“Como os comportamentos autoagressivos são avaliados no contexto da saúde mental contemporânea?”
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“Como os comportamentos autoagressivos são avaliados no contexto da saúde mental contemporânea?”
Hoje, a autoagressão é avaliada sem julgamento moral e sem reduzir tudo a “chamar atenção”.
O profissional tenta entender o que aconteceu, qual foi o gatilho, qual emoção estava insuportável, se havia intenção de morrer ou tentativa de aliviar sofrimento.
Também se avalia frequência, gravidade, método usado, risco de repetição, uso de álcool/drogas, impulsividade, rede de apoio e presença de depressão, TPB, trauma, ansiedade ou outros transtornos.
A diferença entre autoagressão sem intenção suicida e tentativa de suicídio é importante, mas as duas precisam de cuidado.
O foco é segurança, plano de crise, tratamento do sofrimento de base e construção de outras formas de regulação emocional.
O profissional tenta entender o que aconteceu, qual foi o gatilho, qual emoção estava insuportável, se havia intenção de morrer ou tentativa de aliviar sofrimento.
Também se avalia frequência, gravidade, método usado, risco de repetição, uso de álcool/drogas, impulsividade, rede de apoio e presença de depressão, TPB, trauma, ansiedade ou outros transtornos.
A diferença entre autoagressão sem intenção suicida e tentativa de suicídio é importante, mas as duas precisam de cuidado.
O foco é segurança, plano de crise, tratamento do sofrimento de base e construção de outras formas de regulação emocional.
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Olá! Na saúde mental contemporânea, comportamentos autoagressivos são avaliados com acolhimento, sem julgamento e com foco em segurança.
É importante entender frequência, gravidade, intenção, gatilhos emocionais, impulsividade e se há risco de suicídio.
Também se avaliam depressão, ansiedade, trauma, uso de substâncias, rede de apoio e fatores de proteção.
Essa avaliação ajuda a definir o nível de risco e o melhor plano de cuidado.
Se houver risco atual, procure urgência imediatamente.
Se desejar, você pode agendar uma consulta pela Doctoralia para avaliarmos com cuidado e segurança.
É importante entender frequência, gravidade, intenção, gatilhos emocionais, impulsividade e se há risco de suicídio.
Também se avaliam depressão, ansiedade, trauma, uso de substâncias, rede de apoio e fatores de proteção.
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