Como o vínculo é afetado pelo "Segredo Terapêutico" em casos de risco?

Como o vínculo é afetado pelo "Segredo Terapêutico" em casos de risco?

5 respostas


Olá, Apenas em casos de risco à vida e/ou menores de idade.

Obtenha respostas com a consulta online

Precisa do conselho de um especialista? Agende uma consulta online: receba todas as respostas sem sair de casa.


O segredo terapêutico é crucial para a confiança, mas em situações de risco à vida (própria ou de terceiros) ou com menores de idade, a quebra de sigilo é necessária. Isso pode gerar insegurança, medo ou sensação de traição no paciente, mas, quando bem gerido, protege o vínculo ao demonstrar cuidado ético e profissional.


Em situações de risco, o sigilo terapêutico pode ter limites para garantir a segurança do paciente. Quando isso acontece, é importante que o terapeuta seja transparente, explicando esses limites de forma ética, o que ajuda a preservar a confiança mesmo em momentos delicados.


Em situações de risco, ele pode precisar ser relativizado eticamente para proteger a vida ou a integridade do paciente (ou de terceiros). O ponto central não é a quebra do vínculo, e sim como essa comunicação é conduzida dentro da relação terapêutica. O que é o “segredo terapêutico” na prática? É o compromisso do terapeuta de manter confidenciais as informações trazidas pelo paciente, garantindo: * segurança psicológica * confiança * liberdade de expressão * construção do vínculo transferencial Sem isso, não há processo terapêutico consistente. Quando o sigilo pode ser relativizado? Segundo o Código de Ética do Psicólogo (CFP), o sigilo pode ser flexibilizado quando há: 1⃣ risco de vida do próprio paciente Exemplo: * ideação suicida com planejamento * comportamento autolesivo grave 2⃣ risco a terceiros Exemplo: * ameaça concreta * violência iminente 3⃣ casos envolvendo menores ou incapazes em situação de risco Nesses casos, a prioridade ética passa a ser: proteção da vida e da integridade


Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas. Quando há risco real, o terapeuta deve priorizar segurança, mesmo que isso implique quebrar confidencialidade. No TPB, isso pode gerar sensação de traição. O terapeuta deve explicar previamente, no contrato, que risco exige intervenção. Quando ocorre, é importante validar a dor do paciente, explicar a necessidade ética e reforçar que a intenção é proteger, não punir. A transparência reduz danos ao vínculo e ajuda o paciente a compreender limites da confidencialidade. Atenciosamente, Fernando Segundo Psicólogo e Neuropsicólogo @psifernandosegundo fernandosegundo.com Atendimento presencial e online para todo o Brasil e para Vitória‑ES Abraços

Ainda procurando respostas? Faça uma nova pergunta

  • • A pergunta é anônima

  • • Faça uma pergunta específica

  • • A pergunta vai para especialistas, não para um médico específico

  • • Não substitui uma consulta médica

  • • Não serve para confirmar diagnósticos

  • • Não publicamos informações sobre dosagem de medicamentos


Escolha o especialista para quem deseja direcionar sua pergunta
Usaremos apenas para notificá-lo sobre a resposta. Não será visível publicamente.

Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.