Como um terapeuta sistêmico pode ajudar alguém com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
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Como um terapeuta sistêmico pode ajudar alguém com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) ?
Olá.
De acordo com estudos existem algumas manifestações psiquiátricas que podem contribuir para o surgimento da doênça como; depressão, psicose, convulsões, cefaleias, tonturas, meningite, mudanças de humor, estados delirantes e transtorno de ansiedade. A a depressão é a manifestação mais comum em pacientes com LES.
É importante compreender que a complexidade do lúpus acarreta não apenas uma condição médica, mas uma condição psicológica que vai além das manifestações físicas. Desta forma precisamos ter um olhar que amplia o indivíduo em sua integralidade para uma melhor compreensão de tratamento e melhor qualidade de vida .
Na terapia sistêmica familiar entendemos o indivíduo em interação com o todo, desta forma não é apenas investigar padrões ou crenças , mas também a forma como a família consegue lidar com a situação emocional de uma doênça contínua/ crônica? É preciso ampliar o foco de cuidado (o doente) para o foco na família. Visto que a família na sua definição mais ampla pode ser considerada um sistema de cuidados, é preciso focar nos pontos fortes desse sistema familiar para entender o que deste sistema familiar propiciou e desencadeamento de tal doênça.
Principais pontos a serem tratados no sistema familiar são
1.* Aceitação: A dificuldade em aceitar o diagnóstico pode contribuir para que a doênça não se estabilize e retroalimente o quadro. Aceitar é um processo no qual onde será importante avaliar os diferentes tipos de aprendizados, sobretudo, no que tange à convivência mais harmoniosa possível com a doença.
2.* Auto estima - è uma doênça que pode impactar a auto estima de forma bastante significativa, a culpa, a fragilidade física e emocional podendo trazer uma sobrecarga de emoções e sentimentos que se faz importante entender e nomeá-los para que se consiga resignificar.
3.* Apoio familiar - Fortalecer as relações familiares diante do Lupos Eritematoso sistêmico ajuda o individuo e o sistema familiar a lidar com as mudanças. Buscar equilíbrio entre ajudar e os limites. è importante o paciente se sentir responsável e ativo em suas escolhas.
4.* Fortalecer a comunicação - Silêncios geram afastamentos e mal entendidos. Conversas abertas e assertivas ajudam a fortalecer o relacionamento e ajuda a pessoa fragilizada a se sentir melhor compreendida diante da dor.
Na terapia sistêmica o foco do cuidado não se restringe apenas na doênça ou no individuo, mas no âmbito social e familiar onde todos percebam o quanto podem crescer aprendendo juntos sobre o que a experiência adoecedora esta tentando mostrar. è importante desenvolver uma rede de apoio mais funcional e saudável.
Espero ter ajudado!
De acordo com estudos existem algumas manifestações psiquiátricas que podem contribuir para o surgimento da doênça como; depressão, psicose, convulsões, cefaleias, tonturas, meningite, mudanças de humor, estados delirantes e transtorno de ansiedade. A a depressão é a manifestação mais comum em pacientes com LES.
É importante compreender que a complexidade do lúpus acarreta não apenas uma condição médica, mas uma condição psicológica que vai além das manifestações físicas. Desta forma precisamos ter um olhar que amplia o indivíduo em sua integralidade para uma melhor compreensão de tratamento e melhor qualidade de vida .
Na terapia sistêmica familiar entendemos o indivíduo em interação com o todo, desta forma não é apenas investigar padrões ou crenças , mas também a forma como a família consegue lidar com a situação emocional de uma doênça contínua/ crônica? É preciso ampliar o foco de cuidado (o doente) para o foco na família. Visto que a família na sua definição mais ampla pode ser considerada um sistema de cuidados, é preciso focar nos pontos fortes desse sistema familiar para entender o que deste sistema familiar propiciou e desencadeamento de tal doênça.
Principais pontos a serem tratados no sistema familiar são
1.* Aceitação: A dificuldade em aceitar o diagnóstico pode contribuir para que a doênça não se estabilize e retroalimente o quadro. Aceitar é um processo no qual onde será importante avaliar os diferentes tipos de aprendizados, sobretudo, no que tange à convivência mais harmoniosa possível com a doença.
2.* Auto estima - è uma doênça que pode impactar a auto estima de forma bastante significativa, a culpa, a fragilidade física e emocional podendo trazer uma sobrecarga de emoções e sentimentos que se faz importante entender e nomeá-los para que se consiga resignificar.
3.* Apoio familiar - Fortalecer as relações familiares diante do Lupos Eritematoso sistêmico ajuda o individuo e o sistema familiar a lidar com as mudanças. Buscar equilíbrio entre ajudar e os limites. è importante o paciente se sentir responsável e ativo em suas escolhas.
4.* Fortalecer a comunicação - Silêncios geram afastamentos e mal entendidos. Conversas abertas e assertivas ajudam a fortalecer o relacionamento e ajuda a pessoa fragilizada a se sentir melhor compreendida diante da dor.
Na terapia sistêmica o foco do cuidado não se restringe apenas na doênça ou no individuo, mas no âmbito social e familiar onde todos percebam o quanto podem crescer aprendendo juntos sobre o que a experiência adoecedora esta tentando mostrar. è importante desenvolver uma rede de apoio mais funcional e saudável.
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Um terapeuta sistêmico pode ajudar alguém com Lúpus Eritematoso Sistêmico ao analisar a pessoa em relação ao seu contexto familiar, social e ambiental, identificando como padrões de interação, expectativas e suporte influenciam o enfrentamento da doença. Ele trabalha para melhorar a comunicação e os vínculos familiares, reduzir conflitos e fortalecer redes de apoio, promovendo colaboração na rotina de cuidados e adesão ao tratamento. O terapeuta também auxilia o paciente a integrar a doença à própria identidade, lidar com frustração, ansiedade e limitações físicas, e desenvolver estratégias adaptativas para o dia a dia, como organização de tarefas, planejamento de atividades e manejo de fadiga e névoa cognitiva. Ao focar no sistema como um todo, a intervenção aumenta a autonomia, a resiliência e a qualidade de vida do paciente.
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