Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito
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Estou passando por um momento delicado...minha avó está perto dos 90 anos mas está com a saúde muito fragilizada. Ela tem demência e alzheimer e a cada dia decai mais. Os médicos dizem que a passagem dela pode ocorrer a qualquer momento, pode ser dias, semanas ou alguns meses apenas em um cenário otimista. Eu não estou sabendo lidar bem com a situação, sempre fui muito próxima dela e é como se eu estivesse me despedindo com ela aqui ainda. É uma dor e angústia constante. Será que a terapia poderia ajudar nesse processo e como faria isso? Ou devo procurar ajuda terapêutica depois que as coisas ocorrerem? Estou confusa nesse momento.
Procure agora terapia para lhe ajudar a se relacionar com a finitude. A morte é a única coisa certa que temos na vida, por isso seria bom já começar a elaborar a perda da avó.
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Olá, como vai?
O que você está sentindo a psicologia chama de luto antecipatório. É um fenômeno que algumas pessoas passam nessa condição de fim de vida de um ente querido ou de si mesmo, e faz parte da vida. É recomendável você procurar por psicoterapia, visto que a situação te deixa angustiada e fragilizada, pode ser que no momento da morte dela você esteja em paz consigo mesma e com a situação, entendendo que morrer faz parte, assim como sentir o luto por alguém que a gente ama. Procure ajuda especializada, você não precisa passar por esse momento sozinha.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
O que você está sentindo a psicologia chama de luto antecipatório. É um fenômeno que algumas pessoas passam nessa condição de fim de vida de um ente querido ou de si mesmo, e faz parte da vida. É recomendável você procurar por psicoterapia, visto que a situação te deixa angustiada e fragilizada, pode ser que no momento da morte dela você esteja em paz consigo mesma e com a situação, entendendo que morrer faz parte, assim como sentir o luto por alguém que a gente ama. Procure ajuda especializada, você não precisa passar por esse momento sozinha.
Espero ter ajudado, fico à disposição.
Sou Daniele Barros, psicóloga com mais de 12 anos de experiência e, como psicóloga da TCC, quero dizer que sinto muito pelo momento que você está atravessando. O que você descreveu — esse sentimento de se despedir de alguém que ainda está presente fisicamente, mas que a mente parece já ter partido — é o que chamamos de Luto Antecipatório. Agradeço por compartilhar sua dor; saiba que essa angústia constante e a confusão que você sente são reações profundamente humanas diante de um vínculo tão forte quanto o que você tem com sua avó. A resposta para a sua dúvida é que você não precisa, e nem deve, esperar que o pior aconteça para buscar ajuda. Na verdade, iniciar a terapia agora é a estratégia mais assertiva e protetiva que você pode adotar. A terapia não serve apenas para "consertar o que quebrou", mas para fortalecer você enquanto atravessa a tempestade. Esperar o desfecho para procurar auxílio pode fazer com que você chegue ao luto real já exausta e sobrecarregada emocionalmente. Sob a perspectiva da TCC, focamos em como você está processando os pensamentos sobre o futuro. Muitas vezes, a mente fica presa em cenários catastróficos sobre "como será o dia da partida". Nós trabalhamos a reestruturação cognitiva para trazer o seu foco para o presente. O objetivo é ajudar você a transformar a dor paralisante em um "luto ativo", onde você consegue encontrar formas de se despedir com ternura, respeitando o seu limite emocional e mantendo o autocuidado. A terapia oferece um espaço seguro para que você possa falar sobre o "indizível". Preparar-se emocionalmente não significa desapegar ou amar menos, mas sim construir uma base interna sólida para que, quando a partida ocorrer, você tenha ferramentas para processar a saudade sem ser engolida pelo trauma. Unir o suporte técnico a um olhar genuinamente humano permite que você honre a história que construiu com sua avó, transformando a agonia da espera em um processo de passagem mais sereno para ambas. Buscar um psicólogo da TCC agora permitirá que você conviva com a sua mente de forma mais harmoniosa durante esse período tão frágil. Acredite que é possível atravessar esse deserto sem se perder de si mesma. O meu papel é justamente te auxiliar a encontrar as chaves para a resiliência, acolhendo sua vulnerabilidade e segurando a lanterna para que você possa caminhar com mais leveza, mesmo em meio à dor. Daniele Barros, Psicóloga TCC - CRP 09/008628 | Equipe Espaço Único
Olá. Sim, a terapia pode ajudar. No seu caso, faz muito sentido buscar apoio já agora.
O que você está vivendo é um processo chamado luto antecipatório: a dor da perda começa antes da partida, especialmente em situações como a Doença de Alzheimer. Essa mistura de tristeza, angústia e despedida em vida é profundamente difícil, mas também legítima.
O que você está vivendo é um processo chamado luto antecipatório: a dor da perda começa antes da partida, especialmente em situações como a Doença de Alzheimer. Essa mistura de tristeza, angústia e despedida em vida é profundamente difícil, mas também legítima.
O que você está vivendo é muito doloroso, e faz sentido que esteja assim. Essa sensação de estar se despedindo aos poucos, mesmo com a pessoa ainda presente, costuma trazer uma angústia profunda, um luto que começa antes da perda em si. Não é confusão sua, é o impacto de um vínculo muito importante sendo atravessado por uma despedida lenta. A terapia pode ajudar, sim, e não apenas depois. Na verdade, esse tipo de momento é um dos contextos em que ela pode ser mais acolhedora. Você não precisa esperar que “tudo aconteça” para buscar apoio. Esse processo que você já está vivendo merece cuidado agora. Em um espaço terapêutico, você pode falar sobre essa dor sem precisar se conter, dar nome ao que está sentindo e entender melhor essas emoções que parecem tão intensas e constantes. Também pode te ajudar a lidar com a antecipação da perda, com o medo, com a impotência, e até com possíveis sentimentos de culpa ou ambivalência que às vezes aparecem nessas situações. Além disso, pode ser um lugar para pensar em como você quer viver esse tempo com ela, dentro do que ainda é possível, respeitando seus limites emocionais. Buscar ajuda agora não significa que você não vai sofrer depois, mas pode tornar esse caminho menos solitário e mais elaborado. Você vai construindo recursos internos para atravessar tanto o agora quanto o que ainda virá. Você não precisa dar conta disso sozinha. E, se você desejar, estou à disposição para te acompanhar e te acolher nesse processo.
Sinto muito que você esteja vivendo isso. O que você descreve é profundamente doloroso — e, ao mesmo tempo, muito humano. Essa sensação de “estar se despedindo enquanto a pessoa ainda está aqui” tem nome na psicologia: é o luto antecipatório. Se quiser, posso te ajudar com:
formas de lidar com essa dor no dia a dia e sobre a situação dolorosa com sua avó. Buscar ajuda profissional é a melhor escolha neste momento. Um abraço.
formas de lidar com essa dor no dia a dia e sobre a situação dolorosa com sua avó. Buscar ajuda profissional é a melhor escolha neste momento. Um abraço.
Olá, tudo bem? Sinto muito por esse momento difícil. Veja só, não existe hora certa para buscar terapia. Se você sente que pode te ajudar, já é suficiente para buscar. A terapia com certeza não consegue evitar a dor do luto, mas é um espaço onde você pode compartilhar e vivência sua dor sem se preocupar como isso vai afetar a pessoa que te escuta. Ao longo das sessões, a terapia pode ajudar também a encontrar novas formas de viver nessa nova etapa da vida.
Olá! Sinto muito que você esteja passando por isso. O que você está vivendo é muito doloroso e tem até um nome: é um luto antecipatório, quando começamos a nos despedir emocionalmente de alguém que ainda está presente. Essa mistura de tristeza, angústia e impotência é completamente compreensível. A terapia pode ajudar muito já nesse momento, não precisa esperar a perda acontecer. Ela oferece um espaço seguro para você falar sobre o que está sentindo, elaborar essa despedida, lidar com a ansiedade e até encontrar formas de estar presente com sua avó de um jeito mais leve, dentro do possível. Buscar ajuda agora pode tornar esse processo menos solitário e te dar mais suporte emocional para atravessar essa fase tão difícil. Você não precisa passar por isso sozinha.
Acompanhar alguém tão importante em um processo de despedida é profundamente doloroso, e essa sensação de já estar se despedindo antes da hora é mais comum do que parece — é uma forma do nosso emocional tentar se preparar para a perda.
A terapia pode, sim, ajudar muito agora. Não é preciso esperar que tudo aconteça para buscar apoio. Pelo contrário, esse é um momento em que você está vivendo um luto antecipatório, cheio de angústia, amor e impotência, e ter um espaço para falar sobre isso pode trazer acolhimento e um pouco mais de sustentação emocional.
Na terapia, você pode elaborar esse processo aos poucos, encontrar formas de estar presente com sua avó dentro do possível e também cuidar de você, que também precisa de apoio nesse momento.
E, se depois a perda acontecer, esse acompanhamento pode continuar te ajudando no luto, mas você não precisa atravessar tudo isso sozinha até lá.
Você não está errada por se sentir assim — é um reflexo do vínculo forte que vocês têm. Buscar ajuda agora pode ser um gesto importante de cuidado com você mesma.
A terapia pode, sim, ajudar muito agora. Não é preciso esperar que tudo aconteça para buscar apoio. Pelo contrário, esse é um momento em que você está vivendo um luto antecipatório, cheio de angústia, amor e impotência, e ter um espaço para falar sobre isso pode trazer acolhimento e um pouco mais de sustentação emocional.
Na terapia, você pode elaborar esse processo aos poucos, encontrar formas de estar presente com sua avó dentro do possível e também cuidar de você, que também precisa de apoio nesse momento.
E, se depois a perda acontecer, esse acompanhamento pode continuar te ajudando no luto, mas você não precisa atravessar tudo isso sozinha até lá.
Você não está errada por se sentir assim — é um reflexo do vínculo forte que vocês têm. Buscar ajuda agora pode ser um gesto importante de cuidado com você mesma.
O que você está vivendo é chamado de luto antecipatório, quando começamos a sentir a dor da perda antes que ela aconteça. É comum em casos de Alzheimer, demência e doenças degenerativas, e pode gerar angústia constante, tristeza e sensação de despedida em vida.
Com certeza a psicoterapia pode ajudar agora
A psicoterapia no luto antecipatório é muito importante, porque ajuda a:
acolher e organizar as emoções intensas
reduzir ansiedade e sobrecarga emocional
elaborar a despedida de forma mais saudável
trabalhar culpa, medo e impotência
fortalecer recursos internos para esse momento
Você não precisa esperar a perda acontecer para buscar ajuda. Pelo contrário, iniciar agora pode tornar esse processo mais leve e integrado.
Essa dor, é vínculo, amor e presença emocional. Estar sensível diante disso é humano.
A psicoterapia pode te acompanhar nesse processo com acolhimento e estrutura, te ajudando a atravessar esse momento com mais suporte emocional e menos sofrimento solitário. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
Com certeza a psicoterapia pode ajudar agora
A psicoterapia no luto antecipatório é muito importante, porque ajuda a:
acolher e organizar as emoções intensas
reduzir ansiedade e sobrecarga emocional
elaborar a despedida de forma mais saudável
trabalhar culpa, medo e impotência
fortalecer recursos internos para esse momento
Você não precisa esperar a perda acontecer para buscar ajuda. Pelo contrário, iniciar agora pode tornar esse processo mais leve e integrado.
Essa dor, é vínculo, amor e presença emocional. Estar sensível diante disso é humano.
A psicoterapia pode te acompanhar nesse processo com acolhimento e estrutura, te ajudando a atravessar esse momento com mais suporte emocional e menos sofrimento solitário. Isadora Klamt Psicóloga CRP 07/19323
A terapia com certeza vai lhe ajudar a identificar suas dores internas, se já esta angustiada e sem saber administrar seria ideal o quanto antes, vai lhe ajudar no seu autoconhecimento ao encarar diversos desafios na vida. Você possivelmente ja está passando por um luto antecipatório em vida, tire esta duvida estando em tratamento com um profissional, seja gentil com você.
Cada pessoa lida com as perdas dos entes queridos de maneiras diferentes... mesmo dentro da mesma família... para alguns dói muito, para outros é apenas uma despedida temporária, para outros faz parte da vida... mas independente da maneira como a pessoa sente, esse sentimento precisa ser visto com muito respeito e acolhimento. só quem sente sabe o que esta se passando dentro do seu coração. Sinto muito pelo que você está vivendo. A sua dor faz sentido — esse processo de “se despedir aos poucos” de alguém tão importante é muito difícil e costuma gerar uma mistura de tristeza, angústia, medo e até sensação de impotência.
O que você está experienciando é conhecido como luto antecipatório, que acontece quando começamos a elaborar a perda antes que ela ocorra de fato. E sim, a terapia pode ajudar — e muito — já nesse momento, não é necessário esperar.
Durante esse processo, o acompanhamento psicológico pode te ajudar a:
Acolher e organizar essas emoções intensas, sem precisar enfrentá-las sozinha
Dar sentido a esse momento, respeitando o vínculo e a história de vocês
Encontrar formas de estar presente com sua avó, dentro do que é possível agora
Se preparar emocionalmente para a perda, de maneira mais amparada
Buscar ajuda agora pode tornar esse caminho menos solitário e mais suportável. E, caso você queira, o processo terapêutico pode continuar também no período de luto após a perda.
Você não precisa dar conta disso sozinha.
O que você está experienciando é conhecido como luto antecipatório, que acontece quando começamos a elaborar a perda antes que ela ocorra de fato. E sim, a terapia pode ajudar — e muito — já nesse momento, não é necessário esperar.
Durante esse processo, o acompanhamento psicológico pode te ajudar a:
Acolher e organizar essas emoções intensas, sem precisar enfrentá-las sozinha
Dar sentido a esse momento, respeitando o vínculo e a história de vocês
Encontrar formas de estar presente com sua avó, dentro do que é possível agora
Se preparar emocionalmente para a perda, de maneira mais amparada
Buscar ajuda agora pode tornar esse caminho menos solitário e mais suportável. E, caso você queira, o processo terapêutico pode continuar também no período de luto após a perda.
Você não precisa dar conta disso sozinha.
De certa forma, o luto já começa a acontecer, pelas pequenas perdas que vão se dando no caminho: da presença, da memória, da forma como essa pessoa era e se relacionava com você.
É como se você estivesse, aos poucos, se despedindo de diferentes versões da sua avó e também da relação que vocês construíram ao longo da vida.A terapia pode ser um espaço importante para você atravessar isso agora. Não como um lugar para “preparar-se” de forma racional ou se proteger da dor, mas como um espaço onde você possa se aproximar do que está vivendo, dar lugar a esses sentimentos e compreender o sentido dessa relação na sua história. Um espaço para elaborar essa despedida enquanto ela ainda acontece.
É como se você estivesse, aos poucos, se despedindo de diferentes versões da sua avó e também da relação que vocês construíram ao longo da vida.A terapia pode ser um espaço importante para você atravessar isso agora. Não como um lugar para “preparar-se” de forma racional ou se proteger da dor, mas como um espaço onde você possa se aproximar do que está vivendo, dar lugar a esses sentimentos e compreender o sentido dessa relação na sua história. Um espaço para elaborar essa despedida enquanto ela ainda acontece.
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