Como a família pode lidar com o luto de um familiar com doença crônica mental ?
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Como a família pode lidar com o luto de um familiar com doença crônica mental ?
Os sentimentos como tristeza, confusão, revolta ou até negação são comuns e precisam de espaço para serem expressos com acolhimento. O apoio psicológico é essencial, ajudando a compreender que esse luto é legítimo, mesmo sem uma perda física. Também é importante promover a empatia e diminuir o estigma, para que esse familiar não se sinta sozinho ou incompreendido em sua dor.
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Bom dia!
É muito importante a família buscar uma rede de apoio e ajuda profissional, a psicoterapia poderá ajudar os membros da família a lidarem com a perda.
Estou à disposição para mais perguntas.
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Olá!
A família pode lidar com o luto de um familiar com doença crônica mental reconhecendo, antes de tudo, que esse luto muitas vezes começa antes da perda concreta e envolve sentimentos ambíguos, como tristeza, culpa, cansaço e até alívio, que não precisam ser reprimidos. É importante permitir que cada membro viva esse processo à sua maneira, sem comparações ou cobranças sobre como se deve sofrer. Manter espaços de diálogo, onde a dor possa ser nomeada, ajuda a evitar silenciamentos que adoecem ainda mais o sistema familiar. Também é fundamental compreender que a doença não define toda a história daquele familiar, preservando memórias, vínculos e significados para além do diagnóstico. Buscar apoio psicológico, individual ou familiar, pode auxiliar na elaboração desse luto, favorecendo reorganizações internas e relacionais necessárias para seguir vivendo sem apagar o que foi vivido.
Qualquer dúvida fico a disposição!
A família pode lidar com o luto de um familiar com doença crônica mental reconhecendo, antes de tudo, que esse luto muitas vezes começa antes da perda concreta e envolve sentimentos ambíguos, como tristeza, culpa, cansaço e até alívio, que não precisam ser reprimidos. É importante permitir que cada membro viva esse processo à sua maneira, sem comparações ou cobranças sobre como se deve sofrer. Manter espaços de diálogo, onde a dor possa ser nomeada, ajuda a evitar silenciamentos que adoecem ainda mais o sistema familiar. Também é fundamental compreender que a doença não define toda a história daquele familiar, preservando memórias, vínculos e significados para além do diagnóstico. Buscar apoio psicológico, individual ou familiar, pode auxiliar na elaboração desse luto, favorecendo reorganizações internas e relacionais necessárias para seguir vivendo sem apagar o que foi vivido.
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