Como o bullying afeta os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

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Como o bullying afeta os sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
O bullying pode ter um impacto profundo e duradouro nos sintomas do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB).
Pessoas com traços ou diagnóstico de TPB já possuem uma sensibilidade emocional elevada e uma grande dificuldade em lidar com rejeições ou críticas. Quando vivenciam o bullying seja na infância, adolescência ou vida adulta esses episódios funcionam como gatilhos emocionais, intensificando sentimentos de vergonha, raiva, solidão e medo de abandono.

O trauma repetido do bullying pode reforçar crenças negativas sobre si mesmo (“não sou bom o bastante”, “ninguém me quer”) e aumentar os comportamentos impulsivos ou autodestrutivos, típicos do transtorno.
Além disso, o histórico de humilhações pode dificultar a construção de vínculos seguros e a confiança nos relacionamentos futuros.

A boa notícia é que, com acompanhamento psicológico, especialmente pela Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), no qual sou especialista, e abordagens focadas em regulação emocional, é possível ressignificar essas experiências, fortalecer a autoestima e reconstruir uma forma mais estável e saudável de se relacionar consigo e com o outro.

Dra. Cristiane Lorenzi Teixeira
Psicóloga | TCC & Desenvolvimento Emocional
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 Nágila Alves
Psicólogo, Psicanalista
Maringá
O bullying pode aumentar muito os sintomas do transtorno de personalidade borderline, porque ele reforça sentimentos de medo de abandono, rejeição e vergonha, deixando a pessoa mais instável emocionalmente, podendo aumentar os sintomas.
A terapia pode ajudar a lidar melhor com essa situação e a pessoa pode se enxergar com mais leveza e valor.
O bullying tende a intensificar os sintomas do TPB ao reativar sentimentos de rejeição, vergonha e medo de abandono. Isso pode aumentar oscilações emocionais, impulsividade e dificuldades nos vínculos, organizando reações mais intensas nas relações. A violência vivida atualiza feridas emocionais que já fazem parte da história do sujeito. Quando essas experiências seguem produzindo sofrimento, um espaço de escuta pode ajudar a elaborar essas marcas e a construir formas mais seguras de se relacionar. No meu perfil você encontra mais conteúdos e pode entrar em contato para iniciar esse cuidado.

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