Como a autoagressão se relaciona com a falha na integração afetivo-cognitiva no Transtorno de Person
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Como a autoagressão se relaciona com a falha na integração afetivo-cognitiva no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
No Transtorno de Personalidade Borderline, a autoagressão atua como um mecanismo extremo de regulação emocional. Quando emoções avassaladoras afeto se instalam, o cérebro perde a capacidade de processá-las racionalmente cognição. A dor física substitui essa sobrecarga insuportável por uma sensação controlável, promovendo alívio imediato.
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A autoagressão no TPB está profundamente ligada à falha na integração afetivo-cognitiva. A pessoa sente emoções intensas, mas tem dificuldade em simbolizá-las, nomeá-las ou regulá-las cognitivamente. Sem essa integração, o sofrimento emocional se torna avassalador, levando a comportamentos impulsivos como forma de alívio imediato.
A falha na integração também prejudica mentalização, dificultando compreender o próprio estado interno. Assim, a autoagressão funciona como tentativa de restaurar coerência interna, ainda que de forma desadaptativa.
Atenciosamente, Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernandosegundo.com
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A autoagressão no TPB está profundamente ligada à falha na integração afetivo-cognitiva. A pessoa sente emoções intensas, mas tem dificuldade em simbolizá-las, nomeá-las ou regulá-las cognitivamente. Sem essa integração, o sofrimento emocional se torna avassalador, levando a comportamentos impulsivos como forma de alívio imediato.
A falha na integração também prejudica mentalização, dificultando compreender o próprio estado interno. Assim, a autoagressão funciona como tentativa de restaurar coerência interna, ainda que de forma desadaptativa.
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Quando a integração falha, as emoções se tornam avassaladoras, insuportáveis e difíceis de mentalizar ou simbolizar (colocar em palavras ou reflexões). A autoagressão surge como estratégia mal adaptativa para autorregulação.
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