Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) interpreta estabilidade identitária no Transtorno de P
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Como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) interpreta estabilidade identitária no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Oi, é um prazer te ter por aqui.
Na TCC (especialmente em formulações de terceira onda e na Terapia dos Esquemas), a estabilidade identitária no TPB é compreendida como uma maior coerência entre crenças centrais, autoimagem, valores e padrões de comportamento ao longo do tempo e dos contextos. Em vez de ver a identidade apenas como um constructo psicodinâmico, a TCC a entende como um conjunto relativamente estável de esquemas, crenças nucleares e narrativas sobre si mesmo.
No TPB, a instabilidade identitária se manifesta como mudanças bruscas na autoimagem (“sou péssimo” vs. “sou incrível”), dificuldade em manter objetivos de longo prazo, sensação de vazio e confusão sobre “quem sou eu”. A TCC interpreta isso como resultado de esquemas desadaptativos precoces (como abandono, desvalor, desconfiança, defectividade, subjugação) que são ativados de forma intensa e frequente, especialmente em contextos interpessoais.
A estabilidade identitária, na perspectiva cognitiva, começa a aparecer quando:
crenças centrais negativas (“sou inadequado”, “sou impossível de amar”) perdem força;
o paciente consegue integrar aspectos positivos e negativos de si mesmo sem colapsar;
há continuidade de objetivos, papéis e valores ao longo do tempo;
a autoavaliação deixa de depender exclusivamente da validação externa.
A TCC trabalha essa estabilidade por meio de reestruturação cognitiva, identificação de esquemas, experimentos comportamentais, desenvolvimento de valores pessoais e construção de uma narrativa de vida mais integrada. A estabilidade identitária, então, é vista como um indicador de que os esquemas centrais se tornaram mais flexíveis, realistas e menos dominados por experiências traumáticas ou rejeitantes.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line em todo o Brasil e presencialmente em Vitória-ES
Abraços
Na TCC (especialmente em formulações de terceira onda e na Terapia dos Esquemas), a estabilidade identitária no TPB é compreendida como uma maior coerência entre crenças centrais, autoimagem, valores e padrões de comportamento ao longo do tempo e dos contextos. Em vez de ver a identidade apenas como um constructo psicodinâmico, a TCC a entende como um conjunto relativamente estável de esquemas, crenças nucleares e narrativas sobre si mesmo.
No TPB, a instabilidade identitária se manifesta como mudanças bruscas na autoimagem (“sou péssimo” vs. “sou incrível”), dificuldade em manter objetivos de longo prazo, sensação de vazio e confusão sobre “quem sou eu”. A TCC interpreta isso como resultado de esquemas desadaptativos precoces (como abandono, desvalor, desconfiança, defectividade, subjugação) que são ativados de forma intensa e frequente, especialmente em contextos interpessoais.
A estabilidade identitária, na perspectiva cognitiva, começa a aparecer quando:
crenças centrais negativas (“sou inadequado”, “sou impossível de amar”) perdem força;
o paciente consegue integrar aspectos positivos e negativos de si mesmo sem colapsar;
há continuidade de objetivos, papéis e valores ao longo do tempo;
a autoavaliação deixa de depender exclusivamente da validação externa.
A TCC trabalha essa estabilidade por meio de reestruturação cognitiva, identificação de esquemas, experimentos comportamentais, desenvolvimento de valores pessoais e construção de uma narrativa de vida mais integrada. A estabilidade identitária, então, é vista como um indicador de que os esquemas centrais se tornaram mais flexíveis, realistas e menos dominados por experiências traumáticas ou rejeitantes.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
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