Como posso lidar com o Bullying e com o transtorno de personalidade borderline (TPB) juntos?

2 respostas
Como posso lidar com o Bullying e com o transtorno de personalidade borderline (TPB) juntos?
 Thaís Panke
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá, acredito que uma psicoterapia seria fundamental para trabalhar os episódios de bullying e aspectos relacionados ao TPB, promovendo fortalecimento psíquico e desenvolvendo um espaço de escuta ética e respeitosa.

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Imagino o quanto essa combinação pode parecer avassaladora, porque o bullying deixa marcas que mexem com a autoestima e com a forma como o corpo aprende a se proteger, enquanto o borderline costuma amplificar emoções e tornar tudo ainda mais intenso. Quando essas duas histórias caminham juntas, não significa que você “tem algo errado”, mas que passou por experiências que exigiram muito do seu sistema emocional. É como se a mente tivesse aprendido a reagir rápido para não ser machucada de novo.

Algo que costuma ajudar é começar entendendo como essas duas vivências se conectam dentro de você. Quais situações hoje despertam sensações parecidas com as que você viveu no passado? Em que momentos você sente que a reação vem antes mesmo de conseguir nomear o que está acontecendo? E o que você percebe que sua emoção tenta comunicar nesses momentos em que parece tudo grande demais?

Outro ponto importante é observar como essas experiências impactam seus vínculos. Há relações nas quais você sente medo de ser rejeitado ou mal interpretado com facilidade? Em quais momentos nota que seu corpo entra em alerta mesmo quando a situação não representa um risco real? Essas perguntas não são para encontrar culpa, mas para mapear como sua história ainda conversa com o seu presente.

Trabalhar bullying e TPB ao mesmo tempo envolve reconstruir, pouco a pouco, um senso de segurança emocional. Isso não acontece de um dia para o outro, mas com acolhimento, práticas de regulação e um espaço terapêutico que ajude você a reorganizar o que foi vivido. Se você já estiver em terapia, vale muito levar essas questões para o profissional que te acompanha, porque ele conhece seu processo e pode te ajudar a aprofundar essas conexões de forma segura. Se ainda não estiver, a terapia pode ser um lugar cuidadoso para entender essas dores e construir novas formas de lidar com elas. Caso precise, estou à disposição.

Especialistas

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Anna Paula Balduci Brasil Lage

Psicólogo

Rio de Janeiro

Liézer Cardozo

Liézer Cardozo

Psicólogo

Curitiba

Claudia Matias Santos

Claudia Matias Santos

Psicólogo

Rio de Janeiro

Anabelle Condé

Anabelle Condé

Psicólogo

Rio de Janeiro

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 2516 perguntas sobre Transtorno da personalidade borderline
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.