. Como podemos ajudar uma mulher autista a lidar com a inflexibilidade cognitiva?

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. Como podemos ajudar uma mulher autista a lidar com a inflexibilidade cognitiva?
Algumas estratégias que ajudam:

Antecipar mudanças: avisar com antecedência quando algo vai sair da rotina, explicando o que vai acontecer e por que.

Usar rotinas visuais ou escritas, que dão sensação de controle e previsibilidade.

Treinar pequenas variações no dia a dia, de forma leve e segura, para ampliar a tolerância a imprevistos.

Explorar técnicas de regulação emocional, como respiração, pausas sensoriais ou atividades relaxantes.

Trabalhar com um(a) terapeuta para desenvolver estratégias personalizadas e fortalecer a flexibilidade de pensamento de forma gentil.

O mais importante é entender que cada pequena conquista já representa um avanço e que a meta não é eliminar a rigidez, mas, sobretudo, aprender a lidar melhor com ela, reduzindo o sofrimento e ampliando o bem-estar.

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Podemos ajudar uma mulher autista a lidar com a inflexibilidade cognitiva oferecendo suporte estruturado, previsibilidade e estratégias graduais de adaptação a mudanças. É útil dividir tarefas complexas em etapas menores, fornecer instruções claras e concretas, utilizar recursos visuais e preparar antecipadamente para transições ou situações novas. Também é importante trabalhar o reconhecimento e a regulação de emoções associadas à frustração e ao estresse, reforçando sucessos e promovendo a prática gradual de flexibilidade cognitiva em contextos seguros e controlados.

Podemos ajudar oferecendo previsibilidade, validação e tempo para adaptação. Funciona trabalhar mudanças de forma gradual, explicar o porquê das situações, ampliar opções sem impor, e ensinar estratégias de flexibilidade na psicoterapia. O objetivo não é forçar a mudança, mas reduzir a ansiedade e aumentar a sensação de segurança diante do novo.

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