. Como lidar com a hipervigilância somática em pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
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. Como lidar com a hipervigilância somática em pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Para lidar com a hipervigilância somática em pessoas com LES, é importante:
Reconhecer e validar os sentimentos sem alimentar o medo excessivo;
Utilizar técnicas da TCC para identificar e desafiar pensamentos catastróficos sobre sintomas;
Praticar exercícios de relaxamento e mindfulness para reduzir a ansiedade;
Manter uma comunicação aberta com a equipe médica para esclarecer dúvidas e evitar preocupações desnecessárias;
Desenvolver estratégias de enfrentamento que foquem no cuidado e na qualidade de vida, não apenas nos sintomas físicos.
Reconhecer e validar os sentimentos sem alimentar o medo excessivo;
Utilizar técnicas da TCC para identificar e desafiar pensamentos catastróficos sobre sintomas;
Praticar exercícios de relaxamento e mindfulness para reduzir a ansiedade;
Manter uma comunicação aberta com a equipe médica para esclarecer dúvidas e evitar preocupações desnecessárias;
Desenvolver estratégias de enfrentamento que foquem no cuidado e na qualidade de vida, não apenas nos sintomas físicos.
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Em pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico, a hipervigilância somática é relativamente frequente. Viver com uma doença crônica e imprevisível pode levar o sujeito a um hiperfoco constante no corpo, aos sinais e sintomas, o que facilmente se transforma em ansiedade, ruminação e, em alguns casos, em um funcionamento quase obsessivo em torno do autocuidado.
A psicoterapia tem um papel importante justamente aí. Trabalhar o hiperfoco, a hipervigilância e a necessidade de controle ajuda a reduzir a sobrecarga psíquica, permitindo que o corpo deixe de ser observado o tempo todo como uma ameaça. Quando o cuidado se transforma em obsessão, ele deixa de proteger e passa a adoecer.
A psicoterapia tem um papel importante justamente aí. Trabalhar o hiperfoco, a hipervigilância e a necessidade de controle ajuda a reduzir a sobrecarga psíquica, permitindo que o corpo deixe de ser observado o tempo todo como uma ameaça. Quando o cuidado se transforma em obsessão, ele deixa de proteger e passa a adoecer.
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