Está acontecendo algo: Estou esquecido, esqueço nomes, demoro para lembrar nomes de artistas, nome d
5
respostas
Está acontecendo algo: Estou esquecido, esqueço nomes, demoro para lembrar nomes de artistas, nome de filmes, nomes de músicas e estou trocando nomes de pessoas, é um tipo de esquecimento que nunca tive, tenho 55 anos. Antes esquecia muito mas era por falta de concentração agora é um esquecimento diferente, não tem a ver com ansiedade e nem concentração. É doença isso? tem tratamento? Não fui no médico ainda pois penso que pode ser da idade!
Difícil afirmar somente com esses dados. Uma consulta presencial é fundamental para a realização de testes e conhecimento maior de históricos. Existem muitas possibilidades clínicas. Vale sim uma consulta com a especialidade para afastar causas evolutivas.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
A dificuldade de memória pode ser esperada para certa idade mas também pode ter diversas causas, desde causas reversíveis (problemas na tireoide, falta de vitaminas, depressão, ansiedade) até causas não reversíveis (quadros neurodegenerativos como as demências).
Se estiver atrapalhando seu funcionamento no seu dia a dia o ideal é passar por uma avaliação presencial com médico especialista.
Se estiver atrapalhando seu funcionamento no seu dia a dia o ideal é passar por uma avaliação presencial com médico especialista.
Pode ser alguma deficiência metabólica ou estar ligado as atividades diárias de vida que possam ter sido alteradas, stress e outras causas mas seria prudente uma monitorização através de exames clínicos, laboratoriais e de imagem para melhor diagnóstico e terapêutica adequada
O que você está percebendo — trocas de nomes, dificuldade para lembrar nomes de pessoas, artistas, músicas e filmes, de uma forma que não tinha antes — precisa sim ser investigado com seriedade. Especialmente porque você notou uma mudança no seu padrão de memória, que não parece relacionada à distração, ansiedade ou falta de atenção, como já aconteceu antes.
Nem todo esquecimento aos 55 anos é “normal da idade”. Existem muitas condições tratáveis ou reversíveis que podem causar falhas cognitivas, como alterações hormonais, deficiência de vitaminas (como B12), distúrbios do sono (como apneia), efeitos colaterais de medicamentos ou até quadros iniciais de comprometimento cognitivo leve — que, quando identificados precocemente, permitem intervenções eficazes e proteção da memória a longo prazo.
Portanto, não espere para procurar ajuda. O ideal é passar por um neurologista, que vai avaliar seu caso de forma completa, solicitar os exames certos e orientar com segurança. Quanto antes a investigação for feita, melhor a chance de cuidar bem do cérebro e manter sua qualidade de vida.
Nem todo esquecimento aos 55 anos é “normal da idade”. Existem muitas condições tratáveis ou reversíveis que podem causar falhas cognitivas, como alterações hormonais, deficiência de vitaminas (como B12), distúrbios do sono (como apneia), efeitos colaterais de medicamentos ou até quadros iniciais de comprometimento cognitivo leve — que, quando identificados precocemente, permitem intervenções eficazes e proteção da memória a longo prazo.
Portanto, não espere para procurar ajuda. O ideal é passar por um neurologista, que vai avaliar seu caso de forma completa, solicitar os exames certos e orientar com segurança. Quanto antes a investigação for feita, melhor a chance de cuidar bem do cérebro e manter sua qualidade de vida.
Excelente pergunta — e extremamente importante, pois as alterações de memória e nomeação que você descreve merecem atenção médica, principalmente quando representam mudança recente no padrão habitual de funcionamento cognitivo. Esquecer nomes de pessoas conhecidas, confundir palavras ou ter dificuldade para lembrar informações que antes eram facilmente evocadas não é, por si só, sinônimo de doença, mas pode indicar processos neurológicos ou metabólicos que precisam ser investigados precocemente.
Com o avanço da idade, é comum ocorrer uma redução leve da velocidade de processamento mental e da capacidade de lembrar detalhes recentes, fenômeno chamado de comprometimento cognitivo leve relacionado à idade. Nesses casos, o esquecimento é discreto, não interfere nas atividades diárias e tende a estabilizar com medidas de estímulo cognitivo, sono adequado, alimentação equilibrada e controle emocional. No entanto, quando há troca de nomes, dificuldade para lembrar palavras específicas (anomias) ou esquecimento progressivo de fatos recentes, é necessário investigar alterações cognitivas de outra natureza, que podem estar ligadas a disfunções neurológicas iniciais, carências vitamínicas, distúrbios hormonais, efeitos de medicamentos ou doenças vasculares cerebrais.
A descrição de um “esquecimento diferente”, que não se relaciona à ansiedade ou distração, merece uma avaliação neurológica detalhada, com aplicação de testes de memória, linguagem, atenção e funções executivas. Em alguns casos, o médico pode solicitar exames laboratoriais (função tireoidiana, vitamina B12, glicemia, função hepática e renal) e exames de imagem cerebral (como ressonância magnética) para excluir causas reversíveis de comprometimento cognitivo.
É importante destacar que esquecimentos não são uma consequência obrigatória do envelhecimento, e quando surgem de forma nova ou progressiva, devem sempre ser investigados. O diagnóstico precoce de qualquer disfunção cognitiva — seja ela leve ou associada a doenças como depressão, distúrbios vasculares ou demências iniciais — permite iniciar tratamentos que melhoram a memória, retardam a progressão e aumentam a qualidade de vida.
Portanto, mesmo que o quadro pareça leve, o ideal é não adiar a consulta médica. Agendar uma avaliação com um neurologista especializado em cognição e memória permitirá identificar a causa exata e orientar um plano de acompanhamento adequado, que pode incluir tratamento medicamentoso, reabilitação cognitiva e orientações de estilo de vida.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O esquecimento pode ter múltiplas causas, e quanto mais cedo for avaliado, maiores são as chances de controle e reversão dos sintomas.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Com o avanço da idade, é comum ocorrer uma redução leve da velocidade de processamento mental e da capacidade de lembrar detalhes recentes, fenômeno chamado de comprometimento cognitivo leve relacionado à idade. Nesses casos, o esquecimento é discreto, não interfere nas atividades diárias e tende a estabilizar com medidas de estímulo cognitivo, sono adequado, alimentação equilibrada e controle emocional. No entanto, quando há troca de nomes, dificuldade para lembrar palavras específicas (anomias) ou esquecimento progressivo de fatos recentes, é necessário investigar alterações cognitivas de outra natureza, que podem estar ligadas a disfunções neurológicas iniciais, carências vitamínicas, distúrbios hormonais, efeitos de medicamentos ou doenças vasculares cerebrais.
A descrição de um “esquecimento diferente”, que não se relaciona à ansiedade ou distração, merece uma avaliação neurológica detalhada, com aplicação de testes de memória, linguagem, atenção e funções executivas. Em alguns casos, o médico pode solicitar exames laboratoriais (função tireoidiana, vitamina B12, glicemia, função hepática e renal) e exames de imagem cerebral (como ressonância magnética) para excluir causas reversíveis de comprometimento cognitivo.
É importante destacar que esquecimentos não são uma consequência obrigatória do envelhecimento, e quando surgem de forma nova ou progressiva, devem sempre ser investigados. O diagnóstico precoce de qualquer disfunção cognitiva — seja ela leve ou associada a doenças como depressão, distúrbios vasculares ou demências iniciais — permite iniciar tratamentos que melhoram a memória, retardam a progressão e aumentam a qualidade de vida.
Portanto, mesmo que o quadro pareça leve, o ideal é não adiar a consulta médica. Agendar uma avaliação com um neurologista especializado em cognição e memória permitirá identificar a causa exata e orientar um plano de acompanhamento adequado, que pode incluir tratamento medicamentoso, reabilitação cognitiva e orientações de estilo de vida.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica presencial. O esquecimento pode ter múltiplas causas, e quanto mais cedo for avaliado, maiores são as chances de controle e reversão dos sintomas.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Tenho 46 anos muita dificuldade de concentração, de aprendizagem, inclusive ja reprovei na escola 3 anos. Vejo dificuldades até no meu emprego. Seria um TDAH?
- Eu tenho problema de memória há 10 anos quando sofri um surto psicotico e comecei a tomar olanzapina. Eu não consigo me lembrar do dia anterior e não consigo formar novas memórias, além de esquecer o que eu pensava em falar ou fazer. Eu nunca mais consegui manter planos pois tudo que eu penso esqueço…
- Eu conseguir um emprego, mas tenho receio de aceitar o cargo porque descobri, por meio de um exame de videolaringoscopia, que tenho refluxo. Sinto uma pressão na caixa torácica, e por causa disso não sei se devo aceitar o emprego já que na atividade de professor se utiliza a voz como ferramenta de trabalho…
- Tenho 55 anos e há 30 anos, aproximadamente, tenho tratado esclerose mesial tempora com sucesso (sem crises). Meu problema é a memória. Sempre que preciso lembrar de algo que aconteceu me dá “branco”. Isso me atrapalhou muito na época em que eu estudava. Há como tratar essa perda de memória?
- Boa tarde eu tenho 34 anos de idade bebo bebida alcoólica e grande consumo ,desde 12 anos de idade , com 22 anos apresentei problema de deprssao , e agora com 34 anos estou com problemas de memória tem hora que sinto que estou descarado com mundo , como se eu tivesse perdendo a memória a minha pisiquitra…
- Estresse emocional causa esquecimento momentâneo ou lapso de memória?
- Ola Sexta-feira passada e tive crise muito forte de enxaqueca. Tenho enxaqueca com aura,mas desta vez a dor foi apenas do lado esquerdo e em alguns pontos pareceu que está machucado por dentro. E muita tontura e enjoos, e algumas pontadas do lado direito e mão dormente. Estou medicada, e hoje finalmente…
- Meu marido foi operado. Teve duas paradas cardíacas. Desde essa altura a memória dele vem falhando bastante. O neuro mandou que fizesse uma investigação e trastorno de memória. Como fazer?
- Tenho 19 anos e a minha memória está muito ruim, tenho muita dificuldade em prestar atenção e/ou lembrar do que as pessoas estavam falando, isso está atrapalhando tanto a minha vida pessoal quanto a profissional. É como se o meu cérebro não conseguisse absorver a informação de jeito nenhum. Hoje no trabalho…
- Estou enfrentando perda de memória, e é algo que tem me incomodado bastante. As memórias que estou perdendo são de coisas que já vivi. Minhas memórias de quando eu era novo ou até mesmo de um ano atrás. Tenho 26 anos. E eu não sei o motivo disso acontecer. Eu sei que me sinto muito cansado e com sono…
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 108 perguntas sobre Transtornos Da Memória
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.