Como podemos auxiliar os pacientes com doenças crônicas mentais na adesão ao tratamento ?
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Como podemos auxiliar os pacientes com doenças crônicas mentais na adesão ao tratamento ?
Sob a perspectiva junguiana, auxiliar esses pacientes envolve compreender os significados que a doença carrega em sua psique. Em vez de focar apenas nos sintomas, busca-se promover uma relação terapêutica que favoreça o processo de individuação — o desenvolvimento da personalidade autêntica. Através da escuta simbólica, da amplificação de sonhos e conteúdos inconscientes, a psicoterapia é aliado na jornada de autoconhecimento e transformação interior.
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Então, primeiramente precisa-se compreender o grau de sofrimento do paciente e como ele se sente frente à isso. Segundo, é importante psicoeducá-lo, de forma que ele/ela compreenda o que sua doença mental desencadeia tanto nele (a), como nas pessoas ao seu redor. Ademais, torna-se importante desmistificar questões relacionadas ao transtorno mental e os preconceitos presentes no tratamento. Quanto mais informado (a) sobre, maior a probabilidade de adesão ao tratamento.
Podemos auxiliar pacientes com doenças crônicas mentais na adesão ao tratamento por meio de:
- Psicoeducação clara sobre a condição e o tratamento
- Estabelecimento de vínculo terapêutico e escuta empática
- Metas realistas e personalizadas
- Monitoramento contínuo e reforço dos progressos
- Envolvimento da família ou rede de apoio, quando indicado
- Identificação e manejo de barreiras, como efeitos colaterais, esquecimento ou crenças disfuncionais
Fico à disposição para agendarmos uma sessão.
- Psicoeducação clara sobre a condição e o tratamento
- Estabelecimento de vínculo terapêutico e escuta empática
- Metas realistas e personalizadas
- Monitoramento contínuo e reforço dos progressos
- Envolvimento da família ou rede de apoio, quando indicado
- Identificação e manejo de barreiras, como efeitos colaterais, esquecimento ou crenças disfuncionais
Fico à disposição para agendarmos uma sessão.
A adesão costuma melhorar quando o tratamento deixa de ser algo “imposto” e passa a ser compreendido, negociado e sustentado junto com o paciente. Na prática, isso significa usar decisão compartilhada, explicar com clareza o diagnóstico, os benefícios e os possíveis efeitos adversos, revisar dúvidas com frequência e construir metas realistas.
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