Boa tarde gastaria de saber se quem tem gastri crônica Ativa atrofica pode comer uma fatia de abacat
Boa tarde gastaria de saber se quem tem gastri crônica Ativa atrofica pode comer uma fatia de abacate pois fui pra uma nutricionista e ela falou que eu posso comer tudo mais até as coisas maís simples mim dor no estômago
14 respostas
Olá, o abacate não é aconselhável. A digestibilidade dele é difícil. Nem tudo você pode comer. O ideal é frutas não acidas, e alimentos de fácil digestão, Além disso fazer refeições menores. Se desejar que eu veja seus exames e faça uma dieta mais adequada para seu quadro é só me procurar. Espero ter ajudado.
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Olá, tudo bem? Entendo a sua preocupação. O abacate, em geral, é um alimento bem tolerado na gastrite crônica atrófica, porque tem gordura boa e não é ácido. Porém, cada organismo reage de forma diferente. Se até alimentos simples estão causando dor, o ideal é testar em pequenas quantidades e observar como o seu estômago responde. Se houver desconforto, o melhor é evitar no momento e ir introduzindo os alimentos de forma gradual, sempre priorizando preparações mais leves. Em alguns casos, pode ser necessário ajustar a dieta de forma individualizada, porque na gastrite atrófica a mucosa do estômago está mais sensível. Podemos organizar um plano alimentar suave, que ajude a proteger seu estômago e ao mesmo tempo mantenha uma boa nutrição. Assim você terá mais segurança sobre o que pode ou não consumir. Suelyregobarors.nutri
A gastrite atrófica é uma condição autoimune, para que se sinta bem, a doença precisa estar controlada. Alguns alimentos são mais agressivos para a mucosa gástrica, e podem mesmo fazer mal. Por isso, é essencial o tratamento desta mucosa, controle da doença autoimune e dieta específica. À disposição.
Você pode comer abacate, é uma fruta com baixa acidez. Discordo que deve comer de tudo, é o famoso tudo pode mas nem tudo convém. Evite ao máximo alimentos muito cítricos, café (opte pelo descafeinado), excesso de gordura como frituras.
O abacate, em geral, é um alimento bem tolerado por muitas pessoas com gastrite. Ele é rico em gorduras boas, tem textura suave e não costuma ser ácido, o que pode ajudar a evitar irritações no estômago. No entanto, cada organismo reage de forma diferente, e como você mencionou que até alimentos simples têm causado desconforto, é essencial observar como seu corpo responde. Mesmo alimentos considerados “seguros” podem gerar sintomas dependendo do estágio da gastrite, da sensibilidade individual e de outros fatores como forma de preparo ou combinação com outros alimentos. Por isso, o ideal é seguir com o acompanhamento profissional e relatar esses sintomas para que o plano alimentar seja ajustado com mais precisão.
Olá! O abacate é considerado uma fruta ideal para a gastrite por ser de baixa acidez e rica em fibras, o que auxilia na digestão e pode amenizar sintomas como azia. A Nutricionista acertou quando disse que você pode comer de tudo, a diferença está sempre no [como] e no [quando] comer. No seu caso, o mais importante é tratar a causa da dor, que geralmente vem de um processo inflamatório. Para isso, é fundamental ter um profissional que monte um planejamento estratégico, primeiro para reduzir a inflamação e aliviar os sintomas, depois para ajustar sua rotina alimentar e evitar que o problema volte. Minha recomendação é procurar um atendimento particular (caso tenha ido em consulta de convênio), já que pelo plano de saúde normalmente não há a frequência de acompanhamento necessária para um caso que exige proximidade e ajustes constantes.
Boa tarde! Sim, quem tem gastrite crônica ativa atrófica pode geralmente comer abacate, pois ele contém gorduras saudáveis e possui propriedades anti-inflamatórias que podem ser benéficas para o estômago. No entanto, como você mencionou que até alimentos simples causam desconforto, recomendo iniciar com uma pequena quantidade e observar como seu corpo reage. Sempre é bom discutir suas reações alimentares com seu médico ou nutricionista para ajustes personalizados na sua dieta.
Precisa avaliar toda a sua alimentação, ou seja, fazer uma anamenese com nutricionista e seguir um plano alimentar adequado. Caso persista a dor será necessário consulta médica.
Sua dúvida é muito comum e importante! Em casos de gastrite crônica ou atrófica, o abacate é uma ótima escolha — ele é rico em gorduras boas, vitaminas e minerais, além de ser de fácil digestão. De modo geral, alimentos naturais e pouco processados são bem tolerados. O que deve ser evitado são comidas muito ácidas, gordurosas, frituras, café e bebidas alcoólicas. Se o abacate não causa desconforto, pode continuar consumindo em pequenas quantidades, preferindo sempre as versões maduras e sem açúcar. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta nutricional individual. O acompanhamento com um nutricionista é essencial para garantir segurança e equilíbrio digestivo. Coloco-me à disposição para orientar com consultas presenciais e online em todo o Brasil, com foco em nutrição clínica, digestiva e funcional. Dra. Cleonice Soares – Nutricionista | CRN: 16652.
Olá! Em muitos casos, sim. Pessoas com gastrite crônica ativa atrófica podem consumir uma fatia de abacate, desde que apresentem boa tolerância individual. O abacate é um alimento nutritivo, rico em gorduras monoinsaturadas, fibras, vitaminas e minerais, e não costuma ser considerado um alimento irritante para o estômago. No entanto, cada pessoa responde de uma forma. Se você percebe dor após consumir até mesmo alimentos simples, como o abacate, isso indica que o problema pode não estar no alimento em si. Na gastrite crônica atrófica ocorre uma alteração da mucosa do estômago que pode reduzir a produção de ácido gástrico. Essa condição pode comprometer a digestão dos alimentos, reduzir a absorção de nutrientes importantes, como vitamina B12, ferro, cálcio e magnésio, e favorecer alterações da microbiota intestinal. Além disso, se a gastrite ainda estiver ativa, a própria inflamação pode fazer com que o estômago fique mais sensível. Também é importante investigar a causa da gastrite, especialmente a presença de Helicobacter pylori, gastrite autoimune e outras condições que possam estar mantendo a inflamação. Se a inflamação não estiver controlada, é possível sentir desconforto mesmo com alimentos considerados saudáveis. O ideal é que a alimentação seja individualizada. Em vez de excluir diversos alimentos sem necessidade, o nutricionista pode identificar quais realmente desencadeiam sintomas e, ao mesmo tempo, evitar restrições excessivas que prejudiquem seu estado nutricional. Como você relata dor até com alimentos simples, considero importante retornar ao gastroenterologista e ao nutricionista para reavaliar seu tratamento. Esse padrão de sintomas sugere que a inflamação ou outra alteração digestiva ainda pode não estar totalmente controlada. Israel Adolfo – Nutricionista Esportivo
Sim, muitas pessoas com gastrite conseguem comer uma fatia de abacate, pois ele é um alimento pouco ácido e, em geral, bem tolerado. No entanto, isso não significa que será bem tolerado por todas as pessoas. O abacate contém gordura (embora seja uma gordura saudável), e em algumas pessoas com gastrite a gordura pode retardar o esvaziamento do estômago e aumentar o desconforto. Minha sugestão seria: Experimente uma pequena quantidade, como 1 ou 2 colheres de sopa ou uma fatia fina, coma junto com outra refeição, em vez de em jejum. Observe se há dor, queimação, náusea ou sensação de estômago pesado nas horas seguintes.
Sim, em tese você pode consumir uma fatia pequena de abacate, mas a sua dor ao comer alimentos simples é totalmente justificável. Ouvir que "pode comer de tudo" quando o seu estômago dói até com o básico é muito frustrante, e você está certa em desconfiar. Na gastrite crônica ativa atrófica, a mucosa gástrica está inflamada e a capacidade de produzir suco gástrico está reduzida. Isso deixa o estômago extremamente sensível e com a digestão mais lenta. Como o abacate age na gastrite atrófica: Digestão mais lenta: O abacate é excelente e rico em gorduras boas (monoinsaturadas), mas qualquer tipo de gordura exige mais esforço digestivo e desacelera o esvaziamento do estômago. Sensação de peso e dor: Se a mucosa estiver muito irritada (fase ativa), mesmo a gordura saudável de uma fatia de abacate pode causar empazinamento, azia ou dor epigástrica. Dicas práticas para testar o abacate e aliviar as dores: Comece com porções mínimas: Em vez de uma fatia inteira, teste apenas 1 colher de sopa amassada e observe como seu estômago reage nas 2 a 3 horas seguintes. Evite consumir em jejum: Não coma abacate de estômago vazio. Prefira usá-lo junto a um lanche leve ou refeição já bem aceita. Foco no cozido e macio: Enquanto o estômago estiver "ativo", dê preferência a alimentos mornos, bem cozidos e de textura pastosa (como purês de legumes, legumes no vapor, frutas cozidas e carnes moídas/desfiadas). Alimentos crus ou gordurosos devem ser reintroduzidos com cautela. Acompanhamento médico: Certifique-se com seu gastroenterologista de que a causa da inflamação ativa (como a bactéria H. pylori) está sendo tratada, pois a mucosa precisa desinflamar para voltar a tolerar variações na dieta. Karla Baptista Nutricionista
Sim, quem tem gastrite crônica ativa atrófica pode comer abacate, mas em porções bem pequenas e com alguns cuidados na forma de consumo. O fato de a sua nutricionista ter dito que você "pode comer de tudo" e, mesmo assim, alimentos simples causarem dor tem uma explicação clínica muito clara relacionada à sua condição. Por que alimentos simples estão te causando dor? Na gastrite crônica atrófica, ocorre uma redução das glândulas do estômago responsáveis por produzir o ácido clorídrico (hipocloridria). Digestão Lenta: Com menos ácido, o estômago demora muito mais tempo para processar os alimentos. O alimento fica parado por mais tempo, gerando distensão, peso, queimação e dor. Sensibilidade da Mucosa: Como a mucosa está inflamada e "ativa",qualquer esforço digestivo maior ou volume em excesso irrita as paredes do estômago.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.




