Descobri essa semana que tenho sindrome de chiari sinto muitas dores no braço tenho fraqueza muscula
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Descobri essa semana que tenho sindrome de chiari sinto muitas dores no braço tenho fraqueza muscular, as vezes sinto tontura de não conseguir andar .sou operadora de caixa de supermercado atualmente afastada por conta das dores minha pergunta é viu poder ter uma vida normal e trabalhar daqui para frente? Ou posso perder os movimentos por conta da doença?
Uma boa parcela das Malformações de Chiari I necessita do tratamento cirúrgico para resolver ou atenuar os sintomas decorrentes da compressão de estruturas relacionadas à coordenação motora, ao equilíbrio e ao sistema vestibular. Nos casos em que os sintomas persistem mesmo após a cirurgia, recomenda-se o uso de terapias físicas e medicamentosas para alívio do quadro, além, é claro, de revisão do estado cirúrgico com o especialista que fez a intervenção.
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Boa tarde , vc precisa fazer uma avaliacao com medico especialista e ver se tem relação dos seus sintomas com as alterações radiológicas, assim vc podera ser tratada como se deve ...pode ser clinico ou cirurgico . Boa sorte .
há graus variáveis da Malformação de Arnold Chiari.
geralmente inocente(Chiari I) e detectado acidentalmente até aquelas formas incompatíveis com a vida.
frequentemente vem associada a alterações na coluna cervical alta.
é necessária a avaliação por neurologista / neurocirurgião.
geralmente inocente(Chiari I) e detectado acidentalmente até aquelas formas incompatíveis com a vida.
frequentemente vem associada a alterações na coluna cervical alta.
é necessária a avaliação por neurologista / neurocirurgião.
A Malformação de Chiari pode ser de tratada de forma conservadora ou cirúrgica. Alguns pacientes podem seguir em acompanhamento a depender dos sintomas clínicos. Outros pacientes podem ter indicação para a cirurgia de correção do Chiari. É importante que você faça uma avaliação com neurocirurgião com experiência no tratamento da malformação de Chiari.
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A Malformação de Arnold-Chiari é uma condição neurológica em que há deslocamento de estruturas do cerebelo para a parte inferior do crânio, podendo comprimir a medula espinhal e alterar o fluxo do líquor (líquido que circula no cérebro e na medula). Os sintomas variam bastante entre as pessoas, e a gravidade depende do grau de compressão e das estruturas afetadas.
No seu caso, os sintomas de dor nos braços, fraqueza muscular e tontura indicam que o deslocamento pode estar interferindo na função nervosa, especialmente nas vias motoras e de equilíbrio. Esses sinais exigem acompanhamento rigoroso com neurologista e neurocirurgião, pois somente a avaliação por imagem (ressonância magnética) permite determinar o grau da malformação e a necessidade de intervenção cirúrgica.
Em muitos pacientes, principalmente nos casos leves ou moderados, é possível levar uma vida normal com controle dos sintomas, desde que haja acompanhamento médico regular, fisioterapia e controle da dor. O tratamento pode incluir analgésicos, relaxantes musculares, reabilitação motora e, quando há compressão importante, cirurgia descompressiva — que tem bons resultados em reduzir dor e melhorar força e equilíbrio.
A possibilidade de perda progressiva de movimentos só ocorre em casos não tratados ou de evolução mais grave, quando há compressão significativa e persistente da medula. Por isso, o diagnóstico precoce e o seguimento constante são essenciais para evitar complicações e preservar a qualidade de vida.
Quanto à vida profissional, muitas pessoas com a Síndrome de Chiari conseguem retornar ao trabalho após tratamento adequado e reabilitação. Entretanto, profissões que exigem esforço físico repetitivo, posturas forçadas ou longos períodos em pé podem agravar os sintomas e precisam ser avaliadas individualmente. O médico responsável pode orientar sobre limitações, necessidade de readaptação ou afastamento temporário, conforme a evolução clínica e a resposta ao tratamento.
Em resumo, a Síndrome de Arnold-Chiari não impede, por si só, que a pessoa leve uma vida normal, mas requer acompanhamento contínuo e cuidados específicos. O controle dos sintomas e a prevenção de sequelas dependem de diagnóstico preciso, adesão ao tratamento e acompanhamento neurológico regular.
Esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Recomenda-se manter o acompanhamento com um neurologista e um neurocirurgião, que poderão definir o melhor plano terapêutico e orientar sobre o retorno ao trabalho com segurança.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
No seu caso, os sintomas de dor nos braços, fraqueza muscular e tontura indicam que o deslocamento pode estar interferindo na função nervosa, especialmente nas vias motoras e de equilíbrio. Esses sinais exigem acompanhamento rigoroso com neurologista e neurocirurgião, pois somente a avaliação por imagem (ressonância magnética) permite determinar o grau da malformação e a necessidade de intervenção cirúrgica.
Em muitos pacientes, principalmente nos casos leves ou moderados, é possível levar uma vida normal com controle dos sintomas, desde que haja acompanhamento médico regular, fisioterapia e controle da dor. O tratamento pode incluir analgésicos, relaxantes musculares, reabilitação motora e, quando há compressão importante, cirurgia descompressiva — que tem bons resultados em reduzir dor e melhorar força e equilíbrio.
A possibilidade de perda progressiva de movimentos só ocorre em casos não tratados ou de evolução mais grave, quando há compressão significativa e persistente da medula. Por isso, o diagnóstico precoce e o seguimento constante são essenciais para evitar complicações e preservar a qualidade de vida.
Quanto à vida profissional, muitas pessoas com a Síndrome de Chiari conseguem retornar ao trabalho após tratamento adequado e reabilitação. Entretanto, profissões que exigem esforço físico repetitivo, posturas forçadas ou longos períodos em pé podem agravar os sintomas e precisam ser avaliadas individualmente. O médico responsável pode orientar sobre limitações, necessidade de readaptação ou afastamento temporário, conforme a evolução clínica e a resposta ao tratamento.
Em resumo, a Síndrome de Arnold-Chiari não impede, por si só, que a pessoa leve uma vida normal, mas requer acompanhamento contínuo e cuidados específicos. O controle dos sintomas e a prevenção de sequelas dependem de diagnóstico preciso, adesão ao tratamento e acompanhamento neurológico regular.
Esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. Recomenda-se manter o acompanhamento com um neurologista e um neurocirurgião, que poderão definir o melhor plano terapêutico e orientar sobre o retorno ao trabalho com segurança.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A Síndrome de Arnold-Chiari é uma malformação neurológica em que parte do cerebelo e, às vezes, o tronco cerebral, acabam se projetando para dentro do canal vertebral, comprimindo estruturas nervosas e interferindo na circulação do líquor (líquido cérebro-espinhal). Os sintomas variam conforme o grau da herniação e o tipo da síndrome (I, II, III ou IV), mas podem incluir dores de cabeça intensas, tontura, desequilíbrio, fraqueza nos braços, dormências, formigamentos e alterações na coordenação motora. Em relação à sua pergunta: sim, é possível ter uma vida funcional e trabalhar, especialmente nos casos de Chiari tipo I leve ou moderado, desde que haja acompanhamento contínuo com neurologista e neurocirurgião. O prognóstico depende da intensidade da compressão e de como o sistema nervoso está reagindo. Algumas pessoas conseguem controlar bem os sintomas com tratamento clínico (analgésicos, relaxantes, fisioterapia, reabilitação motora, controle postural e cuidados ergonômicos), enquanto outras, com compressão mais significativa ou formação de siringomielia (acúmulo de líquido dentro da medula), podem precisar de cirurgia descompressiva para aliviar a pressão sobre o cerebelo e o tronco. Essa intervenção costuma melhorar sintomas como tontura, dor e fraqueza, permitindo melhor qualidade de vida e retorno às atividades, mas o resultado depende do tempo de evolução e do grau de comprometimento neurológico antes da cirurgia. Já quanto ao risco de “perder os movimentos”, ele não é inevitável, mas pode ocorrer se houver compressão medular severa e prolongada sem tratamento adequado. Por isso, é fundamental seguir o acompanhamento médico rigorosamente, realizar exames de imagem periódicos (como ressonância magnética de crânio e coluna cervical) e evitar esforços físicos repetitivos, movimentos bruscos ou atividades que causem aumento de pressão intracraniana, como levantar peso ou permanecer longos períodos em posições desconfortáveis. Em resumo: a Síndrome de Chiari não impede uma vida normal em todos os casos, mas exige cuidado, adaptação e seguimento contínuo. Com tratamento correto, fisioterapia e, se necessário, intervenção cirúrgica, é possível manter independência e estabilidade funcional. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no manejo do caso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, doenças neuromusculares e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira – Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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