Há mais de um mês venho sentindo pontadas fracas em várias regiões do peito, as vezes embaixo das ax
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Há mais de um mês venho sentindo pontadas fracas em várias regiões do peito, as vezes embaixo das axilas, no pescoço e um pouco de falta de ar. Já fui no pronto socorro e cheguei a fazer um eletrocardiograma mas não apontou alterações e o médico falou que é ansiedade. Tenho apenas 18 anos e as dores que não passam me dão medo. Pode ser apenas ansiedade mesmo?
São realmente sintomas compatíveis com ansiedade, embora apenas uma avaliação médica poderá afirmar se é possível excluir outras causas e estabelecer a Hipótese Diagnóstica relacionada a ansiedade para vc. Recomendo que vc procure seu médico em consultório (não em urgência) para que avalie o caso e indique o tratamento adequado, seja para ansiedade, seja para outras causa. Lembrar que ansiedade não tratada pode deflagrar graves problemas psiquiátricos no futuro, não negligencie o problema.
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A terapia tem que estar em dia! Estes sintomas consumam estar presentes em pessoas cujo pensamento encontra-se acelerado. É comum atendermos em emergências pessoas com tais sintomas, sem que haja Infarto ou patologías cardíacas associadas. Tem solução é a psicoterapia é uma delas. Poderá fazer o acompanhamento por telemedicina nesta plataforma!
Sim, a dor no peito pode ser causada apenas por ansiedade. Quando alguém está ansioso ou em crise de pânico, a dor no peito pode ocorrer devido a uma combinação de fatores relacionados à resposta do corpo ao estresse. Algumas das razões pelas quais a ansiedade pode causar dor no peito são: tensão muscular, hiperventilação, resposta de Luta e fuga (aumento da frequência cardíaca e pressão arterial), percepção aumentada da dor e espasmos musculares. Se você está com dor no peito e a suspeita é de que possa estar relacionada à ansiedade, é crucial consultar um médico para um diagnóstico preciso e para explorar estratégias de manejo da ansiedade. O tratamento pode incluir terapia, técnicas de relaxamento, e, se necessário, medicamentos.
Pontadas ou desconfortos em diferentes áreas do tórax, que podem irradiar para pescoço e região das axilas, são queixas relativamente comuns em pessoas jovens e, muitas vezes, têm causas benignas. Nessa faixa etária, é frequente que a dor venha de estruturas da parede torácica, como músculos e articulações entre as costelas (por exemplo, após tensão, postura, treino, tosse ou inflamações locais), ou ainda de refluxo e irritação do esôfago. Além disso, a ansiedade pode provocar tanto dor torácica quanto sensação de falta de ar por mecanismos físicos reais, como hiperventilação, aumento da tensão muscular e maior sensibilidade do corpo às sensações.
O fato de um eletrocardiograma no pronto atendimento não ter mostrado alterações é um dado tranquilizador, mas nenhum exame isolado “fecha” a causa. Na prática, a probabilidade de ser ansiedade aumenta quando a dor é em pontadas, muda de lugar, não tem relação clara com esforço, pode piorar em períodos de estresse, vem acompanhada de sensação de aperto no peito, suspiros frequentes ou formigamentos, e quando avaliações iniciais não sugerem problema cardíaco. Ainda assim, como você descreve sintomas que persistem há mais de um mês e refere falta de ar, vale uma reavaliação programada com clínico geral ou cardiologista para revisar a história com calma, examinar e definir se há necessidade de outros exames simples de triagem, principalmente para diferenciar dor da parede torácica, refluxo, questões respiratórias e ansiedade.
Procure atendimento de urgência se houver algum sinal de alerta, como dor forte e contínua no peito com piora progressiva, falta de ar importante ou em repouso, desmaio, palpitações com mal-estar, suor frio, palidez intensa, ou dor claramente desencadeada por esforço e que melhora ao parar. Se nada disso estiver presente, o melhor caminho costuma ser uma consulta ambulatorial para organização do quadro e, se a hipótese de ansiedade se mantiver, discutir estratégias de manejo e, quando indicado, acompanhamento psicológico, porque tratar a ansiedade não é “desconsiderar” a dor, e sim atuar na causa possível e muito frequente.
Em resumo, sim, é possível que seja ansiedade, especialmente em pessoas jovens e com exames iniciais normais, mas a persistência e a presença de falta de ar justificam uma avaliação mais completa e tranquila fora do pronto socorro, para confirmar que não há sinais de outra condição e orientar o melhor acompanhamento.
O fato de um eletrocardiograma no pronto atendimento não ter mostrado alterações é um dado tranquilizador, mas nenhum exame isolado “fecha” a causa. Na prática, a probabilidade de ser ansiedade aumenta quando a dor é em pontadas, muda de lugar, não tem relação clara com esforço, pode piorar em períodos de estresse, vem acompanhada de sensação de aperto no peito, suspiros frequentes ou formigamentos, e quando avaliações iniciais não sugerem problema cardíaco. Ainda assim, como você descreve sintomas que persistem há mais de um mês e refere falta de ar, vale uma reavaliação programada com clínico geral ou cardiologista para revisar a história com calma, examinar e definir se há necessidade de outros exames simples de triagem, principalmente para diferenciar dor da parede torácica, refluxo, questões respiratórias e ansiedade.
Procure atendimento de urgência se houver algum sinal de alerta, como dor forte e contínua no peito com piora progressiva, falta de ar importante ou em repouso, desmaio, palpitações com mal-estar, suor frio, palidez intensa, ou dor claramente desencadeada por esforço e que melhora ao parar. Se nada disso estiver presente, o melhor caminho costuma ser uma consulta ambulatorial para organização do quadro e, se a hipótese de ansiedade se mantiver, discutir estratégias de manejo e, quando indicado, acompanhamento psicológico, porque tratar a ansiedade não é “desconsiderar” a dor, e sim atuar na causa possível e muito frequente.
Em resumo, sim, é possível que seja ansiedade, especialmente em pessoas jovens e com exames iniciais normais, mas a persistência e a presença de falta de ar justificam uma avaliação mais completa e tranquila fora do pronto socorro, para confirmar que não há sinais de outra condição e orientar o melhor acompanhamento.
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