Como posso lidar com o Bullying e com o transtorno de personalidade borderline (TPB) juntos?
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Como posso lidar com o Bullying e com o transtorno de personalidade borderline (TPB) juntos?
Olá, acredito que uma psicoterapia seria fundamental para trabalhar os episódios de bullying e aspectos relacionados ao TPB, promovendo fortalecimento psíquico e desenvolvendo um espaço de escuta ética e respeitosa.
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Olá, tudo bem? Imagino o quanto essa combinação pode parecer avassaladora, porque o bullying deixa marcas que mexem com a autoestima e com a forma como o corpo aprende a se proteger, enquanto o borderline costuma amplificar emoções e tornar tudo ainda mais intenso. Quando essas duas histórias caminham juntas, não significa que você “tem algo errado”, mas que passou por experiências que exigiram muito do seu sistema emocional. É como se a mente tivesse aprendido a reagir rápido para não ser machucada de novo.
Algo que costuma ajudar é começar entendendo como essas duas vivências se conectam dentro de você. Quais situações hoje despertam sensações parecidas com as que você viveu no passado? Em que momentos você sente que a reação vem antes mesmo de conseguir nomear o que está acontecendo? E o que você percebe que sua emoção tenta comunicar nesses momentos em que parece tudo grande demais?
Outro ponto importante é observar como essas experiências impactam seus vínculos. Há relações nas quais você sente medo de ser rejeitado ou mal interpretado com facilidade? Em quais momentos nota que seu corpo entra em alerta mesmo quando a situação não representa um risco real? Essas perguntas não são para encontrar culpa, mas para mapear como sua história ainda conversa com o seu presente.
Trabalhar bullying e TPB ao mesmo tempo envolve reconstruir, pouco a pouco, um senso de segurança emocional. Isso não acontece de um dia para o outro, mas com acolhimento, práticas de regulação e um espaço terapêutico que ajude você a reorganizar o que foi vivido. Se você já estiver em terapia, vale muito levar essas questões para o profissional que te acompanha, porque ele conhece seu processo e pode te ajudar a aprofundar essas conexões de forma segura. Se ainda não estiver, a terapia pode ser um lugar cuidadoso para entender essas dores e construir novas formas de lidar com elas. Caso precise, estou à disposição.
Algo que costuma ajudar é começar entendendo como essas duas vivências se conectam dentro de você. Quais situações hoje despertam sensações parecidas com as que você viveu no passado? Em que momentos você sente que a reação vem antes mesmo de conseguir nomear o que está acontecendo? E o que você percebe que sua emoção tenta comunicar nesses momentos em que parece tudo grande demais?
Outro ponto importante é observar como essas experiências impactam seus vínculos. Há relações nas quais você sente medo de ser rejeitado ou mal interpretado com facilidade? Em quais momentos nota que seu corpo entra em alerta mesmo quando a situação não representa um risco real? Essas perguntas não são para encontrar culpa, mas para mapear como sua história ainda conversa com o seu presente.
Trabalhar bullying e TPB ao mesmo tempo envolve reconstruir, pouco a pouco, um senso de segurança emocional. Isso não acontece de um dia para o outro, mas com acolhimento, práticas de regulação e um espaço terapêutico que ajude você a reorganizar o que foi vivido. Se você já estiver em terapia, vale muito levar essas questões para o profissional que te acompanha, porque ele conhece seu processo e pode te ajudar a aprofundar essas conexões de forma segura. Se ainda não estiver, a terapia pode ser um lugar cuidadoso para entender essas dores e construir novas formas de lidar com elas. Caso precise, estou à disposição.
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