eu queria saber pq eu tenho baixa vontade e libido para questões sexuais com outro pessoa ou até mes
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eu queria saber pq eu tenho baixa vontade e libido para questões sexuais com outro pessoa ou até mesmo não sinto vontade ou necessidade sexual, mas sinto tesão e vontade apenas me masturbando?
Aqui, eu precisaria de alguns detalhes, para compreender melhor, a sua "inibição do desejo sexual
", com alguma parceria! e o primeiro deles é como você se sente com o seu corpo? Sua idade? Eu compreendo que a masturbação, ou o auto-erotismo, é mais fácil e prático em muitas situações, Eu explico: Pessoas com mais idade, geralmente optam pela masturbação, por problemas físicos, hormonais, como os baixos níveis de testosterona, no caso das mulheres, estrogênio faz diferença também. A saúde emocional, como está? O estresse é um fator inibidor do desejo sexual, a depressão também, e no caso de antidepressivos podem diminuir o desejo também. Existem também as pessoas que usam, alguns tipos de substâncias de ilegais, que não favorecem a vida sexual. Um outro fator importante, são as parcerias sexuais, ou se o condicionamento é especificamente voltado a pornografia, que inibem o desejo sexual com uma parceria. Fatores hormonais: Níveis baixos de testosterona ou estrogênio.
• Saúde mental: Estresse, ansiedade, depressão ou traumas podem reduzir o desejo.
• Relações interpessoais: Falta de conexão emocional ou problemas no relacionamento.
• Medicamentos: Antidepressivos ou outros fármacos podem afetar a libido.
2. Desejo sexual associado à masturbação: Quando o desejo sexual está presente apenas durante a masturbação, pode indicar:
• Condicionamento sexual: A pessoa pode ter se acostumado a estímulos específicos (ex.: pornografia ou práticas solitárias), dificultando a excitação em outros contextos.
• Falta de atração sexual no relacionamento: Se a pessoa está em um relacionamento, pode haver questões emocionais ou de compatibilidade sexual.
• Orientação sexual ou preferências: Algumas pessoas, como as demissexuais, só sentem desejo em contextos específicos, ou podem ser assexuais com interesse apenas em autoestimulação.
3. O que fazer:
• Avaliação médica: Consultar um endocrinologista ou urologista/ginecologista para verificar questões hormonais ou físicas.
• Terapia sexual ou psicológica: Um terapeuta especializado pode ajudar a explorar questões emocionais, traumas ou condicionamentos.
• Comunicação no relacionamento: Se aplicável, discutir preferências e necessidades com o parceiro(a).
• Autoconhecimento: Explorar o que desperta o desejo e como ele se manifesta em diferentes contextos.
4. Considerações culturais: No Brasil, questões sobre sexualidade podem ser carregadas de tabus. É importante buscar profissionais que respeitem a individualidade sem julgamentos.
Se houver interesse em mais detalhes ou apoio, recomendo consultar um profissional de saúde (médico ou psicólogo especializado em sexualidade). Caso queira, posso buscar informações adicionais ou esclarecer algum ponto!
", com alguma parceria! e o primeiro deles é como você se sente com o seu corpo? Sua idade? Eu compreendo que a masturbação, ou o auto-erotismo, é mais fácil e prático em muitas situações, Eu explico: Pessoas com mais idade, geralmente optam pela masturbação, por problemas físicos, hormonais, como os baixos níveis de testosterona, no caso das mulheres, estrogênio faz diferença também. A saúde emocional, como está? O estresse é um fator inibidor do desejo sexual, a depressão também, e no caso de antidepressivos podem diminuir o desejo também. Existem também as pessoas que usam, alguns tipos de substâncias de ilegais, que não favorecem a vida sexual. Um outro fator importante, são as parcerias sexuais, ou se o condicionamento é especificamente voltado a pornografia, que inibem o desejo sexual com uma parceria. Fatores hormonais: Níveis baixos de testosterona ou estrogênio.
• Saúde mental: Estresse, ansiedade, depressão ou traumas podem reduzir o desejo.
• Relações interpessoais: Falta de conexão emocional ou problemas no relacionamento.
• Medicamentos: Antidepressivos ou outros fármacos podem afetar a libido.
2. Desejo sexual associado à masturbação: Quando o desejo sexual está presente apenas durante a masturbação, pode indicar:
• Condicionamento sexual: A pessoa pode ter se acostumado a estímulos específicos (ex.: pornografia ou práticas solitárias), dificultando a excitação em outros contextos.
• Falta de atração sexual no relacionamento: Se a pessoa está em um relacionamento, pode haver questões emocionais ou de compatibilidade sexual.
• Orientação sexual ou preferências: Algumas pessoas, como as demissexuais, só sentem desejo em contextos específicos, ou podem ser assexuais com interesse apenas em autoestimulação.
3. O que fazer:
• Avaliação médica: Consultar um endocrinologista ou urologista/ginecologista para verificar questões hormonais ou físicas.
• Terapia sexual ou psicológica: Um terapeuta especializado pode ajudar a explorar questões emocionais, traumas ou condicionamentos.
• Comunicação no relacionamento: Se aplicável, discutir preferências e necessidades com o parceiro(a).
• Autoconhecimento: Explorar o que desperta o desejo e como ele se manifesta em diferentes contextos.
4. Considerações culturais: No Brasil, questões sobre sexualidade podem ser carregadas de tabus. É importante buscar profissionais que respeitem a individualidade sem julgamentos.
Se houver interesse em mais detalhes ou apoio, recomendo consultar um profissional de saúde (médico ou psicólogo especializado em sexualidade). Caso queira, posso buscar informações adicionais ou esclarecer algum ponto!
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Se relacionar com outra pessoa pode ser uma experiência prazeirosa porém exige um investimento. Se cuidar, investir na pessoa, lhe dar as vezes com frustração por chegar na hora e a pessoa não ser quem você esperava. O caminho mais fácil acaba sendo a auto satisfação e se isso dura por muito tempo acaba sendo o caminho mais normal e fácil ao chegar no alto prazer. É preciso entender porque esse investimento libidinal está sendo voltando só para si. O que o outro representa para você? Espero poder te ajudar.
Caro anônimo, sua pergunta toca num ponto muito perspicaz: a aparente cisão da sexualidade em duas cenas distintas. Uma é a cena privada e segura do autoerotismo; a outra, que envolve um parceiro(a), talvez seja sentida como um campo de maiores incertezas e demandas.
A sós, você é o soberano do seu próprio roteiro. O corpo e a fantasia obedecem a um comando único, sem o risco da falha, do inesperado ou de um olhar externo. A introdução de um outro corpo na equação traz consigo o real em sua complexidade: um outro desejo, uma outra vontade, e a vulnerabilidade de um encontro que não se pode controlar. Nesse cenário, a retração da libido emerge como uma defesa sofisticada diante da entrega que a intimidade real exige.
Essa ausência de desejo compartilhado se apresenta como um enigma que guarda a sua história. Investigar o que o encontro dos corpos representa para você - a natureza da entrega, o lugar do julgamento, o que se espera de si e do outro - pode ser o caminho para, talvez, reconciliar essas duas cenas. Uma escuta profissional pode oferecer um espaço seguro para essa exploração, se sentir que é o momento.
A sós, você é o soberano do seu próprio roteiro. O corpo e a fantasia obedecem a um comando único, sem o risco da falha, do inesperado ou de um olhar externo. A introdução de um outro corpo na equação traz consigo o real em sua complexidade: um outro desejo, uma outra vontade, e a vulnerabilidade de um encontro que não se pode controlar. Nesse cenário, a retração da libido emerge como uma defesa sofisticada diante da entrega que a intimidade real exige.
Essa ausência de desejo compartilhado se apresenta como um enigma que guarda a sua história. Investigar o que o encontro dos corpos representa para você - a natureza da entrega, o lugar do julgamento, o que se espera de si e do outro - pode ser o caminho para, talvez, reconciliar essas duas cenas. Uma escuta profissional pode oferecer um espaço seguro para essa exploração, se sentir que é o momento.
Olá! Sua pergunta é mais comum do que parece e na verdade muito rica do ponto de vista emocional e psíquico.
A diminuição do desejo sexual com outras pessoas, aliada à excitação apenas na masturbação, pode estar ligada a diversos fatores, como: conflitos inconscientes relacionados à intimidade e ao vínculo afetivo, experiências anteriores (conscientes ou não) que associaram o outro ao risco, julgamento ou frustração, mecanismos de autodefesa, onde a sexualidade solitária parece mais segura, controlada e livre de exigências externas.
Na masturbação, você pode sentir prazer sem precisar se expor emocionalmente. Já o contato com o outro pode acionar conflitos mais profundos, que muitas vezes nem percebemos de forma direta, mas que o corpo sente.
Trabalho com uma escuta terapêutica sensível, que integra abordagens como a psicodinâmica, a hipnoterapia e práticas de autorregulação emocional. Ao longo do processo, vamos compreendendo juntos o que pode estar por trás dessa vivência com respeito, acolhimento e sem julgamentos.
Se fizer sentido pra você, estou à disposição para te acompanhar nessa jornada de autoconhecimento e reconexão com seu desejo de forma mais livre e integrada.
A diminuição do desejo sexual com outras pessoas, aliada à excitação apenas na masturbação, pode estar ligada a diversos fatores, como: conflitos inconscientes relacionados à intimidade e ao vínculo afetivo, experiências anteriores (conscientes ou não) que associaram o outro ao risco, julgamento ou frustração, mecanismos de autodefesa, onde a sexualidade solitária parece mais segura, controlada e livre de exigências externas.
Na masturbação, você pode sentir prazer sem precisar se expor emocionalmente. Já o contato com o outro pode acionar conflitos mais profundos, que muitas vezes nem percebemos de forma direta, mas que o corpo sente.
Trabalho com uma escuta terapêutica sensível, que integra abordagens como a psicodinâmica, a hipnoterapia e práticas de autorregulação emocional. Ao longo do processo, vamos compreendendo juntos o que pode estar por trás dessa vivência com respeito, acolhimento e sem julgamentos.
Se fizer sentido pra você, estou à disposição para te acompanhar nessa jornada de autoconhecimento e reconexão com seu desejo de forma mais livre e integrada.
Essa é uma pergunta muito importante e que merece ser olhada com cuidado. Para compreendê-la de forma mais profunda, o ideal seria passar por um processo terapêutico, que permita investigar o que pode estar na base desse comportamento.
Uma hipótese possível é que exista alguma dificuldade em estabelecer vínculo, contato ou conexão emocional com outra pessoa. Diferente da masturbação, a vivência sexual com alguém envolve exposição, troca e entrega — aspectos que podem despertar medos como o de ser avaliado, a pressão por desempenho ou até o receio de rejeição. Tudo isso pode gerar tensão e interferir diretamente no desejo sexual a dois.
A masturbação, por outro lado, acontece em um ambiente de segurança, controle e ausência de julgamento — o que pode explicar o maior conforto e prazer nessa forma de expressão sexual.
Buscar apoio profissional pode ser um caminho importante para se conhecer melhor, acolher suas vivências e compreender com mais profundidade o que está acontecendo com você. Espero ter ajudado! Forte abraço!
Uma hipótese possível é que exista alguma dificuldade em estabelecer vínculo, contato ou conexão emocional com outra pessoa. Diferente da masturbação, a vivência sexual com alguém envolve exposição, troca e entrega — aspectos que podem despertar medos como o de ser avaliado, a pressão por desempenho ou até o receio de rejeição. Tudo isso pode gerar tensão e interferir diretamente no desejo sexual a dois.
A masturbação, por outro lado, acontece em um ambiente de segurança, controle e ausência de julgamento — o que pode explicar o maior conforto e prazer nessa forma de expressão sexual.
Buscar apoio profissional pode ser um caminho importante para se conhecer melhor, acolher suas vivências e compreender com mais profundidade o que está acontecendo com você. Espero ter ajudado! Forte abraço!
Tudo na vida é aprendido e podemos mudar para melhor hábitos que tínhamos aprendido e queremos mudar para melhor. Gozar se masturbando é mais fácil mas com outra pessoa você acredita que é mais desafiador e mais rico ? Analise. É a mesma energia ? Qual pode ser mais prazeroso. Eu não disse que é mais fácil. Exige competência de relacionamento e um conceito sadio sobre o outro ser humano
Olá, como tem passado?
Na escuta psicanalítica, a sexualidade não é reduzida a funcionamento biológico ou mera excitação física. O desejo é algo estruturado pela linguagem, atravessado pelo inconsciente, pela história de cada um e pela forma como o sujeito lida com o olhar do outro, com o corpo e com o prazer.
Quando você relata que sente desejo apenas na masturbação, mas não nas relações com outra pessoa, isso pode estar sinalizando um modo particular de organização do desejo, onde o prazer só é acessado quando mediado pela fantasia e pela ausência do outro real. Se o outro entra em cena, a presença e o olhar dele podem retrair o desejo.
Essa retração pode estar ligada a múltiplos fatores psíquicos: vergonha, medo do julgamento, conflitos com a própria imagem corporal, experiências precoces mal elaboradas, ou mesmo uma defesa frente à angústia que o desejo do outro provoca.
Na psicanálise, não se busca normalizar ou patologizar o desejo, mas sim escutá-lo, entendendo como ele se construiu, como ele se defende e como ele tenta se fazer ouvir mesmo nos silêncios e bloqueios. A terapia pode ser um espaço potente para colocar em palavras o que hoje ainda aparece como recuo, como confusão, como dúvida.
Seu desejo não está “errado”.
Espero ter ajudado e sigo à disposição para mais conversas.
Na escuta psicanalítica, a sexualidade não é reduzida a funcionamento biológico ou mera excitação física. O desejo é algo estruturado pela linguagem, atravessado pelo inconsciente, pela história de cada um e pela forma como o sujeito lida com o olhar do outro, com o corpo e com o prazer.
Quando você relata que sente desejo apenas na masturbação, mas não nas relações com outra pessoa, isso pode estar sinalizando um modo particular de organização do desejo, onde o prazer só é acessado quando mediado pela fantasia e pela ausência do outro real. Se o outro entra em cena, a presença e o olhar dele podem retrair o desejo.
Essa retração pode estar ligada a múltiplos fatores psíquicos: vergonha, medo do julgamento, conflitos com a própria imagem corporal, experiências precoces mal elaboradas, ou mesmo uma defesa frente à angústia que o desejo do outro provoca.
Na psicanálise, não se busca normalizar ou patologizar o desejo, mas sim escutá-lo, entendendo como ele se construiu, como ele se defende e como ele tenta se fazer ouvir mesmo nos silêncios e bloqueios. A terapia pode ser um espaço potente para colocar em palavras o que hoje ainda aparece como recuo, como confusão, como dúvida.
Seu desejo não está “errado”.
Espero ter ajudado e sigo à disposição para mais conversas.
A sexualidade é apenas uma parte da sua identidade, importante, mas não total. Quando não elaborada, pode servir como compensação ou gerar conflitos internos. A psicoterapia contribui para desenvolver uma sexualidade consciente, alinhada aos seus valores, vínculos e objetivos de vida. Se isso faz sentido para você, agende sua consulta e comece esse processo com profundidade e clareza.
Em termos gerais, essa diferença entre ter desejo sozinho (masturbação) e ter pouca ou nenhuma libido com outra pessoa pode ter causas múltiplas, que se misturam:
Em sua pergunta existe uma complexidade, seria facil apenas lhe dar uma possível observação Freudiana, mas falta uma história a ser contada, muitos detalhes a serem descritos para serem analisados, ou seja o contexto do sujeito.
Mesmo pq na psicanálise não existe resposta pronta e rápida, o que poderia criar mais confusão e angustia.
Mesmo pq na psicanálise não existe resposta pronta e rápida, o que poderia criar mais confusão e angustia.
Olá, sempre foi assim ? Ou inicialmente você sentia atração por outra pessoa e depois deixou de sentir. Será preciso investigar melhor isso pra entender essa falta de libido por outra pessoa. Um processo terapêutico pode te ajudar . Me coloco a disposição!
Na psicanálise, o desejo não é só biológico, ele é atravessado por vivências, fantasias, angústias e pela forma como cada um se relaciona com o outro e consigo mesmo.
Quando você sente vontade sexual apenas na masturbação, isso pode indicar que o desejo está mais livre no autoerotismo, onde há controle e segurança. Já com o outro, podem surgir ansiedades, medos, bloqueios inconscientes ou dificuldades em lidar com a intimidade.
A pergunta que se abre é: o que o seu desejo está tentando dizer?
Explorar isso em análise pode ajudar a entender o que está em jogo na sua relação com o outro e com o próprio corpo.
Fico a disposição para ajudar com essa questão.
Quando você sente vontade sexual apenas na masturbação, isso pode indicar que o desejo está mais livre no autoerotismo, onde há controle e segurança. Já com o outro, podem surgir ansiedades, medos, bloqueios inconscientes ou dificuldades em lidar com a intimidade.
A pergunta que se abre é: o que o seu desejo está tentando dizer?
Explorar isso em análise pode ajudar a entender o que está em jogo na sua relação com o outro e com o próprio corpo.
Fico a disposição para ajudar com essa questão.
Olá, o desejo sexual se manifesta de diversas formas, com mais ou menos intensidade por forma a cada momento. Cada pessoa tem suas próprias variações conforme seu desnvolvimento. Se a forma que está se manifestando em você traz incômodo ou preocupação, é um ótimo momento para fazer terapia e investigar a origem de estar sendo assim, compreender e exercitar a amplitude de formas disponíveis para você. Fico à disposição.
Não é raro sentir prazer apenas se tocando, o desejo por vezes encontra barreiras, isso ocorrer, e não significa necessariamente um transtorno. Um acompanhamento psicanalítico pode ajudar a entender a origem disso com mais profundidade.
É preciso investigar o que te faz sentir assim e qual a intensidade de masturbações, pois isso pode provocar a falta de desejo por sexo. Também pode ter havido algo, um trauma, que causou isso. Você toma quais medicamentos? (alguns medicamentos afetam a libido)
Pode ser que o desejo sexual com o outro esteja atravessado por questões inconscientes, como medos, experiências passadas ou conflitos ligados à intimidade.
A masturbação, por ser um ato solitário e sob controle, talvez represente um espaço mais seguro para o desejo se expressar.
A masturbação, por ser um ato solitário e sob controle, talvez represente um espaço mais seguro para o desejo se expressar.
Oi, boa tarde! Primeiramente, obrigado por compartilhar algo tão íntimo. Esse tipo de vivência pode ter muitas razões e merece ser escutado com cuidado. Nem sempre temos clareza imediata sobre nossos desejos, e isso não significa que haja algo "errado".
Buscar ajuda profissional pode abrir espaço para compreender melhor o que está em jogo.
Se quiser, estarei por aqui para conversarmos com calma.
Um abraço acolhedor.
Buscar ajuda profissional pode abrir espaço para compreender melhor o que está em jogo.
Se quiser, estarei por aqui para conversarmos com calma.
Um abraço acolhedor.
O que você sente é mais comum do que imagina e não significa que há algo errado contigo. Muitas vezes, a masturbação acaba sendo um espaço mais seguro e confortável, livre de expectativas, pressões ou medos de julgamento que podem surgir na relação com outra pessoa. Seu corpo pode estar te protegendo de algo que, talvez inconscientemente, associe a vulnerabilidade ou desconforto emocional. Falar sobre isso em um espaço terapêutico pode te ajudar a compreender as raízes desse comportamento sem culpa, com acolhimento e respeito ao seu ritmo.
A masturbação é controlada internamente. É você no seu tempo, no seu ritmo, com seus pensamentos, sem julgamento.
Na psicanálise, buscamos escutar o que o desejo revela de forma singular em cada sujeito. O modo como a libido se direciona — seja no encontro com o outro ou na masturbação — pode estar ligado a fantasias inconscientes, vivências passadas e conflitos que nem sempre são conscientes. Falar sobre isso em análise pode ajudar a entender o que está em jogo nesse modo particular de desejar.
Questões relacionados a sexualidade, segundo a Psicanálise podem estar relacionadas à algum momento da sua vida que o seu inconsciente absorveu, gerando esse seu prazer canalizado dessa forma. Provavelmente esteja associado a uma afirmação do seu EU através do gozo solitário. Aguardo seu contato através do Doctoralia para nossa primeira sessão.
Olá,
Se você tem esta e outras questões a respeito de si mesmo, sugiro que procure um/a psicoterapeuta que possa te acompanhar. Infelizmente neste espaço considero inadequado responder a uma pergunta tão importante como esta que você coloca.
Se você tem esta e outras questões a respeito de si mesmo, sugiro que procure um/a psicoterapeuta que possa te acompanhar. Infelizmente neste espaço considero inadequado responder a uma pergunta tão importante como esta que você coloca.
A Psicanálise pode ajudar a explorar profundamente, pois ela lida com as complexidades do desejo, do inconsciente e das relações. Sua experiência de ter baixa libido para o sexo com outra pessoa, mas ainda sentir tesão e vontade para se masturbar, é bastante comum e pode ser compreendida sob várias lentes psicanalíticas.
O que a Psicanálise sugere fazer?
A Psicanálise não busca "curar" ou "normalizar" essa experiência, mas sim compreendê-la. Se essa situação te causa sofrimento, angústia ou impede você de ter as relações que gostaria, o caminho é:
Análise Pessoal: Aprofundar-se em um processo psicanalítico para investigar as raízes inconscientes dessa dicotomia. Entender de onde vêm suas defesas, quais medos e fantasias estão em jogo na relação com o outro e como sua história afetiva e sexual moldou seu desejo.
Elaboração de Conflitos: Através da fala, do setting terapêutico e da relação transferencial, você pode elaborar traumas, medos e padrões inconscientes, permitindo que a libido se reorganize e encontre novas vias de expressão mais satisfatórias com o outro, se esse for o seu desejo.
Sua experiência não é um "problema" a ser consertado, mas um sintoma que aponta para questões mais profundas do seu psiquismo. A Psicanálise oferece as ferramentas para você investigar e dar sentido a essa particularidade do seu desejo, abrindo caminho para uma maior liberdade e satisfação em sua vida sexual e relacional.
O que a Psicanálise sugere fazer?
A Psicanálise não busca "curar" ou "normalizar" essa experiência, mas sim compreendê-la. Se essa situação te causa sofrimento, angústia ou impede você de ter as relações que gostaria, o caminho é:
Análise Pessoal: Aprofundar-se em um processo psicanalítico para investigar as raízes inconscientes dessa dicotomia. Entender de onde vêm suas defesas, quais medos e fantasias estão em jogo na relação com o outro e como sua história afetiva e sexual moldou seu desejo.
Elaboração de Conflitos: Através da fala, do setting terapêutico e da relação transferencial, você pode elaborar traumas, medos e padrões inconscientes, permitindo que a libido se reorganize e encontre novas vias de expressão mais satisfatórias com o outro, se esse for o seu desejo.
Sua experiência não é um "problema" a ser consertado, mas um sintoma que aponta para questões mais profundas do seu psiquismo. A Psicanálise oferece as ferramentas para você investigar e dar sentido a essa particularidade do seu desejo, abrindo caminho para uma maior liberdade e satisfação em sua vida sexual e relacional.
Questões sexuais, intimidade, assunto para tratar em terapia. Cada pessoa vai descobrir preferências, gostos a partir de experiências pregressas.
Masturbacao é auto-investimento. Não há riscos. Não há relacionamento
É possível sentir desejo e prazer apenas na masturbação por fatores de controle, fantasia, segurança e ausência de pressão, enquanto o sexo com outra pessoa exige vulnerabilidade e interação que podem reduzir a excitação. Só se torna um problema se gerar sofrimento ou interferir na vida afetiva.
ola tudo bem ? o fato de vc ter tensão e prazer em se masturbar é muito bom, com relação a ter tensão em outras pessoas teria que fazer terapia para entender melhor suas dores, fico a disposição
É comum o desejo aparecer apenas na masturbação, pois ali você tem mais controle e menos ansiedade. Já com outra pessoa entram fatores emocionais, expectativas e inseguranças. Isso não significa que haja algo errado, mas pode ser um sinal de que vale explorar melhor essas questões em terapia.
eis um saber que talvez você possa fazer em sua psicanálise, com um psicanalista...
O que você descreve pode estar relacionado a uma dissociação entre desejo e vínculo, algo que a psicanálise e a neurociência explicam de formas complementares.
Na masturbação, o prazer é autônomo, controlado e livre de exigências externas — não há o olhar do outro, o medo de desempenho, rejeição ou necessidade de corresponder a expectativas. O cérebro, nesse contexto, aciona o sistema de recompensa de forma mais direta, sem o envolvimento emocional e social que o contato real exige.
Já nas relações com outra pessoa, entram em cena questões psíquicas, afetivas e inconscientes: medo de se expor, experiências passadas, culpa, ansiedade, ou até traumas sutis relacionados à intimidade. Tudo isso pode bloquear o desejo sexual em relação ao outro, mesmo que o corpo biologicamente esteja apto a sentir prazer.
Também é importante considerar fatores como estresse, uso de medicamentos (antidepressivos, por exemplo), rotina exaustiva, depressão ou baixa autoestima, que interferem diretamente na libido.
Em resumo: sentir desejo apenas na masturbação não significa ausência de sexualidade — mas sim que, nesse momento, o seu erotismo está voltado para o controle e a segurança emocional, e não para o encontro. Em terapia, é possível explorar as origens disso sem julgamento, compreendendo o que o seu desejo tenta proteger ou evitar.
Na masturbação, o prazer é autônomo, controlado e livre de exigências externas — não há o olhar do outro, o medo de desempenho, rejeição ou necessidade de corresponder a expectativas. O cérebro, nesse contexto, aciona o sistema de recompensa de forma mais direta, sem o envolvimento emocional e social que o contato real exige.
Já nas relações com outra pessoa, entram em cena questões psíquicas, afetivas e inconscientes: medo de se expor, experiências passadas, culpa, ansiedade, ou até traumas sutis relacionados à intimidade. Tudo isso pode bloquear o desejo sexual em relação ao outro, mesmo que o corpo biologicamente esteja apto a sentir prazer.
Também é importante considerar fatores como estresse, uso de medicamentos (antidepressivos, por exemplo), rotina exaustiva, depressão ou baixa autoestima, que interferem diretamente na libido.
Em resumo: sentir desejo apenas na masturbação não significa ausência de sexualidade — mas sim que, nesse momento, o seu erotismo está voltado para o controle e a segurança emocional, e não para o encontro. Em terapia, é possível explorar as origens disso sem julgamento, compreendendo o que o seu desejo tenta proteger ou evitar.
Na perspectiva psicanalítica, o que você descreve não é incomum e não significa, automaticamente, um problema ou “falha” em você. A diferença entre desejo sexual com outra pessoa e excitação ou prazer na masturbação aponta para modos distintos de relação com o corpo, com o outro e com o próprio desejo.
A masturbação acontece em um espaço privado, controlado e sem exigência de troca emocional. Nela, não há o risco do olhar do outro, da expectativa, da frustração, da rejeição ou da invasão. Para muitas pessoas, especialmente quando há inseguranças, experiências de dor, controle excessivo, críticas, traumas ou dificuldade de se sentir desejável, o prazer solitário se torna um lugar mais seguro. O corpo responde, o tesão existe, mas ele não precisa atravessar o campo da relação.
Em análise, esse tema é trabalhado com cuidado, sem julgamento. O objetivo não é forçar o desejo pelo outro, mas compreender o que o desejo está dizendo, onde ele se retrai e por quê. Muitas vezes, quando a pessoa pode falar livremente sobre isso, o desejo encontra novos caminhos — ou ao menos deixa de ser vivido como um problema.
Como profissional, me coloco à disposição para te escutar e te acompanhar nessa elaboração, respeitando seu tempo, sua história e a singularidade da sua sexualidade. Se quiser, podemos pensar juntos quando essa diferença entre o prazer solitário e o encontro com o outro começou a se tornar mais marcada.
A masturbação acontece em um espaço privado, controlado e sem exigência de troca emocional. Nela, não há o risco do olhar do outro, da expectativa, da frustração, da rejeição ou da invasão. Para muitas pessoas, especialmente quando há inseguranças, experiências de dor, controle excessivo, críticas, traumas ou dificuldade de se sentir desejável, o prazer solitário se torna um lugar mais seguro. O corpo responde, o tesão existe, mas ele não precisa atravessar o campo da relação.
Em análise, esse tema é trabalhado com cuidado, sem julgamento. O objetivo não é forçar o desejo pelo outro, mas compreender o que o desejo está dizendo, onde ele se retrai e por quê. Muitas vezes, quando a pessoa pode falar livremente sobre isso, o desejo encontra novos caminhos — ou ao menos deixa de ser vivido como um problema.
Como profissional, me coloco à disposição para te escutar e te acompanhar nessa elaboração, respeitando seu tempo, sua história e a singularidade da sua sexualidade. Se quiser, podemos pensar juntos quando essa diferença entre o prazer solitário e o encontro com o outro começou a se tornar mais marcada.
É muito importante que você saiba que essa experiência de sentir desejo e prazer na masturbação, mas não sentir a mesma inclinação para o sexo com outra pessoa, é algo que acontece com muitas pessoas e pode ter diversas explicações acolhedoras dentro da psicanálise e da psicologia. O desejo humano não é uma regra fixa e a forma como cada um de nós se relaciona com o prazer é única, sendo construída ao longo da nossa história e das nossas descobertas. Muitas vezes, a masturbação oferece um ambiente de controle total, segurança e ausência de julgamentos, onde você é a única pessoa responsável pelo seu ritmo e pelas suas fantasias, o que torna o processo muito mais simples e direto do que a complexidade de uma interação com outro ser humano.
Na perspectiva psicanalítica, o prazer solitário pode funcionar como um refúgio onde não existe a pressão do desempenho, o medo da rejeição ou a necessidade de corresponder às expectativas de outra pessoa. Quando estamos com alguém, entra em jogo uma série de fatores emocionais e sociais que podem atuar como inibidores do desejo, como a timidez, a insegurança com o corpo ou até mesmo uma dificuldade em lidar com a intimidade profunda. Para algumas pessoas, a libido acaba ficando voltada para si mesma porque o encontro com o outro exige uma entrega que, no momento, pode parecer exaustiva ou desconfortável. Assim, o corpo continua sentindo tesão, mas a mente prefere a rota mais segura e conhecida da autoestimulação.
Também é interessante considerar que você pode fazer parte de um espectro da sexualidade onde o interesse pelo sexo compartilhado é naturalmente mais baixo, sem que isso signifique um problema ou uma doença. Existem pessoas que se identificam com a assexualidade ou com a demissexualidade, onde o desejo sexual não surge de forma automática ou frequente, mesmo que a capacidade de sentir prazer físico e se masturbar permaneça intacta. O fato de você sentir tesão sozinho mostra que a sua energia vital e a sua resposta física estão presentes, elas apenas estão direcionadas para um espaço de autonomia e autoconhecimento que, por enquanto, parece mais satisfatório para você do que a troca com terceiros.
Se essa situação te causa angústia ou se você gostaria de mudar essa dinâmica para conseguir se conectar sexualmente com outras pessoas, o caminho ideal é explorar esses sentimentos em um espaço de terapia. Lá, você poderá investigar se existem bloqueios emocionais, traumas passados ou apenas uma preferência pessoal que merece ser respeitada. O mais importante é que você não se sinta errado ou incompleto por ser assim; entender o seu próprio funcionamento é o primeiro passo para viver a sua sexualidade com mais liberdade e menos cobrança. Acolher o seu jeito de sentir prazer é um ato de respeito com a sua própria natureza.
Espero ter ajudado! Fique bem!
Na perspectiva psicanalítica, o prazer solitário pode funcionar como um refúgio onde não existe a pressão do desempenho, o medo da rejeição ou a necessidade de corresponder às expectativas de outra pessoa. Quando estamos com alguém, entra em jogo uma série de fatores emocionais e sociais que podem atuar como inibidores do desejo, como a timidez, a insegurança com o corpo ou até mesmo uma dificuldade em lidar com a intimidade profunda. Para algumas pessoas, a libido acaba ficando voltada para si mesma porque o encontro com o outro exige uma entrega que, no momento, pode parecer exaustiva ou desconfortável. Assim, o corpo continua sentindo tesão, mas a mente prefere a rota mais segura e conhecida da autoestimulação.
Também é interessante considerar que você pode fazer parte de um espectro da sexualidade onde o interesse pelo sexo compartilhado é naturalmente mais baixo, sem que isso signifique um problema ou uma doença. Existem pessoas que se identificam com a assexualidade ou com a demissexualidade, onde o desejo sexual não surge de forma automática ou frequente, mesmo que a capacidade de sentir prazer físico e se masturbar permaneça intacta. O fato de você sentir tesão sozinho mostra que a sua energia vital e a sua resposta física estão presentes, elas apenas estão direcionadas para um espaço de autonomia e autoconhecimento que, por enquanto, parece mais satisfatório para você do que a troca com terceiros.
Se essa situação te causa angústia ou se você gostaria de mudar essa dinâmica para conseguir se conectar sexualmente com outras pessoas, o caminho ideal é explorar esses sentimentos em um espaço de terapia. Lá, você poderá investigar se existem bloqueios emocionais, traumas passados ou apenas uma preferência pessoal que merece ser respeitada. O mais importante é que você não se sinta errado ou incompleto por ser assim; entender o seu próprio funcionamento é o primeiro passo para viver a sua sexualidade com mais liberdade e menos cobrança. Acolher o seu jeito de sentir prazer é um ato de respeito com a sua própria natureza.
Espero ter ajudado! Fique bem!
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