Como o pensamento “tudo ou nada” contribui para o ciclo interpessoal no Transtorno de Personalidade

3 respostas
Como o pensamento “tudo ou nada” contribui para o ciclo interpessoal no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?”
Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

O pensamento “tudo ou nada” leva o paciente a interpretar pessoas e situações de forma extrema: totalmente boas ou totalmente ruins. Pequenas frustrações podem transformar idealização em desvalorização, ativando o ciclo interpessoal. Essa rigidez cognitiva intensifica emoções e gera comportamentos impulsivos, como afastamento abrupto ou aproximação desesperada. O pensamento dicotômico impede nuances e alimenta instabilidade relacional. A terapia trabalha flexibilização cognitiva para reduzir reatividade e fortalecer vínculos mais estáveis.

Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
fernandosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES
Abraços

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Dra. Solange Mezzaroba
Psicólogo
Londrina
O pensamento "tudo ou nada" (também chamado de pensamento dicotômico ou polarizado) é um dos processos cognitivos que mais contribuem para a instabilidade dos relacionamentos no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Ele leva a pessoa a interpretar as experiências interpessoais em extremos, com pouca tolerância para nuances, ambiguidades ou contradições.
 Marcelo Viana
Psicólogo
São José do Rio Preto
pensamento “tudo ou nada”, também chamado de pensamento dicotômico, é comum no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e pode contribuir significativamente para dificuldades nos relacionamentos. Nesse padrão, as pessoas tendem a perceber a si mesmas e aos outros de forma extrema, como totalmente bons ou totalmente ruins, sem considerar nuances. Assim, pequenas decepções, críticas ou frustrações podem levar à rápida mudança da idealização para a desvalorização do outro. Isso favorece conflitos, instabilidade nos vínculos e reforça sentimentos de rejeição e abandono, perpetuando o ciclo interpessoal característico do TPB. A psicoterapia ajuda o paciente a desenvolver uma visão mais equilibrada e flexível de si mesmo, dos outros e das situações.

Especialistas

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Psicólogo

Rio de Janeiro

Renato Furigo

Renato Furigo

Psicólogo

São Paulo

Claudia Matias Santos

Claudia Matias Santos

Psicólogo

Rio de Janeiro

Tamires Pimentel Souza

Tamires Pimentel Souza

Psicólogo

São Leopoldo

Tainá Silva

Tainá Silva

Psicólogo

Florianópolis

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 5133 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.

Seu caso é parecido? Esses profissionais podem te ajudar.

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.