Bom dia! Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar a
3
respostas
Bom dia!
Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar antidepressivo o que acontece?
Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar antidepressivo o que acontece?
Boa tarde! Utilizar o medicamento sem sintomas ou indicação adequada não irá trazer nenhum benefício adicional e possivelmente trará riscos à saúde. O momento correto para suspender o medicamento precisa ser avaliado caso a caso.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Essa é uma dúvida excelente — e muito comum entre quem está em fase de melhora ou já se sente bem após o tratamento.
Os antidepressivos, como os ISRS (ex.: sertralina, escitalopram, fluoxetina), atuam regulando o equilíbrio químico do cérebro, especialmente os níveis de serotonina, noradrenalina e dopamina, que influenciam o humor e a ansiedade. Quando a pessoa continua tomando o remédio mesmo sem sintomas e sem indicação médica, o corpo pode manter um nível artificialmente elevado desses neurotransmissores, o que em algumas pessoas gera apatia, indiferença emocional, redução do desejo sexual, sonolência, tremores, ganho de peso ou, em casos raros, uma leve “superativação” (insônia, agitação ou irritabilidade).
Além disso, o uso prolongado sem necessidade mantém o cérebro dependente da medicação, dificultando a adaptação natural dos circuitos de humor e atenção. Por isso, quando o quadro está estabilizado por vários meses, o ideal é reavaliar com o psiquiatra se já é o momento de reduzir gradualmente a dose — nunca de forma abrupta, pois a retirada súbita pode causar sintomas de abstinência, como tontura, ansiedade, choques na cabeça (“zaps”) e instabilidade emocional.
Em resumo: se a pessoa realmente não apresenta mais ansiedade ou depressão, continuar tomando o antidepressivo sem orientação não traz benefícios e pode causar efeitos indesejáveis. O ideal é sempre revisar o tratamento com o médico antes de fazer qualquer mudança.
Os antidepressivos, como os ISRS (ex.: sertralina, escitalopram, fluoxetina), atuam regulando o equilíbrio químico do cérebro, especialmente os níveis de serotonina, noradrenalina e dopamina, que influenciam o humor e a ansiedade. Quando a pessoa continua tomando o remédio mesmo sem sintomas e sem indicação médica, o corpo pode manter um nível artificialmente elevado desses neurotransmissores, o que em algumas pessoas gera apatia, indiferença emocional, redução do desejo sexual, sonolência, tremores, ganho de peso ou, em casos raros, uma leve “superativação” (insônia, agitação ou irritabilidade).
Além disso, o uso prolongado sem necessidade mantém o cérebro dependente da medicação, dificultando a adaptação natural dos circuitos de humor e atenção. Por isso, quando o quadro está estabilizado por vários meses, o ideal é reavaliar com o psiquiatra se já é o momento de reduzir gradualmente a dose — nunca de forma abrupta, pois a retirada súbita pode causar sintomas de abstinência, como tontura, ansiedade, choques na cabeça (“zaps”) e instabilidade emocional.
Em resumo: se a pessoa realmente não apresenta mais ansiedade ou depressão, continuar tomando o antidepressivo sem orientação não traz benefícios e pode causar efeitos indesejáveis. O ideal é sempre revisar o tratamento com o médico antes de fazer qualquer mudança.
Bom dia. Tudo bem? Fique atento, com o desaparecimento dos sintomas não quer dizer que a doença está tratada. È importante fazer o tratamento de manutenção por alguns meses ou a doença pode voltar.
Perguntas relacionadas
- Boa tarde , faço o uso de sertralina já tem uma semana ,posso ir a academia e beber o whey protein?
- No segundo dia após tomar a Tizerpatida de 2.5 não estou conseguindo comer e a minha ansiedade está me deixando mal, parece que cortou o efeito da Sertralina que eu tomo de 50mg. Estou com tristeza, desânimo, medo e o coração acelerado. Isso é normal? Vai passar?
- Usei sertralina 50mg por uns 11 meses. Fiz a redução para 25mg e terminei o tratamento. Faz 3 meses que não uso mais nenhum antidepressivo, mas percebo que a minha libido não é a mesma de antes do tratamento. Isso melhora com o tempo?
- Eu tomei clonazepan 0,5 por 1 ano fiz o desmame correto e logo após o medico receitou sertralina 50mg p ansiedade. 36 dias tomando sertralina e ainda tenho tremores palpitações sentindo muita fraqueza e cabeça ruim. É normal?
- Estou tomando sertralina a 40 dias tomo as 7:00 logo após vem um mal estar que dura até por volta de onze horas sinto formihamentos tremores leves e a cabeça fica como se tivesse sido sacudida . É normal ?
- Olá! Fiquei doente e acabei tomando alguns medicamentos, como paracetamol+cloridrato de pseudoefrina, nimesulida, dipirona e expec. Como eu tenho Tocofobia muito forte, gostaria de saber quanto tempo, após parar de tomar todos esses remédios, eu posso, com muita tranquilidade, voltar a ter certeza que…
- Tenho ansiedade social e depressão leve tomo 100mg de sertralina, depakene 750mg ( mas a clínica diminuí para 500, depois 250mg.) isso pode melhorar minha anedonia? Com a dose de 750mg sentia MT apático e falta de prazer nas coisas q eu gosto. Hoje com a dose de 250mg de depakene, parece q tô mais natural...…
- Tomo sertralina de 50mg a três anos , parei de tomar faz 6 dias , mas venho sentindo dores no peito e garganta , isso é normal?
- Tomo sertralina 75 mg e hoje pela primeira vez por causa de sinusite/amigdalite estou tomando antibiótico levofloxacino. Senti batedeira forte, angústia e náusea. É normal?
- Estou tomando sertralina a 6 dias e no 2° começou uma coceira/penicamento no corpo. Não tem vermelhidão nem inchaço ou urticária, mas estou com medo. É normal?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 3093 perguntas sobre Cloridrato De Sertralina
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.