Como incentivar uma pessoa com doenças crônicas mentais busque ajuda médica e psicológica ?

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Como incentivar uma pessoa com doenças crônicas mentais busque ajuda médica e psicológica ?
Olá, espero que você esteja bem! Incentivar alguém com doença mental crônica a buscar ajuda médica e psicológica começa pelo acolhimento e pela escuta sem julgamentos. Demonstre compreensão, ofereça apoio e mostre que se importa com o bem-estar dessa pessoa. Evite pressões ou cobranças; em vez disso, converse com cuidado sobre a importância do tratamento, destacando que procurar uma psicóloga ou um médico pode trazer mais qualidade de vida e alívio para o sofrimento. Se possível, ajude a pesquisar profissionais, ofereça-se para acompanhar em consultas ou apenas esteja presente para dar suporte quando a pessoa sentir vontade de dar esse passo. Cada um tem seu tempo, e respeitar esse processo é fundamental. Estou à disposição caso precise de orientações ou apoio. Abraços!

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Olá, uma forma de criar um vínculo com essa pessoa é em oferecer ajuda, perguntas básicas, com um tom calmo e acolhedor, como “como posso te ajudar?”, “o que posso fazer por você?”, podem ser um caminho. Demonstrar que o cuidado mental é tão necessário quanto o cuidado médico. Iniciar a própria psicoterapia, para demonstrar que é algo possível, natural e acessível. Validar e se oferecer para marcar consulta com esses profissionais. Praticar a paciência, o acolhimento e o respeito ao tempo dessa pessoa também são passos bem necessários.
Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá!

Incentivar uma pessoa com uma doença mental crônica a buscar ajuda médica e psicológica passa, antes de tudo, por acolher o sofrimento dela sem julgamento. Quando a pessoa se sente ouvida e respeitada, a resistência diminui. É importante falar a partir da preocupação e do cuidado, e não da cobrança, mostrando que o tratamento não é sinal de fraqueza, mas uma forma de aprender a lidar melhor com algo que já faz parte da vida dela, assim como acontece com qualquer condição crônica. Também ajuda desmistificar o acompanhamento psicológico e psiquiátrico, deixando claro que o objetivo não é “consertar” a pessoa, mas oferecer apoio, recursos e qualidade de vida. Respeitar o tempo, a autonomia e oferecer ajuda prática, como acompanhar na primeira consulta ou auxiliar na organização do tratamento, costuma ser mais eficaz do que insistir ou pressionar. Quando esse convite ao cuidado vem de um lugar de vínculo, segurança e compreensão, a chance de adesão é muito maior.

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