Como o terapeuta pode lidar com a dependência emocional do paciente com Transtorno de Personalidade
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Como o terapeuta pode lidar com a dependência emocional do paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) em relação ao terapeuta?
Olá espero que você esteja bem.
O psicólogo que trabalha com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline que desenvolveram dependência emocional com relação ao terapeuta precisam colocar limites claros e que esses limites sejam sempre lembrados sempre que necessário, validar emocionalmente o paciente e, incentivar e treinar a sua autonomia. É importante também que o psicólogo mantenha uma postura firme e consistente.
Espero ter conseguido te ajudar, caso ainda reste alguma duvida ou queira marcar um atendimento psicológico fico a disposição.
O psicólogo que trabalha com pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline que desenvolveram dependência emocional com relação ao terapeuta precisam colocar limites claros e que esses limites sejam sempre lembrados sempre que necessário, validar emocionalmente o paciente e, incentivar e treinar a sua autonomia. É importante também que o psicólogo mantenha uma postura firme e consistente.
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No Transtorno de Personalidade Borderline, a dependência emocional do paciente em relação ao terapeuta não deve ser nem reforçada nem rejeitada, mas compreendida como uma forma de tentar garantir a presença do Outro diante do medo de abandono; o manejo consiste em sustentar o vínculo sem ocupar o lugar de indispensável, mantendo limites claros de enquadre e evitando respostas que alimentem a lógica de exclusividade ou disponibilidade irrestrita; ao mesmo tempo, é fundamental nomear essa dependência quando ela aparece na transferência, ajudando o paciente a reconhecer o que está em jogo nessa necessidade, sem transformá-la em algo a ser eliminado rapidamente; ao longo do processo, o terapeuta favorece a construção de recursos internos e a possibilidade de o paciente suportar a ausência sem vivê-la como ruptura, permitindo que a relação se desloque de uma necessidade absoluta para um vínculo onde há espaço para separação, diferença e continuidade possível.
A confiança e o vínculo são muito importantes em todo tratamento. No TPB não é diferente, o terapeuta deve estar atento para que o vínculo seja positivo, a confiança vem da escuta atenta às questões apresentadas. Há um desamparo constitutivo nos seres humanos, o que pode levar a uma dependência emocional, mas profissionais sérios devem conseguir manejar, para que dependência se torne vinculo e o tratamento possa fluir.
A dependência emocional em relação ao terapeuta pode ser compreendida como uma tentativa de buscar segurança. O trabalho consiste em acolher essa necessidade, ao mesmo tempo em que se fortalece a autonomia emocional do paciente, evitando reforçar uma relação de dependência.
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