Como lidar com comportamentos desafiadores em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TP
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Como lidar com comportamentos desafiadores em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Olá, obrigado por trazer essa pergunta — ela revela uma preocupação genuína com o outro, e também com você mesmo, afinal, conviver com alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) pode ser emocionalmente exaustivo e, muitas vezes, confuso.
Na psicanálise, entendemos que os chamados “comportamentos desafiadores” — como explosões emocionais, medo intenso de abandono, idealizações seguidas de rejeições, impulsividade ou mudanças de humor — não são apenas atitudes conscientes ou “manipulativas”, como muitas vezes se imagina. São expressões de um sofrimento psíquico muito profundo, muitas vezes enraizado em vivências precoces de rejeição, desamparo ou relações marcadas por instabilidade afetiva.
Lidar com esses comportamentos exige, antes de tudo, um esforço de escuta. Não significa tolerar tudo sem limites, mas sim tentar entender o que está sendo comunicado por trás da forma intensa com que isso aparece. Frequentemente, a dor do outro explode justamente onde faltam palavras para nomeá-la — e aí, a atuação (gritar, se afastar, testar o vínculo) entra como defesa.
A terapia psicanalítica, tanto para quem vive com TPB quanto para quem convive com alguém nessa condição, pode ajudar muito nesse processo. Para o paciente, é a chance de construir um espaço estável de escuta, onde suas emoções podem ser trabalhadas, simbolizadas e — aos poucos — reguladas com mais autonomia. Para quem está por perto, a terapia pode ajudar a compreender seus próprios limites, frustrações, angústias e a forma como se posiciona nessa relação.
É importante lembrar: ninguém “dá conta” sozinho de uma convivência tão complexa. E não é egoísmo buscar ajuda — é cuidado. Com o outro, mas também com você. A escuta analítica não serve para “ensinar a lidar”, mas para transformar o modo como se vive essa relação, reconhecendo tanto a dor alheia quanto a sua.
Se sentir que precisa de apoio nesse percurso, estarei por aqui. Às vezes, cuidar do outro começa quando você também escolhe ser cuidado.
Na psicanálise, entendemos que os chamados “comportamentos desafiadores” — como explosões emocionais, medo intenso de abandono, idealizações seguidas de rejeições, impulsividade ou mudanças de humor — não são apenas atitudes conscientes ou “manipulativas”, como muitas vezes se imagina. São expressões de um sofrimento psíquico muito profundo, muitas vezes enraizado em vivências precoces de rejeição, desamparo ou relações marcadas por instabilidade afetiva.
Lidar com esses comportamentos exige, antes de tudo, um esforço de escuta. Não significa tolerar tudo sem limites, mas sim tentar entender o que está sendo comunicado por trás da forma intensa com que isso aparece. Frequentemente, a dor do outro explode justamente onde faltam palavras para nomeá-la — e aí, a atuação (gritar, se afastar, testar o vínculo) entra como defesa.
A terapia psicanalítica, tanto para quem vive com TPB quanto para quem convive com alguém nessa condição, pode ajudar muito nesse processo. Para o paciente, é a chance de construir um espaço estável de escuta, onde suas emoções podem ser trabalhadas, simbolizadas e — aos poucos — reguladas com mais autonomia. Para quem está por perto, a terapia pode ajudar a compreender seus próprios limites, frustrações, angústias e a forma como se posiciona nessa relação.
É importante lembrar: ninguém “dá conta” sozinho de uma convivência tão complexa. E não é egoísmo buscar ajuda — é cuidado. Com o outro, mas também com você. A escuta analítica não serve para “ensinar a lidar”, mas para transformar o modo como se vive essa relação, reconhecendo tanto a dor alheia quanto a sua.
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Lidar com comportamentos desafiadores em pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) requer paciência, compreensão e estratégias específicas. É importante manter a calma, estabelecer limites claros e consistentes, oferecer apoio emocional sem julgamento, incentivar a busca por tratamento especializado (como terapia dialética comportamental), evitar respostas impulsivas e promover um ambiente seguro e acolhedor. A comunicação deve ser clara e empática, ajudando a pessoa a identificar e expressar suas emoções de forma saudável.
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