Desvenlafaxina tem interação com álcool?
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Desvenlafaxina tem interação com álcool?
Não há, contudo se você o utiliza para a depressão, ansiedade, entre outras questões, não vale a pena abusar do álcool e ir contra essa intenção. Moderação sempre
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Apesar dos estudos indicarem que a associação dos dois não aumenta o comprometimento das habilidades motoras e mentais causadas pelo álcool, é aconselhado a evitar o consumo deste enquanto tiver tomando o remédio.
Tanto o álcool como qualquer medicamento psicotrópico tem efeitos diferentes em pessoas diferentes. A sua pergunta estranha, como se você mesmo ou mesma não tivesse oportunidade para sentir qualquer interação. Ou está pensando em outras interações não perceptíveis pela pessoa? Ai, vale dizer que o álcool, tomado sobremedida, prejudica o fígado, com ou sem interação.
No entanto, se o seu consumo de álcool mesmo junto com um remédio psicotrópico não alivia suficientemente a sua depressão, recomendo procurar outra via. A depressão não cai do ceu. Se as suas vivências, presentes ou passadas, lhe entristecem demasiado, deveria procurar mudá-los se possível. Para isto pode precisar mais força mental para tomar decisões. As vivências do passado agem na memória e pesam na vida presente. Em ambos os casos, procure se dar conta do que acontece com você. Procure conversar com um profissional de psicoterapia ou psicanálise. A depressão não é do corpo mas da alma. Os químicos quebram um galho, só
No entanto, se o seu consumo de álcool mesmo junto com um remédio psicotrópico não alivia suficientemente a sua depressão, recomendo procurar outra via. A depressão não cai do ceu. Se as suas vivências, presentes ou passadas, lhe entristecem demasiado, deveria procurar mudá-los se possível. Para isto pode precisar mais força mental para tomar decisões. As vivências do passado agem na memória e pesam na vida presente. Em ambos os casos, procure se dar conta do que acontece com você. Procure conversar com um profissional de psicoterapia ou psicanálise. A depressão não é do corpo mas da alma. Os químicos quebram um galho, só
Concordo com a explanação acima. Os desejos de sobrepor as orientações do tratamento tem sentido e conflitos podem ser revelados e melhor entendidos em atendimento clínico especializado. Até a submissão ao tratamento proposto remete a limites que podem ser motivos para reflexão. Cuide-se!
Sim, mas converse com seu médico , qual é a sua forma de uso do alcool.?
Att.
Eduardo
Att.
Eduardo
Não, mas o uso de álcool concomitante com medicamentos deve ser evitado. É importante saber ainda qual a frequência do seu uso do álcool pois isso pode ter relação com o quadro depressivo.
Sua pergunta é importante, pois embora seja objetiva, tem implicações mais complexas. Na bula do remédio, por exemplo, diz que "Um estudo clínico demonstrou que a desvenlafaxina não aumenta o comprometimento das habilidades mentais e motoras causadas pelo etanol." Note que ele fala de "um estudo" o que tem que ser olhado com cuidado. Para além disso, tem outras questões a serem consideradas. Gostei muito de um artigo produzido pelo psiquiatra Luis Guilherme de Oliveira Labinas, para o site "minha vida", com o título "Antidepressivos e bebidas alcoólicas: Pode misturar?", procure no google. Em resumo, por esse artigo, do ponto de vista orgânico, é desaconselhado seu uso durante o tratamento. Mas sempre consulte seu médico, pois ele pode te aconselhar melhor em relação a frequencia e quantidade do consumo que possa ser feito de maneira mais segura.
Falando agora do ponto de vista da minha área, a psicologia, o uso de álcool tem que ser bem analisado. Isso porque o uso pode ter uma função que em psicologia comportamental chamamos de "esquiva experiencial". Esse nome estranho quer dizer simplesmente que fazemos coisas para tentar reduzir nossas experiencias dolorosas, o que não é um problema. Contudo, quando esquivas experienciais se tornam fortes, a tendência é que isso ganhe proporções grandes na vida e o resultado mostrados em pesquisas é a piora do quadro. Alcool pode ter um efeito forte nesse sentido. Por isso, é preciso ficar atento. Um consumo esporádico, em pequena quantidade, do ponto de vista psicológico (do ponto de vista psiquiátrico, novamente, consulte seu médico) não traria grandes problemas. Fique apenas atento à função do beber: se você decide beber em um momento em que está bem, para celebrar algo, etc. é uma coisa, mas se você decide fazer isso como forma de esquiva experiencial de sintomas da doença, é preciso ter cuidado, pois você pode experienciar redução do desconforto a curto prazo, mas está contribuindo para aumentar seu problema a médio e longo prazo. Para te ajudar a lidar melhor com suas emoções e desenvolver comportamentos mais efetivos para lidar com suas questões, lembre-se de procurar ajuda psicológica também! Forte abraço!
Falando agora do ponto de vista da minha área, a psicologia, o uso de álcool tem que ser bem analisado. Isso porque o uso pode ter uma função que em psicologia comportamental chamamos de "esquiva experiencial". Esse nome estranho quer dizer simplesmente que fazemos coisas para tentar reduzir nossas experiencias dolorosas, o que não é um problema. Contudo, quando esquivas experienciais se tornam fortes, a tendência é que isso ganhe proporções grandes na vida e o resultado mostrados em pesquisas é a piora do quadro. Alcool pode ter um efeito forte nesse sentido. Por isso, é preciso ficar atento. Um consumo esporádico, em pequena quantidade, do ponto de vista psicológico (do ponto de vista psiquiátrico, novamente, consulte seu médico) não traria grandes problemas. Fique apenas atento à função do beber: se você decide beber em um momento em que está bem, para celebrar algo, etc. é uma coisa, mas se você decide fazer isso como forma de esquiva experiencial de sintomas da doença, é preciso ter cuidado, pois você pode experienciar redução do desconforto a curto prazo, mas está contribuindo para aumentar seu problema a médio e longo prazo. Para te ajudar a lidar melhor com suas emoções e desenvolver comportamentos mais efetivos para lidar com suas questões, lembre-se de procurar ajuda psicológica também! Forte abraço!
Quando se faz uso de psicotrópicos é desaconselhado o uso do álcool, porém se é só uma dose de vinho de vez em quando pode ser possível, o importante é entender qual situação me leva a beber, se é uma festa de aniversario ok, se for uso cotidiano a situação muda. Precisa ser honestos com nos mesmos e ser responsáveis por nossas escolhas, se sozinhos não conseguimos e precisamos recorrer aos medicamentos faze-se necessário pedir ajuda a um psicologo/a para nos auxiliar a reconhecer as causas que nos levam a beber, e se precisar do medicamento precisa se conscientizar sobre elas e cura-las na medida do possível com ajuda de um profissional. .
Depende também de quanto álcool. Com este medicamento se o álcool for pouco não há muita interação negativa mas sempre é bom evitar álcool com substâncias psicoativas!
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