Como ter estratégias de enfrentamento para me ajudar a lidar com o funcionamento intelectual limítro
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Como ter estratégias de enfrentamento para me ajudar a lidar com o funcionamento intelectual limítrofe com prejuízos de: saúde mental, social, acadêmico, independência, profissional, memória, delay cognitivo, dificuldade de ter sucesso na vida, sobrecarga sensorial, lentidão, confusão mental, desatenção, baixa autoestima, dificuldades em multitarefas, dificuldade de seguir instruções complexas, dificuldade de como se escreve as palavras, compulsão por compras, dificuldade de aprendizagem, alta inclinação de desistência e raciocínio lento. Levando em consideração que tenho transtorno de ansiedade generalizada por conta da minha falta de habilidade em lidar com todas essas dificuldades.
Com 1 ano e 6 meses, a criança ainda é muito nova para um diagnóstico fechado; nesse período o foco é a observação do desenvolvimento, não a rotulação. Os sinais relacionados ao TEA só se tornam preocupantes quando são persistentes, consistentes e combinados, impactando de forma clara a interação, a comunicação e o vínculo. Variações de contato visual, repetições no brincar e o brincar simbólico ainda em formação são esperados nessa idade. Pelo que você descreve a criança possui uma boa interação, troca afetiva, comunicação funcional e interesse pelo outro o desenvolvimento se apresenta saudável, e a melhor conduta é seguir observando com tranquilidade, mantendo estímulos afetivos e acompanhamento apenas se surgirem dificuldades persistentes ou regressão de habilidades.
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Nossa, entendo sua angústia. Vou escrever algumas possibilidades que, talvez, você possa adaptar a sua rotina. Olha, criar horários fixos para acordar, dormir, estudar, trabalhar e descansar ajuda a reduzir a confusão mental e a ansiedade., dormir, então… em vez de tentar concluir algo complexo de uma vez, divida em passos simples e marque o que for realizando. Sublinhar o que for importante e revisar conteúdos em intervalos regulares fortalece a retenção e reduz o esquecimento. Praticar conversas curtas e simples, com apoio de familiares ou terapeutas, ajuda a reduzir a ansiedade social e levantar a autoestima. Buscar trabalhos ou atividades com tarefas claras, repetitivas e estruturadas, evitando multitarefas complexas e quando possível, contar com supervisão ou mentoria para tarefas mais difíceis. Uso de listas e Checklist é ótimo! Escrever instruções passo a passo facilita seguir processos sem se perder. Definir um orçamento fixo e usar apenas dinheiro físico ou cartões pré-pagos para limitar gastos e fazer uma lista do que você quer e ir riscando conforme comprar. Para escrever certo, consulte o dicionário, aos poucos você vai gravando(não se cobre tanto, muitos doutores tem a mesma dificuldade) e intervalos curtos e frequentes de uns 5 minutos vai ajudar a melhorar a fadiga mental, mas não mexa no celular! Vídeos curtos também devem ser super evitados.Uma boa forma de começar é escolher apenas uma ou duas estratégias desta lista e praticá-las diariamente, sem tentar mudar tudo de uma vez. Você não tem que saber tudo ou dar conta de tudo, até os robôs não aguentam. Espero ter ajudado.
O funcionamento intelectual limítrofe envolve um ritmo cognitivo mais lento e maior dificuldade em lidar com tarefas complexas, multitarefas e sobrecarga sensorial, o que pode gerar ansiedade, baixa autoestima e prejuízos acadêmicos, sociais e profissionais. Com estratégias adequadas, adaptações e suporte especializado, é possível melhorar o funcionamento, reduzir a ansiedade e aumentar a autonomia e a qualidade de vida.
Profissionais que podem ajudar
Psiconeuropedagoga
Psicólogo (especialmente com abordagem cognitivo-comportamental)
Neuropsicólogo
Psiquiatra
Terapeuta ocupacional
Fonoaudiólogo
Psicopedagogo
Profissionais que podem ajudar
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Psicólogo (especialmente com abordagem cognitivo-comportamental)
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Terapeuta ocupacional
Fonoaudiólogo
Psicopedagogo
Um QI abaixo da média não é indicativo de impedimento para o desenvolvimento de novas habilidades, elaboração de metas e de novas aprendizagens.
A terapia seria uma excelente estratégia para o desempenho de diversas habilidades com dificuldades.
Percebi que algumas se tratam de questões de aprendizagem. Um psicopedagogo te auxiliaria a desenvolvê-las e te daria um grande suporte na elaboração de estratégias para o enfrentamento das dificuldades.
Estou a disposição. Realizo atendimentos online.
A terapia seria uma excelente estratégia para o desempenho de diversas habilidades com dificuldades.
Percebi que algumas se tratam de questões de aprendizagem. Um psicopedagogo te auxiliaria a desenvolvê-las e te daria um grande suporte na elaboração de estratégias para o enfrentamento das dificuldades.
Estou a disposição. Realizo atendimentos online.
Olá!
Procure um psicólogo. Existem profissionais que realizam atendimento presencial, on-line e eles poderão te ajudar.
O bom é que está a procura de auxílio, siga nesse caminho.
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O bom é que está a procura de auxílio, siga nesse caminho.
Olá! Obrigada por compartilhar algo tão importante sobre sua experiência.
Viver com dificuldades relacionadas ao funcionamento intelectual limítrofe, associadas à ansiedade e a desafios na memória, atenção, organização e aprendizagem, pode realmente gerar muita sobrecarga emocional. É compreensível que isso afete a autoestima, a confiança e a sensação de capacidade no dia a dia.
Na arteterapia, trabalhamos com recursos expressivos (desenho, pintura, colagem, escrita criativa, construção de objetos, entre outros) como uma forma de favorecer o autoconhecimento, organizar pensamentos e emoções e desenvolver estratégias de enfrentamento mais saudáveis. O processo criativo ajuda a reduzir a ansiedade, melhorar a concentração e fortalecer a percepção das próprias capacidades, respeitando o ritmo individual.
Além disso, a arteterapia pode contribuir para:
• desenvolver formas mais gentis de lidar com as próprias dificuldades;
• fortalecer a autoestima e a sensação de competência;
• organizar ideias e pensamentos quando há confusão mental ou sobrecarga;
• criar estratégias visuais e concretas que auxiliem memória, planejamento e rotina;
• ampliar recursos emocionais para enfrentar frustrações e desafios cotidianos.
É importante lembrar que dificuldades cognitivas não definem o valor ou o potencial de uma pessoa. Com acompanhamento adequado e um ambiente terapêutico acolhedor, muitas pessoas conseguem desenvolver recursos internos importantes para viver com mais equilíbrio e autonomia.
Se possível, procure um profissional especializado para um acompanhamento terapêutico que considere suas necessidades cognitivas e emocionais de forma integrada.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinho(a).
Viver com dificuldades relacionadas ao funcionamento intelectual limítrofe, associadas à ansiedade e a desafios na memória, atenção, organização e aprendizagem, pode realmente gerar muita sobrecarga emocional. É compreensível que isso afete a autoestima, a confiança e a sensação de capacidade no dia a dia.
Na arteterapia, trabalhamos com recursos expressivos (desenho, pintura, colagem, escrita criativa, construção de objetos, entre outros) como uma forma de favorecer o autoconhecimento, organizar pensamentos e emoções e desenvolver estratégias de enfrentamento mais saudáveis. O processo criativo ajuda a reduzir a ansiedade, melhorar a concentração e fortalecer a percepção das próprias capacidades, respeitando o ritmo individual.
Além disso, a arteterapia pode contribuir para:
• desenvolver formas mais gentis de lidar com as próprias dificuldades;
• fortalecer a autoestima e a sensação de competência;
• organizar ideias e pensamentos quando há confusão mental ou sobrecarga;
• criar estratégias visuais e concretas que auxiliem memória, planejamento e rotina;
• ampliar recursos emocionais para enfrentar frustrações e desafios cotidianos.
É importante lembrar que dificuldades cognitivas não definem o valor ou o potencial de uma pessoa. Com acompanhamento adequado e um ambiente terapêutico acolhedor, muitas pessoas conseguem desenvolver recursos internos importantes para viver com mais equilíbrio e autonomia.
Se possível, procure um profissional especializado para um acompanhamento terapêutico que considere suas necessidades cognitivas e emocionais de forma integrada.
Você não precisa enfrentar tudo isso sozinho(a).
O que você descreve envolve diferentes aspectos do funcionamento cognitivo e emocional, e é importante entender que não se trata de falta de esforço, mas sim de um padrão que precisa de estratégias mais adaptadas ao seu modo de funcionamento.
Algumas estratégias que podem ajudar no dia a dia incluem:
organizar tarefas em passos menores
utilizar anotações, listas e lembretes externos
evitar sobrecarga e multitarefas
manter uma rotina mais previsível
respeitar seu próprio ritmo
Em relação à ansiedade e à compulsão, esses fatores costumam estar associados às dificuldades relatadas e podem intensificar o quadro, sendo importante também olhar para essas questões com cuidado.
O mais indicado é buscar acompanhamento com profissional qualificado, para uma avaliação mais detalhada e construção de estratégias individualizadas.
Com apoio adequado, é possível melhorar a organização, autonomia e qualidade de vida.
Algumas estratégias que podem ajudar no dia a dia incluem:
organizar tarefas em passos menores
utilizar anotações, listas e lembretes externos
evitar sobrecarga e multitarefas
manter uma rotina mais previsível
respeitar seu próprio ritmo
Em relação à ansiedade e à compulsão, esses fatores costumam estar associados às dificuldades relatadas e podem intensificar o quadro, sendo importante também olhar para essas questões com cuidado.
O mais indicado é buscar acompanhamento com profissional qualificado, para uma avaliação mais detalhada e construção de estratégias individualizadas.
Com apoio adequado, é possível melhorar a organização, autonomia e qualidade de vida.
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