Como o medo existencial se manifesta no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
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Como o medo existencial se manifesta no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Na psicanálise, o medo existencial aparece quando a pessoa se depara com sua fragilidade, com a possibilidade da dor, da perda e até da morte. No Lúpus, isso é muito comum, porque é uma doença imprevisível, que afeta o corpo de forma profunda e constante. O paciente muitas vezes sente que perdeu o controle sobre si mesmo, o que desperta angústia, medo do futuro e sentimentos de desamparo. Esses sentimentos podem trazer à tona conflitos emocionais antigos e profundos, ligados à insegurança e à perda.
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O medo existencial no Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) manifesta-se como um fenômeno psicológico profundo, decorrente da natureza crônica, imprevisível e potencialmente grave da enfermidade. Trata-se de uma inquietação que transcende o temor da doença em si, configurando uma forma de ansiedade vinculada ao sentido da existência, à construção da identidade e às incertezas relativas ao futuro.
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O medo existencial no lúpus eritematoso sistêmico (LES) é um temor profundo ligado à finitude, à perda de controle sobre o corpo e à imprevisibilidade da doença. Ele não tem um objeto específico e aparece como uma sensação contínua de vulnerabilidade, já que o corpo passa a agir de forma instável, com surtos, fadiga e outros sintomas que reforçam a fragilidade.
Esse medo afeta a identidade e o emocional: muitos pacientes sentem a vida “em pausa”, vivenciam luto pela perda da antiga saúde e enfrentam ansiedade, depressão e tensão constante. Como emoções negativas e estresse podem ativar o LES, e a atividade da doença pode piorar o humor, o medo existencial influencia tanto o psicológico quanto o físico.
O enfrentamento envolve autoconhecimento e reconstrução de sentido. Estratégias importantes incluem psicoterapia, educação sobre o LES, apoio social e práticas de autocuidado, que ajudam a reduzir o isolamento, aumentar o senso de controle e melhorar o bem estar geral.
Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços
O medo existencial no lúpus eritematoso sistêmico (LES) é um temor profundo ligado à finitude, à perda de controle sobre o corpo e à imprevisibilidade da doença. Ele não tem um objeto específico e aparece como uma sensação contínua de vulnerabilidade, já que o corpo passa a agir de forma instável, com surtos, fadiga e outros sintomas que reforçam a fragilidade.
Esse medo afeta a identidade e o emocional: muitos pacientes sentem a vida “em pausa”, vivenciam luto pela perda da antiga saúde e enfrentam ansiedade, depressão e tensão constante. Como emoções negativas e estresse podem ativar o LES, e a atividade da doença pode piorar o humor, o medo existencial influencia tanto o psicológico quanto o físico.
O enfrentamento envolve autoconhecimento e reconstrução de sentido. Estratégias importantes incluem psicoterapia, educação sobre o LES, apoio social e práticas de autocuidado, que ajudam a reduzir o isolamento, aumentar o senso de controle e melhorar o bem estar geral.
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