Qual é o papel da aliança terapêutica na adesão às intervenções da Terapia Cognitivo-Comportamental

2 respostas
Qual é o papel da aliança terapêutica na adesão às intervenções da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na redução de comportamentos autoagressivos em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
Oi, é um prazer te ter por aqui.

A adesão à TCC no TPB depende fortemente da aliança terapêutica, pois:

Aumenta a frequência e qualidade das tarefas de casa.

Reduz abandono precoce, comum no TPB.

Favorece continuidade do tratamento, mesmo após crises.

Melhora a aceitação de estratégias alternativas à autoagressão.

Sustenta o paciente durante períodos de intensa desregulação.

A aliança é, portanto, um fator protetor contra recaídas e rupturas terapêuticas.

Atenciosamente,
Psicólogo Fernando Segundo
@psifernandosegundo
Fernadosegundo.com
Atendimento em psicoterapia e neuropsicologia On-line e em Vitória-ES
Abraços

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No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a aliança terapêutica apresenta um papel central no tratamento, uma relação de colaboração e confiança. A aliança terapêutica refere-se à relação de colaboração, confiança, vínculo emocional e concordância sobre objetivos e tarefas entre terapeuta e paciente.
O medo de abandono, hipersensibilidade à rejeição, instabilidade emocional e dificuldades interpessoais são características presentes no TPB que podem gerar desconfiança, oscilações no vínculo terapêutico e dificuldades em expressar emoções e pensamentos de forma aberta. Acolher e compreender o paciente é fundamental para uma boa aliança terapêutica e favorece a adesão ao tratamento, fortalece a motivação para mudanças comportamentais.
Um vínculo terapêutico que atua como fator de proteção diante de crises emocionais, ajudando o paciente a desenvolver habilidades de regulação emocional, tolerância ao sofrimento e resolução de problemas, reduzindo a frequência e a intensidade dos comportamentos autoagressivos.

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