Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...

22 respostas
Existe autista baixas habilidades? Porque eu acho que sou um...
Sim, existem autistas com "baixas habilidades", mas que podem ser trabalhadas de forma adequada. Inclusive, a crença que "todo autista tem altas habilidades" não é comprovada: há diferenças em cada paciente dentro do espectro, e na Psicologia abordamos todos com técnica, dedicação e respeito. Cada autista é único. Estou apto para efetivar este acolhimento, em especial de pacientes adultos, com formação e conhecimentos específicos: conte comigo nesta caminhada!!

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Olá, primeiramente é preciso entender que "altas habilidades" não é uma característica do espectro autista, ela pode ocorrer sim em conjunto, mas seria uma excepcionalidade. E as chamadas "altas habilidades", em geral são assim reconhecidas pelo desempenho extraordinário em alguma área específica do conhecimento ou habilidade.
Existe a possibilidade de algumas pessoas, no espectro ou não, apresentarem algum comprometimento cognitivo. Como imagino que você já teve seu diagnóstico, seria interessante conversar com e profissional que fez a avaliação para questionar se foi identificada alguma alteração significativa na cognição. Mas, acredito que isso já teria lhe sido informado.
De qualquer forma, não há que se falar em "baixas habilidades", pois em geral, tanto pessoas neurotípicas quanto neurodivergentes irão apresentar grandes variações em suas habilidades e capacidades. E mesmo dificuldades cognitivas, que todos apresentamos em algum grau, em alguma área, não dizem do nosso desempenho como um todo, em todos os aspectos da vida. Mesmo pessoas que apresentam "altas habilidades" ou "superdotação", irão apresentar grandes dificuldades em algumas áreas.
Ô bichinho <3
Pode ser que seja um momento difícil, em que a vida esteja te dando desafios mais complexos e as suas habilidades ainda não estejam desenvolvidas. Será que as pessoas de referência da sua vida não estão te cobrando além da sua limitação? Sua pergunta abre paara muitas questões existenciais e interessantes de aprofundamento. Mas saiba que todos nós temos baixas habilidades em alguma área e isso é o normal da vida.
Tenha paciência com você mesmo, procure por ajuda de psicólogos e terapeutas ocupacionais, se for algo relacionado aos estudos, um psicopedagogo pode ajudar também.
Se precisar de apoio, fique a vontade para entrar em contato!
 Vanessa Oliveira Martins
Psicólogo, Psicanalista
Londrina
Dentro do espectro do autismo há uma grande variedade de perfis, e alguns autistas apresentam baixas habilidades cognitivas, comunicativas ou adaptativas. Esses casos são frequentemente classificados como TEA com deficiência intelectual associada ou autismo de suporte nível 3, de acordo com o DSM-5, ou seja, com necessidade muito significativa de apoio.
Pessoas com autismo e baixas habilidades podem ter dificuldades mais severas em áreas como linguagem, aprendizado, interação social, autocuidado e regulação emocional. Elas podem ter um funcionamento intelectual abaixo da média, o que exige apoio contínuo nas atividades diárias.
Por outro lado, há autistas com habilidades médias ou altas, que podem se expressar bem, ter boa capacidade cognitiva, mas ainda assim enfrentar dificuldades importantes em interação social, comunicação sutil, flexibilidade e regulação sensorial.
Portanto, o autismo não está ligado apenas a altas habilidades, ele é um espectro, e isso inclui desde pessoas com grande independência até aquelas com limitações significativas e necessidade de apoio intenso.
Dr. Eduardo Villarom Helene
Psicólogo
São Paulo
Querido, sinto a sua busca por compreensão e a sua honestidade ao trazer essa questão tão pessoal. É um passo importante se permitir explorar essas dúvidas sobre si mesmo.
Na psicanálise, a forma como compreendemos o desenvolvimento e as experiências humanas é sempre singular e complexa. O conceito de "autista de baixas habilidades" é uma terminologia mais comum em outras áreas, como a neuropsicologia e a educação especial, para descrever pessoas com autismo que apresentam maiores desafios em áreas como comunicação verbal, autonomia e habilidades adaptativas.
Do ponto de vista psicanalítico, nosso foco se volta para a experiência subjetiva, a história individual e a maneira única como cada pessoa vivencia o mundo, suas relações e seus desafios. Em vez de categorizações fixas, buscamos entender a dinâmica psíquica, os conflitos internos, as defesas e as formas particulares de cada um se relacionar consigo mesmo e com os outros.
Se você se identifica com algumas das características que são frequentemente associadas ao autismo e sente que isso impacta a sua vida de maneiras significativas, é fundamental que você busque uma avaliação profissional abrangente. Essa avaliação pode incluir a perspectiva de diferentes especialistas, como neuropsicólogos, psiquiatras e terapeutas ocupacionais, para ter um quadro mais completo.
No entanto, enquanto você pondera e busca essa avaliação, é importante lembrar que:
Cada pessoa é única: Mesmo dentro do espectro autista, existe uma enorme diversidade de experiências e habilidades. As dificuldades em certas áreas não definem a totalidade de quem você é.
Foco nas suas vivências: Em vez de se fixar em rótulos, tente se concentrar em como você se sente, quais são os seus desafios e quais são as suas potencialidades. Quais aspectos da sua comunicação, interação social ou padrões de comportamento te causam sofrimento ou dificuldades?
Acolhimento das suas diferenças: Se você realmente estiver dentro do espectro autista, acolher essa parte de você com gentileza e buscar compreender as suas necessidades específicas pode ser um caminho para uma maior aceitação e bem-estar.
A importância do suporte: Buscar apoio terapêutico pode ser muito valioso para explorar esses sentimentos, entender melhor as suas experiências e desenvolver estratégias para lidar com os desafios que você enfrenta. Um psicanalista pode te acompanhar nesse processo de autoconhecimento e de construção de um caminho próprio.
A sua percepção de si mesmo é um ponto de partida importante. Se você sente que essa questão ressoa em você, não hesite em buscar mais informações e, principalmente, o apoio de profissionais qualificados para uma avaliação e acompanhamento adequados. Lembre-se que o autoconhecimento é uma jornada, e cada passo em direção à compreensão de si mesmo é valioso. Estou aqui para acolher suas dúvidas e angústias nesse processo.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
Florianópolis
Olá, sim existe autista com diferentes níveis de habilidades . Porque se considera um autista ? Existem várias características e espectros que compõem esse diagnóstico . Seria interessante procurar ajuda de profissionais que entendam desse diagnóstico e te oriente quanto a isso .
Ola boa noite , Não são todos os autistas que tem QI alto. Existem autistas com deficiência intelectual.
 Tácia Galvão
Psicólogo
Itaguaí
Marque um horário para melhor compreensão
Oieee! O autismo está dentro de um espectro, o que quer dizer que existe uma gama de variações dentro da condição. Mas as principais características são dificuldade na socialização e comunicação e interesses restritos, e como são pessoas diversas, podem apresentar altas habilidades ou não.
A psicoterapia pode te ajudar a entender as suas próprias caraterísticas e buscar formas de lidar melhor elas.
Abraço!
Olá,
- É possível que as habilidades não sejam desenvolvidas sim, mas no seu caso nos faça mais perguntas e fale um pouco mais sobre o teu caso que tentamos auxiliar melhor

Abraços
 Pascoal Zani
Psicólogo
Curitiba
O autista pode ter QIT (Quociente Intelectual Total) abaixo, dentro ou acima da média. Quando você escreve, "Baixas Habilidades", não sei se você quer se referir a ter DI (Deficiência Intelectual), outros transtornos do neurodesenvolvimento, ou a não ter AH/SD (Altas Habilidades / Superdotação). De toda sorte, sim, é possível! Outro detalhe é que muitas Pessoas com Altas Habilidades não se consideram assim, às vezes por questões sócioemocionais, por isso a necessidade de testagem desta neurodivergência por neuropsicólogo. À disposição para conversar a respeito!
Oi, boa noite, quando você fala em ‘autista de baixas habilidades’, talvez esteja se referindo a um funcionamento mais dependente, com dificuldades maiores de linguagem, compreensão social ou aprendizado. E sim, esse é um perfil possível. O importante é lembrar que o diagnóstico não depende do quanto a pessoa é ‘boa’ ou ‘ruim’ em algo, mas do padrão de funcionamento, da forma como ela percebe e responde ao mundo.
Olá, Autismo para se fechar diagnóstico necessita de avaliação de profissional especializado, a sua queixa estar relacionada as varias situações, que deve ser investigada, para que havendo uma necessidade especifica vc possa receber ajuda. Abraço
 Nelson Alberto Martínez
Psicólogo
Balneário Camboriú
É preciso sinalizar que cada pessoa é única e o autismo, um transtorno de desenvolvimento com inúmeras formas de manifestação – por isso, utiliza-se o termo “espectro”. Assim, pessoas autistas terão graus de desenvolvimento, dificuldades e necessidades diferentes.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) está bastante ligado a Deficiência Intelectual (DI).
Caso não tenha realizado uma avaliação Neuropsicológica, recomendo que faça, pois esse tipo de avaliação trará um panorama sobre suas habilidades intelectuais e ajudará a se entender melhor, assim como em saber qual tipo de acompanhamento é indicado para você.
olá, tudo bem?
Atualmente está tendo muitas pessoas que estão reconhecendo este perfil sobre autismo. Tudo pode ser trabalho com um terapeuta para ajudá-lo na rotina e explorar suas habilidades ainda desconhecidas.
Existem pessoas com baixa habilidades por inúmeros fatores
 Higor Oliveira
Psicólogo
Manhumirim
Olá sou psicólogo clinico Higor oliveira, existe sim autista de nivel de suporte 3, ou 4, se desconfia, faça uma avalaição psicologica com especialistas, eu realizo essa avaliação se quiser, meu Instagram @psi.higoroliveira, tem meu contato na bio, me chama lá que posso te ajudar. um forte abraço!
Olá, vou tentar te explicar um pouco: O autismo é um espectro grande e diverso, o que significa que cada pessoa autista tem um conjunto único de habilidades e desafios. Algumas podem ter altas habilidades, também chamadas de "alto funcionamento", enquanto outras podem precisar de mais suporte em áreas como comunicação, autonomia ou processamento cognitivo, o que, em termos diagnósticos, pode ser classificado como autismo nível 2 ou 3, mas não baixas habilidades.
Mas saiba de uma coisa muito importante: ter dificuldades em certos aspectos não torna ninguém menos ou mais valioso. Todos nós temos nossas forças e áreas que exigem mais atenção. O essencial é buscar uma avaliação profissional para compreender suas particularidades, identificar suas necessidades e descobrir estratégias que ajudem você a se desenvolver e a se cuidar da melhor forma possível.
Se precisar, posso te orientar sobre como buscar um diagnóstico, terapias ou redes de apoio. Você não precisa passar por isso sozinho(a). Estou aqui para ajudar no que for necessário.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como tem passado?
O seu questionamento toca um ponto importante e, ao mesmo tempo, muito delicado. Dentro do espectro do autismo, existem diferentes formas de funcionamento — não há um único “tipo” de autista, mas sim uma grande variedade de modos de ser, sentir, perceber e se relacionar com o mundo. E sim, existem pessoas no espectro que apresentam dificuldades importantes em áreas específicas, que podem ser chamadas de “habilidades adaptativas”, como comunicação, interação social, planejamento, ou mesmo autonomia no cotidiano.
No entanto, é importante lembrar que essas dificuldades não definem o valor ou a capacidade de uma pessoa. O termo "baixas habilidades", embora popular em algumas conversas, pode carregar um peso simbólico que reforça sentimentos de inadequação, comparação ou autoimagem negativa. A pergunta "será que sou um autista com poucas habilidades?" pode estar carregada de angústia, de frustração, de uma sensação de ser "menos" — e isso precisa ser escutado com cuidado.
Na escuta psicanalítica, não buscamos classificar o sujeito, mas compreender o que esse modo de existir está tentando expressar sobre sua história, seus afetos e seus conflitos internos. Mais importante do que confirmar um rótulo é entender: como você se sente com isso? O que isso diz sobre como você se vê? O que dentro de você também se manifesta de maneira prejudicial e estranha quando sente que não está “à altura” dos outros?
Buscar uma escuta terapêutica pode te ajudar a nomear melhor o que sente, a compreender com profundidade esse desconforto interno, e a encontrar valor no seu jeito de ser, mesmo nas partes que hoje parecem difíceis.
Fico à disposição.
Existe autismo com comorbidades, procure um neuropsicólogo para avaliação mais assertiva do caso.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

Primeiro, quero te agradecer por ter trazido essa dúvida com tanta honestidade. Falar sobre o que se sente, mesmo sem ter certeza, já é um passo muito importante. Muita gente se pergunta isso em silêncio, mas você teve coragem de colocar em palavras — e isso já mostra que tem algo aí dentro de você que está buscando se entender melhor, o que é muito bonito e valioso.

Sobre sua pergunta: dentro do espectro do autismo, existem diferentes níveis de suporte, ou seja, diferentes formas como a pessoa precisa de ajuda no dia a dia — e isso não tem a ver com ser "melhor ou pior", nem com "ser mais ou menos inteligente". Na verdade, é mais sobre como o cérebro de cada pessoa funciona quando se trata de linguagem, interação social, rotina e processamento das informações do mundo. Algumas pessoas autistas têm uma maneira muito própria de aprender e perceber as coisas, e isso pode ser confundido com “baixa habilidade”, mas, na prática, é mais sobre diferença do que deficiência. Cada pessoa tem forças e desafios únicos.

Do ponto de vista da neurociência, o cérebro autista processa estímulos de forma diferente — às vezes com uma sensibilidade muito intensa, outras com uma certa dificuldade de integrar as informações sociais. Isso pode afetar a forma de se comunicar, de se organizar, de se adaptar. Mas chamar alguém de “autista com baixas habilidades” pode ser injusto se a gente não entender o todo. O que às vezes parece desatenção, por exemplo, pode ser uma mente muito ocupada tentando filtrar barulhos, cheiros e sentimentos ao mesmo tempo.

Será que o que você está chamando de “baixas habilidades” não seriam, na verdade, formas diferentes de funcionar que ainda não foram compreendidas direito pelas pessoas à sua volta? Você sente que se cobra demais por não ser igual aos outros? Ou que gostaria de ser aceito como é, sem precisar se encaixar em uma forma que te aperta por dentro?

Se essas dúvidas estão te acompanhando com frequência, o ideal seria conversar com seus pais ou cuidadores sobre isso. Eles podem te ajudar a procurar um profissional (como um neuropsicólogo, por exemplo) que avalie com carinho e seriedade como você pensa, sente e se comporta. E, se for o caso, te ajudar a entender melhor quem você é — com respeito e sem rótulos vazios.

Fico aqui torcendo para que, mais do que um “diagnóstico”, você encontre um lugar onde se sentir bem com quem você é. Caso precise, estou à disposição.

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