Como ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se sente invalidado?
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Como ajudar alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) que se sente invalidado?
A validação emocional é fundamental. Isso significa reconhecer e aceitar os sentimentos da pessoa como reais e válidos para ela, mesmo que você não concorde com a perspectiva ou não entenda a intensidade da emoção.
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Primeiro passo é mostrar para o paciente que o sentimento é real e importante, mesmo que no decorrer possamos rever o significado atribuído. Comportamentos frequentes, minimizam suas emoções, desqualificam os sentimentos, comparação constante, mensagens contraditórias, entre outros.
O mais importante é ouvir sem tentar corrigir, minimizar ou resolver imediatamente. Validar não significa concordar com tudo, mas reconhecer que aquela emoção faz sentido para quem está sentindo. Frases simples, ditas com presença e respeito, muitas vezes ajudam mais do que conselhos. E incentivar o cuidado psicológico também é uma forma importante de apoio.
Olá, essa é uma pergunta muito importante… porque, quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline se sente invalidado, a dor não costuma ser leve. Muitas vezes, ela é vivida como algo muito real, intenso e até difícil de organizar internamente.
A primeira coisa que costuma fazer diferença é a forma de escutar. Mais do que tentar corrigir, explicar ou “colocar lógica” na situação, é permitir que a pessoa se sinta compreendida no que está sentindo. Validar não significa concordar com tudo, mas reconhecer que existe uma emoção legítima ali. Às vezes, algo simples como mostrar que você entendeu o impacto daquela experiência já reduz bastante a intensidade.
Também é importante ter cuidado com respostas que, sem intenção, podem aumentar a sensação de invalidação. Frases como “você está exagerando” ou “não foi tudo isso” tendem a intensificar a dor, porque reforçam a ideia de que a experiência interna não está sendo reconhecida.
Ao mesmo tempo, ajudar não significa assumir a responsabilidade por regular a emoção da outra pessoa. Existe um equilíbrio entre estar presente e não se perder no processo. Oferecer apoio, mas mantendo limites claros, costuma ser mais eficaz do que tentar resolver tudo ou evitar qualquer desconforto.
Se você observar essa relação com mais atenção… como a pessoa costuma reagir quando se sente incompreendida? O que parece ajudar a diminuir a intensidade nesses momentos? E como você se sente ao tentar ajudar, mais seguro ou mais sobrecarregado?
Essas perguntas ajudam a ajustar a forma de se posicionar. Em muitos casos, o acompanhamento terapêutico também é um espaço importante para trabalhar essas experiências de forma mais estruturada.
Caso precise, estou à disposição.
A primeira coisa que costuma fazer diferença é a forma de escutar. Mais do que tentar corrigir, explicar ou “colocar lógica” na situação, é permitir que a pessoa se sinta compreendida no que está sentindo. Validar não significa concordar com tudo, mas reconhecer que existe uma emoção legítima ali. Às vezes, algo simples como mostrar que você entendeu o impacto daquela experiência já reduz bastante a intensidade.
Também é importante ter cuidado com respostas que, sem intenção, podem aumentar a sensação de invalidação. Frases como “você está exagerando” ou “não foi tudo isso” tendem a intensificar a dor, porque reforçam a ideia de que a experiência interna não está sendo reconhecida.
Ao mesmo tempo, ajudar não significa assumir a responsabilidade por regular a emoção da outra pessoa. Existe um equilíbrio entre estar presente e não se perder no processo. Oferecer apoio, mas mantendo limites claros, costuma ser mais eficaz do que tentar resolver tudo ou evitar qualquer desconforto.
Se você observar essa relação com mais atenção… como a pessoa costuma reagir quando se sente incompreendida? O que parece ajudar a diminuir a intensidade nesses momentos? E como você se sente ao tentar ajudar, mais seguro ou mais sobrecarregado?
Essas perguntas ajudam a ajustar a forma de se posicionar. Em muitos casos, o acompanhamento terapêutico também é um espaço importante para trabalhar essas experiências de forma mais estruturada.
Caso precise, estou à disposição.
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