Como o psicólogo pode ajudar um paciente com linfoma a reconstruir um senso de propósito e significa
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Como o psicólogo pode ajudar um paciente com linfoma a reconstruir um senso de propósito e significado após o diagnóstico e tratamento?
Imagino o quanto esse momento pode ter mexido com você, principalmente em relação a sentido, planos e até à forma como você se vê hoje.
Na terapia, a gente trabalha organizando esses pensamentos que ficam se repetindo, entendendo melhor o que está por trás dessa sobrecarga e, aos poucos, reconstruindo um sentido de vida que faça sentido pra você hoje.
Também usamos estratégias práticas, como aprender a lidar com pensamentos que geram ansiedade, retomar pequenas ações no dia a dia e se reconectar com coisas que ainda são importantes pra você e até mesmo te ajudar a reconhecer quais são essas ações, pois talvez você se sinta perdida.
Se fizer sentido, fico à disposição pra te acompanhar nesse processo.
Na terapia, a gente trabalha organizando esses pensamentos que ficam se repetindo, entendendo melhor o que está por trás dessa sobrecarga e, aos poucos, reconstruindo um sentido de vida que faça sentido pra você hoje.
Também usamos estratégias práticas, como aprender a lidar com pensamentos que geram ansiedade, retomar pequenas ações no dia a dia e se reconectar com coisas que ainda são importantes pra você e até mesmo te ajudar a reconhecer quais são essas ações, pois talvez você se sinta perdida.
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O diagnóstico de uma doença como o linfoma frequentemente provoca uma ruptura na continuidade da existência, afetando projetos, identidade e a relação do sujeito com o tempo, o corpo e a finitude. Nesse contexto, o papel do psicólogo, na abordagem fenomenológico-existencial, não é oferecer sentidos prontos, mas abrir espaço para que o próprio paciente possa se reencontrar com suas possibilidades de ser.
Inicialmente, é fundamental acolher a experiência vivida do paciente em sua singularidade, suspendendo interpretações prévias e evitando reduzir o sofrimento a categorias diagnósticas. Trata-se de compreender como esse sujeito experiencia a doença, o que se transforma em sua relação com o corpo, com o outro e com o futuro.A partir desse processo, o psicólogo pode ajudar o paciente a reconhecer suas possibilidades de escolha, ressignificar a experiência do adoecimento e reconstruir seu projeto de vida, agora atravessado por novos limites e perspectivas.
Inicialmente, é fundamental acolher a experiência vivida do paciente em sua singularidade, suspendendo interpretações prévias e evitando reduzir o sofrimento a categorias diagnósticas. Trata-se de compreender como esse sujeito experiencia a doença, o que se transforma em sua relação com o corpo, com o outro e com o futuro.A partir desse processo, o psicólogo pode ajudar o paciente a reconhecer suas possibilidades de escolha, ressignificar a experiência do adoecimento e reconstruir seu projeto de vida, agora atravessado por novos limites e perspectivas.
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