Boa tarde meu filho toma medicamentos desde 5 anos agora está com 17 e não quer mais tomar disse que
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Boa tarde meu filho toma medicamentos desde 5 anos agora está com 17 e não quer mais tomar disse que enjoa demais e tem muita dor de cabeça não sei o que devo fazer?
boa tarde;
O uso de medicação para epilepsia muitas vezes encontra dificuldades pelo efeito colateral ou pela falta de adesão dos jovens;
importante que um paciente com 17 anos em pleno funcionamento de suas capacidades cognitivas assuma o tratamento;Ideal agendar uma consulta com neurologista/neurocirurgião assistente na qual o seu filho tire todas as duvidas que o caso seja explicado e de forma que ele entenda os riscos e benefícios da droga;
Em Alguns casos é possível se avaliar retirada da medicação ou quando é imperativo a manutenção de tratamento o ajuste da dose ou mesmo mudança de medicação para minorar os sintomas;
Espero ter auxiliado;
Atenciosamente
O uso de medicação para epilepsia muitas vezes encontra dificuldades pelo efeito colateral ou pela falta de adesão dos jovens;
importante que um paciente com 17 anos em pleno funcionamento de suas capacidades cognitivas assuma o tratamento;Ideal agendar uma consulta com neurologista/neurocirurgião assistente na qual o seu filho tire todas as duvidas que o caso seja explicado e de forma que ele entenda os riscos e benefícios da droga;
Em Alguns casos é possível se avaliar retirada da medicação ou quando é imperativo a manutenção de tratamento o ajuste da dose ou mesmo mudança de medicação para minorar os sintomas;
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Boa tarde, há casos em que é possível a suspensão da medicação, sim, a depender do tipo de Epilepsia, se há alguma alteração estrutural do cerebro do paciente, do tempo decorrido sem crises, etc. Quando é possível tentar a suspensão, isso é feito de maneira gradual. A suspensão abrupta de certos medicamentos, pode inclusive levar a graves crises reentrantes. Caso não seja possível retirar, pode-se tentar outra medicação com melhor perfil de efeito colateral. Atenciosamente.
Olá! O ideal é agendar uma consulta com um neurologista para que se avalie qual o tipo de Epilepsia e se há possibilidade de suspensão do medicamento. Caso não seja recomendado parar com o medicamento para o tratamento das crises, pode-se considerar a substituição por um outro remédio para Epilepsia. Atualmente há várias opções com menos efeitos colaterais e melhor tolerabilidade.
Não é recomendado parar com o medicamento sem orientação médica pois podem ocorrer crises.
Espero ter ajudado!
Não é recomendado parar com o medicamento sem orientação médica pois podem ocorrer crises.
Espero ter ajudado!
Parar “de uma vez” pode aumentar o risco de crises fortes, acidentes e internação. O ideal é não suspender sozinho e procurar o neurologista para um plano rápido de ajuste. Envolva seu filho na decisão (melhora muito a adesão) : Definam juntos metas: menos efeitos, esquema mais simples (1x/dia se possível), horários da rotina. Use lembretes no celular, organizador de comprimidos, e retorno curto para ajuste fino.
A situação que você descreve é bastante comum entre adolescentes que fazem tratamento de longo prazo para epilepsia. Após muitos anos em uso de medicação, é natural que ele se sinta cansado ou irritado com o tratamento, especialmente se estiver apresentando efeitos colaterais como enjoo e dor de cabeça. No entanto, é fundamental compreender que interromper o medicamento por conta própria pode ser perigoso e levar ao retorno das crises convulsivas, que podem ocorrer de forma inesperada e até colocar a vida em risco.
Os sintomas que ele relata podem, de fato, estar relacionados à dose ou ao tipo de medicação utilizada. Muitos anticonvulsivantes, com o tempo, podem provocar desconfortos digestivos, sonolência ou dor de cabeça, mas isso não significa que o tratamento deva ser suspenso. Atualmente existem novos medicamentos com melhor tolerância e menos efeitos adversos, e o neurologista pode ajustar a prescrição de acordo com a resposta clínica e a idade do paciente.
O primeiro passo deve ser agendar uma consulta de reavaliação com o neurologista que acompanha o caso. O médico poderá:
Revisar a medicação e considerar a substituição por outra de perfil mais leve;
Avaliar, por meio de eletroencefalograma (EEG) e outros exames, se há estabilidade suficiente para pensar em uma redução gradual da dose;
Investigar se a dor de cabeça é efeito do remédio ou se pode haver outro fator envolvido, como tensão, sono irregular ou alimentação inadequada.
É importante conversar abertamente com seu filho, explicando que o uso contínuo da medicação não é apenas uma rotina médica, mas uma forma de proteger o cérebro e evitar novas crises. Envolvê-lo nas decisões sobre o tratamento, com apoio e escuta, ajuda muito na adesão terapêutica.
Em resumo, o mais indicado é não interromper o uso da medicação sem orientação médica, pois isso pode provocar crises graves e até risco de internação. O caminho mais seguro é buscar a avaliação neurológica o quanto antes para ajustar o tratamento e aliviar os sintomas, garantindo a qualidade de vida e a segurança dele.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Os sintomas que ele relata podem, de fato, estar relacionados à dose ou ao tipo de medicação utilizada. Muitos anticonvulsivantes, com o tempo, podem provocar desconfortos digestivos, sonolência ou dor de cabeça, mas isso não significa que o tratamento deva ser suspenso. Atualmente existem novos medicamentos com melhor tolerância e menos efeitos adversos, e o neurologista pode ajustar a prescrição de acordo com a resposta clínica e a idade do paciente.
O primeiro passo deve ser agendar uma consulta de reavaliação com o neurologista que acompanha o caso. O médico poderá:
Revisar a medicação e considerar a substituição por outra de perfil mais leve;
Avaliar, por meio de eletroencefalograma (EEG) e outros exames, se há estabilidade suficiente para pensar em uma redução gradual da dose;
Investigar se a dor de cabeça é efeito do remédio ou se pode haver outro fator envolvido, como tensão, sono irregular ou alimentação inadequada.
É importante conversar abertamente com seu filho, explicando que o uso contínuo da medicação não é apenas uma rotina médica, mas uma forma de proteger o cérebro e evitar novas crises. Envolvê-lo nas decisões sobre o tratamento, com apoio e escuta, ajuda muito na adesão terapêutica.
Em resumo, o mais indicado é não interromper o uso da medicação sem orientação médica, pois isso pode provocar crises graves e até risco de internação. O caminho mais seguro é buscar a avaliação neurológica o quanto antes para ajustar o tratamento e aliviar os sintomas, garantindo a qualidade de vida e a segurança dele.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
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