Bom dia meu filho de 2 anos 7 meses faz uso de depakene 1,50 ml , antes ele usava rispiridona , mais
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Bom dia meu filho de 2 anos 7 meses faz uso de depakene 1,50 ml , antes ele usava rispiridona , mais nao estava fazendo efeito , fico preocupada com essa medicação depakene
Ele nunca uso , ele tem TEIA ,essa medicação ela tira o sono da crianca ?
Ele nunca uso , ele tem TEIA ,essa medicação ela tira o sono da crianca ?
Entendo sua preocupação, porque quando se fala em mudar a medicação de uma criança pequena, ainda mais com TEA, é natural surgir insegurança e medo de efeitos indesejáveis.
O Depakene é o nome comercial do ácido valproico, um medicamento usado principalmente para epilepsia e, em situações bem específicas, para controle de alterações importantes de humor ou impulsividade. Ele não é um tratamento para o autismo em si. O TEA não “se trata” com uma medicação única, e sim com intervenções terapêuticas adequadas. Remédios entram apenas quando há sintomas associados que realmente justifiquem o uso, como crises convulsivas, irritabilidade intensa, agressividade grave ou alterações importantes do sono, sempre com indicação muito clara.
Na dose que você mencionou, 1,5 ml, estamos falando de uma quantidade bastante baixa. Em muitos casos, essa dose é insuficiente até mesmo para atingir níveis terapêuticos no sangue. Isso levanta duas questões importantes: se há de fato um objetivo clínico claro para o uso do Depakene e se essa dose teria qualquer efeito real, positivo ou negativo. Quando um medicamento é prescrito sem um alvo bem definido, ele tende a gerar mais angústia do que benefício.
Sobre o sono, o Depakene não costuma “tirar o sono” da criança. Em geral, ele pode causar sonolência leve em algumas situações, especialmente no início do uso. Em outras crianças, pode não causar efeito nenhum perceptível. Alterações importantes de sono não são o efeito mais comum dessa medicação, principalmente nessa dosagem. Ainda assim, cada criança reage de um jeito, e qualquer mudança deve ser observada de perto.
Um ponto que não pode ser ignorado é quem está conduzindo esse tratamento. Medicações como o ácido valproico exigem conhecimento técnico, acompanhamento clínico cuidadoso e, muitas vezes, exames laboratoriais. É fundamental que o profissional seja um médico com RQE na área, habituado ao acompanhamento de crianças com TEA. Quando surgem dúvidas sobre a indicação, a dose ou o real benefício do remédio, isso é um sinal de que vale parar, reavaliar e pedir uma segunda opinião médica qualificada.
Hoje, a telemedicina permite exatamente esse tipo de cuidado: uma avaliação detalhada, segura, discreta e rápida, sem que você precise sair de casa. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho, entender por que essa medicação foi proposta, discutir riscos e benefícios reais e, principalmente, alinhar expectativas. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, inclusive para segunda opinião.
Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online é uma forma eficaz de proteger você e sua família. Evita deslocamentos, salas de espera, exposição desnecessária e ainda permite que você use melhor seu tempo, seja para o trabalho ou para os estudos. A saúde também faz parte da transformação digital, da Web 4.0 e do uso responsável da inteligência artificial no cuidado médico.
Mesmo que você não precise de mim neste momento, vale a pena conhecer meu perfil, acompanhar meus conteúdos e guardar o contato. A telemedicina permite acompanhamento contínuo, orientação segura desde o início da jornada e acesso a médicos experientes para segunda opinião, de forma prática e confiável. Basta clicar no perfil, quando sentir que é o momento certo.
O Depakene é o nome comercial do ácido valproico, um medicamento usado principalmente para epilepsia e, em situações bem específicas, para controle de alterações importantes de humor ou impulsividade. Ele não é um tratamento para o autismo em si. O TEA não “se trata” com uma medicação única, e sim com intervenções terapêuticas adequadas. Remédios entram apenas quando há sintomas associados que realmente justifiquem o uso, como crises convulsivas, irritabilidade intensa, agressividade grave ou alterações importantes do sono, sempre com indicação muito clara.
Na dose que você mencionou, 1,5 ml, estamos falando de uma quantidade bastante baixa. Em muitos casos, essa dose é insuficiente até mesmo para atingir níveis terapêuticos no sangue. Isso levanta duas questões importantes: se há de fato um objetivo clínico claro para o uso do Depakene e se essa dose teria qualquer efeito real, positivo ou negativo. Quando um medicamento é prescrito sem um alvo bem definido, ele tende a gerar mais angústia do que benefício.
Sobre o sono, o Depakene não costuma “tirar o sono” da criança. Em geral, ele pode causar sonolência leve em algumas situações, especialmente no início do uso. Em outras crianças, pode não causar efeito nenhum perceptível. Alterações importantes de sono não são o efeito mais comum dessa medicação, principalmente nessa dosagem. Ainda assim, cada criança reage de um jeito, e qualquer mudança deve ser observada de perto.
Um ponto que não pode ser ignorado é quem está conduzindo esse tratamento. Medicações como o ácido valproico exigem conhecimento técnico, acompanhamento clínico cuidadoso e, muitas vezes, exames laboratoriais. É fundamental que o profissional seja um médico com RQE na área, habituado ao acompanhamento de crianças com TEA. Quando surgem dúvidas sobre a indicação, a dose ou o real benefício do remédio, isso é um sinal de que vale parar, reavaliar e pedir uma segunda opinião médica qualificada.
Hoje, a telemedicina permite exatamente esse tipo de cuidado: uma avaliação detalhada, segura, discreta e rápida, sem que você precise sair de casa. Em uma teleconsulta é possível revisar a história do seu filho, entender por que essa medicação foi proposta, discutir riscos e benefícios reais e, principalmente, alinhar expectativas. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência comprovada, inclusive para segunda opinião.
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