Bom dia! Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar a
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Bom dia!
Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar antidepressivo o que acontece?
Gostaria de saber de vcs se a pessoa não tiver mais nem a ansiedade nem a doença e tomar antidepressivo o que acontece?
Boa tarde! Utilizar o medicamento sem sintomas ou indicação adequada não irá trazer nenhum benefício adicional e possivelmente trará riscos à saúde. O momento correto para suspender o medicamento precisa ser avaliado caso a caso.
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Essa é uma dúvida excelente — e muito comum entre quem está em fase de melhora ou já se sente bem após o tratamento.
Os antidepressivos, como os ISRS (ex.: sertralina, escitalopram, fluoxetina), atuam regulando o equilíbrio químico do cérebro, especialmente os níveis de serotonina, noradrenalina e dopamina, que influenciam o humor e a ansiedade. Quando a pessoa continua tomando o remédio mesmo sem sintomas e sem indicação médica, o corpo pode manter um nível artificialmente elevado desses neurotransmissores, o que em algumas pessoas gera apatia, indiferença emocional, redução do desejo sexual, sonolência, tremores, ganho de peso ou, em casos raros, uma leve “superativação” (insônia, agitação ou irritabilidade).
Além disso, o uso prolongado sem necessidade mantém o cérebro dependente da medicação, dificultando a adaptação natural dos circuitos de humor e atenção. Por isso, quando o quadro está estabilizado por vários meses, o ideal é reavaliar com o psiquiatra se já é o momento de reduzir gradualmente a dose — nunca de forma abrupta, pois a retirada súbita pode causar sintomas de abstinência, como tontura, ansiedade, choques na cabeça (“zaps”) e instabilidade emocional.
Em resumo: se a pessoa realmente não apresenta mais ansiedade ou depressão, continuar tomando o antidepressivo sem orientação não traz benefícios e pode causar efeitos indesejáveis. O ideal é sempre revisar o tratamento com o médico antes de fazer qualquer mudança.
Os antidepressivos, como os ISRS (ex.: sertralina, escitalopram, fluoxetina), atuam regulando o equilíbrio químico do cérebro, especialmente os níveis de serotonina, noradrenalina e dopamina, que influenciam o humor e a ansiedade. Quando a pessoa continua tomando o remédio mesmo sem sintomas e sem indicação médica, o corpo pode manter um nível artificialmente elevado desses neurotransmissores, o que em algumas pessoas gera apatia, indiferença emocional, redução do desejo sexual, sonolência, tremores, ganho de peso ou, em casos raros, uma leve “superativação” (insônia, agitação ou irritabilidade).
Além disso, o uso prolongado sem necessidade mantém o cérebro dependente da medicação, dificultando a adaptação natural dos circuitos de humor e atenção. Por isso, quando o quadro está estabilizado por vários meses, o ideal é reavaliar com o psiquiatra se já é o momento de reduzir gradualmente a dose — nunca de forma abrupta, pois a retirada súbita pode causar sintomas de abstinência, como tontura, ansiedade, choques na cabeça (“zaps”) e instabilidade emocional.
Em resumo: se a pessoa realmente não apresenta mais ansiedade ou depressão, continuar tomando o antidepressivo sem orientação não traz benefícios e pode causar efeitos indesejáveis. O ideal é sempre revisar o tratamento com o médico antes de fazer qualquer mudança.
Bom dia. Tudo bem? Fique atento, com o desaparecimento dos sintomas não quer dizer que a doença está tratada. È importante fazer o tratamento de manutenção por alguns meses ou a doença pode voltar.
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