Como a Heterogeneidade Cognitiva é identificada em "Testes Neuropsicológicos" ?
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Como a Heterogeneidade Cognitiva é identificada em "Testes Neuropsicológicos" ?
A heterogeneidade cognitiva é identificada em testes neuropsicológicos quando o paciente apresenta pontos fortes e fracos distintos em diferentes funções cognitivas. Por exemplo, ele pode ter boa memória verbal, mas baixo desempenho em atenção sustentada ou planejamento.
Nos testes, isso se observa comparando os resultados entre domínios: se há uma discrepância significativa entre habilidades (como memória, atenção, linguagem, funções executivas), caracteriza-se a heterogeneidade. Esse padrão ajuda o psicólogo a entender quais áreas exigem mais suporte ou estratégias específicas.
Nos testes, isso se observa comparando os resultados entre domínios: se há uma discrepância significativa entre habilidades (como memória, atenção, linguagem, funções executivas), caracteriza-se a heterogeneidade. Esse padrão ajuda o psicólogo a entender quais áreas exigem mais suporte ou estratégias específicas.
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A heterogeneidade cognitiva é identificada nos testes neuropsicológicos quando aparecem discrepâncias claras entre diferentes funções avaliadas na mesma pessoa. Na prática, o neuropsicólogo compara o desempenho em múltiplos domínios atenção, memória, linguagem, funções executivas, praxias, percepção. Quando alguns resultados estão preservados ou altos e outros significativamente baixos, isso sinaliza um perfil heterogêneo.
Além do escore, pesa muito a análise qualitativa: tipo de erro, lentidão, rigidez, dificuldade de alternar estratégias, diferença entre tarefas semelhantes com demandas cognitivas distintas. Também se observa a discrepância entre testes formais e funcionamento no dia a dia.
O ponto central é a comparação intraindividual. Não é só ver se a pessoa foi bem ou mal, mas onde ela foi bem e onde falhou, e como essas diferenças se organizam. É assim que os testes revelam que o funcionamento não é global, mas desigual, específico e único.
Além do escore, pesa muito a análise qualitativa: tipo de erro, lentidão, rigidez, dificuldade de alternar estratégias, diferença entre tarefas semelhantes com demandas cognitivas distintas. Também se observa a discrepância entre testes formais e funcionamento no dia a dia.
O ponto central é a comparação intraindividual. Não é só ver se a pessoa foi bem ou mal, mas onde ela foi bem e onde falhou, e como essas diferenças se organizam. É assim que os testes revelam que o funcionamento não é global, mas desigual, específico e único.
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