Como a experiência do bullying afeta a sua percepção de si mesmo?
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Como a experiência do bullying afeta a sua percepção de si mesmo?
O bullying atinge a percepção de si mesmo como uma flecha silenciosa: não mata de imediato, mas vai minando a autoconfiança pouco a pouco.
Na visão da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o bullying funciona como uma sequência de experiências negativas que distorce os esquemas cognitivos — aquelas crenças centrais que a pessoa forma sobre quem é e quanto vale.
Com o tempo, a vítima internaliza mensagens hostis (“sou fraco”, “sou feio”, “não pertenço”, “ninguém gosta de mim”) e essas ideias passam a guiar seu modo de ver o mundo e a si mesma.
Isso altera profundamente a autoimagem e o autoconceito: A pessoa passa a se perceber como inferior ou inadequada, mesmo quando não há evidências disso.
Surge o medo constante de rejeição e a hipervigilância social a mente fica em alerta para qualquer sinal de crítica.
A autoestima despenca, e com ela, a motivação, a espontaneidade e o senso de pertencimento.
Na clínica, a gente vê muito isso: o bullying não só machuca o passado, ele se infiltra na narrativa interna. A pessoa continua se tratando com a mesma crueldade que recebeu.
O trabalho terapêutico, então, é reconstruir essa lente — ensinar o paciente a duvidar das mentiras que o bullying plantou, e substituir o olhar crítico por um olhar compassivo, baseado em evidências reais sobre quem ele é hoje.
Na visão da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), o bullying funciona como uma sequência de experiências negativas que distorce os esquemas cognitivos — aquelas crenças centrais que a pessoa forma sobre quem é e quanto vale.
Com o tempo, a vítima internaliza mensagens hostis (“sou fraco”, “sou feio”, “não pertenço”, “ninguém gosta de mim”) e essas ideias passam a guiar seu modo de ver o mundo e a si mesma.
Isso altera profundamente a autoimagem e o autoconceito: A pessoa passa a se perceber como inferior ou inadequada, mesmo quando não há evidências disso.
Surge o medo constante de rejeição e a hipervigilância social a mente fica em alerta para qualquer sinal de crítica.
A autoestima despenca, e com ela, a motivação, a espontaneidade e o senso de pertencimento.
Na clínica, a gente vê muito isso: o bullying não só machuca o passado, ele se infiltra na narrativa interna. A pessoa continua se tratando com a mesma crueldade que recebeu.
O trabalho terapêutico, então, é reconstruir essa lente — ensinar o paciente a duvidar das mentiras que o bullying plantou, e substituir o olhar crítico por um olhar compassivo, baseado em evidências reais sobre quem ele é hoje.
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A experiência do bullying pode distorcer a percepção de si mesmo, levando a sentimentos de inadequação, culpa e inferioridade. A vítima passa a se ver pelos olhos do agressor, perdendo o senso de valor próprio e duvidando de sua dignidade e significado pessoal.
A experiência do bullying costuma impactar diretamente a percepção que a pessoa tem de si mesma. Comentários repetidos, rejeições ou humilhações podem levar a dúvidas sobre o próprio valor, gerar insegurança e aumentar a autocrítica. Com o tempo, esses episódios podem influenciar a forma como a pessoa interpreta suas relações, suas capacidades e até suas emoções. A terapia ajuda a ressignificar essas vivências, fortalecendo a autoestima e construindo uma imagem de si mais realista e saudável.
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