Como a técnica de validação emocional contribui para a manutenção do vínculo de confiança quando o p
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Como a técnica de validação emocional contribui para a manutenção do vínculo de confiança quando o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) apresenta comportamentos impulsivos?
Por trás de um comportamento impulsivo, quase sempre existe uma emoção que a pessoa não consegue suportar sozinha.
Quando o terapeuta valida essa emoção, o paciente deixa de se sentir julgado e passa a se sentir compreendido e é aí que a confiança começa a acontecer.
Quando o terapeuta valida essa emoção, o paciente deixa de se sentir julgado e passa a se sentir compreendido e é aí que a confiança começa a acontecer.
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Olá, tudo bem?
A validação emocional tem um papel central justamente nos momentos em que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline apresenta comportamentos impulsivos. Isso porque, nesses momentos, o que está mais ativo não é o raciocínio, mas a intensidade emocional. Se o terapeuta responde apenas tentando corrigir o comportamento, sem antes reconhecer a emoção, o paciente pode sentir que não está sendo compreendido, o que tende a aumentar ainda mais a impulsividade.
Validar não significa concordar com o comportamento, e esse é um ponto importante. Significa reconhecer que a emoção que levou àquele impulso faz sentido dentro da experiência do paciente. É como dizer: “eu entendo o quanto isso foi intenso para você”, sem necessariamente dizer que a forma de agir foi a melhor possível. Essa distinção ajuda a manter o vínculo sem reforçar padrões prejudiciais.
Quando o paciente se sente validado, o nível de ativação emocional costuma diminuir. O cérebro sai, ainda que aos poucos, de um estado mais reativo para um estado mais regulado. É nesse momento que o terapeuta consegue trabalhar alternativas, refletir sobre o que aconteceu e construir novas formas de lidar com situações semelhantes no futuro.
Fico pensando… quando você age por impulso, o que você mais precisa naquele momento: ser corrigido ou ser compreendido primeiro? O que costuma acontecer quando alguém tenta te “parar” sem reconhecer o que você está sentindo? E quando você se sente realmente entendido, algo muda na intensidade da emoção?
Ao longo do processo terapêutico, a validação vai se tornando uma experiência que o paciente começa a internalizar. Aos poucos, ele passa a desenvolver a capacidade de reconhecer e acolher suas próprias emoções antes de agir, o que reduz a necessidade de respostas impulsivas.
Caso precise, estou à disposição.
A validação emocional tem um papel central justamente nos momentos em que o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline apresenta comportamentos impulsivos. Isso porque, nesses momentos, o que está mais ativo não é o raciocínio, mas a intensidade emocional. Se o terapeuta responde apenas tentando corrigir o comportamento, sem antes reconhecer a emoção, o paciente pode sentir que não está sendo compreendido, o que tende a aumentar ainda mais a impulsividade.
Validar não significa concordar com o comportamento, e esse é um ponto importante. Significa reconhecer que a emoção que levou àquele impulso faz sentido dentro da experiência do paciente. É como dizer: “eu entendo o quanto isso foi intenso para você”, sem necessariamente dizer que a forma de agir foi a melhor possível. Essa distinção ajuda a manter o vínculo sem reforçar padrões prejudiciais.
Quando o paciente se sente validado, o nível de ativação emocional costuma diminuir. O cérebro sai, ainda que aos poucos, de um estado mais reativo para um estado mais regulado. É nesse momento que o terapeuta consegue trabalhar alternativas, refletir sobre o que aconteceu e construir novas formas de lidar com situações semelhantes no futuro.
Fico pensando… quando você age por impulso, o que você mais precisa naquele momento: ser corrigido ou ser compreendido primeiro? O que costuma acontecer quando alguém tenta te “parar” sem reconhecer o que você está sentindo? E quando você se sente realmente entendido, algo muda na intensidade da emoção?
Ao longo do processo terapêutico, a validação vai se tornando uma experiência que o paciente começa a internalizar. Aos poucos, ele passa a desenvolver a capacidade de reconhecer e acolher suas próprias emoções antes de agir, o que reduz a necessidade de respostas impulsivas.
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