É possível que alguém na sua infância e adolescência que tenha passado por episódios de humilhação v

20 respostas
É possível que alguém na sua infância e adolescência que tenha passado por episódios de humilhação verbal, emocional e fisica, possa ter baixa autoestima, baixa autoconfiança na vida adulta e, até mesmo se tornar alguém inseguro, timido e antissocial?
Nesse caso, que tipo de profissional esse alguém pode procurar?
 Augusta Olivério
Psicólogo
São Paulo
Olá, bom dia. Respondendo a sua dúvida, não só é possível, como essas são exatamente as razões que levam uma pessoa a ser insegura sobre si mesma e a ter baixa autoestima. Quando criança, conhecemos o mundo através de nossos pais. Eles nos orientam através da fala e de exemplos o que é ser bom e o que devemos fazer para sermos aceitos. Através de palavras de incentivo de pais e amigos, vamos moldando nossa personalidade baseado naquilo que entendemos ser bom para ser aceito. Se nessa fase de criança, ao invés de escutarmos palavras encorajadoras, escutamos palavras de humilhação, depreciativas, negativas em relação à nossa pessoa, a tendência é que no lugar da autoestima saudável e da autoconfiança apareça a insegurança, o retraimento social e o estranhamento ao se relacionar com as pessoas no geral. Esse adulto entendeu desde criança que ele "não vale a pena", que é incapaz, ou que não tem nada de bom a oferecer. O psicólogo é o profissional que pode lhe atender para trabalhar essa questão. Em psicoterapia, você terá a oportunidade de trabalhar essas crenças do passado, dando espaço a um novo eu, trabalhando a autoestima e autoconfiança, e assimilando um novo eu cheio de capacidades. A terapia vai lhe ajudar.

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A terapia irá propiciar um lugar de escuta e acolhimento para essa dor. Esse é apenas um recorte, outras questões poderão vir á tona. Procure um psicólogo ou psicanalista para que você possa ter um cuidado profissional. Cuide-se. Um abraço
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Olá! O psicólogo poderá te ajudar. Na infância, nas interações com as pessoas, começamos a construir a nossa autoestima e várias crenças, pensamentos formamos e levamos para a vida adulta como se fossem verdadeiros. Portanto, situações de humilhação, comparações, comentários negativos, agressões de qualquer tipo, afetam nossa autoestima, causando sentimentos de insegurança, baixa autoconfiança, etc... Formamos pensamentos negativos sobre nós mesmos (sou incapaz; nunca consigo nada, etc.) são os pensamentos distorcidos, que em terapia na TCC aprenderá a desconstruir, modificar sua forma de pensar. Procure ajuda para mudar seus pensamentos e comportamentos, tendo melhor qualidade de vida e sendo mais feliz.
 Joel Lerner Amato
Psicólogo
São Paulo
Olá, boa tarde. O período da infância e da adolescência pode afetar muito alguém, em diferentes níveis. Dependendo de como a pessoa lidou com essas situações de humilhação, isso pode ter abalado a autoestima dela, levando-a se sentir insegura, tímida, anti-social. Mas isso pode ser trabalhado e transformado em um processo de psicoterapia com um psicólogo, através de reflexões e técnicas. Fico a disposição se quiser conversar mais a respeito. Abs!
 Ricardo C. Koury
Psicólogo
Rio de Janeiro
Oi, como vai? O psicólogo é o profissional mais indicado para atender alguém com estes sintomas, preocupações e sentimentos. De qualquer forma, acredito que todos estes estados da mente são impermanentes e a pessoa, através da psicoterapia, pode adquirir ferramentas novas que lhe ajudarão a sessar o sofrimento. Se este for o seu caso, não perca tempo em buscar a ajuda de um profissional e você vai observar melhoras significativas na sua relação com o outro e consigo mesmo. Bom caminho! Abraços
Olá tudo bem? Assim é possivel sim, tudo oque os pais fazem para seus filhos tanto comportamentos bons como ruins influencia muito no comportamento do filho, um exemplo pais que tóxico aqueles pais que ofedem o filho, descalificando, diminuindo, essa criança será uma criança insegura, não acreditando que ela é capaz, até muitas vezes depressiva, então tudo se repete, a gente deve refletir procurar ajuda psicólogica para não repetir os mesmos erros dos nossos pais com os nosso filhos.
Procure ajuda, pense mais em vc.
Psicóloga Clínica Janaine Gonçalves
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Olá, como está? Infelizmente há uma correlação direta entre a maneira como o ser humano foi tratado na adolescência/infância e problemas relacionados a percepção de si próprio na fase adulta. Sugiro que você tente se consultar com um psicólogo ou uma psicóloga para que seja possível entender melhor como esse relação e se dá e partir daí pensar em estratégias para lidar com suas questões da fase adulta. Fique bem. Abraço.
 Taíla de Araujo Castro
Psicólogo
São Paulo
Olá, como você está? Em linhas gerais tudo que acontece com a gente, principalmente na infância e adolescência, tem o potencial de impactar positiva ou negativamente na formação da personalidade e da maneira como encaramos as coisas. Existem diversas formas de lidar com as marcas que o abuso vivido deixou e uma delas é através da Psicoterapia, que é um espaço seguro onde você poderá falar sobre suas dores e traumas e a partir de então dar novos significados para eles.

Procure um profissional e comece a fazer terapia, tenho certeza de que você não vai se arrepender.
Um forte abraço, Taíla Castro.
É totalmente possível e esperado que isso aconteça, mas a boa notícia é que há possibilidades de Tratamento dentro de um processo de Psicoterapia, e quanto antes o fizer, maiores serão as chances de viver com qualidade de vida mais brevemente.
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 Laissa Sobrinho
Psicólogo
Caxias Do Sul
Olá, sim, tudo isso é muito possível, infelizmente. O ideal seria procurar uma análise e tratar essas questões do passado, mas nem todas as pessoas se adaptam com a abordagem, porém, seria a minha sugestão.

Abraço.
Oie! É possível sim! A infância e adolescência são fases de construção para a vida adulta, as experiências positivas ou negativas vividas durante essas fases refletem na vida adulta. Desta forma, o passado impacta no presente e pode interferir no futuro, podendo comprometer a vida pessoal, profissional e social. O profissional que deve ser procurado é o Psicólogo, a psicoterapia pode ajudar no descobrimento da origem, no entendimento, na melhor forma de lidar com essas questões e no resgate da autoestima e da autoconfiança!
 Camille Abreu
Psicólogo
Porto Alegre
Comumente os sentimentos de insegurança, baixa autoestima, timidez excessiva, entre outros, são bagagens trazidas desde a infância, com relação à maneira que a criança foi criada. O melhor tratamento que indico seria um psicologo com abordagem em TCC, para que possa trabalhar as crenças e pensamentos automáticos disfuncionais dessa pessoa, a fim de que esses sintomas sejam minimizados/alterados ao longo do tempo, através da reestruturação cognitiva.
 Sammy Carralas
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Sim, é possível que experiências traumáticas na infância e adolescência, como humilhação verbal, emocional e física, tenham um impacto significativo na autoestima, autoconfiança e habilidades sociais de uma pessoa na vida adulta. Essas experiências podem levar ao desenvolvimento de baixa autoestima, insegurança, timidez e comportamento antissocial. Se você está passando por dificuldades relacionadas a experiências traumáticas passadas e suas consequências na vida adulta, encorajo-o a buscar a ajuda de um profissional de saúde mental. Eles podem fornecer o suporte necessário para ajudá-lo a superar o impacto dessas experiências e desenvolver uma vida mais saudável e satisfatória. Com carinho... Sammy Carralas
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Dra. Michelle Teixeira
Psicólogo
São Paulo
Olá,
Sim, experiências negativas durante a infância e adolescência, como humilhação verbal, emocional e física, podem ter um impacto significativo no desenvolvimento emocional e psicológico de uma pessoa. Esses episódios podem levar à baixa autoestima, baixa autoconfiança, e a comportamentos como insegurança, timidez e tendências antissociais na vida adulta.

Os efeitos de tais traumas podem ser duradouros, influenciando a maneira como a pessoa vê a si mesma e aos outros, e podem afetar a capacidade de formar e manter relacionamentos saudáveis. É comum que esses traumas na infância resultem em padrões de comportamento que podem ser desafiadores de mudar sem ajuda adequada.

Para lidar com esses problemas, os seguintes profissionais podem oferecer suporte efetivo:

1. Psicólogos: Eles podem trabalhar com terapias baseadas em conversas, como a terapia cognitivo-comportamental (TCC), que ajuda a reconhecer e mudar padrões de pensamento e comportamento negativos. Outras abordagens, como a terapia de aceitação e compromisso (ACT) ou a terapia focada na compaixão, também podem ser benéficas.

2. Psiquiatras: Se houver necessidade de intervenção médica, como medicamentos para lidar com a depressão, ansiedade ou outros transtornos psicológicos associados, um psiquiatra pode prescrever e gerenciar esses medicamentos.

Para alguém que está considerando buscar ajuda, é importante escolher um profissional com quem se sinta confortável e que acolha as necessidades do paciente.

Espero ter auxiliado.
Um forte abraço.
Olá, Sim, é bastante possível. Essas experiências traumáticas podem ter um impacto duradouro na percepção que a pessoa tem de si mesma e na maneira como interage com os outros.

Um psicólogo pode ajudar a identificar e entender os efeitos desses traumas de infância e adolescência. A terapia cognitivo-comportamental, por exemplo, é eficaz para trabalhar questões de autoestima e confiança.
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 Thaís Panke
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá, com certeza são experiências que tem forte influência sobre a autoestima, aparecendo também na dificuldade em interagir socialmente. A psicoterapia pode auxiliar bastante no processo de entendimento de origem desses conflitos, na construção de novas formas de enfrentar o que é difícil, possibilitando reflexões com potencial de transformações.
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Sim, é bastante possível que uma infância e adolescência marcadas por episódios de humilhação verbal, emocional e física impactem significativamente o desenvolvimento emocional e comportamental de uma pessoa na vida adulta. Experiências negativas nessa fase podem levar a:

Baixa autoestima: Sentimentos de inadequação ou desvalorização pessoal.
Baixa autoconfiança: Dúvidas constantes sobre a própria capacidade.
Insegurança: Medo de rejeição ou falhas.
Timidez e retraimento social: Evitar interações por medo de julgamento.
Dificuldades em estabelecer relacionamentos: Medo de intimidade ou desconfiança.

Para lidar com essas questões, é recomendável procurar psicoterapia com um profissional qualificado. A terapia pode ajudar a compreender como essas experiências passadas impactam a vida atual, além de promover o desenvolvimento de recursos emocionais para superar essas dificuldades. Caso os efeitos incluam sintomas mais graves, como ansiedade intensa, depressão ou isolamento extremo, um psiquiatra pode avaliar se há necessidade de medicação complementar ao tratamento psicológico.
Olá, sim... existem experiências na infância que podem ser traumáticas e prejudicar a autoestima. Recomendo buscar psicoterapia de orientação analítica / análise com um psicanalista. Fico à disposição se precisar. Abraços.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Sim, experiências de humilhação verbal, emocional e física na infância e adolescência podem ter um impacto significativo na forma como a pessoa se percebe e se relaciona com o mundo na vida adulta. Quando alguém cresce em um ambiente onde se sente desvalorizado, rejeitado ou exposto a situações que afetam sua dignidade, o cérebro pode interpretar essas vivências como "verdades" sobre si mesmo. Isso pode levar a uma autoestima fragilizada, dificuldades em confiar nas próprias capacidades e, em alguns casos, ao isolamento social como uma tentativa de proteção contra novas experiências dolorosas.

Do ponto de vista da neurociência, essas experiências podem influenciar a forma como o cérebro regula emoções e constrói padrões de pensamento sobre si e os outros. O sistema límbico, responsável pelas respostas emocionais, pode estar mais sensível a sinais de rejeição, enquanto o córtex pré-frontal, que regula a autoconfiança e a tomada de decisões, pode internalizar crenças disfuncionais, como "eu não sou bom o suficiente" ou "as pessoas sempre vão me julgar". Essas respostas podem moldar comportamentos mais retraídos e inseguros, não porque a pessoa "escolhe" ser assim, mas porque o cérebro aprendeu a reagir dessa maneira para evitar novos danos emocionais.

Você já se perguntou quais situações específicas despertam essa insegurança? Quando percebe esses sentimentos, consegue identificar pensamentos automáticos que surgem em sua mente? Como você se sente quando pensa na possibilidade de mudar essa relação consigo mesmo?

O profissional mais indicado para trabalhar essas questões é o psicólogo, especialmente um que tenha experiência em Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia Focada nas Emoções ou Terapia do Esquema, que são abordagens eficazes para ressignificar experiências dolorosas do passado e fortalecer a autoestima. Em alguns casos, se a insegurança e a ansiedade social forem muito intensas, um psiquiatra também pode ser um apoio complementar. O mais importante é saber que, independentemente do que aconteceu, é possível reconstruir uma relação mais saudável consigo mesmo. Caso precise, estou à disposição.
Dra. Carolaine Siqueira
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá!

Sim, é totalmente possível. Na Terapia Sistêmica, entendemos que as vivências na infância e adolescência especialmente quando marcam emocionalmente, como situações de humilhação verbal, emocional ou física influenciam profundamente a forma como a pessoa se vê, se relaciona e se posiciona no mundo na vida adulta.

Essas experiências podem gerar sentimentos de inadequação, medo de se expor, dificuldade de confiar em si mesmo e até um certo isolamento social, como formas de proteção. O que antes foi uma resposta de sobrevivência pode se tornar um padrão que limita a vida adulta.

Esse é um processo que pode (e merece) ser cuidado. Um psicólogo ou psicóloga com abordagem sistêmica pode ajudar a entender esses padrões, de onde eles vêm e, com isso, ressignificar histórias e reconstruir a forma como a pessoa se vê no mundo.

Você não precisa seguir sozinho com esse peso. Agende uma sessão comigo. Qualquer dúvida, estou à disposição.

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