rotina de sono previsível e acolhedora
Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, com um ritual tranquilo antes de dormir (banho morno, história calma, ambiente escuro e silencioso).
2. Evite estímulos excessivos antes de dormir
Televisão, telas, brincadeiras agitadas ou situações estressantes no fim do dia podem dificultar um sono profundo e estável.
3. Não desperte a criança durante o episódio
Apesar da aparência de sofrimento, acordá-la pode deixá-la ainda mais confusa. O ideal é manter a segurança física da criança (impedindo quedas, por exemplo) e aguardar, com calma e paciência, até que o episódio passe.
4. Observe padrões
Se os episódios ocorrerem sempre em horários semelhantes, é possível acordar a criança cerca de 15 minutos antes do horário em que o terror noturno costuma começar. Esse pequeno despertar pode “quebrar” o ciclo e reduzir a frequência dos episódios.
5. Cuide também do ambiente emocional da criança
Mudanças na rotina, nascimento de irmãos, separações ou qualquer situação que gere insegurança podem refletir no sono. Proporcione um ambiente afetivo seguro, com atenção às necessidades emocionais da criança durante o dia.
6. Busque acompanhamento profissional, se necessário
Caso os episódios sejam muito frequentes, intensos ou causem grande impacto na qualidade de vida da família, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender possíveis causas emocionais e apoiar os pais no manejo adequado da situação.
estou à disposição!
Algumas orientações que podem ajudar:
1. Mantenha uma rotina de sono previsível e acolhedora
Estabeleça horários regulares para dormir e acordar, com um ritual tranquilo antes de dormir (banho morno, história calma, ambiente escuro e silencioso).
2. Evite estímulos excessivos antes de dormir
Televisão, telas, brincadeiras agitadas ou situações estressantes no fim do dia podem dificultar um sono profundo e estável.
3. Não desperte a criança durante o episódio
Apesar da aparência de sofrimento, acordá-la pode deixá-la ainda mais confusa. O ideal é manter a segurança física da criança (impedindo quedas, por exemplo) e aguardar, com calma e paciência, até que o episódio passe.
4. Observe padrões
Se os episódios ocorrerem sempre em horários semelhantes, é possível acordar a criança cerca de 15 minutos antes do horário em que o terror noturno costuma começar. Esse pequeno despertar pode “quebrar” o ciclo e reduzir a frequência dos episódios.
5. Cuide também do ambiente emocional da criança
Mudanças na rotina, nascimento de irmãos, separações ou qualquer situação que gere insegurança podem refletir no sono. Proporcione um ambiente afetivo seguro, com atenção às necessidades emocionais da criança durante o dia.
6. Busque acompanhamento profissional, se necessário
Caso os episódios sejam muito frequentes, intensos ou causem grande impacto na qualidade de vida da família, o acompanhamento psicológico pode ajudar a compreender possíveis causas emocionais e apoiar os pais no manejo adequado da situação.
estou à disposição!
Olá, entendo como isso pode ser desgastante para vocês.
O comportamento do seu filho (chorar ou gritar à noite) pode estar sendo mantido pela presença dos pais. Isso não significa que ele faça isso "de propósito", mas sim que ele aprendeu, sem querer, que esse comportamento chama a atenção ou traz conforto.
Observar o contexto em que isso acontece, como ele adormece e o que ocorre logo após o choro, pode ajudar a entender melhor e ajustar a rotina de forma mais tranquila para todos. Se quiser, posso te ajudar com isso.
O comportamento do seu filho (chorar ou gritar à noite) pode estar sendo mantido pela presença dos pais. Isso não significa que ele faça isso "de propósito", mas sim que ele aprendeu, sem querer, que esse comportamento chama a atenção ou traz conforto.
Observar o contexto em que isso acontece, como ele adormece e o que ocorre logo após o choro, pode ajudar a entender melhor e ajustar a rotina de forma mais tranquila para todos. Se quiser, posso te ajudar com isso.
Olá! Pela descrição parece ser terror noturno, é um distúrbio do sono que causa episódios de medo intenso e comportamento anormal durante o sono, comum em crianças. Procure um neurologista infantil para avaliar e tratar, assim poderá ter melhor qualidade do sono.
Olá, o indicado é tentar investigar toda a rotina da criança , o comportamento dele com as outras pessoas e nos diversos ambientes para entender se há algo que o está incomodando e afetando seu sono .
Olá! Situação comum com quem tem filhos pequenos. Pode ser que seu filho sonhe e manifeste as inquietações gritando e chorando. Chamamos isto de terror noturno. Importante entender o que se passa com seu filho durante o dia, rotinas, inquietações, mudanças, inseguranças que o deixam agitado. Procure o pediatra ou um psicólogo infantil que possa examinar a situação e orientar especificamente a situação.
Quando uma criança dorme por volta das 21h e começa a gritar ou chorar por volta das 2h da madrugada, mesmo dormindo, é possível que esteja passando por um tipo de parassonia chamada despertar confusional. Nesses momentos, ela parece acordada — chora, se mexe, às vezes até procura pai ou mãe — mas, na verdade, continua dormindo e não tem consciência do que está fazendo. Esses episódios são mais comuns entre 2 e 5 anos de idade e costumam acontecer nas primeiras horas da noite.
Durante esses episódios, o mais importante é não tentar acordá-la. Acordar a criança pode deixá-la ainda mais confusa ou assustada. O ideal é manter o ambiente calmo, evitar luzes fortes, não falar alto nem fazer movimentos bruscos. Se ela estiver segura na cama, apenas observe de perto até que se acalme sozinha. Se for necessário intervir, faça com delicadeza, usando uma voz suave. A criança não se lembrará do que aconteceu no dia seguinte, pois não tem controle sobre esse comportamento.
Para ajudar a reduzir esses episódios, é fundamental manter uma rotina de sono regular e tranquila. Um ambiente calmo antes de dormir, com luz baixa, sem telas (TV, celular, tablet) e com atividades relaxantes como banho morno, leitura de uma história ou uma música suave, pode fazer muita diferença.
Durante esses episódios, o mais importante é não tentar acordá-la. Acordar a criança pode deixá-la ainda mais confusa ou assustada. O ideal é manter o ambiente calmo, evitar luzes fortes, não falar alto nem fazer movimentos bruscos. Se ela estiver segura na cama, apenas observe de perto até que se acalme sozinha. Se for necessário intervir, faça com delicadeza, usando uma voz suave. A criança não se lembrará do que aconteceu no dia seguinte, pois não tem controle sobre esse comportamento.
Para ajudar a reduzir esses episódios, é fundamental manter uma rotina de sono regular e tranquila. Um ambiente calmo antes de dormir, com luz baixa, sem telas (TV, celular, tablet) e com atividades relaxantes como banho morno, leitura de uma história ou uma música suave, pode fazer muita diferença.
O comportamento do seu filho é compreensível e, do ponto de vista da psicologia do desenvolvimento infantil, pode estar relacionado a algo bastante comum chamado de “despertares noturnos parciais”. Nessa idade (2 anos e 7 meses), o cérebro da criança ainda está amadurecendo, e o sono não é totalmente estável como o de um adulto.
Quando a criança chora, grita ou chama os pais dormindo, ela pode estar passando por:
Sonhos intensos ou pesadelos, que são normais nessa fase e geralmente acontecem na segunda metade da noite.
Terror noturno, que é diferente do pesadelo — a criança parece acordada (grita, se mexe, parece assustada), mas na verdade ainda está dormindo e geralmente não se lembra do episódio depois.
Ansiedade de separação, que é muito comum nessa idade: a criança quer garantir que os pais estão por perto, especialmente durante a noite, que para ela ainda é um momento de insegurança.
Mudanças na rotina ou estímulos excessivos antes de dormir, como telas, luz forte ou emoções intensas.
O mais importante: isso não significa que há algo errado com seu filho. É uma fase do desenvolvimento, embora exaustiva para os pais.
O que pode ajudar:
Manter uma rotina noturna calma e previsível (banho, história, luz baixa).
Evitar telas e estímulos intensos pelo menos 1h antes de dormir.
Falar com ele sobre o que aconteceu durante a noite, mesmo que ele não lembre, para ajudá-lo a dar sentido.
E, se os episódios forem frequentes ou muito intensos, vale conversar com um psicólogo infantil ou pediatra, que pode orientar de forma personalizada.
Essa fase pode ser cansativa, mas com o tempo e apoio, ela tende a passar. E você, como pai ou mãe, também merece cuidado — dormir mal várias noites seguidas impacta muito o bem-estar. Não hesite em buscar ajuda se sentir que está sobrecarregado(a).
Quando a criança chora, grita ou chama os pais dormindo, ela pode estar passando por:
Sonhos intensos ou pesadelos, que são normais nessa fase e geralmente acontecem na segunda metade da noite.
Terror noturno, que é diferente do pesadelo — a criança parece acordada (grita, se mexe, parece assustada), mas na verdade ainda está dormindo e geralmente não se lembra do episódio depois.
Ansiedade de separação, que é muito comum nessa idade: a criança quer garantir que os pais estão por perto, especialmente durante a noite, que para ela ainda é um momento de insegurança.
Mudanças na rotina ou estímulos excessivos antes de dormir, como telas, luz forte ou emoções intensas.
O mais importante: isso não significa que há algo errado com seu filho. É uma fase do desenvolvimento, embora exaustiva para os pais.
O que pode ajudar:
Manter uma rotina noturna calma e previsível (banho, história, luz baixa).
Evitar telas e estímulos intensos pelo menos 1h antes de dormir.
Falar com ele sobre o que aconteceu durante a noite, mesmo que ele não lembre, para ajudá-lo a dar sentido.
E, se os episódios forem frequentes ou muito intensos, vale conversar com um psicólogo infantil ou pediatra, que pode orientar de forma personalizada.
Essa fase pode ser cansativa, mas com o tempo e apoio, ela tende a passar. E você, como pai ou mãe, também merece cuidado — dormir mal várias noites seguidas impacta muito o bem-estar. Não hesite em buscar ajuda se sentir que está sobrecarregado(a).
Olá, entendo sua preocupação com o sono do seu filho e os impactos que isto traz para toda a família. Antes de te responder, precisaria entender se você já sinalizou isto ao pediatra que o acompanha, até mesmo para mapear outras condições que podem contribuir com estes episódios - pode se tratar de episódios de terror noturno e se for este o caso, não tem impactos no desenvolvimento dele e espera-se que naturalmente isto deixe de acontecer, mas vale a investigação.
De imediato, você pode avaliar: ele sente-se seguro no local onde está dormindo? Tem algum objeto de apego para dormir que traz conforto e segurança? Além disso é importante que após este despertar, que ele seja acolhido para trazer calma e conforto para ele se regular e voltar a dormir.
Sei e compreendo os impactos que isto traz para o sono dos pais, mas lembre-se que vocês são figuras essenciais para ajudá-lo a lidar com este medo e desconforto.
De imediato, você pode avaliar: ele sente-se seguro no local onde está dormindo? Tem algum objeto de apego para dormir que traz conforto e segurança? Além disso é importante que após este despertar, que ele seja acolhido para trazer calma e conforto para ele se regular e voltar a dormir.
Sei e compreendo os impactos que isto traz para o sono dos pais, mas lembre-se que vocês são figuras essenciais para ajudá-lo a lidar com este medo e desconforto.
Ei..
- Entendo sua situação. É difícil analisar apenas com essas informações, mas posso te mandar algumas perguntas para você investigar melhor e tentar fazer coisas diferentes.
- Verifique se é uma questão de carinho e atenção nesses horários, o escuro pode assustar algumas crianças e com isso elas se sentem mais confortável na presença dos cuidadores.
- Verifique como anda o ciclo de sono e a alimentação da criança, alguns alimentos podem influenciar no ciclo do sono e a criança despertar mesmo várias vezes durante a noite por alguma indigestão, gases... ou porque desidratou..
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
- Entendo sua situação. É difícil analisar apenas com essas informações, mas posso te mandar algumas perguntas para você investigar melhor e tentar fazer coisas diferentes.
- Verifique se é uma questão de carinho e atenção nesses horários, o escuro pode assustar algumas crianças e com isso elas se sentem mais confortável na presença dos cuidadores.
- Verifique como anda o ciclo de sono e a alimentação da criança, alguns alimentos podem influenciar no ciclo do sono e a criança despertar mesmo várias vezes durante a noite por alguma indigestão, gases... ou porque desidratou..
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Olá, sinto muito, é muito difícil passar por isso mesmo, mas, pelo que você descreveu, parece ser um terror noturno. Se for isso mesmo, não tem muito o que fazer, é mais esperar passar mesmo, por mais difícil que seja. Mas eu sugiro que converse com a pediatra do seu filho, para ver o que ela acha que pode ser e te orientar melhor. Se você precisar de acompanhamento psicológico, porque sei que é muito difícil passar por tudo isso, eu sou psicóloga perinatal e parental, estou à disposição! Abraços e boa sorte!
Olá!
Pelo seu relato, o que seu filho está apresentando parece ser terror noturno, um tipo de alteração do sono comum em crianças pequenas. Durante esses episódios, a criança pode chorar, gritar, parecer assustada, procurar os pais, mas continua dormindo e, geralmente, não se lembra do que aconteceu no dia seguinte.
Esse quadro costuma ser passageiro e tende a diminuir com o tempo, sem necessidade de tratamento específico. Algumas medidas podem ajudar, como:
1. Manter uma rotina de sono bem organizada, com horários regulares;
2. Criar um ambiente calmo e tranquilo na hora de dormir;
3. Evitar estímulos como telas (TV, celular, tablet) antes de dormir;
4. Inserir atividades relaxantes na rotina noturna, como ouvir uma música tranquila, ler uma historinha ou fazer uma massagem leve.
Se os episódios se tornarem muito frequentes, estiverem atrapalhando muito o sono da família, ou se surgirem outros comportamentos que preocupem, é indicado procurar um psicólogo infantil, que pode ajudar a avaliar se há algum fator emocional envolvido, ou até um neurologista infantil, para investigar outras possíveis causas.
Um abraço!
Pelo seu relato, o que seu filho está apresentando parece ser terror noturno, um tipo de alteração do sono comum em crianças pequenas. Durante esses episódios, a criança pode chorar, gritar, parecer assustada, procurar os pais, mas continua dormindo e, geralmente, não se lembra do que aconteceu no dia seguinte.
Esse quadro costuma ser passageiro e tende a diminuir com o tempo, sem necessidade de tratamento específico. Algumas medidas podem ajudar, como:
1. Manter uma rotina de sono bem organizada, com horários regulares;
2. Criar um ambiente calmo e tranquilo na hora de dormir;
3. Evitar estímulos como telas (TV, celular, tablet) antes de dormir;
4. Inserir atividades relaxantes na rotina noturna, como ouvir uma música tranquila, ler uma historinha ou fazer uma massagem leve.
Se os episódios se tornarem muito frequentes, estiverem atrapalhando muito o sono da família, ou se surgirem outros comportamentos que preocupem, é indicado procurar um psicólogo infantil, que pode ajudar a avaliar se há algum fator emocional envolvido, ou até um neurologista infantil, para investigar outras possíveis causas.
Um abraço!
Boa noite! Entendo sua preocupação, pois situações como essa podem ser muito desgastantes para toda a família. O primeiro passo recomendado é buscar um check-up médico, começando com o pediatra, para avaliar possíveis causas físicas ou neurológicas que possam estar interferindo no sono do seu filho. É importante descartar questões como refluxo, apneia do sono ou desconfortos noturnos.
Além disso, é fundamental observar como está a rotina antes de dormir. Uma rotina tranquila, previsível e sem estímulos fortes (como telas, barulhos ou brincadeiras agitadas) ajuda a preparar o corpo e o cérebro da criança para um sono mais estável. Banho morno, luzes mais baixas, leitura de histórias ou músicas calmas podem ajudar bastante.
Descartadas questões fisiológicas, o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e orientar a construção de estratégias para tornar esse momento mais tranquilo para todos.
Além disso, é fundamental observar como está a rotina antes de dormir. Uma rotina tranquila, previsível e sem estímulos fortes (como telas, barulhos ou brincadeiras agitadas) ajuda a preparar o corpo e o cérebro da criança para um sono mais estável. Banho morno, luzes mais baixas, leitura de histórias ou músicas calmas podem ajudar bastante.
Descartadas questões fisiológicas, o acompanhamento com um psicólogo infantil pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e orientar a construção de estratégias para tornar esse momento mais tranquilo para todos.
A criança pode ter pesadelos com ocorrências do dia. Mas , em caso de sonambulismo seria interessante considerar consultar um neuropediatra.
Boa noite! Isso pode ser um caso comum de "despertar confusional" ou "terror noturno", que acontece em crianças pequenas durante o sono profundo. Embora pareça acordado, ele está dormindo e geralmente não se lembra depois. Mantenha uma rotina calma antes de dormir e evite estímulos fortes. Se os episódios forem frequentes ou muito intensos, vale consultar um pediatra ou especialista em sono infantil.
Boa tarde!
A hora de dormi é um grande desafio para os pais de filhos pequenos. Essa idade da criança é muito intensa as fantasias de abandono, rejeição e ciúmes e isso gera uma grande angústia, onde elas realmente precisam da atenção e acolhimento dos pais para suportar esse momento e sentir que são protegidas pelos pais. Com o passar do tempo e crescimento do seu filho, você saberá distinguir o que é uma angústia real de uma manha, assim poderá apresentar os limites para o desenvolvimento do seu filho que terá as condições de receber pequenas frustrações adequadas para idade dele.
Muita perseverança nessa missão de educar seu filho com amor!
A hora de dormi é um grande desafio para os pais de filhos pequenos. Essa idade da criança é muito intensa as fantasias de abandono, rejeição e ciúmes e isso gera uma grande angústia, onde elas realmente precisam da atenção e acolhimento dos pais para suportar esse momento e sentir que são protegidas pelos pais. Com o passar do tempo e crescimento do seu filho, você saberá distinguir o que é uma angústia real de uma manha, assim poderá apresentar os limites para o desenvolvimento do seu filho que terá as condições de receber pequenas frustrações adequadas para idade dele.
Muita perseverança nessa missão de educar seu filho com amor!
Olá,
O que você descreve parece estar ligado a manifestações que, na psicanálise, chamamos de angústias noturnas infantis. Acordar no meio da noite gritando, chorando ou procurando os pais, mesmo sem estar totalmente desperto, pode indicar que a criança está lidando com algo que ainda não consegue simbolizar.
Aos 2 anos e 7 meses, seu filho está em um momento importante do desenvolvimento psíquico, em que vivências de separação, medos e inseguranças inconscientes podem aparecer de maneira intensa, especialmente durante o sono. O sono, para a criança, não é apenas descanso físico, mas também um espaço em que conteúdos emocionais se expressam.
É importante observar como têm sido os dias dele, se houve mudanças recentes na rotina, se há tensões no ambiente familiar ou se ele está passando por alguma fase de maior insegurança ou dependência. Muitas vezes, o grito noturno é a forma que o psiquismo infantil encontra para pedir amparo.
A escuta clínica pode ajudar bastante nesses casos. Um processo de acompanhamento com um psicanalista pode auxiliar na compreensão mais profunda do que esse sintoma representa, tanto para a criança quanto para a dinâmica familiar.
Esses sinais são importantes e merecem atenção, mas com cuidado e escuta, é possível compreender o que está em jogo e ajudar a criança a se sentir mais segura.
Espero ter contribuído de alguma forma.
O que você descreve parece estar ligado a manifestações que, na psicanálise, chamamos de angústias noturnas infantis. Acordar no meio da noite gritando, chorando ou procurando os pais, mesmo sem estar totalmente desperto, pode indicar que a criança está lidando com algo que ainda não consegue simbolizar.
Aos 2 anos e 7 meses, seu filho está em um momento importante do desenvolvimento psíquico, em que vivências de separação, medos e inseguranças inconscientes podem aparecer de maneira intensa, especialmente durante o sono. O sono, para a criança, não é apenas descanso físico, mas também um espaço em que conteúdos emocionais se expressam.
É importante observar como têm sido os dias dele, se houve mudanças recentes na rotina, se há tensões no ambiente familiar ou se ele está passando por alguma fase de maior insegurança ou dependência. Muitas vezes, o grito noturno é a forma que o psiquismo infantil encontra para pedir amparo.
A escuta clínica pode ajudar bastante nesses casos. Um processo de acompanhamento com um psicanalista pode auxiliar na compreensão mais profunda do que esse sintoma representa, tanto para a criança quanto para a dinâmica familiar.
Esses sinais são importantes e merecem atenção, mas com cuidado e escuta, é possível compreender o que está em jogo e ajudar a criança a se sentir mais segura.
Espero ter contribuído de alguma forma.
Como vai o relacionamento dos pais ? De 0 a 10 qual a nota ? Se tem excesso de ansiedade, conflitos, medo da vida...tudo isso afeta negativamente o filho. Procure um psicólogo psicoterapeuta competente
Olá, tudo bem?
Imagino o quanto isso deve estar sendo desgastante para vocês. O sono dos pequenos, especialmente nessa faixa etária, pode ser um verdadeiro desafio — e quando aparecem episódios de gritos, choro e agitação durante a madrugada, é natural que surja a preocupação: será que ele está tendo pesadelos? Será que sente dor? Ou apenas está processando algo que ainda não consegue comunicar?
O que você descreveu pode estar relacionado ao que chamamos de despertares noturnos com confusão ou até mesmo episódios de terror noturno, que são comuns entre 2 e 5 anos de idade. Nessas situações, a criança parece acordada — grita, chora, às vezes até chama pelos pais — mas na verdade ainda está em um estado de sono profundo, e no dia seguinte nem se lembra do ocorrido. Diferente dos pesadelos, que geralmente ocorrem em fases mais leves do sono, esses episódios costumam ocorrer nas primeiras horas da noite, quando o cérebro está em sono profundo, tentando processar as experiências vividas no dia.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil ainda está aprendendo a consolidar o sono e a organizar as emoções durante a noite. Quando a criança passa por dias mais intensos, sobrecarregados de estímulos ou mudanças de rotina, é como se o cérebro dissesse: “Ainda estou tentando dar conta de tudo isso” — e o sono acaba refletindo esse esforço.
Vocês já observaram se há dias específicos em que isso ocorre com mais frequência? Alguma mudança recente na rotina, exposição a telas, ou algo que possa ter deixado ele mais agitado? E como está o momento da preparação para o sono? Há um ritual calmo, previsível, com pouca luz e poucos estímulos?
Caso isso esteja se repetindo com muita frequência ou se intensifique, pode ser importante conversar com um(a) neuropediatra ou um(a) especialista em sono infantil para avaliar se há algo além do esperado para a idade. Enquanto isso, o mais importante é manter o ambiente noturno o mais tranquilo e seguro possível, evitando acordar a criança completamente nesses episódios, apenas garantindo que ela esteja protegida.
E por mais cansativo que esteja sendo, vale lembrar: o sono infantil é um processo em construção — e aos poucos, com cuidado e ajustes, ele vai se reorganizando. Caso precise, estou à disposição.
Imagino o quanto isso deve estar sendo desgastante para vocês. O sono dos pequenos, especialmente nessa faixa etária, pode ser um verdadeiro desafio — e quando aparecem episódios de gritos, choro e agitação durante a madrugada, é natural que surja a preocupação: será que ele está tendo pesadelos? Será que sente dor? Ou apenas está processando algo que ainda não consegue comunicar?
O que você descreveu pode estar relacionado ao que chamamos de despertares noturnos com confusão ou até mesmo episódios de terror noturno, que são comuns entre 2 e 5 anos de idade. Nessas situações, a criança parece acordada — grita, chora, às vezes até chama pelos pais — mas na verdade ainda está em um estado de sono profundo, e no dia seguinte nem se lembra do ocorrido. Diferente dos pesadelos, que geralmente ocorrem em fases mais leves do sono, esses episódios costumam ocorrer nas primeiras horas da noite, quando o cérebro está em sono profundo, tentando processar as experiências vividas no dia.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil ainda está aprendendo a consolidar o sono e a organizar as emoções durante a noite. Quando a criança passa por dias mais intensos, sobrecarregados de estímulos ou mudanças de rotina, é como se o cérebro dissesse: “Ainda estou tentando dar conta de tudo isso” — e o sono acaba refletindo esse esforço.
Vocês já observaram se há dias específicos em que isso ocorre com mais frequência? Alguma mudança recente na rotina, exposição a telas, ou algo que possa ter deixado ele mais agitado? E como está o momento da preparação para o sono? Há um ritual calmo, previsível, com pouca luz e poucos estímulos?
Caso isso esteja se repetindo com muita frequência ou se intensifique, pode ser importante conversar com um(a) neuropediatra ou um(a) especialista em sono infantil para avaliar se há algo além do esperado para a idade. Enquanto isso, o mais importante é manter o ambiente noturno o mais tranquilo e seguro possível, evitando acordar a criança completamente nesses episódios, apenas garantindo que ela esteja protegida.
E por mais cansativo que esteja sendo, vale lembrar: o sono infantil é um processo em construção — e aos poucos, com cuidado e ajustes, ele vai se reorganizando. Caso precise, estou à disposição.
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