Estou com dificuldades de memória e para gravar acontecimentos. Por exemplo, assisto um filme ou ser
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Estou com dificuldades de memória e para gravar acontecimentos. Por exemplo, assisto um filme ou seriado e quando acaba já não lembro nome de personagens ou exatamente o que aconteceu. Leio um livro e depois já não lembro o que li. Existe um remédio para potencializar a memória? será que é problema de concentração?
Boa tarde. Suas queixas são muito frequentes e exigem uma avaliação mais específica e especializada. Existem várias causas que podem justificar estes sintomas e exigem que você se submeta à uma avaliação cognitiva com Geriatra. Aconselho procurar um profissional habilitado para melhor condução de suas queixas.
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Boa noite
Devemos investigar com exames laboratoriais para afastar deficiências que possam provocar déficit cognitivo assim como avaliar seu emocional e stress
Devemos investigar com exames laboratoriais para afastar deficiências que possam provocar déficit cognitivo assim como avaliar seu emocional e stress
Olá. Boa tarde! Você pode procurar por psicólogo especialista em neuropsicologia onde o mesmo poderá através de uma avaliação com testes específicos e entrevistas, determinar as possíveis causas de suas falhas de memória.
Abraço
Abraço
Olá! Antes de já pensar em medicação, é interessante procurar um psicólogo para indentificar se sua queixa tem relação com algo emocional, psiquico, como por exemplo estresse, nervoso, preocupação. Caso seja necessário, o psicólogo te indicará para um psiquiatra ou neurologista.
O que você está relatando — dificuldade para gravar acontecimentos recentes, lembrar nomes de personagens, ou reter informações após ler ou assistir algo — pode sim estar ligado à concentração, mas também pode ter outras causas que merecem uma avaliação cuidadosa.
Muita gente acredita que está com “problema de memória”, quando na verdade o cérebro não chegou a registrar bem a informação por falta de atenção, sono de má qualidade, estresse, ansiedade ou fadiga mental. Nessas situações, o problema não é a memória em si, mas a etapa do armazenamento, ou seja, a informação não foi bem codificada para ser lembrada depois.
Por outro lado, se você sente que isso está diferente do seu padrão habitual, vem se repetindo com frequência e está prejudicando o seu dia a dia, vale sim investigar. Carência de vitaminas (como B12), distúrbios do sono (como apneia), uso de certas medicações, alterações hormonais, doenças do humor e até quadros iniciais de comprometimento cognitivo leve podem se manifestar desse modo.
Sobre a sua pergunta: não existe um remédio “mágico” para melhorar a memória em quem está saudável, e os medicamentos usados para memória (como os da doença de Alzheimer) não são indicados para uso generalizado ou sem diagnóstico específico. Em muitos casos, o que mais ajuda é tratar a causa de fundo, ajustar o estilo de vida, sono, rotina mental, alimentação e, quando necessário, fazer acompanhamento com neurologista ou geriatra.
Em resumo:
– Pode sim ser concentração, mas não dá para afirmar sem uma avaliação;
– Vale procurar um médico (preferencialmente neurologista ou geriatra, dependendo da idade) para investigar com calma;
– Evite buscar soluções rápidas com suplementos ou medicações sem orientação.
– Quando identificado cedo, há muito que pode ser feito para proteger a memória e recuperar a qualidade cognitiva.
Buscar ajuda foi um passo importante. Agora o ideal é seguir com avaliação clínica.
Muita gente acredita que está com “problema de memória”, quando na verdade o cérebro não chegou a registrar bem a informação por falta de atenção, sono de má qualidade, estresse, ansiedade ou fadiga mental. Nessas situações, o problema não é a memória em si, mas a etapa do armazenamento, ou seja, a informação não foi bem codificada para ser lembrada depois.
Por outro lado, se você sente que isso está diferente do seu padrão habitual, vem se repetindo com frequência e está prejudicando o seu dia a dia, vale sim investigar. Carência de vitaminas (como B12), distúrbios do sono (como apneia), uso de certas medicações, alterações hormonais, doenças do humor e até quadros iniciais de comprometimento cognitivo leve podem se manifestar desse modo.
Sobre a sua pergunta: não existe um remédio “mágico” para melhorar a memória em quem está saudável, e os medicamentos usados para memória (como os da doença de Alzheimer) não são indicados para uso generalizado ou sem diagnóstico específico. Em muitos casos, o que mais ajuda é tratar a causa de fundo, ajustar o estilo de vida, sono, rotina mental, alimentação e, quando necessário, fazer acompanhamento com neurologista ou geriatra.
Em resumo:
– Pode sim ser concentração, mas não dá para afirmar sem uma avaliação;
– Vale procurar um médico (preferencialmente neurologista ou geriatra, dependendo da idade) para investigar com calma;
– Evite buscar soluções rápidas com suplementos ou medicações sem orientação.
– Quando identificado cedo, há muito que pode ser feito para proteger a memória e recuperar a qualidade cognitiva.
Buscar ajuda foi um passo importante. Agora o ideal é seguir com avaliação clínica.
Excelente pergunta — e a forma como você descreve os sintomas é muito clara e frequente em consultório neurológico. Essa dificuldade para fixar informações recentes, como nomes, diálogos ou detalhes de filmes e livros, nem sempre está ligada a uma perda de memória verdadeira, mas sim a falhas no processo de atenção e consolidação das informações.
Em outras palavras: muitas vezes o problema não está em “lembrar”, e sim em registrar corretamente o que foi percebido. Esse fenômeno é muito comum em pessoas com sobrecarga mental, estresse, ansiedade, fadiga, insônia, uso excessivo de telas ou múltiplas tarefas simultâneas. Nesses casos, o cérebro não consegue concentrar-se o suficiente para armazenar o conteúdo na memória de longo prazo.
As causas mais comuns incluem:
1⃣ Déficit de atenção em adultos — mesmo sem hiperatividade, pode causar distração, esquecimento e dificuldade para reter informações.
2⃣ Transtornos do sono — o sono é essencial para consolidar memórias; quando ele é fragmentado ou insuficiente, a retenção cognitiva cai.
3⃣ Ansiedade e estresse crônico — elevam o cortisol, que inibe a formação de novas conexões neurais.
4⃣ Fadiga mental e multitarefa constante — o excesso de estímulos reduz a capacidade de foco e memorização.
5⃣ Carências nutricionais e metabólicas, como falta de vitamina B12, vitamina D, hipotireoidismo, alterações hormonais ou glicêmicas.
O que fazer:
Antes de pensar em “remédios para memória”, é fundamental investigar e corrigir as causas subjacentes. O neurologista pode solicitar:
Exames laboratoriais (B12, TSH, vitamina D, glicemia, função hepática e renal);
Avaliação cognitiva e neuropsicológica, que identifica se o déficit é de atenção, memória ou ambos;
Avaliação do sono, se houver cansaço, sonolência diurna ou insônia.
Os medicamentos chamados “potencializadores cognitivos” (como donepezila, rivastigmina, memantina ou modafinil) não são indicados rotineiramente em pessoas sem demência diagnosticada, pois não melhoram a atenção normal e podem causar efeitos indesejáveis. Em vez disso, o tratamento costuma incluir:
Reeducação do sono e redução de estímulos excessivos;
Técnicas de foco atencional e treino de memória;
Atividade física regular, que aumenta a oxigenação cerebral;
Alimentação rica em ômega-3, magnésio e vitaminas do complexo B;
E, quando há déficit de atenção significativo, tratamento específico com medicamentos neuromoduladores, sob orientação médica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O ideal é procurar um neurologista para investigar a causa exata e traçar um plano terapêutico personalizado, priorizando o funcionamento global do cérebro, e não apenas a memória isoladamente.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde cognitiva e reabilitação da atenção e memória, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Em outras palavras: muitas vezes o problema não está em “lembrar”, e sim em registrar corretamente o que foi percebido. Esse fenômeno é muito comum em pessoas com sobrecarga mental, estresse, ansiedade, fadiga, insônia, uso excessivo de telas ou múltiplas tarefas simultâneas. Nesses casos, o cérebro não consegue concentrar-se o suficiente para armazenar o conteúdo na memória de longo prazo.
As causas mais comuns incluem:
1⃣ Déficit de atenção em adultos — mesmo sem hiperatividade, pode causar distração, esquecimento e dificuldade para reter informações.
2⃣ Transtornos do sono — o sono é essencial para consolidar memórias; quando ele é fragmentado ou insuficiente, a retenção cognitiva cai.
3⃣ Ansiedade e estresse crônico — elevam o cortisol, que inibe a formação de novas conexões neurais.
4⃣ Fadiga mental e multitarefa constante — o excesso de estímulos reduz a capacidade de foco e memorização.
5⃣ Carências nutricionais e metabólicas, como falta de vitamina B12, vitamina D, hipotireoidismo, alterações hormonais ou glicêmicas.
O que fazer:
Antes de pensar em “remédios para memória”, é fundamental investigar e corrigir as causas subjacentes. O neurologista pode solicitar:
Exames laboratoriais (B12, TSH, vitamina D, glicemia, função hepática e renal);
Avaliação cognitiva e neuropsicológica, que identifica se o déficit é de atenção, memória ou ambos;
Avaliação do sono, se houver cansaço, sonolência diurna ou insônia.
Os medicamentos chamados “potencializadores cognitivos” (como donepezila, rivastigmina, memantina ou modafinil) não são indicados rotineiramente em pessoas sem demência diagnosticada, pois não melhoram a atenção normal e podem causar efeitos indesejáveis. Em vez disso, o tratamento costuma incluir:
Reeducação do sono e redução de estímulos excessivos;
Técnicas de foco atencional e treino de memória;
Atividade física regular, que aumenta a oxigenação cerebral;
Alimentação rica em ômega-3, magnésio e vitaminas do complexo B;
E, quando há déficit de atenção significativo, tratamento específico com medicamentos neuromoduladores, sob orientação médica.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O ideal é procurar um neurologista para investigar a causa exata e traçar um plano terapêutico personalizado, priorizando o funcionamento global do cérebro, e não apenas a memória isoladamente.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, em consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo ou atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, saúde cognitiva e reabilitação da atenção e memória, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
Esses sintomas que você descreve — dificuldade para fixar informações novas, esquecer nomes de personagens, detalhes de filmes ou do que acabou de ler — são muito frequentes e nem sempre indicam um problema de memória em si. Na maioria dos casos, tratam-se de dificuldades de atenção e concentração, que afetam a fase de registro da informação, e não a de armazenamento. Em outras palavras, o cérebro não está “esquecendo” o que foi aprendido, mas não está conseguindo registrar de forma eficiente o conteúdo por estar disperso, fatigado ou sobrecarregado. Vários fatores podem contribuir para isso: ansiedade, estresse, sono irregular, excesso de estímulos digitais, uso de múltiplas telas, sedentarismo, deficiência de vitaminas (como B12 e D), distúrbios do sono ou até efeitos colaterais de medicamentos. Em pessoas mais jovens, a atenção fragmentada e o ritmo acelerado de vida são hoje as causas mais comuns dessa queixa. Quando a atenção não é plena no momento do aprendizado, a memória episódica (de curto prazo) não é consolidada adequadamente no hipocampo, o que explica a sensação de “não lembrar de nada logo em seguida”. Existem, sim, medicamentos e suplementos que melhoram a função cognitiva e o desempenho atencional, mas eles devem ser indicados apenas após avaliação neurológica completa para identificar a causa exata. Em casos de déficit de atenção, o uso de psicoestimulantes (como lisdexanfetamina ou metilfenidato) pode ser considerado; já em quadros de fadiga mental, podem ser usados moduladores neuroquímicos leves, como citicolina, piracetam, ginkgo biloba ou vitaminas neurotróficas (B1, B6, B12). No entanto, a resposta ao tratamento medicamentoso é significativamente melhor quando associada a mudanças no estilo de vida e treino cognitivo estruturado, como leitura ativa, técnicas de resumo, meditação de atenção plena (mindfulness), pausas cognitivas e sono reparador. Recomenda-se também uma avaliação neuropsicológica, que permite diferenciar se a dificuldade é predominantemente atencional, mnemônica, executiva ou emocional, auxiliando na definição de um plano terapêutico preciso. Em resumo, o mais provável é que você esteja enfrentando um déficit atencional funcional, reversível com o tratamento adequado. Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, TDAH, memória, atenção e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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